Movimento indígena questiona eficácia das cotas étnico-raciais da USP

Crítica aponta que avaliação para ingresso na Universidade não contempla educação básica dos povos originários

Por José Eduardo Bernardes, no Brasil de Fato

As cotas étnicos-raciais aprovadas pelo Conselho Universitário da USP (Universidade de São Paulo) na última terça-feira (4) contemplaram uma reivindicação histórica do movimento indígena. A partir de 2018, todos os cursos e unidades da Universidade serão obrigados a dedicar, de maneira gradativa até 2021, 50% das vagas de ingresso pelo vestibular da Fuvest para indígenas e também para pretos e pardos (PPI).  (mais…)

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Aluno de medicina expulso da Uesb nega fraude em cotas quilombolas e entra na Justiça para reverter decisão

Estudante, que está no último semestre do curso, diz que apresentou documentos que comprovam que morou em quilombo, na Bahia

No G1 BA

Um dos sete estudantes expulsos da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia por suspeita de fraudar documentos para ingressar na instituição, por meio de cotas quilombolas, entrou na Justiça para tentar reverter a decisão, considerada por ele como “injusta”. Maurício Guilherme Nunes, aluno do curso de medicina, diz que apresentou documentos que comprovam que ele residia na comunidade quilombola Itaguaçu, em Livramento de Nossa Senhora, mas que mesmo assim a universidade optou por fazer o desligamento da sua matrícula.

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STF declara constitucionalidade da Lei de Cotas no serviço público federal

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu na sessão desta quinta-feira (8) o julgamento da Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 41 e reconheceu a validade da Lei 12.990/2014, que reserva 20% das vagas oferecidas em concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal direta e indireta, no âmbito dos Três Poderes. A decisão foi unânime. (mais…)

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Funai seleciona instituições que queiram receber filmes indígenas para atividades arte-educativas

Por Ana Heloisa d’Arcanchy, Funai

Instituições interessadas em realizar atividades arte-educativas por meio da exibição de filmes indígenas, com foco no povo Xavante, podem participar do processo de seleção da Funai que vai disponibilizar caixas de DVDs com sete filmes cada uma, por meio da Coordenação Regional (CR) Xavante. O material será distribuído gratuitamente para as 70 instituições selecionadas. As inscrições vão até dia 30 de junho de 2017. (mais…)

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Comunidades Indígenas iniciam a construção de uma proposta de Turismo de Pesca Esportiva no Rio Jurubaxi, no município de Santa Isabel do Rio Negro

Na FOIRN

Nos dias 18 e 19 de fevereiro, Diretor Presidente da FOIRN, Marivelton Rodriguês Barroso, Carlos Nery – Presidente da Associação das Comunidades Indígenas do Médio Rio Negro (Acimrn), Vamberto Plácido – Coordenador da Coordenadoria das Associações Indígenas do Médio e Baixo Rio Negro (Caimbrn), acompanhados pelo Juvêncio Cardoso – Coordenador da Coordenadoria das Associações Baniwa e Coripaco (Cabc), desceram de São Gabriel da Cachoeira até a comunidade Acariquara no Rio Jurubaxi, no município de Santa Isabel do Rio Negro, para acompanhar o início do processo de construção de um projeto de Pesca Esportiva no Rio Jurubaxi, limite do município de Barcelos. (mais…)

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Sistema de cotas na pós-graduação é aprovado na UFBA

Serão reservadas, no mínimo, 30% das vagas ofertadas

Na UFBA

Todos os processos seletivos para os cursos de pós-graduação stricto sensu da Universidade Federal da Bahia (doutorado e mestrados acadêmicos e profissionais) irão adotar o sistema de cotas: serão reservadas, no mínimo, 30% das vagas ofertadas para candidatos negros (pretos e pardos) e uma vaga a mais em relação ao total ofertado nos cursos para candidatos enquadrados em cada uma das categorias de quilombolas, indígenas, pessoas com deficiência e trans (transgêneros, transexuais e travestis). (mais…)

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Com neologismos, professor Tapirapé mantém viva língua e identidade da etnia

No CenárioMT

Quando tem de ir a um lugar a outro de forma mais ágil, Josimar Xawatare’yni, 45 anos, sobe na tatayakoty e, não raramente, para se proteger um pouco do sol forte, utiliza o xatewakwy. Amante das palavras e prevenido que é, o professor procura sempre ter por perto um paraxi, afinal, pode ser que a qualquer momento tenha que colocar no papel a inspiração para a criação de mais uma novidade linguística para a sua etnia – Tapirapé. (mais…)

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