MPF/MA pediu demarcação de terras do povo Gamela em 2016

MPF entendeu que os elementos apresentados pela comunidade indígena indicavam que eles tinham direito à demarcação de seu território

MPF/MA

Em setembro de 2016, o Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) propôs ação civil pública, com pedido de liminar, contra a União e a Fundação Nacional do Índio (Funai) por não promoverem a identificação e demarcação das terras da etnia indígena Gamela, povo que vive na zona rural dos municípios de Viana, Matinha e Penalva. Foi constatado que a falta de acesso às políticas públicas voltadas aos indígenas e a inércia da Funai e da União em promoverem a demarcação vem causando prejuízos irreversíveis, como o incidente ocorrido no último domingo (30/04), com risco de desagregação dos Gamela como grupo étnico. (mais…)

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Mais uma liderança rural é assassinada no Pará

A vítima dessa vez foi Kátia Martins, presidente da Associação dos Trabalhadores (as) do assentamento 1º de Janeiro, em Castanhal, nordeste paraense

Por Fátima Gonçalves, da CPT

A trabalhadora e líder rural Kátia Martins, 43 anos, foi assassinada com cinco tiros numa embosca ocorrida na noite desta quinta-feira (4) em sua própria casa, localizada no assentamento “1º de Janeiro”, quase na divisa dos municípios de Castanhal e São Domingos do Capim, no nordeste paraense, a 130 quilômetros de Belém. (mais…)

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MPF recebe representantes de comunidades tradicionais de MG

As comunidades pedem apoio do MPF para reverter ações de reintegração de posse

MPF

O procurador regional da República Felício Pontes, como representante da 6ª Câmara de Coordenação e Revisão (6ª CCR), recebeu representantes da Comunidade Quilombola Pesqueira e Vazanteira de Croatá, composta por 64 famílias, e da Comunidade Pesqueira e Vazanteira Tradicional de Canabrava, que abriga hoje 45 famílias, e do Conselho Pastoral dos Pescadores. O encontro aconteceu em 27 de abril. (mais…)

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Restos de comida saem do lixão, situado dentro de terra indígena, para a mesa de comunidade

No Alto Sertão alagoano, índios da etnia Jeripancó sobrevivem da catação do lixo

Por João Soares e Janaína Ribeiro, na Tribuna Independente

“Como é que se joga fora comida que ainda presta? Eu não entendo não. Aqui, a gente separa quase tudo de alimento que encontra. Tem coisa que dá para aproveitar e nós comemos, a família toda, somos em oito. Tem uns restos que nem os bichos querem. Mas, mesmo assim, esses, separamos para os porcos. E dessa forma, vamos sobrevivendo”. O desabafo é de dona Irene Pereira, índia da aldeia Jerinpacó, localizada na abafada cidade de Pariconha, Alto sertão alagoano, que fica a mais de 317km da capital Maceió. Naquela comunidade, conhecida oficialmente como Ouricuri, vivem cerca de 200 pessoas dessa mesma tribo e boa parte delas trabalha na catação do lixo por falta de alternativas de trabalho. (mais…)

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Governo exonera o presidente da Funai: “Estou sendo exonerado por ser honesto e não compactuar com o malfeito”

Exoneração ocorre em meio a momento conturbado na área indígena. Antônio Costa disse, por whatsapp, que foi demitido por não ter compactuado com malfeitos.

No G1

Foi publicada no “Diário Oficial da União” desta sexta-feira (5) a exoneração do presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Antônio Fernandes Toninho Costa. A exoneração foi assinada pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. Ainda não foi designado um substituto. (mais…)

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Em Porto Velho (RO), indígenas ocupam Dsei por melhoria na saúde

Com informações de Laura Vicunã Manso / Cimi Rondônia

Aproximadamente 70 indígenas ocupam o prédio do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) em Porto Velho (RO). Indígenas dos povos Karitiana, Karipuna, Amondawa, Uru Eu Wau Wau, Zoró, Cassupá, Tenharin, Oro Mon, Oro Waram permanecem no local há três dias e denunciam os constantes ataques aos direitos dos povos originários. (mais…)

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Cimi e Unila promovem segunda edição do curso de extensão em Histórias e Culturas Indígenas

Cimi

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e a Universidade da Integração Latino Americana (Unila) realizarão, em julho de 2017, a segunda edição do curso de extensão em Histórias e Culturas Indígenas. O curso é gratuito e voltado especialmente para movimentos e pastorais sociais, professores (as) de educação básica, pedagogos (as) e diretores (as) de escola, educadores (as) populares e tem a finalidade de qualificar as pessoas para a abordagem, em seus contextos de atuação, de questões ligadas aos Povos Indígenas. (mais…)

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