Löwy: “Assistimos a uma ofensiva brutal e ecocida do capital financeiro, com tendências cada vez mais autoritárias”

Por Gabriel Brito, no Correio da Cidadania

Em­ma­nuel Ma­cron e Ma­rine Le Pen irão ao se­gundo nas elei­ções fran­cesas, em mais uma de­mons­tração de força do ne­o­fas­cismo eu­ropeu, re­pre­sen­tado na fi­gura da can­di­data anti-imi­gração. Para falar da con­jun­tura do país, mas também global, con­ver­samos com o fi­ló­sofo franco-bra­si­leiro Mi­chael Löwy, que apesar do con­texto mun­dial ne­ga­tivo des­taca a eclosão de di­versas re­sis­tên­cias an­ti­ca­pi­ta­listas pelo pla­neta. (mais…)

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Entidade rejeita fala de ministra elegendo Temer como Padrinho das mulheres negras

No Brasil 247

Em evento no Palácio do Planalto para sancionar alguns direitos as mulheres, a atual Ministra dos Direitos Humanos, LuisLinda Valois,  falou em nome da mulher negra mãe e avó, e disse que elas pediram para ela dizer a Michel Temer, que ele teria a denominação de ”Padrinho das Mulheres Negras Brasileiras”. Em nota, a Coordenação Nacional de Gênero do CEN – Coletivo de Entidades Negras, repudia veementemente a declaração da ministra: (mais…)

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Racismo, preconceito e discriminação, por Elaine Tavares

No Palavras Insurgentes

Assistimos em Florianópolis a dramática passeata dos senegaleses pedindo que lhes deixem trabalhar, que não lhes tomem as mercadorias que vendem nas ruas, que lhes acolham. Senegaleses são africanos que estão em santa Catarina. Como eles, também estão por aqui os haitianos, do vizinho Caribe. Carregam no corpo marcas perfeitas para o racismo, a discriminação e o preconceito. São negros, são pobres, são estrangeiros. Saíram de seus países em fuga, da guerra, da fome, da dor. Tudo o que querem é encontrar um lugar onde possam viver em paz. (mais…)

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Você é uma pessoa branca e as vezes se incomoda com a luta anti-racista? Esse recado é pra você!

Nessa vida de mulher negra militante sempre me encontro com pessoas brancas  aliadas e sempre existe uma postura em algumas delas que, disfarçada de cuidado, na verdade tenta silenciar. Então se você é uma pessoa branca, que gosta de partilhar incômodos com o que você chama de exageros dos movimentos negros, por favor, leia esse texto, possivelmente estou falando sobre e para você.

Por Viviana Santiago, no Palavra de Preta

Eu sou negra e sou mulher. Sou uma mulher negra de 36 anos e sempre fui negra. Então eu sei bem o que é o racismo, porque eu o senti na minha pele desde que eu lembro de mim. Denunciar o racismo e as práticas racistas para mim não é uma opção, é um imperativo ontológico. É daí que surge a possibilidade de resistir e re-existir. (mais…)

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A democracia brasileira a partir do olhar das mulheres, negros e povos indígenas

Encontro A Democracia que Queremos será realizado na segunda-feira (17/4) a partir das 19 horas, no Museu Nacional da República, em Brasília, com transmissão ao vivo online pela página da Mídia Ninja.

No Inesc

O que os povos indígenas, as mulheres, a população negra e defensores do Estado laico pensam a respeito da reforma do sistema político e da situação atual do país? Quais suas perspectivas e demandas? Esses e outros assuntos serão debatidos nesta segunda-feira (17/4) no encontro A Democracia Que Queremos, a ser realizado no Museu Nacional da República, a partir das 19 horas, em Brasília. (mais…)

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O feminicídio cobra de nós, homens, uma mudança de atitudes e transformações

Por Roberto Tardelli, no Justificando

Na lógica aristotélica, definir é dizer o que uma coisa é. Nossos irmãos lusitanos lançaram-se ao desconhecido, em jornadas épicas, para muitos partirem e poucos retornarem, lançando-se a um nível jamais experimentado pelo gênero humano de solidão e nostalgia, tão forte, tão arrebatador, que foi coisificado: a isso deram o nome, substantivo comum e abstrato, de saudade, apenas existente em português, porque nasceu entre aqueles que falavam português e que se lançaram aos mares, a redesenharem o mundo, decerto sentindo a necessidade de substantivar o vazio da alma que devia corroer os aventureiros navegadores. (mais…)

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“Não posso orientar quem não acredita naquilo que estuda”, afirma Marlene de Fáveri

Por

Com uma trajetória reconhecida nacional e internacionalmente nos estudos de gênero e feminismo, a historiadora e professora do Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Marlene de Fáveri, se viu no meio de uma polêmica que tomou dimensão nacional. A tensão gerada pela ação de indenização por dano moral movida pela ex-aluna e orientanda de mestrado, Ana Caroline Campagnolo – que a acusa de perseguição religiosa – levou a professora a pedir afastamento da universidade para tratamento de saúde na última semana. (mais…)

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