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	<title>Combate ao Racismo Ambiental &#187; Reforma Agrária</title>
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	<description>Dedicado por Tania Pacheco ao GT Combate ao Racismo Ambiental e às suas lutas</description>
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		<title>Frei Gilvander: O PT e os movimentos sociais em Minas Gerais</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 18:23:08 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><em>Frei Gilvander analisa conjuntura no estado governado por Aécio Neves e critica acordo com o PSDB</em></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><img title="fg" src="http://www.brasildefato.com.br/sites/default/files/Acampamento_Felisburgo_MST.gif" alt="" width="280" height="175" /><p class="wp-caption-text">Acampamento do MST em Felisburgo, cidade do interior  de Minas Gerais - Foto: MST</p></div>
<p style="text-align: justify;">Joana Tavares<em>, de Belo Horizonte (MG)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Minas Gerais viveu uma experiência que pode ser  considerada piloto na conjuntura nacional: o PT, depois de 16 anos no  governo da capital, desistiu de candidatura própria para a prefeitura e  fez um acordo com o PSDB para eleger Márcio Lacerda, do PSB.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo  frei Gilvander Moreira, assessor das CEBs (Comunidades Eclesiais de  Base), da CPT (Comissão Pastoral da Terra) e parceiro antigo dos  movimentos sociais camponeses e urbanos, Lacerda “está PSB, mas é PSDB  em seu DNA”. Ou seja, segue a mesma cartilha tucana: política de metas,  privatizações, truculência com o povo e com as demandas sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Está  em curso na capital mineira um movimento que pede a saída do prefeito e  pressiona para que o PT retome seus princípios e tenha uma candidatura  própria nas eleições deste ano. O estado sofre ainda com o governo  tucano no poder há nove anos, período em que não foram retomadas as  terras devolutas para a reforma agrária, nem construídas casas populares  na região metropolitana.<span id="more-42291"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Mas frei Gilvander vê  como positivo o esforço de unidade entre muitas forças populares, que  oxigenaram diferentes lutas e resistências em 2011 e sinalizam para  outras em 2012. Confira a entrevista a seguir.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 290px"><img title="fg" src="http://www.brasildefato.com.br/sites/default/files/frei-Gilvander_Reprodu%C3%A7%C3%A3o.gif" alt="" width="280" height="175" /><p class="wp-caption-text">Frei Gilvander - Foto: Reprodução</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Brasil de Fato – Como foi o contexto da luta no campo no estado de Minas Gerais em 2011?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Frei Gilvander – </strong>Por um lado,  olhando pela perspectiva do capital, notamos que infelizmente continua  um avanço do projeto do agronegócio. As terras devolutas – estima-se que  um terço do estado, entre 11 e 18 milhões de hectares, sejam devolutas –  não foram resgatadas para fazer a reforma agrária, como prescreve a  Constituição mineira. Vemos também o agravamento do encurralamento das  comunidades tradicionais. Para citar um exemplo concreto, temos o  projeto Jaíba. O Banco Mundial, para viabilizar a renovação de  financiamentos, passou a exigir uma contrapartida ambiental. O governo  de Minas está implementando muitos parques estaduais para poder  continuar acessando os financiamentos internacionais. E esses parques  estão sendo colocados onde estão as comunidades tradicionais, como os  quilombolas, os vazanteiros. Isso está afetando muito o povo.  Presenciamos ainda o avanço da mineração. A China, com sua volúpia  tremenda por produtos primários, faz com que o processo de mineração se  quintuplique. Isso está aumentando a devastação socioambiental em Minas.  Ainda mais agora com a descoberta do novo Eldorado da mineração, no  norte do estado, com jazidas de minério muito maiores que no  quadrilátero ferrífero. A Vale, por exemplo, está usando fazendeiros  para comprar terras na região. Isso vai continuar aumentando o  encurralamento e a pressão em cima das comunidades tradicionais. Ainda  sob a perspectiva do capital, vemos o avanço da monocultura do eucalipto  e da cana, que hoje não está só no Triângulo, mas no sul, no noroeste,  no norte. Isso está gerando a maior devastação ambiental da história do  estado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E sob a perspectiva dos movimentos sociais?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Olhando  da perspectiva dos movimentos camponeses, da Via Campesina, 2011 foi  bastante esperançoso. Tivemos algumas conquistas importantes. Depois de  13 anos de luta, os quilombolas do Brejo dos Crioulos conquistaram um  decreto da presidenta Dilma titulando 17 mil hectares de terra. Ainda  precisam desentranhar seis grandes fazendeiros que estão lá grilando as  terras. O MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra], reforçado  por uma unidade bastante ampla de movimentos sociais do campo e da  cidade, já no apagar das luzes do ano, no dia 26 de dezembro, teve a  conquista da desapropriação de cinco grandes fazendas e conseguiu  amarrar um convênio do governo federal – com 10% de participação do  governo estadual, que vai entrar com R$ 4 milhões – para comprar outras  quatro grandes fazendas. São fazendas emblemáticas: a ex-usina  Ariadinópolis em Campo do Meio, de seis mil hectares; a fazenda  Fortaleza de Santana, a 23 km de Juiz de Fora, da família mais  tradicional da região, de 4.400 hectares; a fazenda Correntes, em  Jequitaí, que tem mais de 10 mil hectares; e outra em Frei Inocêncio.  Também no final do ano, conseguimos derrubar o famigerado juiz da Vara  Agrária, que a estava transformando numa Vara Latifundiária. Em uma  única tarde, ele assinou mais de vinte liminares de reintegração de  posse, sem ouvir as famílias. Agora o Judiciário se tocou um pouco e  trocou de juiz, que já anunciou que sua regra será fazer sempre  audiências nas ocupações, nos acampamentos.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><img title="fg" src="http://www.brasildefato.com.br/sites/default/files/Acampamento_Felisburgo_MST1.gif" alt="" width="280" height="175" /><p class="wp-caption-text">&quot;O MST teve a conquista da desapropriação de cinco  grandes fazendas&quot;, afirma Gilvander - Foto: MST </p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Essas fazendas foram desapropriadas pelo governo federal? O que o governo estadual fez pela reforma agrária no período?<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quase  nada. O que obtivemos de conquista foram esses R$ 4 milhões de  participação no convênio com o governo federal. No 3º encontro dos  movimentos sociais [realizado de 30 de abril a 2 de maio de 2011], pela  primeira vez na história o governo do PSDB recebeu a coordenação  estadual do MST. Naquele encontro, prometeu cerca de R$ 2,6 milhões para  comprar tratores, patrolas e máquinas, para que a Ruralminas [fundação  ligada à Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento]  pudesse arrumar as estradas de assentamentos, que estão jogadas às  traças. Também baixou decretos transformando as áreas de assentamento em  áreas de interesse social, o que ajuda a driblar a montanha de  burocracias para fazer projetos de desenvolvimento. Só nessas áreas  houve algumas conquistas em relação ao governo estadual. Percebemos, no  entanto, que todas as conquistas são resultado de três fatores. O  primeiro deles é a persistência na luta e a não desistência de ficar na  terra. Outro fator foi a costura de uma unidade bem ampla entre os  movimentos do campo e da cidade. Uma expressão muito forte dessa unidade  foi a greve dos professores, que durou 112  dias [entre 8 de junho e 27 de setembro]. Se eles tivessem ficado  isolados, sem apoio dos movimentos e outros sindicatos, teriam sido  asfixiados no meio da mobilização. O terceiro é a combinação das lutas  específicas com uma pauta comum, unitária dos vários movimentos. A  unidade também é importante para as lutas na cidade, nas lutas salariais  e nas ocupações urbanas. A comunidade Dandara completa três anos em  abril e já conseguimos várias vezes afastar o fantasma do despejo; a  ocupação Camilo Torres já está no quarto ano e a Irmã Dorothy no  segundo. Nas duas também conquistamos o recolhimento do mandato de  despejo. Essa resistência também oxigenou as outras lutas, e são também  conquistas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como  os movimentos avaliam a parceria PT-PSDB no estado, com o apoio dos  partidos para eleger o prefeito Márcio Lacerda (PSB) na capital? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em  2011 ficou mais claro ainda, para parte dos petistas que acreditavam  nessa aliança, que estamos sendo governados pelo PSDB. O Márcio Lacerda  está PSB, mas é PSDB no DNA. Estamos tendo a experiência tucana tanto a  nível estadual como na prefeitura da capital. Ficou clara a grande  mentira, a farsa que foi a propaganda do tal “choque de gestão”, de que o  estado teria conseguido equilibrar as contas. O governo, no final do  ano, teve que admitir que está quebrado. Em termos de investimentos  sociais, o governo dos tucanos está uma porcaria. Em Minas Gerais, o  déficit habitacional é de mais de 1 milhão de moradias. Nos últimos nove  anos, o governo PSDB conseguiu fazer apenas 28 mil casas populares,  todas no interior de Minas; na região metropolitana, nenhuma. O prefeito  Márcio Lacerda não construiu nenhuma casa no programa “Minha Casa,  Minha Vida” para famílias de zero a três salários mínimos. Temos no  estado uma profunda opressão de classe.</p>
<p style="text-align: justify;">O PSDB  faz uma opção pelas empresas, pelos mais ricos, contra os pobres. Os  projetos sociais que existem são apenas projetos-piloto, para montar  fachadas. Está muito claro para o povo de Minas Gerais que o estilo  tucano de governar é colocar o Estado a reboque dos interesses do  capital. Está crescendo o sentimento e a perspectiva de que as forças  populares têm que se unir. Neste ano de eleições municipais, temos que  pressionar para que grande parte do PT retome seus princípios  originários. Sabemos que o partido cresceu quando lançou candidatura  própria, mas quando assumiu postura de subserviência e aceitou ser vice,  foi decaindo cada vez mais. Os dois estados mais penalizados pela  aliança nacional que levou Lula e Dilma lá são Minas Gerais e Maranhão.  Não é aceitável pressão nem de Lula, nem de Dilma, nem do PT nacional,  para que o PT de Minas continue tendo uma postura subserviente aos  interesses dos tucanos no estado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é o Movimento Fora Lacerda?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O  prefeito está PSB, mas é PSDB. Faz política de metas, trata a cidade  como se fosse uma empresa, não vê as pessoas, tripudia em cima dos  pobres, não respeita os movimentos populares, desrespeita o  funcionalismo público. Ele já disse que não acaba com a Coordenadoria  dos Direitos Humanos porque teria que pagar um ônus político. É  truculento no trato, segue o esquema da tecnocracia. Está tocando  privatizações na saúde e na educação, privatizando as praças, abraçou  100% os interesses do capital ao “ajeitar” a cidade para a Copa do  Mundo, para fazer mais de 40 hotéis de luxo e desalojar quatro mil  famílias. O povo quer e clama um resgate da forma de governar da época  do Patrus Ananias, um governo democrático. O caminho para isso é apoiar e  tentar reforçar a tese da candidatura própria do PT para a prefeitura  de Belo Horizonte na eleição de 2012. Acreditamos que a postura do  partido na capital influencia muito nos PTs municipais no estado  inteiro. Mesmo que perca a eleição em 2012, em 2014 terá mais  idoneidade, mais respeitabilidade, por retomar seus princípios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O  que o estado de Minas pode deixar de alerta para o Brasil em relação ao  governo de Aécio Neves, que demonstra interesse em se candidatar à  presidência em 2014?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aécio Neves é uma  grande farsa. É um balão, que voa, mas se for espetado com uma agulha,  esvazia num minuto. Ele já foi desmascarado várias vezes. O choque de  gestão foi uma mentira dele. Essa cartilha do jeito de governar por  metas, absolutizando o crescimento econômico das empresas e deixando em  terceira ou quarta categoria as questões sociais, é dramática. O carro-  chefe da economia do estado é a mineração. O que o governo estadual  recebe de impostos da mineração? Migalhas de migalhas. Aécio Neves tem  boa fama fora de Minas porque não é conhecido. Quem o conhece de perto,  não vota nele, porque sabe que ele representa um projeto que beneficia  os grandes empresários e não o povo.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.brasildefato.com.br/node/8757</p>
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		<title>Uso de agrotóxicos é debatido em cartilha da Anvisa</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 17:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
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		<category><![CDATA[saúde e meio ambiente]]></category>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><em><img class="alignleft" title="cartaz" src="http://4.bp.blogspot.com/-c7G6kVB9pRc/TzFRhKg2DfI/AAAAAAAABLw/fehL1IyO5Wc/s320/agrotoxicos.jpg" alt="" width="320" height="125" />A  Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou cartilha que busca  evitar a intoxicação por agrotóxicos. Movimentos sociais constroem a  “Campanha Permanente Contra o Uso de Agrotóxicos e pela Vida”, que  divulga os riscos desses venenos e combate sua utilização.</em></p>
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<div style="text-align: justify;">
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<div>Vivian Fernandes, <em>Radioagência NP</em></div>
<p>A  Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma cartilha  que orienta os trabalhadores rurais para o uso correto de agrotóxicos.  Seu objetivo é evitar a intoxicação de agricultores por essas  substâncias. O material também cita alternativas ao uso de agrotóxicos,  como a agricultura orgânica. Foram feitas 20 mil cópias para  distribuição gratuita.</p>
</div>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">Último  levantamento da Fundação Oswaldo Cruz, de 2009, registrou 11.641 casos  de intoxicação por agrotóxicos no Brasil, com 188 mortes. A Organização  Mundial da Saúde aponta que para cada diagnóstico desse tipo de  intoxicação no mundo, outros 50 casos ficam sem notificação.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo  o especialista em Regulação e Vigilância Sanitária da Anvisa, Rodrigo  Leite, a cartilha traz recomendações como aplicar o produto somente com  receituário agronômico e seguir as orientações do rótulo.<span id="more-42286"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“Uma  das recomendações importantes é o uso de Equipamento de Proteção  Individual, que é uma roupa apropriada para proteger o aplicador de  agrotóxico”.</p>
<p style="text-align: justify;">Rodrigo também ressalta a preocupação da Anvisa no controle dos agrotóxicos.</p>
<p style="text-align: justify;">“A  Anvisa tem uma grande preocupação com o uso de agrotóxicos. As  moléculas mais perigosas, que realmente representam um risco à saúde são  reavaliadas [para liberação ou proibição] quando há qualquer indício  que elas podem trazer prejuízos aos trabalhadores ou consumidores”.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde  2008, o Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Dos 50  princípios ativos mais usados em agrotóxicos no Brasil, 20 já foram  banidos na União Europeia.</p>
<p style="text-align: justify;">Movimentos  sociais constroem a “Campanha Permanente Contra o Uso de Agrotóxicos e  pela Vida”, que divulga os riscos desses venenos e combate sua  utilização.</p>
<p style="text-align: justify;">Acesse <a href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/9e0b790048bc49b0a4f2af9a6e94f0d0/Cartilha.pdf?MOD=AJPERES" target="_blank">aqui</a> a cartilha sobre agrotóxicos da Anvisa</p>
<div style="text-align: justify;">http://redeanaamazonia.blogspot.com/2012/02/uso-de-agrotoxicos-e-debatido-em.html</div>
</div>
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		<title>MST lança Centro de Estudos e Formação em Agroecologia e Cultura Cabana no PA</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 19:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[ações afirmativas]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[MST]]></category>
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		<category><![CDATA[Via Campesina]]></category>

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<!-- AddThis Button END -->Da Página do MST Na semana passada foi lançado o projeto de construção do Centro de Estudos e Formação em Agroecologia e Cultura Cabana (Cefac), no auditório da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH), no Pará. O objetivo do projeto é organizar uma campanha de solidariedade entre os amigos e aliados do MST [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><em><img class="alignleft" title="mst" src="http://www.mst.org.br/sites/default/files/agroecologia%21.jpg?1328542463" alt="" width="294" height="162" /></em>Da Página do MST</p>
<p style="text-align: justify;">Na semana passada foi lançado o projeto de construção do Centro  de Estudos e Formação em Agroecologia e Cultura Cabana (Cefac), no  auditório da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH),  no Pará.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo do projeto é organizar uma campanha de solidariedade entre  os amigos e  aliados do MST para  ajudarem na construção deste  audacioso projeto, que nasce de uma necessidade latente de construir as  bases teóricas e  materiais de um novo modelo de desenvolvimento para a  agricultura,  especialmente no bioma amazônico.</p>
<p style="text-align: justify;">Para isso, representantes da Consulta Popular (CP), Associação  Brasileira de Estudantes de Engenharia Florestal (ABEEF),  movimento  indígena, igreja anglicana e jornalistas do campo de esquerda foram uns  dos muitos que estiveram presentes no lançamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Este esforço é  parte constituinte das lutas construídas historicamente pelo MST e, no  plano internacional, pela Via Campesina em sua luta por soberania  alimentar. Além de compor um movimento histórico e milenar dos  camponeses e povos originários em suas intervenções para o  desenvolvimento de uma agricultura saudável e de base familiar.<span id="more-42182"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O  projeto é uma parceria entre MST, Incubadora Tecnológica de  Cooperativas Populares e Empreendimento Solidário, da Universidade  Federal do Pará (UFP), junto com a Universidade de Alicante e  Organização Entrepueblos (Espanha) e está sendo desenvolvido no  assentamento Luis Carlos Prestes, no município de Irituia (PA).</p>
<p style="text-align: justify;">Os  trabalhos para a reforma do espaço estão sendo realizados de forma  voluntária por brigadas vindas de assentamentos e acampamentos do MST do  Pará, ao se revezarem quinzenalmente nas mais diversas atividades de  carpintaria, hidráulica, pintura e eletricidade.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.mst.org.br/MST-lanca-Centro-de-Estudos-e-Formacao-em-Agroecologia-e-Cultura-Cabana-no-PA</p>
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		<title>Justiça arquiva processo contra acusado de matar camponês em Rondônia</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 18:01:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato de liderança]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalhador@s rurais]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="traba" src="http://www.cptnacional.org.br/images/stories/adelino.jpg" alt="" width="218" height="165" />O  juiz Gonçalves da Silva Filho, da 2ª Vara do Tribunal do Júri de  Rondônia, arquivou o processo contra Osias Vicente, acusado de matar o  líder camponês Adelino Ramos, o Dinho, em 27 de maio de 2011 no  município de Vista Alegre de Abunã (RO). O acusado foi morto no último  dia 17, também em Vista Alegre do Abunã, um mês depois de ter recebido  liberdade –Vicente foi preso três dias depois da morte da vítima. A  decisão do arquivamento foi tomada na última quinta-feira (2), após pedido do Ministério  Público, em virtude da morte de Vicente.</p>
<p style="text-align: justify;">Com  a extinção do processo, acabam também as investigações da Polícia Civil  para apurar a participação de mandantes no crime. Em junho do ano  passado, foram detidos Jobe Vicente (irmão de Osias), Marcos Antônio  Rangel, Odair Pinheiro, Zaqueu Jesus de Souza e Pedro de Jesus de Souza,  suspeitos de terem participado da morte de Dinho. Dias depois, todos  foram soltos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A vítima </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Adelino  Ramos era um dos líderes do Movimento Camponês Corumbiara (MCC). O  camponês era sobrevivente do massacre de Corumbiara, ocorrido em agosto  de 1995, no qual pelo menos 12 pessoas morreram nas mãos de pistoleiros e  PMs.<span id="more-42154"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ramos  foi morto na frente da mulher e das duas filhas enquanto vendia  verduras.  Ele denunciava ações de destruição da floresta e de invasão  de terras públicas por parte dos madeireiros.</p>
<p style="text-align: justify;">O  líder camponês chegou a ser processado por sua atuação no massacre de  Corumbiara, mas foi absolvido. Seu filho, Claudemir Ramos, acabou  condenado, e vive há 16 anos foragido da polícia e escondido de  pistoleiros.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.cptnacional.org.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=962:justica-arquiva-processo-contra-acusado-de-matar-campones-em-rondonia&amp;catid=12:conflitos&amp;Itemid=94</p>
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		<title>“Apenas a agricultura camponesa vai alimentar o mundo no momento de crise”, diz especialista</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 13:09:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores familiares]]></category>
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		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
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<!-- AddThis Button END -->Seminário debate os conceitos e negócios por trás do modelo que será defendido pela ONU na Rio+20 e expõe os riscos da Economia Verde para a qualidade de vida no planeta. Por Raquel Júnia &#8211; EPSJV/Fiocruz Durante o seminário &#8216;Por um outra economia&#8217;, Pat Mooney, diretor da ONG canadense ETC Group, ressaltou a importância da [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><em><img class="alignright" title="af" src="http://www.ecoagencia.com.br/fotos_noticias/1328230956_g.jpg" alt="" width="250" height="140" />Seminário  debate os conceitos e negócios por trás do modelo que será defendido  pela ONU na Rio+20 e expõe os riscos da Economia Verde para a qualidade  de vida no planeta.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Por Raquel Júnia &#8211; EPSJV/Fiocruz</p>
<p style="text-align: justify;">Durante  o seminário &#8216;Por um outra economia&#8217;, Pat Mooney, diretor da ONG canadense  ETC Group, ressaltou a importância da agricultura familiar e camponesa  no momento de crise social e ambiental pelo qual passa o planeta. “Sem  nenhuma sombra de dúvidas, apenas a agricultura camponesa irá alimentar o  mundo. Hoje ela já alimenta 70% da população mundial”, disse Mooney,  ressaltando a grande diversidade da agricultura familiar, ao contrário  do que demonstram as práticas do agronegócio. “O sistema de agricultura  industrial trabalha com, no máximo, 150 variedades de alimentos. No  entanto, o foco principal deles está em 12 variedades. Eles alegam que  se puderem fazer uma engenharia dessas 12 variedades, resolvem a questão  da alimentação. Enquanto isso, a rede mundial de agricultura camponesa  trabalha com sete mil espécies. Então, quem vocês acham que vai nos dar  as maiores chances de nos alimentar diante das mudanças climáticas?”,  questionou.</p>
<p style="text-align: justify;">A ETC Group realiza uma série de estudos sobre os mecanismos das  multinacionais para tentar privatizar a biodiversidade do planeta.  Segundo o pesquisador, desde a Conferência de Estocolmo, em 1972, as  indústrias do sistema agroalimentar produziram 80 mil variedades de  plantas. Entretanto, 59% dessas variedades são de espécies ornamentais.  “Comparado a essas 80 mil variedades que as indústrias produziram, a  agricultura camponesa mundial produziu 2,1 milhões de variedades. Então,  quem tem a flexibilidade para suportar as mudanças climáticas?”,  ponderou. De acordo com Mooney, na criação de animais a desproporção na  diversidade de produção do agronegócio e da agricultura camponesa se  mantém &#8211; na criação de peixes, por exemplo, o agronegócio cria 363  espécies, já a produção artesanal dos camponeses trabalha com 22 mil  espécies.<span id="more-41883"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Mooney também apresentou dados sobre a preservação dos solos. “As  empresas de fertilizantes conseguem destruir 70 bilhões de toneladas da  camada fértil do solo por ano. Já os sistemas camponeses de produção  conservam 140 bilhões de toneladas dessa camada do solo”, informou. O  pesquisador disse ainda que as empresas do agronegócio tentam buscar nos  territórios dos camponeses a diversidade preservada por eles para que  possam realizar cruzamentos em laboratório. Segundo Mooney, as empresas  estão em busca de espécies silvestres existentes nos territórios  camponeses ou nas zonas próximas e nas florestas ao redor dos  territórios camponeses, que contabilizam uma diversidade de 50 a 60 mil  espécies silvestres.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Campo de batalha na Rio+20</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para Mooney, a pressão sobre o Brasil duplicou com a escolha recente  de um brasileiro como secretário executivo do Secretariado da Convenção  sobre Diversidade Biológica da ONU, o ex-secretário nacional de  Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Bráulio Dias.  Segundo Mooney, a Conferência Rio+20 será um campo de batalha sobre a  biodiversidade do planeta, que já perdeu para as corporações 23,8% das  espécies.  “O que o capitalismo vem buscar aqui são os 76,2% que restam.  Essa é a batalha do Rio. Com a crise das hipotecas em 2007, nós já  demos aos banqueiros 14 trilhões de dólares. Agora, se aceitarmos essa  nova proposta de financeirização da natureza, o que estamos dizendo para  aqueles mesmos bancos é que eles podem vir e brincar em nosso jardim.  Seremos insanos se aceitarmos isso”, finalizou.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.ecoagencia.com.br/?open=noticias&amp;id=VZlSXRlVONlYHZEUjdEdWJFbKVVVB1TP</p>
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		<title>Aguinaldo Ribeiro, cotado para Ministério das Cidades, é neto de assassino</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 20:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[ameaças]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato de liderança]]></category>
		<category><![CDATA[ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[MST]]></category>

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<!-- AddThis Button END -->Por Catia Seabra, Da Folha Online O dirigente do MST João Pedro Stedile condenou na manhã desta quinta-feira (2) a provável nomeação do líder do Partido Progressista (PP) na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PB), para o Ministério das Cidades. Em e-mail enviado à reportagem, Stedile diz que Dilma &#8220;mancharia o seu próprio passado de lutas, com [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="mst" src="http://www.mst.org.br/sites/default/files/aguinaldo%21%21%21.jpg?1328206967" alt="" width="278" height="160" />Por Catia Seabra,<em> Da Folha Online</em></p>
<p style="text-align: justify;">O dirigente do  MST João Pedro Stedile condenou na manhã desta quinta-feira (2) a  provável nomeação do líder do Partido Progressista (PP) na Câmara,  Aguinaldo Ribeiro (PB), para o Ministério das Cidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Em e-mail  enviado à reportagem, Stedile diz que Dilma &#8220;mancharia o seu próprio  passado de lutas, com indicação tão espúria, e ofensiva para todos os  camponeses do Brasil e a todos que sempre lutaram contra a ditadura dos  militares e dos coronéis do nordeste&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Avô de Ribeiro, o  ex-deputado Aguinaldo Veloso Borges é apontado em dois livros lançados  pelo governo federal como mandante do assassinato de João Pedro  Teixeira, fundador da Liga Camponesa de Sapé (PB), em 1962.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo  o livro &#8220;Retrato da Repressão Política no Campo&#8221;, relançado pelo  governo de Dilma Rousseff, Borges só não foi preso porque era sexto  suplente de deputado e, graças à saída dos titulares, obteve imunidade  parlamentar.<span id="more-41836"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Um outro livro oficial, o &#8220;Direito à Memória e à  Verdade&#8221;, produzido durante o governo Lula, cita a mesma história. &#8220;Os  nomes dos mandantes da emboscada que vitimou João Pedro Teixeira,  segundo escritura declaratória feita por Francisco de Assis Lemos Souza,  foram Aguinaldo Veloso Borges [usineiro], Pedro Ramos Coutinho e  Antônio José Tavares, o &#8216;Antônio Vitor&#8217;, conforme decisão do juiz Walter  Rabelo, dada em 27/03/1963&#8243;, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">O nome do avô do possível ministro também é associado à morte da líder Margarida Maria Alves, em 1985.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo  a bibliografia oficial, Veloso ameaçou a então presidente do Sindicato  dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande (PB) &#8220;pouco antes&#8221; de ela ser  baleada por pistoleiros encapuzados na porta de casa.</p>
<p style="text-align: justify;">A  sindicalista assassinada inspirou a &#8220;Marcha das Margaridas&#8221;, ato que há  quatro anos reúne em Brasília trabalhadoras rurais de todo o país.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora  insista em repetir que ainda não fora convidado para assumir o  Ministério das Cidades, Ribeiro descartou à Folha qualquer risco de  constrangimento com a esquerda do PT. Segundo ele, &#8220;o Brasil e o mundo  mudaram&#8221; e a dicotomia &#8220;esquerda e direita&#8221; está superada.</p>
<p style="text-align: justify;">Stedile chama de &#8220;lamentável&#8221; a &#8220;biografia familiar&#8221; de Ribeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Espero  que a presidenta Dilma não cometa esse erro de indicá-lo para  Ministério das Cidades, pois mancharia seu próprio passado de lutas, com  indicação tão espúria e ofensiva para todos os camponeses do Brasil.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.mst.org.br/Cotado-para-Ministerio-das-Cidades-e-neto-de-assassino</p>
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		<title>Trabalhadores fecham a PE-60 contra a violência e o desrespeito que vêm sofrendo</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 19:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
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<!-- AddThis Button END -->Da Página do MST Cerca de mil trabalhadores protestam na rodovia PE-60, estrada que dá acesso ao porto de Suape (PE), contra a violência que vêm sofrendo. Os moradores e pescadores que moram nos engenhos que estão na região de Suape estão sendo expulsos pelos seguranças privados do complexo e suas estão sendo casas demolidas. [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><em><img class="alignright" title="mst" src="http://www.mst.org.br/sites/default/files/suape%21.jpg?1328191327" alt="" width="275" height="159" />Da Página do MST<br />
</em><br />
Cerca de mil trabalhadores  protestam na rodovia PE-60, estrada que dá acesso ao porto de Suape  (PE), contra a violência que vêm sofrendo. Os moradores e pescadores que  moram nos engenhos que estão na região de Suape estão sendo expulsos  pelos seguranças privados do complexo e suas estão sendo casas  demolidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Aproximadamente 6 mil pessoas que moram nos 26  engenhos que fazem parte da área, onde está sendo construído o complexo  industrial e portuário de Suape, estão sendo despejados para ampliação  das obras da refinaria e das empresas que estão se instalando no local.</p>
<p style="text-align: justify;">O  protesto pretende denunciar a forma arbitrária como vem acontecendo os  despejos, as milícias armadas e a pistolgem que vem aterrorizando os  trabalhadores, além da falta de diálogo com o governo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os  trabalhadores denunciam que as poucas indenizações que houveram são  pagas com valores irrisórios, chegando a R$ 5 mil, e as pessoas que  moram e trabalham na região há muitos anos não têm para onde ir.<span id="more-41833"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Os  trabalhadores receberam o apoio do MST e dos trabalhadores do Porto que  se somaram ao trancamento da via desde às 6h da manhã desta  quinta-feira (2), e garantem que não vão sair do local até que o governo  e a direção do complexo de Suape atendam a pauta.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da  violência da pistolagem, os trabalhadores agora temem a agressão da  polícia. Já há um grande número de policiais do batalhão de choque e um  helicóptero que sobrevoa a área.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos tempos os protestos  dos trabalhadores são marcados pela violência da polícia militar de  Pernambuco, que usa bombas e balas de borracha para reprimir as  mobilizações.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.mst.org.br/Trabalhadores-fecharam-a-PE-60-contra-a-violencia-e-o-desrespeito-que-vem-sofrendo</p>
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		<title>Agricultores são alvos de tiroteio na Fazenda Salgadinho, em Mogeiro/PB</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 18:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
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<!-- AddThis Button END -->No último dia 13 de janeiro, a comunidade formada por 33 famílias de posseiros que vivem na Fazenda Salgadinho, município de Mogeiro/PB se reuniram em mutirão para preparar a terra para o plantio como de costume. Entretanto, ao iniciar os trabalhos, por volta das 9h, os agricultores foram surpreendidos por quatro capangas armados de espingardas [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><em>No último dia 13 de janeiro, a  comunidade formada por 33 famílias de posseiros que vivem na Fazenda  Salgadinho, município de Mogeiro/PB se reuniram em mutirão para preparar  a terra para o plantio como de costume. Entretanto, ao iniciar os  trabalhos, por volta das 9h, os agricultores foram surpreendidos por  quatro capangas armados de espingardas de calibre 12, e revolver calibre  38.</em></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o relato das famílias, os  capangas, montados a cavalo, se aproximaram dos agricultores e  perguntaram com que ordem estavam trabalhando ali, e que o proprietário  da Fazenda, conhecido como César, esposo da Vice prefeita do município,  ordenou que saíssem imediatamente do local, caso contrário atirariam.  Imediatamente após as ameaças, os capangas dispararam contra os  trabalhadores e trabalhadoras. Cinco pessoas foram atingidas com os  disparos. Para se defender, as famílias atiraram pedras contra os  capangas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os trabalhadores feridos foram: José  Roberto da Costa, 29 anos, atingido na mão; João Marcos de Oliveira, 40  anos, também atingido na mão; Cícero Inaldo Dias da silva, 34 anos,  atingido na perna e no pé; Luiz Dias da silva, 24 anos, atingindo no  peito e no braço; Josinaldo Dias da Silva, 37 anos, atingido na língua e  no queixo.<span id="more-41662"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A denúncia do crime foi feita no 27º  Comando de Polícia da Paraíba, em Itabaiana, há 18 km de Mogeiro, local  do conflito. Viaturas da polícia, o GATE e o Choque fizeram as buscas no  local e conseguiram prender os quatro capangas, além do Proprietário da  fazenda. Todos foram autuados em flagrante e vão responder por porte  ilegal de armas, tentativa de assassinato, disparos em vias públicas,  formação de quadrilhas e bando.</p>
<p style="text-align: justify;">Parentes dos capangas compareceram ao  Comando da Polícia, onde as famílias foram prestar depoimento,  e  informaram que eles tinham sido contratados pelo Dr. Sérgio de Sousa  Azevedo, Policial civil e conhecido por perseguir trabalhadores e  trabalhadoras em luta pela terra na região do Agreste do Estado. Os  trabalhadores atingidos pelos tiros foram atendidos no Hospital Regional  de Itabaiana. Todos passam bem e já retornaram para suas casas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Histórico da Comunidade de Posseiros da Fazenda Salgadinho</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Fazenda possui uma área de 200  hectares e pertence à Maria Luiza, Vice prefeita de Mogeiro, e de seu  esposo, conhecido como  César. No local vivem há mais de 50 anos, 33  famílias de posseiros. Entretanto, foi há 5 anos que a proprietária  passou a ameaçar de expulsão as famílias.</p>
<p style="text-align: justify;">A proprietária já conseguiu vender uma  grande parte do imóvel, com o objetivo de diminuir  o tamanho  das  terras e assim inviabilizar a desapropriação para fins de Reforma  Agrária. A comunidade vem buscando  junto ao Instituto Nacional de  Colonização e Reforma Agrária (Incra) uma saída para desapropriar a  área. O órgão já  encaminhou ofício ao Governo do Estado, solicitando  sua participação para desapropriar a área, a partir de recursos do  Governo Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante todo o ano de 2011, a  comunidade sofreu várias ameaças por parte da proprietária, tais como:  destruição de lavouras e a queima da casa de uma das famílias posseiras.  De lá até agora, foram realizadas diversas audiências na Delegacia de  Polícia do município. De acordo com as famílias posseiras, o povo  resistirá para permanecer na terra e continuará com o trabalho e a  produção de alimentos.</p>
<div style="text-align: justify;">http://www.cptpe.org.br/index.php/publicacoes/noticias/2-noticia/3196-agricultores-sao-alvos-de-tiroteios-na-fazenda-salgadinho-em-mogeiro-pb.html</div>
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		<title>&#8220;Bancos e 500 empresas transnacionais controlam economia&#8221;, aponta Stedile</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 20:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
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<!-- AddThis Button END -->Por Luiz Felipe Albuquerque, Da Página do MST &#160; A Assembleia dos Movimentos Sociais &#8211; uma das atividades mais tradicionais nas diversas edições do Fórum Social Mundial &#8211; foi responsável por encerrar o Fórum Social Temático 2012, neste sábado (28/1), ao contar com a participação de mais de 1.500 pessoas. A partir da discussão das [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><em><img class="alignleft" title="mst" src="http://www.mst.org.br/sites/default/files/assembleia.jpg?1327957132" alt="" width="360" height="205" /></em>Por Luiz Felipe Albuquerque<em>, Da Página do MST</em></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A Assembleia dos Movimentos Sociais &#8211; uma das  atividades mais tradicionais nas diversas edições do Fórum Social  Mundial &#8211; foi responsável por  encerrar o Fórum Social Temático 2012,  neste sábado (28/1), ao contar com a  participação de mais de 1.500  pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir da discussão das  demandas dos movimentos  sociais e com a finalidade de se construir uma bandeira de lutas  unitária para o próximo  período, a assembleia definiu como prioritário  para o  primeiro semestre a articulação em torno da Conferência da  Rio+20 e uma  mobilização massiva de caráter internacional para o dia 5  de julho, dia internacional do  meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Para João Pedro Stedile, da Direção Nacional do  MST, o caráter global  e estrutural da atual crise do capitalismo assola  o sistema, embora não signifique  que seu fim já esteja anunciado, uma  vez que em outros momentos históricos sobreviveu em situações  semelhantes.<span id="more-41489"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“Pela primeira vez há  um capitalismo formado pelos  bancos e por cerca de 500 empresas transnacionais que controlam a  economia  mundial”, disse Stedile, ao apontar os desafios e contradições  que o sistema  enfrenta para a superação de sua crise.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, há uma  enorme emissão de dólares  pelos Estados Unidos e o estímulo para que o mundo utilize sua moeda.  Diversas  guerras localizadas são provocadas para alimentar a indústria  bélica, diante da  impossibilidade de uma guerra mundial, já que outros  países também detêm o poderio  da bomba atômica. Além disso, ele observa  a utilização do Estado como instrumento de acumulação de  capital para  salvar os bancos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O capitalismo só sai  da crise destruindo meios de  produção e força de trabalho para a sua reconstrução. Mas como farão  isso dessa  vez?”, perguntou Stedile. Para ele, os governos atuais não   têm mais o poder político para tomarem decisões que ditem o rumo do  mundo pelo poder dos capitalistas da  atualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">“Sem mover as massas não teremos força para enfrentar o capital”,   concluiu Stedile.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desafios </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em torno de uma  conjuntura política confusa e  complexa, os movimentos sociais também encontram diversos desafios para a   construção e a ascensão da mobilização popular que vise uma  transformação estrutural.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro deles  apontado na assembleia é  justamente o que fazer para tirar as massas da apatia e colocá-la em  luta. Além disso, há o  desafio de dialogar e explicar para os povos o  caminho para se buscar um mundo cujas relações sociais se baseiem em  outros valores e princípios. O que  implica, entre outras coisas, ao  enfrentamento com os meios de comunicação de  massa para se fazer o  embate ideológico.</p>
<p style="text-align: justify;">“Temos  um grande desafio de construir a unidade  dentro da diversidade. Os pontos comuns que nos unem é uma luta   anticapitalista, antihomofóbica, antipatriarcal. É uma luta por justiça  social e  ambiental”, avalia Carmem Foro, da Central Única dos  Trabalhadores (CUT). Para ela, é necessária a construção de lutas de  massa conjunta contra o sistema financeiro e  os meios de comunicação</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cúpula dos  Povos </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Organizada por mais de  30 organizações nacionais e  internacionais, a Cúpula dos Povos para a Rio+20 foi oficializada neste   sábado, durante a Assembleia dos Movimentos Sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">A Cúpula dos Povos –  que acontecerá paralelamente a  Rio+20 &#8211; tem como objetivo  denunciar as falsas soluções apresentadas   pelo capitalismo para a superação da crise ambiental, denominada de  economia  verde.</p>
<p style="text-align: justify;">“A solução apontada  pelos capitalistas é sempre a  saída pelo mercado. Mas acontece que o conjunto de crises – social,  econômica,  ambiental &#8211; demonstra que o problema é o próprio modelo  capitalista”, acredita Pedro  Ivo, do Comitê Facilitador do evento.</p>
<p style="text-align: justify;">“A Rio+20 servirá para  legitimar um avanço mais  ofensivo sobre os bens naturais, mascarado pelo nome de economia verde”,  apontou  Joel Suárez, coordenador do Centro Martir Luther King, de  Cuba.</p>
<p style="text-align: justify;">O conceito “economia  verde” – trabalhado pelo  mercado como a solução para a crise ambiental &#8211; traz consigo o que os  movimentos  sociais chamam de “falsas soluções”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, é uma artimanha do  capitalismo para se  travestir de verde e continuar acumulando riquezas, tais como as  políticas voltadas para o etanol, os transgênicos, a compra de  créditos  de carbono, entre outras medidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Pablo Solón,  representante da Bolívia na ONU,  a luta contra esse discurso do capital já começou, na medida em que  diversas  ações são realizadas mundo afora e alternativas a essa forma  de produção  são trabalhadas, como a agroecologia e a agricultura  familiar.</p>
<p style="text-align: justify;">“O que temos que fazer  é aglutinar todas as ações  que já estamos fazendo e trabalhá-las na Rio+20”, apontou o  representante  boliviano. Para ele, a Cúpula será um momento importante  para a  reorganização  da luta e para o fortalecimento e acumulação de  força dos movimentos sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">“Dizer capitalismo  verde é dizer que ele será mais  selvagem do que nunca”, afirmou Luiz Gonzaga da Silva, o Gege, da  Comissão dos Movimentos Populares  (CMP). Segundo ele, os movimentos não  estão construindo a Cúpula dos Povos apenas  para denunciar, mas para  demonstrar a real possibilidade de  transformar a sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.mst.org.br/Bancos-e-500-empresas-transnacionais-controlam-economia-aponta-Stedile#.TyhBHKsIIdc.gmail</p>
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		<title>Assentados combinam café, árvores nativas e frutíferas no Pontal</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2012/01/assentados-combinam-cafe-arvores-nativas-e-frutiferas-no-pontal/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 20:10:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
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<!-- AddThis Button END -->Por Vanessa Ramos, Da Página do MST Cerca de 50 famílias do assentamento Che Guevara, localizado no município de Mirante do Paranapanema, na região do Pontal do Paranapanema, no extremo Oeste do Estado de São Paulo, estão desenvolvendo um projeto de plantio de café, árvores nativas e frutíferas. Além de promover o reflorestamento da região, [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><em><img class="alignleft" title="mst" src="http://www.mst.org.br/sites/default/files/cafezal070807_0.jpg?1328022375" alt="" width="307" height="182" />Por Vanessa Ramos, Da Página do MST</em></p>
<p style="text-align: justify;">
Cerca  de 50 famílias do assentamento Che Guevara, localizado  no município de Mirante do Paranapanema, na região do  Pontal do  Paranapanema, no extremo Oeste do Estado de São Paulo, estão   desenvolvendo um projeto de plantio de café, árvores nativas e   frutíferas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de promover o reflorestamento da região, que tem áreas   devastadas pela ação do latifúndio, o projeto pretende capacitar os  assentados nesse tipo de  plantio, gerar renda para as famílias e  fortalecer a consciência  ecológica dos camponeses.</p>
<p style="text-align: justify;">“A ideia de plantar café nessa região de São Paulo surgiu a partir   de uma pesquisa elaborada por alunos do curso de Agronomia do MST. A   partir desse estudo, eles resolveram fazer um projeto de plantio de   café”, explicou Felinto Procópio, o Mineirin, integrante da Coordenação  Nacional do MST e um dos coordenadores do projeto.<span id="more-41486"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A primeira colheita de café está prevista para acontecer em 2015. Da  plantação das sementes até a primeira colheita significativa de café são   necessários no mínimo três anos. Durante esse período, o cafezal  permanece  na fase de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa projeto foi selecionada entre 1.200 inscritos, no Programa   Desenvolvimento e Cidadania, da  Petrobras, que apoia os camponeses.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.mst.org.br/Assentados-combinam-cafe-arvores-nativas-e-frutiferas-num-so-plantio-no-Pontal#.Tyg8fgspuXs.gmail</p>
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		<title>MPF/MS: Incra deve resolver colapso no abastecimento de água em assentamento</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 17:14:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[assentamento]]></category>
		<category><![CDATA[contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[democratização da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[direito à água]]></category>
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<!-- AddThis Button END -->Irregularidades em contratação de meio milhão de reais, obras paralisadas e água imprópria para consumo humano são alguns dos problemas encontrados pelo MPF em Corumbá O Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul (MPF/MS) ingressou com ação na Justiça para que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) seja obrigado a retomar [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><em>Irregularidades em contratação de meio milhão de reais, obras  paralisadas e água imprópria para consumo humano são alguns dos  problemas encontrados pelo MPF em Corumbá</em></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img title="tr" src="http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/noticias-do-site/copy_of_geral/mpf-ms-incra-deve-resolver-colapso-no-abastecimento-de-agua-em-assentamento/image_mini" alt="" width="200" height="133" /><p class="wp-caption-text">Péssimas condições de armazenamento de água.</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul (MPF/MS) ingressou  com ação na Justiça para que o Instituto Nacional de Colonização e  Reforma Agrária (Incra) seja obrigado a retomar e concluir as obras de  recuperação da rede de abastecimento de água dos 281 lotes do  Assentamento São Gabriel, em Corumbá. A situação encontrada pelos  trabalhadores rurais, que se repete nos demais assentamentos da região, é  considerada crítica e indigna pelo MPF.</p>
<p style="text-align: justify;">Investigações do órgão  ministerial revelam que desde 2008 os assentados lutam pelo mínimo  acesso à água potável, mas até hoje apenas medidas paliativas foram  realizadas. Instrução Normativa do Incra – nº 15, de 2004 – estabelece  que obras de infraestrutura básica, como as que garantem água e energia  elétrica, devem ser realizadas pelo Governo Federal. Mas sem o apoio  governamental, os próprios trabalhadores buscaram alternativas para  sobrevivência, utilizando seus próprios recursos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contratação suspeita de direcionamento</strong> &#8211; Verbas do Crédito Instalação,  fornecido pelo Incra para compra de  alimentos, ferramentas de trabalho e bens de primeira necessidade, foram  utilizadas pelos assentados para a contratação de empresa de engenharia  civil. Contudo, a obra apresentou diversos problemas em sua execução e o  contrato, avaliado em mais de meio milhão de reais, foi realizado em um  procedimento suspeito de direcionamento.<span id="more-41431"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A proposta da empresa  vencedora foi apresentada e aceita pelo Incra antes mesmo das empresas  concorrentes enviarem seus orçamentos. Nenhum engenheiro do órgão  acompanhou as obras, não houve elaboração, apresentação de projeto nem  cronograma físico-financeiro para a realização do empreendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Para  o MPF,  “por uma total irresponsabilidade do Incra, todas as  responsabilidades foram formalmente transferidas para os assentados,  obrigados a contratar a empresa pré-selecionada, utilizando seus  próprios créditos de instalação”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Obras paradas por falta de pagamento</strong> &#8211; Nos últimos quatro anos, várias recomendações do MPF foram  encaminhadas ao Incra para solucionar a falta de água, inclusive  solicitando abastecimento por caminhões-pipa enquanto não fossem  realizadas obras para resolver de vez o colapso na rede hidráulica do  Assentamento São Gabriel.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma empresa de engenharia civil foi  contratada pelo instituto no final de 2010 – a um custo de mais de R$  900 mil &#8211; mas, por falta de pagamento, até hoje as obras não foram  concluídas, os canos comprados estão se deteriorando no sol e os  assentados continuam sem água.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ter acesso à água, os  trabalhadores percorrem quilômetros à pé, com baldes enchidos nos  escassos locais atendidos pela rede de abastecimento do assentamento, ou  até mesmo em brejos, onde a água é de péssima qualidade. Quando compram  água ou recebem o líquido de caminhões-pipa, não têm onde armazenar. A  água acaba ficando em tom esverdeado e imprópria para consumo humano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Água com coliformes fecais</strong> &#8211; A falta de água potável é um problema recorrente nos assentamentos da  região de Corumbá e Ladário. Em 2011, exames realizados a pedido do MPF  pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) da Secretaria  Estadual de Saúde revelaram que, das 43 fontes de abastecimento de água,  40 eram impróprias para consumo humano, por ser salobra e, também, em  muitos casos, em virtude da presença de coliformes fecais. Os resultados  revelaram presença da bactéria Escherichia coli, que é indicativo de  contaminação da água com fezes humanas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pedido liminar</strong> &#8211; Em virtude da extrema gravidade e urgência do caso, o MPF formulou  pedido liminar à Justiça para que seja  determinado ao Incra que realize  o fornecimento emergencial de água às famílias atualmente não atendidas  pela rede de abastecimento do assentamento, por exemplo, por meio de  caminhões-pipa, em volume suficiente para o atendimento das necessidades  básicas daquelas famílias, até que estejam concluídas as obras de  recuperação da rede.</p>
<p style="text-align: justify;">Referência Processual na Justiça Federal de Corumbá &#8211; nº 001592-07.2011.403.6004</p>
<p style="text-align: justify;">http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/noticias-do-site/copy_of_geral/mpf-ms-incra-deve-resolver-colapso-no-abastecimento-de-agua-em-assentamento</p>
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		<title>Após 14 anos de conflito, Incra na Paraíba é imitido na posse da Fazenda Quirino</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 16:57:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
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		<category><![CDATA[jagunços]]></category>
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<!-- AddThis Button END -->Muitos fogos e festa marcaram as comemorações dos trabalhadores da Fazenda Quirino-Olindina, no município de Juarez Távora, a 88 quilômetros de João Pessoa, pela imissão de posse do Incra no imóvel, realizada nesta terça-feira (24). Quando for transformada em assentamento, a área de 901 hectares abrigará 30 famílias &#8211; a maioria já estava no local [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">Muitos fogos e festa marcaram as  comemorações dos trabalhadores da Fazenda Quirino-Olindina, no município  de Juarez Távora, a 88 quilômetros de João Pessoa, pela imissão de  posse do Incra no imóvel, realizada nesta terça-feira (24). Quando for  transformada em assentamento, a área de 901 hectares abrigará 30  famílias &#8211; a maioria já estava no local há mais de 40 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">A fazenda  havia sido desapropriada em  1998, mas o proprietário recorreu na Justiça e anulou o processo de  desapropriação. Só no ano passado o impasse foi resolvido, com acordo  entre o Incra e o proprietário do imóvel, homologado na Justiça Federal.  Os próximos passos são a publicação da portaria de criação do  assentamento, que será chamado Novo Horizonte, além do cadastro e  homologação das famílias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conflitos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Durante os 14 anos de indefinição, houve  vários despejos feitos por ordem judicial, espancamento de  trabalhadores e até invasão de residência. O episódio mais grave  aconteceu na noite do dia 9 de dezembro de 2007, quando a família de um  posseiro foi espancada após ter a casa invadida por nove homens armados.<span id="more-41429"></span></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Com a imissão de posse, estamos  conquistando nosso pedaço de chão. Todo nosso sofrimento e o sangue  derramado aqui valarem a pena. Nós agora vamos trabalhar tranquilos para  sustentar nossas famílias, com dignidade&#8221;, disse João Luiz, um dos  posseiros, durante a solenidade de assinatura do auto de imissão de  posse.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o superintendente regional do  Incra, Lenildo Morais, o ato representa a concretização da paz em uma  área onde ocorreu um dos mais graves conflitos acompanhados pela  autarquia. &#8220;Estamos partilhando essa felicidade junto com as famílias  que, de agora em diante, vão produzir muito, em paz, com os incentivos  do Incra&#8221;, destacou.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.incra.gov.br/portal/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=17028:apos-14-anos-de-conflito-incra-na-paraiba-e-imitido-na-posse-da-fazenda-quirino&amp;catid=1:ultimas&amp;Itemid=278</p>
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		<title>Dilma pede confisco de terras flagradas com escravos</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 11:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[ruralistas]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho escravo]]></category>

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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">Leonardo Sakamoto</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Porto Alegre</strong> – Durante o debate “Com trabalho escravo, não há desenvolvimento sustentável”, realizado na tarde deste sábado (28), no Fórum Social, Maria do Rosário, ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, informou que a prioridade legislativa para o governo federal em direitos humanos, neste ano, é a aprovação da proposta de emenda constitucional que prevê o confisco de propriedades em que trabalho escravo for encontrado (PEC 438/2001) e as destina para a reforma agrária.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprovada em dois turnos pelo Senado e em primeiro pela Câmara dos Deputados, a PEC está engavetada desde 2004, por pressão de membros da bancada ruralista e por falta de articulação por parte do próprio governo federal, que consegue levar à votação matérias de seu interesse, mas não foi capaz de furar o “bloqueio” imposto à proposta.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Maria do Rosário, Dilma Roussef considera que é necessária a aprovação de uma medida “dura” contra quem se utiliza desse tipo de mão-de-obra, para que sirva de exemplo. A chamada “PEC do Trabalho Escravo” prevê o confisco de áreas, sem direito à indenização. A PEC 438/2001 faz uma alteração ao artigo da Constituição que já contempla o confisco de áreas em que são encontradas lavouras de plantas usadas na produção de psicotrópicos. E, se considerarmos as versões anteriores do projeto, está tramitando no Congresso Nacional desde 1995.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso significa que o Planalto vai comprar uma boa briga com um grupo relevante de parlamentares com força e peso econômico e que tem sido extremamente crítico às ações de combate ao trabalho escravo contemporâneo desenvolvidas pelo Estado nos governos Fernando Henrique e Lula.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das principais críticas de movimentos e organizações sociais é de que o Palácio do Planalto não tem dedicado energia suficiente pela aprovação da emenda. Ou seja, deixou a desejar.</p>
<p style="text-align: justify;">http://blogdosakamoto.uol.com.br/2012/01/28/dilma-pede-confisco-de-terras-flagradas-com-escravos/</p>
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