Indígenas na metrópole, sinal de que outro modo de vida é possível

Por Nayá Fernandes*, na IHU OnLine

A bebida do povo Tabajara é o Mocororó. Ela é feita somente com o sumo do caju, que é espremido na mão e colocado numa cuia que fica embaixo da terra por sete dias. “Para tirar a cuida da terra é preciso realizar um ritual, o Toré. São duas rodas. Na roda central ficam o tambor e as lideranças indígenas, entre elas o cacique o e pajé. Também as pessoas que precisam ser curadas de alguma doença ficam no centro, recebendo a energia de todos os que estão na roda externa”, contou Aurytha Tabajara, que tem 37 anos e deixou a aldeia Imburana, no Ceará, onde nasceu, há 7 anos. (mais…)

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KAMBÔ: Um caso de polícia?

Por: Jairo Lima – Crônicas Indigenistas

Na semana que passou estive às voltas com um caso bem interessante. Participei da análise de um processo envolvendo denúncias de lideranças indígenas quanto ao uso e propaganda indiscriminada das medicinas tradicionais indígenas, em especial o kambô, estrela entre as medicinas, que, juntamente com a ayahuasca e o rapé, formam a tríade de produtos de origem indígena mais buscados. Depois de mais de quinze anos o kambô volta ao foco das denúncias e incômodos dos povos indígenas. (mais…)

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SP – Com realidade virtual, mostra permite visitante “sentir” aldeia indígena Munduruku

Por Camila Boehm, repórter da Agência Brasil

A mostra Experiência Munduruku, em cartaz até 25 de junho no Centro Cultural Correios, centro da capital paulista, proporciona aos visitantes uma simulação de imersão em uma aldeia indígena munduruku, no estado do Pará. Promovida pela organização não governamental Greenpeace, esta é a primeira experiência de imersão multissensorial no Brasil, segundo a organização. (mais…)

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Expedição em MT aponta degradação de um dos lugares sagrados para os povos do Xingu

No Folhamax

Durante expedição pelo rio Kuluene, um dos que compõem a Bacia do Xingu, um grupo composto por 15 indígenas, uma antropóloga, uma bióloga e uma promotora pública constatou alto nível de degradação arqueológico/cultural e ambiental em um dos lugares sagrados para as nove etnias do Alto Xingu. Devido à redução dos limites originais de ocupação do território, o ponto visitado, chamado de Sagihengu, está localizado fora da área indígena, mesmo assim é considerado, desde 2010, Patrimônio Cultural do Brasil devido à sua simbologia espiritual e religiosa. (mais…)

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Presidente da FEI, Raimundo Sobrinho é proibido de usar o sobrenome Atroari

Por Kátia Brasil,  no

O diretor-presidente da Fundação Estadual do Índio (FEI) no Amazonas, Raimundo Nonato Ferreira Sobrinho, 50 anos, assinou um Termo de Compromisso do 5º Ofício Cível do Ministério Público Federal, no dia 6 de junho, onde reconheceu que não pertence à etnia indígena Waimiri Atroari, e se comprometeu a não utilizar os nomes Waimiri, Atroari ou qualquer outra expressão referente ao grupo étnico como elemento de sua identificação no nome, sobrenome ou apelido, em qualquer ocasião. (mais…)

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Nhamandu baixou na UFF, por José Ribamar Bessa Freire

“Pequeno Sol, traz tua luz e caminha, com tua sabedoria e teu eterno raio”.  
“Nhamandu mirĩ / Oguerô pu’a / Ojexaka / Oguerô guatá” .
(Canto sagrado entoado pelo coral de crianças guarani)

No Taqui Pra Ti

A universidade está mudando? Depois de Exu baixar na Uerj, foi a vez de Nhamandu desembarcar nessa sexta (9), em Niterói, para iluminar as salas da Universidade Federal Fluminense (UFF) com seus raios de luz e sua sabedoria. Os sábios guarani Karai Tataendy Oka (Augustinho da Silva), 97 anos, e Pará Mirĩ (Marciana Oliveira), 88 anos, deram aulas como professores visitantes convidados pelo projeto Encontro de Saberes.  O canto sagrado do coral de crianças guarani precedeu cada aula, o que nos fez pensar que, com cantos, aulas são mais instrutivas e, com certeza, mais agradáveis. (mais…)

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Divulgada lista de aprovados para curso de extensão em Histórias e Culturas Indígenas

No Cimi

A lista com os nomes dos 50 selecionados para a segunda edição do curso de extensão em Histórias e Culturas Indígenas foi divulgada hoje e pode ser conferida abaixo. Os selecionados devem confirmar suas inscrições até o dia 16 de junho, próxima sexta feira, pelo e-mail curso.indigenismo@cimi.org.br. Caso não confirmada, a vaga será remanejada para segunda seleção que será divulgada no dia 18 de junho.  (mais…)

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Historiadora fala sobre a riqueza do patrimônio imaterial indígena

Por Sucena Shkrada Resk/ICV

O Instituto Centro de Vida (ICV) inicia uma série de entrevistas com o objetivo de apresentar o universo indígena, no recorte cultural e de direitos, que dialogam com a justiça socioambiental, em um momento político e em um cenário com um modelo econômico, nos quais existe uma pressão cada vez maior sobre estes povos. Só no Estado do Mato Grosso, são mais de 42,5 mil indivíduos de 43 povos, segundo o Censo Indígena de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). (mais…)

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