Operação barbárie

Nosso vídeo mostra a agonia e o sofrimento de moradores e usuários com a megaoperação policial na região da Cracolândia

por José Cícero da Silva e Sofia Amaral, da Agência Pública

No início da manhã de domingo, 21/5, enquanto poucos gatos pingados resistiam à chuva constante nos palcos da Virada Cultural no centro, uma grande movimentação policial começou próxima dali, mais precisamente no quadrilátero formado pelas ruas Helvétia, Barão de Piracicaba, Dino Bueno e Largo Coração de Jesus – a já tão conhecida pelos paulistanos Cracolândia. Era o início da megaoperação que contou com forças diversas da polícia civil, incluindo atiradores de elite, que transformaram a região em um cenário quase de guerra, como se pode ver nas imagens cedidas à Pública por Caio Castor.

Após a dispersão de todas as pessoas que se encontravam no local – usuários de crack, sem-teto, moradores, militantes dos direitos humanos –, vieram escavadeiras e caminhões de limpeza, que recolheram pertences, roupas, documentos e todo tipo de objeto encontrado no local. Imóveis foram imediatamente lacrados e alguns chegaram a ser demolidos. Em entrevista realizada logo após o término da operação, o prefeito João Dória afirmou: “A Cracolândia aqui acabou, não vai voltar mais. A partir de hoje, isso é passado.”.

A reportagem da Pública acompanhou os desdobramentos nos dias que se seguiram à invasão policial. Encontramos moradores e trabalhadores assustados – especialmente pela falta de informações –, comércios sendo lacrados sem notificação prévia e obras sendo feitas a toque de caixa, a ponto de na terça-feira, 23/5, ser iniciada a demolição de um imóvel privado com cerca de 30 moradores, que deixou três pessoas feridas, como é possível ver no vídeo. O secretário municipal de Serviços e Obras, Marcos Penido, negou erro da prefeitura e afirmou que “as pessoas poderiam ter avisado”, que o imóvel tinha moradores. A coletiva de imprensa com o prefeito João Doria, que seria realizada no local na mesma tarde, foi cancelada.

Na quarta-feira, 24/5,  liminar obtida pela Defensoria Pública na Justiça de São Paulo impediu as remoções dos moradores e comerciantes sem cadastro e notificação prévias – nada além do que já é previsto na lei, como admitido pela própria prefeitura. Na mesma quarta-feira, a gestão municipal entrou com pedido de autorização judicial para agilizar as internações compulsórias de usuários de crack. O promotor do Ministério Público, Arthur Pinto, classificou o pedido de “esdrúxulo” e afirmou que a prefeitura pretende promover uma “caçada humana sem paralelo na história”.  Na mesma noite, militantes de movimentos sociais ocuparam a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania. A então secretária, Patrícia Bezerra, pediu afastamento do cargo.

Até o fechamento desta reportagem, a secretaria permanecia ocupada pelos militantes, que exigem uma reunião pública com o secretário de Assistência e Desenvolvimento Social, Filipe Sabará, e detalhes dos planos do governo do estado e da prefeitura em relação ao projeto “Redenção”, programa anunciado pela prefeitura para substituir o programa “De Braços Abertos”, implantado pela gestão anterior, com foco em redução de danos.

Longe dos tribunais e dos prédios dos órgãos públicos, os moradores da região da Cracolândia permanecem aterrorizados e ainda sem informações oficiais sobre os planos da prefeitura para a região. Muitos usuários de crack voltaram a se concentrar, formando um novo “fluxo” na praça Princesa Isabel, a poucos quarteirões de distância do local original, mas com a diferença que agora os serviços de saúde e assistência social se encontram confusos e desorganizados, também prejudicados pela falta de informações sobre o novo projeto da prefeitura para o atendimento dessa população.

Em conversa informal com esses trabalhadores, todos afirmaram que o trabalho foi seriamente prejudicado pela invasão policial, que vínculos construídos com dificuldade foram interrompidos, e que boa parte do trabalho construído com os usuários de crack nos últimos anos volta agora à estaca zero. Também foi recorrente o relato sobre a dificuldade que encontram em trabalhar com tantas dúvidas e pouquíssimas informações sobre o futuro do atendimento no local. Os trabalhadores não são autorizados a gravar entrevista sem autorização prévia das secretarias. Todos os pedidos de entrevista foram negados a reportagem.

Os moradores do imóvel parcialmente demolido no dia 23 permanecem no local.

Imagem: PM usa bombas de gás e balas de borracha contra usuários de droga. Foto: Folhapress.

Comments (2)

  1. HOMEM, SER HUMANO POUCO HUMANIZADO

    VIVA JESUS!

    Bom-dia! queridos irmãos.

    Para que possamos discorrer sobre esse assunto é necessário que se entenda que o Fanatismo religioso é uma forma de fanatismo caracterizada pela devoção incondicional, exaltada e completamente isenta de espírito crítico; enfocamos que não estamos aqui direcionando esse texto para essa ou aquela religião, e sim pela crença deturbada e exagerada de fieis a determinadas religiões.

    Destacamos que religião seria uma maneira para nos religarmos com o Criador de quem, no passado, nos desligamos quando Adão e Eva, e, após sua expulsão do Paraíso transmitiram para toda a sua descendência a carga de sua falta.

    Todavia, o fanatismo em crenças sempre causou embate desde a pré-história, onde nessa época foi denominada “Religião pré-histórica”[1]; pesquisadores convergem que possivelmente as primeiras religiões foram elaboradas pelos politeístas[2] mais especificamente o paganismo , com os adoradores de Semíramis[3], Ninrode[4] e Tamuz[5].

    Já nessa época havia as conquistas, e a ação mais comum era a de destruir os totens, locais de cultos, símbolos de crenças ; tais religiões, a princípio, eram compostas de deuses cruéis.
    Desde sempre o Homem, usando de influencia politica e da fé irracional, impõem sua crueldade defendendo a bandeira de sua crença, assim foi a trama e morte de Jesus elaborada pelos Fariseus e Saduceus, ou com as “Cruzadas”[6], que tiveram oito inserções que decorreram a partir de 1096 até 1270, também houve a “Guerra dos 30 anos” (1618-1648)[7], a “Reforma Protestante” que teve seu início do século XVI que deflagrou a sangrenta “Noite de são Bartolomeu”[8] em 1572, que possivelmente chegou a 70.000 vitimas conforme Maximilien de Béthune, duque de Sully.

    Essas guerras são habilmente explanadas em “O livro dos Espíritos” , onde dentro do Capitulo VI (lei de Destruição) da 3 Parte ( a que disserta Leis Morais) Itens 671 e 742 a 745.

    Destacamos:

    1) O fanatismo e a motivação religiosa das guerras representam a ligação entre espíritos encarnados e desencarnados , sendo esses últimos impelem àqueles ao conflito; não prosperam pois as justificativas fundadas em Deus ou em sua palavra para o cometimento de violências . (671)

    2) São decorrentes da predominância animal sobre espiritual e do transbordamento de paixões.( 742)

    3) Servem para a liberdade e progresso sociais mesmo que presente, temporariamente escravidão. (744/745) Sempre que eclode uma nova guerra, percebe-se a presença do mal, não como “entidade “ ou força espiritual independente, mas como exacerbação e a exteriorização de sentimentos peculiares ao homem ainda bastante animalizado, e com vícios e tendências inferiores.

    Sob esse prisma entendemos os ataques de “terroristas Islâmicos”[9], onde os três itens acima descritos dão completa compreensão da selvageria e intentos dos terroristas.

    Nos dias de hoje, embates devido ao fanatismo religioso ocorrem em diversas regiões do mundo, podemos citar exemplos como: os Xiitas X Sunitas, os Judeus X Mulçumanos, Muçulmanos e não muçulmanos, Budistas e Mulçumanos, e etc.

    Existem também dentro do contexto de fanatismo religioso seitas que incentivam a morte de seus fiéis, sob essa abordagem destacamos o “Massacre de Jonestown” onde em 1978 o reverendo Jim Jones[10] liderando a seita Templo dos Povos levou mais de 900 pessoas a cometerem suicídio coletivo.
    Alguns anos depois, o professor de música Marshall Applewhite (1931/1997), líder da seita Porta do Paraíso, deixou registrados em vídeo os detalhes da estranha viagem que ele e mais 38 membros da seita fariam em 1997. Quando a fita chegou às mãos de seu destinatário, um ex-participante da seita, já era tarde. No dia 26 de março, a polícia invadiu a rica mansão dos fanáticos, em San Diego, Califórnia, e viu os corpos já em estado de putrefação. Segundo a mensagem, todos tinham partido para uma nave espacial próxima ao cometa Hale-Bopp[11], visível aos terráqueos somente a cada 4.200 anos.

    Em 1999, Joseph Kibwetere, fundador do Movimento para Restauração dos Dez Mandamentos, conseguiu convencer os fieis da seita de que o fim do mundo estava próximo e reuniu os adeptos na igreja. Após horas trancados dentro da capela se deixaram queimar, ou foram queimados, em um incêndio proposital… Morreram mais de quinhentas pessoas.

    Essas insanidades embasadas por uma fé pouco racional, são a causa de tanto desiquilíbrio em nosso planeta. Encontramos no ESE[ii] uma frase que define essa ideia:

    “Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade.”[12]

    Emmanuel através de Chico Xavier na obra “O Consolador”[iii] nos ensina :

    “Ter fé é guardar no coração a luminosa certeza em Deus, certeza que ultrapassou o âmbito da crença religiosa, fazendo o coração repousar numa energia constante de realização divina da personalidade. Conseguir a fé é alcançar a possibilidade de não mais dizer eu creio, mas afirmar eu sei, com todos os valores da razão, tocados pela luz do sentimento.”[13]
    [1] Religião pré-histórica: período histórico que antecede a invenção da escrita, evento que marca o começo dos tempos históricos registrados, e que ocorreu aproximadamente em 4.000 a.C..

    Também pode ser contextualizada para um determinado povo ou nação como o período da história desse povo ou nação sobre o qual não haja documentos escritos.

    [2] Politeísmo: crença em vários deuses.

    [3] SEMÍRAMIS foi uma rainha mitológica que segundo as lendas gregas e lendas persas reinou sobre a Pérsia, Assíria, Armênia, Arábia, Egito e toda a Ásia, durante mais de 42 anos, foi fundadora da Babilônia e de seus jardins suspensos. Subiu ao céu transformada em pomba, após entregar a coroa ao seu filho, Tamuz.

    [4] NIMROD (também grafado Ninrode ou Nemrod) é um personagem bíblico descrito como o primeiro poderoso na terra (Génesis 10:8; 1 Crónicas 1:10). Filho de Cush, que era filho de Cam, que era filho de Noé.

    [5] TAMUZ ou DUMUZI era uma antiga divindade suméria. era um deus dos sumérios conhecido como Dumuzi e pelos egípcios como Osíris. Tamuz tinha como companheira Asterote, a rainha do céu –

    [6] CRUZADAS foram tropas ocidentais enviadas à Palestina para recuperarem a liberdade de acesso dos cristãos à Jerusalém. A guerra pela Terra Santa, que durou do século XI ao XIV, foi iniciada logo após o domínio dos turcos seljúcidas sobre esta região considerada sagrada para os cristãos.

    [7] Guerra dos 30 anos denominação genérica de uma série de guerras que diversas nações europeias travaram entre si a partir de 1618, especialmente na Alemanha, por motivos variados: rivalidades religiosas, dinásticas, territoriais e comerciais.

    [8] Noite de São Bartolomeu, foi um episódio da historia da França na repressão aos protestantes na França pelos reis franceses, que eram católicos.

    [9] Terrorismo islâmico : também conhecido como terrorismo islamita ou terrorismo jihadista, é uma forma de terrorismo religioso cometida por extremistas islâmicos com o propósito de atingir variadas metas políticas e/ou religiosas.
    [10] James Warren “Jim” Jones (1931-1978) líder de seita estadunidense e fundador da igreja Templo dos Povos (Peoples Temple).

    [11] Hale-Bopp, ou C/1995 O1, foi um dos maiores cometas observados no século XX. Pôde ser contemplado a olho nu durante 18 meses.

    [12] O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 9, item 7.

    [13] O Consolador, perg. 354.

    KARDEC, Allan. Livro dos Espíritos. Ed. FEB. Rio de Janeiro. 2002

    [ii] KARDEC, Allan. O Evangelho segundo Espiritismo. Tradução de J. Herculano Pires. Ed. Lake. São Paulo 2003.

    [iii] XAVIER, Francisco Cândido. O Consolador. Ed. FEB. Rio de Janeiro. 2000

    Marcos Paterra

    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/artigos-espiritas/homem-ser-humano-pouco-humanizado/#ixzz4Sd5xktGo

  2. DOMESTICAÇÃO DOS INSTINTOS AGRESSIVOS

    VIVA JESUS!

    Bom-dia! queridos irmãos.

    À medida que o ego se faz consciente dos valores ínsitos no
    Self, torna-se factível uma programação saudável para o comportamento Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más”. –
    Allan Kardec[1]

    Estudando a história dos povos, não ficará difícil concluir que a gênese dos instintos agressivos – à solta nos dias atuais – se mescla à gênese do próprio homem, portanto, perde-se na noite dos tempos!… Na frase em epígrafe, observemos que Kardec usou o verbo “domar”. E ele estava, (como sempre!), coberto de razão, porque para revertermos os instintos agressivos em “atitudes educadas”, há que se empregar ingentes esforços de autodomesticação. E caso não venhamos a tomar a iniciativa por nós mesmos, os mecanismos divinos passarão a agir tal como ensina Lázaro ao nos admoestar[2]:“(…) ai do espírito preguiçoso, ai daquele que cerra o seu entendimento! Pois nós, que somos os guias da humanidade em marcha, lhe aplicaremos o látego e lhe submeteremos a vontade rebelde, por meio da dupla ação do freio e da espora”.
    A psicoterapia ante os instintos agressivos

    Joanna de Ângelis[3] leva-nos a uma viagem às abissais e ignotas profundezas do “Self”, onde estão firmemente implantadas as raízes dos instintos agressivos, mostrando-nos como extirpá-los.

    Segundo a nobre Mentora, “uma psicoterapia eficiente libera o paciente não só dos conflitos, mas também das paixões primitivas, que passam a ser direcionadas com equilíbrio, trans¬formando os impulsos inferiores em emoções de harmonia. As imagens arquetípicas que emergem do in¬consciente pessoal, heranças algumas dos instintos agressivos que predominam em a natureza humana, resultantes do processo antropossociopsicológico, tornam-se diluídas pela razão, em um trabalho de conscientização das suas inclinações más e imediata superação, conforme acentua Allan Kardec, o ínclito Codificador do Espiritismo.

    Essas inclinações más ou tendências para atitudes primitivas, rebeldes, perturbadoras do equilíbrio emocional e moral, são heranças e atavismos insculpidos no Self, em razão da larga trajetória evolutiva, em cujo curso experienciou o primarismo das formas ancestrais, mais instinto que razão, caracterizadas pelos impulsos automáticos do que pela lógica do discernimento. Impregnando o ego com a sua carga de paixões asselvajadas, necessitam ser trabalhadas com afinco, a fim de que abandonem os alicerces do inconsciente, no qual se encontram, e possam ser dissolvidas, substituídas pelos mecanismos dos sentimentos de amor, de compaixão, de solidariedade…

    À medida que o ego se faz consciente dos valores ínsitos no Self, torna-se factível uma programação saudável para o comportamento, trabalhando cada dificuldade, todo desafio, mediante a reconciliação com a sua realidade eterna. Os fenômenos que parecem obstar o processo de maturação psicológica, cedem lugar aos estímulos pelas conquistas que se operam, emulando a novas realizações edificantes que enriquecem de alegria os relacionamentos familiares, sociais e humanos em geral. É uma forma de o paciente desencarcerar-se dos impulsos perniciosos, que somente contribuem para asselvajar-lhe os sentimentos e emparedar-lhe as aspirações no estreito espaço das ambições tormentosas.
    A necessidade de trabalhar as tendências primárias, os instintos dominantes e primitivos, torna-se imprescindível em todos os indivíduos. Todo esse patrimônio psicológico ancestral que nele permanece, constitui-lhe patamar inicial do processo para a aquisição da consciência, que não pode ser violentado, sem graves prejuízos, no que diz respeito a outras manifestações que fazem parte da realidade dos próprios instintos. Essa batalha íntima se faz possível graças aos estímulos que decorrem dos primeiros resultados, quando são vencidas as etapas iniciais da luta interna que se processa com naturalidade. Como não se podem preencher espaços ocupados, faz-se imperioso substituir cada impulso perturbador por um sentimento enobrecido, ampliando a área de compreensão da vida e disputando a harmonia no cometimento da saúde.

    Deixando de lado os impulsos instintivos…
    Merece seja evocada, novamente aqui, a já analisada sábia proposta de Krishna ao discípulo Arjuna, conforme narrada no Baghavad Gita, quando o primei¬ro lhe refere que, na sua condição de príncipe pândava, terá que lutar com destemor contra os familiares do grupo kuru, mesmo que esses sejam numericamente maiores. Não obstante o jovem candidato à plenitude desejasse a paz, foi tomado de temor por considerar que lhe seria impossível combater os demais membros da sua família, gerando uma tragédia de grande porte.
    Ademais, ignorava onde seria essa batalha vigorosa. Mas o mestre, compassivo e sábio, admoestou-o, informando que se tratava de familiares, sim, porque procedentes da mesma raiz, mas que os pândavas eram as virtudes enquanto os kurus eram os vícios, nesse inter-relacionamento que se estreitava na causalidade dos fenômenos, mas que a vitória, sem dúvida, seria daqueles valores nobres enquanto que a luta teria que ser travada no campo da consciência… Esse momento do despertar da consciência para a realidade do Si, também significa a alegria de reconhecer a necessidade de libertar-se das paixões dis¬solventes, geradoras de tormentos.
    Indubitavelmente, o passado programou no ser as necessidades da sua evolução, apontando-lhe uma finalidade, um objetivo que deve ser alcançado medi¬ante todo o empenho da sua inteligência e do seu discernimento. Deixando de lado os impulsos meramente instintivos que o vêm guiando através dos milênios, agora desperta para a razão, descobrindo a essencialidade da vida, que nele próprio se encontra como tendência inapelável — o seu destino — que é a harmonia, a plenitude ambicionada… É inevitável que, durante essa trajetória, repontem as dificuldades, hoje ameaçadoras, que fizeram parte das conquistas pretéritas, e, no seu momento, foram os mecanismos de sobrevivência e de vitória do ser em relação ao meio hostil e aos semelhantes primitivos que o buscavam dizimar.
    Vencendo as impressões que permanecem do ontem, o seu vir-a-ser desenha-se atraente e enriquece¬dor, por propiciar-lhe metas idealistas que irão desenvolver os sentimentos e a inteligência, encarregados de selecionar os recursos que o podem impulsionar para a conquista da saúde integral e do equilíbrio social”.

    Rogério Coelho
    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/auto-conhecimento/domesticacao-dos-instintos-agressivos/#ixzz4fq6ruz00

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