Nota de apoio e solidariedade ao GEDMMA – UFMA

Na Rede Brasileira de Justiça Ambiental

Nós – comunidades, associações, movimentos, organizações, pesquisadores e pesquisadoras que integramos a Rede Brasileira de Justiça Ambiental – RBJA – viemos nos solidarizar com o Grupo de Estudos Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente (GEDMMA), da Universidade Federal do Maranhão, e denunciar as ameaças e calúnias anônimas que este grupo sofreu no último dia 31 de janeiro. (mais…)

Ler Mais

Um século de secas: o que mudou nas políticas no Semiárido brasileiro?

Por Catarina Buriti  e Humberto Barbosa, no Irpaa

Em 1930, Rachel de Queiroz estreava na literatura brasileira com o romance “O Quinze”. Uma contundente crítica social, a obra abordava a severa seca ocorrida no Nordeste do Brasil, mais precisamente no município de Quixadá (CE), em 1915. Apresentava as consequências devastadoras do silencioso desastre sobre pequenos produtores rurais, como migração, fome, sede, morte, falta de trabalho, entre outras. O romance também relatou o drama de personagens nos tenebrosos campos de concentração, espaços construídos pelo governo nos arredores das grandes cidades, incluindo da capital Fortaleza, para alojar “retirantes” ou “flagelados” que fugiam da seca e impedir que perturbassem os espaços urbanos. (mais…)

Ler Mais

Ava-Guarani retomam parte de antigo Tekoha

Do Cimi – Regional Sul

No último dia 26 de janeiro cerca de 10 famílias de Ava-Guarani no Oeste do Paraná, retomaram as terras de um antigo Tekoha. Infelizmente, não puderam retomar a terra em sua totalidade, porque a mesma foi parcialmente alagada pelo represamento do Rio Paraná, quando da Construção da Hidrelétrica Itaipu Binacional. Segunda a Kuña (senhora) Elza Romero, que nasceu ali, a volta para seu antigo lugar é a concretização de um sonho, de ter uma terra para poder viver o pende rekó, a cultura Guarani, própria e autêntica de seus pais e avós. Deseja transmitir aos filhos, netos e sobrinhos a cultura que recebeu dos seus pais. No local onde estava morando até recentemente não dava, porque a terra era pouca para muita gente, “nem árvore existe naquele lugar”, afirmou dona Elza. (mais…)

Ler Mais

BA – Pescadores de Ilha de Maré ocupam sede da CODEBA

Os manifestantes protestam contra a poluição química na Ilha e a contaminação dos pescadores

Por Campanha Nacional pela Regularização do Território das Comunidades Tradicionais Pesqueiras

Mais de 200 pescadores e pescadoras da Ilha de Maré (BA) acabam de ocupar, na manhã de hoje (14/02/17), a sede da CODEBA (Companhia das Docas do Estado da Bahia), localizada no bairro do Comércio em Salvador (BA). O protesto é para denunciar a grave poluição química que tem contaminado a ilha e tem adoecido muitos dos pescadores e pescadoras da localidade. (mais…)

Ler Mais

Incra delimita territórios quilombolas de Oriximiná (PA)

Área refere-se aos territórios Alto Trombetas I e II e equivale a 350 mil hectare

Incra Oeste-PA

O Diário Oficial da União (DOU) publicou hoje (14) o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) de dois territórios quilombolas do Oeste do Pará: Alto Trombetas I e II, ambos situados no município de Oriximiná. O procedimento é padrão e constitui uma etapa adiante no processo de regularização fundiária conduzido pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Na prática, o RTID representa a delimitação desses territórios, que, juntos, perfazem uma área total de 350 mil hectares dentre 13 comunidades. (mais…)

Ler Mais

Guarda Florestal Pykopjê-Gavião identifica ramal madeireiro e povo faz denuncia às autoridades

Por Renato Santana, da Assessoria de Comunicação – Cimi

A Guarda Florestal Indígena do povo Pykopjê-Gavião identificou na última semana mais um ramal madeireiro na Terra Indígena Governador, sudoeste do Maranhão. “O que a gente viu dá pra dizer com certeza que umas três carradas (caminhões) de toras foram retiradas”, explica Marcelo Gavião. O município de Amarante é o destino mais habitual da matéria-prima ilegal, abastecendo madeireiras e movelarias. (mais…)

Ler Mais

Funai proíbe acesso à Terra Indígena Piripkura, onde 2 índios vivem isolados em MT

Por Pollyana Araújo, no G1 MT

O acesso de não índios à Terra Indígena Piripkura, localizada nos municípios de Colnizae  Rondolândia, a 1.065 e 1.600 km de Cuiabá, onde vivem dois indígenas, continua proibido. A Fundação Nacional do Índio (Funai) publicou no Diário Oficial da União, que circula nesta terça-feira (14), uma portaria prorrogando por mais 18 meses o prazo de restrição de entrada, trânsito e permanência de pessoas estranhas na área.

A terra indígena possui 242.500 hectares e é ocupada pelos índios Tyku e Mondé-i, supostamente os dois últimos membros da tribo da etnia Piripkura, considerada em extinção. (mais…)

Ler Mais

Pataxó vão à presidência da Funai contra desocupação da T.I. Ponta Grande, onde moram 450 famílias

Por Mônica Carneiro, Ascom Funai

A justiça federal de Eunápolis decretou a desocupação de uma área onde se encontram mais de 450 famílias Pataxó no litoral sul da Bahia, em Santa Cruz Cabrália. A área em litígio, onde se localizam as aldeias Nova Coroa, Itapororoca, Mirapé, Novos Guerreiros e Txihikamayurá, é reconhecida pelos índios Pataxó como território indígena Ponta Grande. Habitada pelo povo indígena há mais de dez anos, a área corresponde a uma revisão, em estudo na Funai, dos limites da Terra Indígena Coroa Vermelha, homologada em 1998. (mais…)

Ler Mais

Lava Jato: por que nenhum político foi condenado pelo Supremo após 3 anos?

A primeira fase da Operação Lava Jato foi deflagrada em março de 2014. Passados três anos, as denúncias se acumulam, mas nenhum político com foro privilegiado foi condenado no Supremo Tribunal Federal (STF). Apenas quatro viraram réus

Na tentativa de afastar críticas de intervenção na operação, o presidente Michel Temer prometeu, na segunda-feira, que afastará definitivamente ministros do seu governo que venham a ser processados dentro da Lava Jato – mas como os números mostram, pode demorar muito para que isso eventualmente ocorra. (mais…)

Ler Mais