Organização articula 42 núcleos de ação comunitária. Entre eles, 37 cursinhos Pré-Vestibulares /Concursos /Enem, inseridos em 19 cidades no Estado de São Paulo.
A UNEafro Brasil anunciou a abertura de 2 mil vagas para estudantes de baixa renda em sua rede de cursinhos pré-vestibulares. A organização articula 42 núcleos de ação comunitária. Entre eles, 37 cursinhos pré-vestibulares inseridos em 19 municípios no estado de São Paulo.
As matrículas para este primeiro semestre se iniciam no dia 26 de Fevereiro e seguem até dia 12 de Março, mediante a apresentação do RG, CPF e comprovantes de renda e endereço. Para se inscrever é necessário ter concluído ou estar cursando o ensino médio. O horário de atendimento é das 10h às 16h. Continue lendo… 'Cursinho Comunitário oferece 2 mil vagas para estudantes de baixa renda'»

Da Página do MST
O Fórum Regional por Reforma Agrária do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba ocupou a sede da Fazenda Inhumas, em Uberaba, no sábado (26/2), em ação que envolveu 200 famílias.
A ocupação foi realizada em solidariedade ao acampamento Roseli Nunes e a outros acampamentos de movimentos diversos que sofreram despejos na região.
Continue lendo… 'Famílias Sem Terra ocupam latifúndio contra despejos em Minas Gerais'»

Por Maristela Lopes
Falta de água potável, falta de titulação e demarcação das terras dos quilombolas e indígenas, falta de escolas, de posto médico.
Esses são alguns dos exemplos de violação dos direitos humanos que constam no Relatório da Missão à Petrolina e região do Rio São Francisco, apresentado pela Plataforma Dhesca Brasil – Rede Nacional de Direitos Humanos, que congrega entidades ligadas às redes de direitos humanos da sociedade civil.
O relatório foi apresentado oficialmente pelo sociólogo Sergio Sauer, no plenário da Assembléia Legislativa de Pernambuco, no dia 22 de fevereiro. Continue lendo… 'Obras da transposição do Rio São Francisco violam direitos humanos'»

Na manhã desta segunda-feira, dia 28, cerca de 500 mulheres da Via Campesina ocuparam a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, o Incra, na cidade de Recife.
As manifestantes protestam contra a inoperância do Governo em realizar a Reforma Agrária, contra a precária política agrária para os assentamentos e a ausência de assistência técnica e de liberação de créditos para produção de alimentos.
Segundo os movimentos da Via Campesina, para os que lutam em defesa da Reforma Agrária, 2010 foi o pior dentre os oito anos comandados pelo Governo Lula. Além disso, um dos pontos centrais da manifestação foi denunciar o avanço do agronegócio e da utilização desenfreada dos agrotóxicos nos monocultivos e na fruticultura irrigada, patrocinada pela política agrícola do Governo Federal.
A ação faz parte da jornada Nacional de Lutas contra o Agronegócio e contra a Violência: por Reforma Agrária e Soberania Alimentar, em comemoração ao Dia Internacional de Luta das Mulheres.
Continue lendo… 'Mulheres da Via Campesina ocupam Incra em Recife em defesa da Reforma Agrária'»
Rechazamos a la falsa “Consulta” de la Comisión Agraria del Congreso de la República y exigimos que apruebe la LEY DE CONSULTA A LOS PUEBLOS INDIGENAS.
Nosotros los pueblos: Asháninka, Ashéninka, Yine Yami, Amahuaca, Yaminahua, Shintonahua, Cashinahua habitantes originarios, organizado en federaciones de los Pueblos Indígenas de la Provincia de Atalaya – Ucayali:
Organización Indígena Regional de Atalaya – OIRA, Daniel Marzano Campos – presidente, Bernardo Faman, Augusto Fernández Mayorga – tesorero y Fernando Salazar Napoleón –Presidente del Comité de Autodefensa –CAD
Federación Asháninka de Bajo Urubamba – FABU, representado por Javier Prado Pishica y Miqueas Quentisha, Presidente del Comité de autodefensa.
Continue lendo… 'Peru: falsa consulta sobre ley florestal y se exige la aprobacion de la ley de consulta indígena'»

Por Cecilia Serpa Arana
Actualmente el Congreso, a través de su Comisión Agraria, viene impulsando un proceso de consulta a los pueblos indígenas sobre el proyecto de la Ley Forestal y de Fauna Silvestre. Sin embargo, este proceso ha recibido diversas críticas desde las organizaciones indígenas y algunos informes recientes de organismos internacionales revelan que su metodología requiere mejorarse.
De acuerdo al cronograma se han realizado ya audiencias macro regionales y regionales en Puerto Maldonado, Cuzco, Puno e Iquitos. La respuesta de las organizaciones de pueblos indígenas que vienen participando en este proceso de consulta no ha sido favorable. Por el contrario, a través de diversos pronunciamientos han establecido cuestionamientos muy concretos. Por ejemplo, las organizaciones de las regiones Madre de Dios y San Martín plantearon principalmente lo siguiente:
Continue lendo… 'Perú: Los procesos de consulta no respetan los estándares y normas internacionales'»

Los indígenas que protestaban contra la reforma minera y el Gobierno suscribieron un acuerdo que puso fin a las manifestaciones y al bloqueo de vías, que realizaban los nativos desde el pasado viernes. Con la firma del documento, ambas partes analizarán la Ley a partir del 1 de marzo.
El ministro de la Presidencia, Jimmy Papadimitriu, y el dirigente de la Coordinadora Indígena, Rogelio Montezuma, suscribieron el documento anoche, en San Félix. Tras ello, los aborígenes desbloquearon la carretera Panamericana en las provincias de Chiriquí y Veraguas, que estuvo cerrada tres días, lo que impidió el paso de centenares de vehículos.
En el acuerdo, que consta de seis puntos, el Gobierno panameño se compromete a crear una ley que prohíba explícitamente la exploración y explotación minera en territorios indígenas, así como a liberar a los detenidos en las protestas del último fin de semana. Continue lendo… 'Panamá: Indígenas y gobierno firman acuerdo para debatir reforma del Código Minero'»

Por Andrés Franco
Los casos de desnutrición en Salta son la punta de un iceberg que hay que combatir con políticas coordinadas entre los gobiernos y la sociedad.
Cuando los medios de comunicación ponen de relevancia noticias como las de los casos de desnutrición en Salta , debe entenderse que esos no son la excepción, y que en la Argentina, los niños, las niñas y los adolescentes indígenas constituyen el sector más vulnerable de la sociedad.
La discriminación, la indiferencia y el desentendimiento agravan esta situación y profundizan la exclusión que sufre esta población.
La falta de acceso a una educación de calidad, a servicios de salud apropiados, a una nutrición sana y suficiente, al agua y a un saneamiento adecuado es una realidad cotidiana que afecta a gran parte de los niños y niñas indígenas argentinos. Desde hace siglos esta población tiene tasas desproporcionadamente altas de muertes maternas y de muertes infantiles por malnutrición y por enfermedades infecciosas . La desnutrición no es una enfermedad y por tanto no se cura con acciones simples como la internación o los centros de recuperación.
La desnutrición es un indicador de pobreza extrema que se elimina con acciones lideradas por los gobiernos con participación comunitaria .
Continue lendo… 'Argentina: Prioridad para la niñez y adolescencia indígena'»

Um advogado e dois bacharéis indígenas integram a equipe do ODIN em Dourados
Foi lançado, no dia 25/2, o Núcleo Regional do Observatório dos Direitos Indígenas (ODIN) que irá atuar no município de Dourados (MS). O lançamento ocorreu na sede local da OAB e contou com a participação de 40 lideranças e estudantes indígenas da região e de representantes de instituições parceiras do movimento indígena.
Wilson Matos, advogado indígena que irá coordenar as atividades do ODIN em Dourados, apontou o direcionamento inicial do trabalho do núcleo no sentido de combater a criminalização de lideranças, interpelar o Estado pela omissão e o abandono das aldeias e atuar como mediador dos conflitos causados pelas disputas de terras na região. “Queremos agir na garantia dos direitos indígenas com a responsabilidade de esclarecer a sociedade de que a luta pela terra é uma luta jurídica e não um embate campal”, declarou. Continue lendo… 'Lançado o Núcleo Regional do ODIN em Dourados (MS): mais uma ferramenta na luta pelos direitos indígenas'»
Roberto Zwetsch é um teólogo apaixonado pelo trabalho pastoral e pela teologia poimênica. Difícil achar os limites entre os dois em seu trabalho, já que está sempre aprofundando o tema. Seja nas celebrações em templos e outros espaços, na sala de aula, em conferências, em eventos acadêmicos ou quando escreve poemas, artigos e livros. Atua como docente de Teologia Prática e Missiologia na Faculdades EST, em São Leopoldo, publicou Missão como com-paixão. Por uma teologia da missão em perspectiva latino-americana, em co-edição da Sinodal e do CLAI, sua tese doutoral, já traduzida ao espanhol, e preside a Comunidad de Educación Teológica Ecuménica Latinoamericana y Caribe (CETELA). Após voltar do Fórum Mundial Teologia e Libertação, em Dakar, concedeu a entrevista à ALC.
A entrevista é de Antonio Carlos Ribeiro e publicada pela Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação – ALC, 28-02-2011. Eis a entrevista. Continue lendo… 'Africanos lembram holocausto negro.Tema foi lembrado no Fórum Mundial de Teologia. Entrevista com Roberto Zwetsch'»
El teólogo ecologista brasileño Leonardo Boff habla en esta entrevista de las contradicciones de los gobiernos progresistas en América Latina, y señala que “es importante que los movimientos sociales populares, que tienen una alternativa, una visión humanista, espiritual, de respeto por las personas, se transformen en un grito de protesta, una resistencia y que no acepten las soluciones que les den”.
PROYECTO CHAKANA
La Eco Teología de la Liberación
Mientras existan pobres, sigue vigente la Teología de la Liberación. Pero hemos añadido algo más, porque la Teología de la Liberación nació escuchando el grito del oprimido, pero no sólo los pobres, las mujeres, los indígenas, los afro latinoamericanos gritan, sino también grita la Tierra, gritan los animales, gritan los bosques. Entonces, dentro de la opción por los pobres, se tiene que insertar al gran pobre, que es la Tierra. De ahí nació y sigue una vigorosa Eco Teología de la Liberación, muy ampliamente difundida como una de las respuestas a la crisis actual, que está por todas partes del mundo. Continue lendo… 'Leonardo Boff: “no hay otra alternativa que el socialismo”'»
Jorge Borges*
Nesta sexta-feira, 25/02/2011, finalmente os lacaios da Prefeitura do Eduardo Paes conseguiram chegar ao último foco de resistência dentro da Vila Harmonia. Entraram no terreno da Dona Sueli, onde moram cerca de 10 famílias – todas descendentes diretas de sua avó, que já reside na região há muitas e muitas décadas. Trata-se de uma grande vitória da barbárie sobre a resistência popular, dado o caráter simbólico da conquista e o significado que isso terá para as próximas campanhas de remoção em massa dos nazi-fascistas municipais. Mas por que esse fato é tão simbólico e significativo?
Todas as comunidades do Recreio dos Bandeirantes que estão sendo atacadas nos últimos meses, são vitimadas sob o argumento da necessidade da obra do corredor Transoeste, que nada mais é do que a duplicação da Avenida das Américas com a instalação de uma via segregada para ônibus expressos. Entretanto, a área da Vila Harmonia, além de não ser necessária para a referida obra, era a que melhores condições reunia para um processo definitivo de regularização fundiária e urbanística, que poderia se tornar exemplo e contribuir fundamentalmente para desconstruir o discurso imperioso de que “não há lugar para pobres no Recreio dos Bandeirantes”. Continue lendo… 'Vitória da barbárie na Vila Harmonia é a vitória da barbárie na Cidade'»
Pesquisadores e ambientalistas propõem centro de estudos ambientais no local
Ambientalistas celebram o indeferimento da Licença de Instalação para a pequena central hidrelétrica (PCH) Aiuruoca pelo Secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado de Minas Gerais, Adriano Magalhães Chaves, publicado no Diário Oficial da União no dia 22 de fevereiro de 2010. “O indeferimento da PCH Aiuruoca é um sinal importante para salvar os últimos remanescentes da Mata Atlântica, de cuja extensão original em Minas Gerais restam apenas 4%”, salienta Andréa Zhouri, coordenadora do GESTA (Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais) da UFMG.
O licenciamento da PCH Aiuruoca, planejada para ser instalada no município do mesmo nome, no Sul de Minas, foi polêmico desde os primeiros estudos ambientais, em 1999, devido a sua localização numa área protegida pela legislação ambiental vigente. Mesmo assim, em 2004, foi concedida a Licença Prévia pelo Conselho da Política Ambiental de Minas Gerais – COPAM. Isto aconteceu apesar de os pareceres técnicos e jurídicos emitidos pelo órgão ambiental responsável recomendarem a não aprovação da licença por causa da alta qualidade ecológica da área. Continue lendo… 'Secretário de Meio Ambiente nega licença ambiental para hidrelétrica com base na Lei da Mata Atlântica em Minas Gerais'»