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Engenheiro diz que Rio São Francisco vai morrer em um ano

Especialista apresenta possíveis soluções para o problema, como a transposição de águas da Bacia Araguaia-Tocantis

Assembleia de Minas

O engenheiro João Alves Filho, atual prefeito de Aracaju, apresentou dados que, segundo ele, indicam que o Rio São Francisco morreria em, no máximo, um ano a partir de agora. Ele também ofereceu sugestões para reverter o processo, dentre elas a transposição de águas da Bacia Araguaia-Tocantins. A palestra foi ministrada durante a reunião da Comissão de Minas e Energia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) na manhã desta quarta-feira (27/5/15). (mais…)

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A Polícia Militar do Paraná realizou nesta quarta-feira (13) um megatreinamento envolvendo diversas unidades da corporação, visando a segurança em grandes eventos públicos. Atividade teve inicio as 9h da manhã no Hotel Bourbon e seguiu até o 12h no Estadio da Arena. No evento teve presente o secretário de Estado para assuntos da Copa do Mundo, Mario Celso Cunha e do secretário de Estado da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César. - Curitiba/PR, 13.07.2011 - Foto Jonas Oliveira/AENoticias

Metrópole e Ordem Urbana. Pela desmilitarização da polícia. Entrevista especial com José Claudio Alves

“Se você vai discutir a ordem metropolitana, é preciso discutir toda a complexidade das representações culturais, políticas e econômicas na dimensão de uma metrópole”, afirma o sociólogo

Por João Vitor Santos e Patricia Fachin – IHU On-Line

As disputas políticas e sociais fazem com que a metrópole “se torne um campo permanente de conflitos”, pontua José Claudio Alves, que há anos estuda as tensões urbanas e as intervenções policiais nas favelas do Rio de Janeiro. Para ele, na organização da metrópole, a polícia ocupa um lugar central enquanto organização “preparada, instruída, qualificada e, por isso mesmo, militarizada para intervir unilateralmente na proteção, na segurança, na prevenção, na garantia da ordem de determinados grupos”. A ordem da organização social, reitera, “não se estabelece a partir da metrópole; ao contrário, é uma ordem estabelecida a partir dos que dominam os interesses econômicos e políticos dentro da metrópole”. (mais…)

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Kaingang em Brasília: entre trancos e barrancos, por Egon Heck

Egon Heck – Secretariado Nacional do Cimi

Sentados sobre tocos de madeira, sob a sombra de um centenário pinheiro (pinus araucária), lideranças Kaingang vão desfilando suas dores seculares e traçando as estratégias de luta pela terra, pela vida, pelas florestas e o meio ambiente.  Vão aquecendo seus corpos e corações nas chamas das grimpas, nas quais estão assando os deliciosos pinhões. Não falta a rodada do chimarrão que ajuda a aquecer as ideias e a indignação. Cenas comuns em meados do século passado.  (mais…)

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Acampamento de ciganos no Bairro São Gabriel, Belo Horizonte (FOTO: JOAO MARCOS ROSA / NITRO)

MPF firma TAC para a execução de políticas públicas em favor dos ciganos de Paratinga/BA

Fornecimento de água potável; realização de seminário municipal sobre a cultura cigana para os profissionais da educação; garantia de educação básica para crianças e adolescentes e a inclusão de jovens e adultos ciganos no sistema de educação do município estão entre as medidas previstas no TAC

MPF

A fim de garantir políticas públicas para cerca de 30 famílias que integram a comunidade cigana do município de Paratinga, a 508 km de Salvador, o Ministério Público Federal (MPF) em Guanambi/BA firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Município de Paratinga. O acordo é fruto da reunião realizada na última terça-feira, 26 de maio, no município, com a etnia cigana e representantes do poder público locai. Fornecimento de água potável; realização de seminário municipal sobre a cultura cigana para os profissionais da educação, garantia de educação básica para crianças e adolescentes e a inclusão de jovens e adultos ciganos no sistema de educação do município, estão entre as medidas previstas no TAC. (mais…)

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Força-tarefa vai a Altamira ouvir ribeirinhos

Felicio Pontes do MPF do Pará explica a situação dessa população que recentemente parou a Transamazônica

Beth Begonha – EBC

A situação na região de Altamira tem sido de permanente tensão desde o anúncio da construção da hidrelétrica de Belo Monte. Várias populações vêm sendo atingidas pela obra, dentre elas povos indígenas, comunidades urbanas, agricultores e ribeirinhos. Esses últimos recentemente fecharam a rodovia Transamazônica em protesto contra o consórcio construtor da usina. Durante o protesto, houve um atropelamento que resultou na morte de duas pessoas. (mais…)

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Obras de transposição do São Francisco geram violência e incerteza no semiárido nordestino

Pedro Leal David, Informe ENSP

O governo federal vem descumprindo compromissos assumidos com o Ibama para diminuir os impactos ambientais da transposição das águas do Rio São Francisco, levando a um cenário de violação aos direitos fundamentais da população local. Está é a conclusão a que se chegou durante uma oficina sobre justiça ambiental no território da transposição, organizada pela Fiocruz, em abril. Fizeram parte das discussões diversas entidades e movimentos sociais, como a Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA), o MST, além profissionais da Fundação. Marcelo Firpo, pesquisador do Cesteh/ENSP, é um dos pesquisadores que debatem o tema. Para ele, o início das obras de transposição, há oito anos, já representou uma derrota para os que lutam contra as injustiças ambientais. Agora, segundo Firpo, é preciso que se retome a mobilização em torno do assunto. (mais…)

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Em Manaus, entidades promovem semana dos povos da Amazônia

Cimi Regional Norte I

Na próxima segunda-feira (1º) moradores da comunidade Parque das Nações, na Zona Oeste de Manaus, onde moram cerca de 300 famílias indígenas, receberão representantes de várias entidades para discutir as causas e desafios para os povos deslocados para as cidades na Amazônia. O debate acontece das nove às 16 horas e abre a Semana dos Povos da Amazônia, evento promovido pela Articulação pela Convivência com a Amazônia (Arca). (mais…)

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Geni e Jaci: As dores do progresso ou o progresso da dor?

Lou-Ann Kleppa e Luis Fernando Novoa Garzon*, Amazônia Real

O documentário Jaci: sete pecados de uma obra amazônica (2015, 102 min.) dirigido por Caio Cavechini e Carlos Juliano Barros foi realizado pela Repórter Brasil. A maneira de apresentar a dura realidade neste filme é paralela com Carne, Osso (2011), documentário vencedor do Prêmio Vladimir Herzog, dos mesmos diretores. No filme de 2011, o universo do trabalho em frigoríficos é apresentado em depoimentos de diferentes perspectivas; e através de histórias de trabalhadores transformados em narradores-personagens. Em Jaci: sete pecados de uma obra amazônica, os próprios trabalhadores contribuíram para a realização do filme – filmando. Aproximadamente 30 câmeras foram usadas ao longo de quatro anos para captar as imagens, sendo algumas imagens de entrevistas, outras de registro da vida no canteiro de obras. Grande parte das imagens foi capturada por celulares de trabalhadores que construíram Jirau e Santo Antônio. (mais…)

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