A matéria registra um equívoco, quanto ao número de comunidades reconhecidas, mas o vídeo foi o melhor que vimos publicado pela “grande mídia”.
publicado em 04/12/2009 às 14h46:
Quilombolas ocupam sede do Incra em Minas
Eles pedem a regularização das terras onde vivem no Estado
Do R7
Quilombolas de várias partes de Minas Gerais invadiram na última quinta-feira (3) a sede do Incra no Estado para pedir regularização das terras onde vivem.
Em Minas, existem mais 450 comunidades quilombolas, mas nenhuma é reconhecida oficialmente. Sem o documento regularizado, os moradores não têm acesso a serviços, como o saneamento básico.
Para: Sexta Câmara, FUNAI, Ministério da Justiça, Secretária de Justiça do Estado da Bahia, Câmara de Deputados da Bahia, Governo do Estado da Bahia, Comissão Nacional de Direitos Humanos, e demais autoridades.
Para: APOINME, CNPI, CIMI, ANAI, CESE e demais parceiros.
Prezados Senhores.
Viemos por meio desta externa toda nossa indignação e revolta com a matéria publicada na revista época de 23 de novembro de 2009, quando de forma preconceituosa e difamatória tenta retratar a nossa liderança como um Lampião. A repórter Mariana Sanches e o fotografo Marcelo Min, tiveram a oportunidade de conhecer muito de nossa comunidade, as nossas produções, as nossas casas de farinhas, o nosso colégio, as nossas crianças. Tiveram a oportunidade de desfrutar de toda nossa hospitalidade e conhecerem muito de nossa luta pelo resgate de nossas terras. Mas de forma mentirosa desviou todas as nossas informações, mudando inclusive muita das informações prestadas. Continue lendo… 'Carta dos Tupinambá da Serra do Padeiro'»
Antonio Cechin e Jacques Távora Alfonsin comentam a importante vitória obtida pelas/os sem-terra em Canoas, RS, e criticam a mídia. Segundo os autores, ‘quando é o patrimônio latifundiário o ameaçado ou agredido, que haja notícia e seja estrepitosa. Quando é a dignidade humana e a cidadania das/os pobres que estão sendo violadas, silencie-se ou fale-se bem baixinho. A credibilidade da notícia não pode ficar dependente do preconceito ideológico que pesa sobre eles, nem do poder econômico de quem a sustenta, sob pena de igualar-se comunicação social com enganação total’. Continue lendo… 'A mídia e o MST'»
“Chamamos de Racismo Ambiental às injustiças sociais e ambientais que recaem de forma implacável sobre grupos étnicos vulnerabilizados e outras comunidades, discriminadas por sua origem ou cor”.