Sem Terra denunciam reintegração de posse em Acampamento no Ceará

Os trabalhadores sofrem ameaça de reintegração de posse da área e perseguição da Federação das Associações do Perímetro Irrigado Jaguaribe Apodi – FAPIJA, que não é dona do local.

Da Página do MST 

Para exigir do Governo Federal e Estadual o assentamento dos Sem Terra no Ceará, nesta sexta-feira (05), o MST, juntamente com várias famílias das comunidades da Chapada ocuparam o Perímetro Irrigado Jaguaribe-Apodi, localizado na Chapada do Apodi, no município de Limoeiro do Norte. (mais…)

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Celebração da cultura afrobrasileira marca assinatura de TAC na fazenda em Vassouras (RJ)

Em cerimônia realizada na Fazenda Santa Eufrásia, representantes das comunidades negras lembraram dos antepassados

MPF/RJ

O Ministério Público Federal (MPF) e a Fazenda Santa Eufrásia, localizada no município de Vassouras (RJ), realizaram no último sábado (6), em ato simbólico, a assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que estabelece uma outra forma de turismo de memória na região de Vassouras, contemplando a contribuição do povo negro e de sua cultura. (mais…)

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A luta por terras e pelo resgate da memória dos gamela, apagada desde o Brasil colônia

Índios gamela foram atacados no último domingo, em Viana, Maranhão, por agricultores; Eles buscam ser reconhecidos como indígenas, após expulsão de ancestrais

Por Talita Bedinelli, no El País Brasil

Por volta das 16h do último domingo, 30 de abril, uma batalha campal se iniciava em Viana, município de 50.000 habitantes a pouco mais de 200 quilômetros da capital maranhense, São Luís. Em uma região em que quatro de cada dez pessoas é pobre, começava ali uma luta violenta de quem tem pouco contra quem tem quase nada. De um lado estavam indígenas da etnia gamela, que ocupavam uma área que reivindicam pertencer a seus ancestrais, expulsos dali no passado. Do outro, agricultores, alguns donos de uma quantia de gado possível de se contar nos dedos, que pretendem manter seu pedaço de chão para poder plantar. O enfrentamento deixou dezenas de feridos, vários deles com marcas de bala rasgadas pelo corpo. Quatro ainda estão internados em hospitais da capital. Dois indígenas tiveram as mãos quase arrancadas a golpes de facão, em uma cena que lembrou a alguns o tratamento dado, por vezes, a animais que ignoram cercas e entram em terra vizinha. Na pequena cidade, as imagens da barbárie ainda atormentam a população. (mais…)

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José Paulo Bisol: Eu até gostaria de uma convulsão social. Aí nós teríamos de fazer uma Constituinte

Para o ex-senador Bisol, companheiro de chapa de Lula na disputa presidencial de 1989, só uma forte reação popular vai barrar a violência brutal dos golpes. “O diabo é que ela não acontece”

Por Cida de Oliveira e Leonardo Melgarejo, na Rede Brasil Atual

O avanço acelerado de reformas prejudiciais aos trabalhadores, como da Previdência e trabalhista e a terceirização, pelo governo de Michel Temer, além do congelamento de gastos sociais por 20 anos, entre outras medidas, em tão pouco tempo, são de uma “violência brutal”. Nem assim há no horizonte sinais de uma reação popular mais forte e ampla na sociedade brasileira, capaz de reverter perdas e barrar ameaças. (mais…)

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Saiba como os cariocas estão de olho no Crivella e como você também pode monitorar a sua gestão

Luisa Fenizola – RioOnWatch

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, está entrando no quinto mês da sua gestão municipal. A prefeitura garante que as metas serão cumpridas dentro do cronograma até o fim do mandato em 2020–mas algumas já estão atrasadas ou têm escopo menor do que o anunciado. Até o momento, por exemplo, foram nomeados 300 dos 900 agentes de apoio à educação especial que Crivella prometeu nomear no dia 6 de janeiro, enquanto só 176 entraram efetivamente em sala de aula. O mutirão de cirurgias, que havia sido prometido para o primeiro dia de governo, iniciou-se somente no final de janeiro, e até o início de abril haviam sido atendidas só 500 das 154.000 pessoas que aguardam algum procedimento. Em alguns casos, o prefeito teve que voltar atrás completamente: a promessa de assumir a gestão das 16 UPAs estaduais localizadas no município do Rio, por exemplo, foi abandonada, alegando-se falta de recursos financeiros. (mais…)

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Belo Monte. Boom populacional, desemprego, tráfico e exploração sexual. Entrevista especial com Assis Oliveira

Patricia Fachin – IHU On-Line

Os processos migratórios gerados por conta da construção da hidrelétrica de Belo Monte, em Altamira, no Pará, como a “realocação das famílias nas áreas atingidas pelo alagamento decorrente do lago da hidrelétrica” e a “migração da população que trabalhou diretamente no empreendimento a partir de setembro de 2015”, algo em torno de 15.680 trabalhadores, “geraram um impacto profundo e problemático nas relações de convivência social, na geração de renda, na circulação de riquezas e, entre outras coisas, nas próprias dinâmicas de produção da violência social”, diz Assis Oliveira, professor da Universidade Federal do Pará – UFPA, à IHU On-Line. (mais…)

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