Perfil de Mídia Comunitária: Girasol Comunicações na Babilônia e Além

Mikayla Ribeiro – RioOnWatch

Marlon Gangazumba e sua companheira chilena Natalia Urbina são cinegrafistas, fotógrafos, ativistas e instrutores de capoeira. A Girasol Comunicações nasceu em 2012 quando o casal decidiu organizar um centro de comunicação após inúmeros pedidos para filmar eventos comunitários. Eles começaram com um blog–em português e espanhol–sobre debates e eventos que ocorriam na comunidade de Marlon, a favela Jorge Turco na Zona Norte do Rio, com assuntos que vão desde capoeira, passando pela Copa do Mundo, poesia, reparações pela escravidão até, mais recentemente, mídia comunitária e ativismo local no cenário das Olimpíadas. O casal, junto com os três filhos, publicou mais de 50 vídeos no canal deles no YouTube e facilitou vários debates comunitários. Eles também mantiveram um canal de rádio durante a Copa do Mundo. (mais…)

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Papa compara consumo de notícias falsas com comer fezes

Pontífice pede aos meios de comunicação a deixar os conteúdos sem valor informativo

No El País Brasil

O papa Francisco comparou os meios de comunicação que divulgam rumores sem fundamento e escândalos falsos com as pessoas que têm uma fixação sexual com os excrementos. Jorge Mario Bergoglio acrescentou que consumir notícias falsas é como comer fezes e lamentou o aumento da “desinformação” e sua possível influência nas eleições presidenciais dos EUA. (mais…)

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Quem inventou a “Pós-verdade”?

Depois de distorcer sistematicamente os fatos, velha mídia queixa-se da enxurrada de mentiras difundidas nas redes sociais. Faz sentido: os oligopólios não toleram concorrência

Por Neil Clark* | Tradução: Vila Vudu – Outras Palavras

“Querem me dizer que esse gás sarín não existe?!”
(General Collin Powells, exibindo uma “prova” na ONU)

Os Dicionários Oxford escolheram “pós-verdade” como a palavra do ano. “Notícias falsas” e política “pós-verdade” foram declaradas culpadas pelo resultado a favor de o Reino Unido separar-se da UE, e pela vitória de Donald Trump nos EUA. (mais…)

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Os meios alternativos no Brasil

Conferência proferida no 22° Curso Anual do Núcleo Piratininga de Comunicação

Elaine Tavares – Palavras Insurgentes

Antes de falar dos meios alternativos – que eu prefiro tratar de independentes, comunitários  ou populares –  é preciso pontuar alguns elementos referente aos meios de comunicação que dispomos na chamada mídia corporativa ou comercial. Isso é importante para entendermos a ideia de alternativa. Seríamos nós uma alternativa a quê? (mais…)

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A televisão e a cena do mundo contemporâneo

Por Rosane Borges*, no Blog da Boitempo

 “Antes de mais nada, a televisão é cotidiana e familiar. Para muitos, ela é o princípio organizador do tempo, todo dia, toda semana, todo ano. Como os primeiros campanários católicos, ela pontua as horas do dia. Como toda liturgia, anuncia os ofícios da semana. Como toda religião, molda-se sobre o ritmo sazonal do ano. Por essa razão, ela introduz em cada lar rostos que vão ficando cada vez mais familiares à medida que os esperamos com hora marcada e que podemos ter a sensação de tê-los escolhido – se necessário, mudando de canal a todo momento. A casa se povoa assim de deuses lares, de pequenas divindades domésticas, amáveis de humor sempre igual, tranquilizadoras.[…]” – MARC AUGÉ (mais…)

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Rede Globo: O golpe se vê por aqui

Além de naturalizar o golpe e agenda neoliberal, o Jornal Nacional vem sendo um potente pombo-correio a serviço dos interesses do mercado.

Por Tatiana Carlotti, na Carta Maior

Da manipulação ao ocultamento da informação, o Jornal Nacional (JN) resolveu partir para o escárnio na última semana. Do principal jornal do país, em pleno horário nobre, ouviu-se um silêncio “retumbante” frente às delações dos empresários da Odebrecht na Operação Lava Jato. (mais…)

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Quanto custa o oligopólio midiático?

É por meio da asfixia econômica que se pretende calar as vozes dissonantes que vêm, neste momento, denunciando o golpe no país.

Na Carta Maior

Mais um capítulo da campanha do oligopólio midiático contra a mídia alternativa. A batalha “David contra Golias”, conforme cunhou o professor Venício Lima, parece não ter fim.

Na última semana, em uma série de reportagens assinadas pelo jornalista Fernando Rodrigues, o Portal UOL divulgou os números da publicidade federal nos veículos de comunicação.  (mais…)

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Rocinha Sem Fronteiras debate papel da mídia comunitária

Alejandra O’Connell – RioOnWatch

No dia 25 de junho, em uma pequena igreja na favela da Rocinha na Zona Sul do Rio, um grupo de cerca de 25 pessoas debateu o papel da mídia comunitária. Rocinha Sem Fronteiras, um grupo da comunidade que se reúne uma vez ao mês para debater diferentes tópicos relativos à favela, sediou a discussão com os jornalistas dos canais de comunicação da comunidade Jornal Fala Roça, Viva Rocinha, TV Tagalera e FavelaDaRocinha.com.

“A nossa ideologia é enfatizar para que as pessoas façam a diferença aqui… nosso foco sempre foi a comunicação na comunidade”, disse Leandro Lima, morador e jornalista do FavelaDaRocinha.com. Muitas das reportagens feitas pela mídia alternativa nas favelas estão relacionadas às artes e as questões de saneamento, educação e necessidades básicas de saúde. Esses são tópicos que a mídia tradicional do Rio tende a negligenciar. Ao invés disso, agrande mídia foca na violência e nos crimes. (mais…)

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Atentado à democracia na Folha

Por Jorge Luiz Souto Maior, no blog da Boitempo.

O jornal Folha de S. Paulo dedicou dois de seus editoriais, publicados em menos de um mês(1), para criticar a greve na USP. A insistência no tema é, no entanto, reveladora do quanto a ausência de conhecimento faz mal, principalmente para quem se arvora na tarefa de informar e de formar opinião. Com seus editorais a Folha apenas provou que o desprezo pela educação de qualidade gera grave dano às pessoas, às instituições e à sociedade. (mais…)

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