Incra delimita território quilombola de Óbidos (PA)

No Incra

A Superintendência do Incra no Oeste do Pará publicou, no Diário Oficial da União (DOU) de hoje (3), o resumo do Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) do território quilombola Ariramba, localizado no município de Óbidos. A área delimitada é de 12.496 hectares, onde foram identificadas 27 famílias remanescentes de quilombos. (mais…)

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Justiça Federal de Roraima determina que União e Funai efetivem procedimento de demarcação da Comunidade Indígena Anzol em um prazo de cinco anos

No CIR

Depois de uma trajetória de resistência e de luta, um período de quatro anos, indígenas da comunidade indígena Anzol podem comemorar o resultado favorável da ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal, que requereu o efetivo procedimento administrativo demarcatório da comunidade indígena Anzol. (mais…)

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Trabalho escravo: “Há fazendas com hospitais para o gado, mas o trabalhador não tem nem água tratada”

Procurador-geral do Trabalho diz que lista de trabalho escravo, publicada outra vez após três anos, é pedagógica

Por Talita Bedinelli, em El País

Há dez dias, a chamada lista suja do trabalho escravo, que revela o nome de empregadores envolvidos em contratações análogas à escravidão, voltou a ser publicada. Ela estava suspensa desde 2014, quando o então ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, acatou o pedido feito pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), que conta com construtoras flagradas explorando trabalhadores expostas na lista. A Abrainc argumentou que não havia a garantia do direito de defesa das empregadoras. Seguiu-se um imbróglio jurídico e a edição de uma nova portaria, mudando a forma como a lista é divulgada  – apenas trabalhadores com todos os recursos administrativos esgotados apareceriam. (mais…)

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Nota do Laepi/UnB em apoio à luta do Povo Xavante pelo Território de Maraiwãtsédé

No Laepi

Considerando as recentes declarações do ex-Secretário Especial de Saúde Indígena, Rodrigo Rodrigues, que afirmou em encontro com empresários do setor do agronegócio do Estado de Mato Grosso que Maraiwãtsédé “nunca foi terra indígena”, conforme reportagem divulgada pelo site Circuito MT, o LAEPI vem prestar o seu apoio aos Xavante de Marãiwatsédé na luta pela plena reocupação de seu território recentemente reconquistado e esclarecer à sociedade fatos relativos à história de violência contra essa comunidade. (mais…)

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Não é coisa da sua cabeça, é racismo

Por Viviana Santiago para o Palavra de Preta

-Toda vez que eu entro, eu tenho a impressão que elas seguram a bolsa com mais força.

-Quando eu estou na academia, parece que as pessoas não querem usar os equipamentos depois que eu termino de usar,

-Comigo, parece que a exigência sempre é maior. Não importa o quanto eu me esforce, nunca é o bastante, sempre tenho eu fazer mais. (mais…)

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Infraestruturas justas e sustentáveis de Nova Iorque apresentadas no Rio

Ki’Amber Thompson – RioOnWatch

No dia 16 de março, em parceria com a Comunidades Catalisadoras, estudantes de mestrado em arquitetura e urbanismo do Instituto Pratt de Brooklyn, Nova Iorque–que integram os Programas por Planejamento e Desenvolvimento Sustentável, Planejamento Urbano e Regional, e Sistemas Ambientais Sustentáveis–liderados pelo professor Leonel Ponce, conduziram uma oficina no Studio-X Rio apresentando infraestruturas justas e sustentáveis na cidade de Nova Iorque que podem inspirar ações no Rio de Janeiro. (mais…)

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Maior ameaça ao Cerrado é considerar sua vegetação nativa um estorvo ao desenvolvimento. Entrevista especial com José Felipe Ribeiro

João Vitor Santos – IHU On-Line

Apesar de o Cerrado não ter rios de grande vazão, o bioma “concentra nascentes que alimentam oito das 12 grandes regiões hidrográficas brasileiras” e nele nascem os “rios que originam seis das principais regiões de hidrográficas brasileiras: Parnaíba, Paraná, Paraguai, Tocantins-Araguaia, São Francisco e Amazônica”, informa o biólogo José Felipe Ribeiro à IHU On-Line. (mais…)

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“Segurança” privada, herdeira da ditadura

Documentos revelam: um decreto do regime militar deu origem ao obscuro ramo das empresas de “proteção”, ligadas a torturadores e políticos corruptos e envolvidas até hoje em violações de direitos humanos

Por Ciro Barros e Iuri Barcelos, na Pública – Outras Palavras

Regulamentado pela Junta Militar que substituiu o general Costa e Silva no governo, o setor de segurança privada criou um ramo de negócios próspero para os membros das Forças Armadas e do aparato repressivo da ditadura. De acordo com documentos analisados pela reportagem da Pública, as empresas de segurança constituídas por esses agentes durante a ditadura se envolveram também em casos de tortura, assassinatos, desaparecimento, cárcere privado e outras violações de direitos humanos. (mais…)

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