Camponeses de Canaã dos Carajás ocupam sede do Incra em Marabá

Agricultores acusam a mineradora Vale de comprar terras públicas destinadas a assentamentos rurais

Por Lilian Campelo, no Brasil de Fato

Nesta segunda-feira (6), cerca de 400 famílias camponesas acampadas em Canaã do Carajás, município localizado no sudeste do Pará, ocuparam a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) na cidade de Marabá para reivindicar uma posição do órgão sobre as terras públicas que foram adquiridas pela empresa Vale S/A na região.   (mais…)

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Camponeses produzem mais de 70% dos alimentos, diz estudo

Pesquisadores da UFPB e da USP revisam dados do Censo Agropecuário 2006 e dizem que estimativa do IBGE subestimou papel dos pequenos

Por Inês Castilho* – De Olho nos Ruralistas

Os camponeses têm pouca terra, mas colocam bem mais que 70% dos alimentos na nossa mesa, defendem os autores do artigo “Quem produz comida para os brasileiros? 10 anos do Censo Agropecuário 2006”. (mais…)

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Justiça determina despejo de famílias camponesas em Palmeirante (TO)

Na CPT

O ano de 2017 inicia da mesma forma como terminou 2016 no Tocantins: com as comunidades camponesas ameaçadas de serem expulsas de suas terras para benefício de grileiros do agronegócio. Três famílias da Ocupação Vitória – que conta com mais 17 famílias -, localizada no município de Palmeirante (TO), receberam ordem de despejo após decisão do juiz Fabiano Ribeiro, da Comarca de Filadélfia. (mais…)

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O senhor das batatas

Ao longo dos séculos, os camponeses dos Andes aprenderam a cultivar mais de 3 mil variedades de batatas. Elas são mais gostosas e mais saudáveis e podem nos salvar da fome em climas extremos. Por que então só falamos em batatas fritas?

por Eliezer Budasoff, Etiqueta Verde, traduzido pela Agência Pública

Julio Hancco é um camponês dos Andes que cultiva 300 variedades de batatas e reconhece cada uma delas pelo nome: a “que faz chorar a nora”, a “cocozinho vermelho de porco”, a “chifre de vaca”, a “gorro velho remendado”, a “sapatilha dura”, a “pata manchada de puma”, a “nariz de lhama negra”, a “ovo de porco”, a “comida para bebê desmamar” e a “feto de cuy” (cuy é um roedor que se come nos países andinos). São nomes escolhidos pelos camponeses para classificar as batatas de acordo com a sua aparência, seu sabor, sua personalidade. (mais…)

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Por que o acordo de paz privilegia as mulheres do campo?

Removida de suas terras por conta de conflitos com as Farc, a colombiana María Concepción luta para que as mulheres camponesas sejam priorizadas na redistribuição de terras prevista no acordo de paz

por Andrés Bermúdez Liévano, em La Silla Vacía, traduzido pela Agência Pública

Há pouco menos de um ano, María Concepción Pinzón se levanta todos os dias ao amanhecer para alimentar sua vaca leiteira e suas 70 galinhas poedeiras. (mais…)

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PEC 287 é um golpe duro para o trabalhador rural

Governo Temer não leva em conta as condições próprias do trabalho no campo, a condição da mulher e a sazonalidade

Por Glauco Faria, no Outras Palavras

As alterações propostas pelo governo Temer na Previdência Social atingem com mais dureza um segmento social que já sofre com a invisibilidade e a insuficiência de políticas públicas. São múltiplos os efeitos da PEC 287 para o trabalhador rural e diversos pontos parecem simplesmente ignorar as especificidades de um grupo populacional que produz, por exemplo, aproximadamente 70% dos alimentos consumidos no país. (mais…)

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Comunidade Malhadinha recebe o II Encontro Tocantinense de Agroecologia

Troca de conhecimentos, divulgação dos saberes e interação entre os povos e comunidades tradicionais e camponeses(as)  marcaram o II Encontro Tocantinense de Agroecologia,  que aconteceu entre os dias 01 e 04 de dezembro, na comunidade quilombola Malhadinha, município de Brejinho de Nazaré, no Tocantins.

Por CPT Araguaia-Tocantins

Com o tema “Articulando a Diversidade, Fortalecendo a Agroecologia”, o evento reuniu 225 pessoas, dentre elas 80% de camponeses e camponesas vindos de todo o estado e 50% de jovens, principalmente estudantes das Escolas Famílias Agrícolas do Tocantins. (mais…)

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O perigoso flerte do governo com a biopirataria

Um balanço da política agrícola de Temer e do Congresso: liberação total de agrotóxicos, importação de transgênicos sem testes, tentativa de sujeitar às grandes empresas do agronegócio até mesmo produtores tradicionais de batata, mandioca e feijão…

Em Outras Palavras

Em entrevista especial concedida à Comunicação do Movimento do Pequenos Agricultores (MPA), Leonardo Melgarejo, engenheiro agrônomo e doutor em Engenharia de Produção, fala sobre as mudanças na legislação, voltadas ao campo, que estão sendo feitas no Brasil, a permissão da importação de milho transgênico, o avanço do agronegócio e a sua legitimação por meio do legislativo sob a justificativa de alimentar o mundo. Ele, que é integrante do Grupo de Estudos em Agrobiodiversidade (GEA), presidente da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (AGAPAN) e coordena o Grupo de Trabalho sobre Agrotóxicos e Transgênicos da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), foi membro da CTNBio de 2008 a 2014. É hoje professor colaborador do Mestrado Profissional em Agroecossistemas, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A seguir, a entrevista: (mais…)

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Camponesas se mobilizam em seis regiões do RS nesta sexta (25)

Ações integram atividades que ocorrem nacionalmente pelo dia latino-americano e caribenho contra a violência a mulher

Por Redação Brasil de Fato

As mulheres dos movimentos do campo ligados à Via Campesina realizam, nesta sexta-feira (25), uma série de mobilizações em seis regiões do estado do Rio Grande do Sul no Dia Latino-Americano e Caribenho de Luta Contra a Violência às Mulheres. Atos e outras atividades estão previstas nos municípios de Porto Alegre, Santa Maria, Santana do Livramento, São Gabriel e Alegrete, São Luiz Gonzaga, Palmeira das Missões e Pelotas. (mais…)

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