Reabertura da Biblioteca Parque de Manguinhos: Uma Luta de Todos

Renata Dutra – RioOnWatch

“É preciso que a leitura seja um ato de amor”, afirmava Paulo Freire. Para os moradores do Complexo de Manguinhos, conjunto de favelas da Zona Norte do Rio de Janeiro, a presença de um espaço como a Biblioteca Parque de Manguinhos representa, desde sua origem, a possibilidade de reinventar suas relações com o local onde vivem, trabalhar e também desenvolverem seus afetos. Uma biblioteca na favela. Um território historicamente negligenciado, vulnerabilizado e atacado. Um lugar onde a garantia de direitos básicos é luta cotidiana. (mais…)

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Turma com 41 indígenas de cinco povos se forma na Universidade Federal do Amapá

Curso completou 10 anos de existência no Campus Binacional da Unifap, em Oiapoque. 41 índios do Norte do estado se formaram em Licenciatura Intercultural Indígena

Por Carlos Alberto Jr, G1 AP, Macapá

O curso de Licenciatura Intercultural Indígena, da Universidade Federal do Amapá (Unifap), concedeu diploma de ensino superior a 41 índios de cinco tribos de Oiapoque, município a 590 quilômetros de Macapá. Os graduandos agora poderão lecionar sobre as características dos próprios povos e a relação com as transformações do ambiente.

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Hidrelétrica inunda cachoeira sagrada, retira urnas indígenas e gera crise espiritual na Amazônia

Carlos Madeiro – UOL

A inundação de cachoeiras sagradas, que deram lugar à construção da hidrelétrica de Teles Pires, localizada na divisa entre Pará e Mato Grosso, deu início a uma luta indígena pelo resgate das urnas funerárias que foram retiradas e levadas pelo empreendimento em 2014. Elas representam a vida dos ancestrais da etnia, que classifica o caso como “roubo” –a empresa diz que fez um “resgate”. (mais…)

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Prefeitura do Rio: “Nós Não Vamos Ter Cultura Nenhuma em Áreas Sublevadas”

Luisa Fenizola – RioOnWatch

Durante transmissão ao vivo na Band News para discutir o Plano Estratégico da gestão Crivella, a Subsecretária de Planejamento do Rio de Janeiro, Aspásia Camargo, quando questionada acerca do papel da produção cultural na redução das desigualdades e na promoção da segurança em territórios de favela, disse: “De uma coisa eu tenho certeza: nós não vamos ter cultura nenhuma em áreas sublevadas. […] Sublevadas pela violência, pelos assassinatos, pelo descontrole, pelas milícias”. (mais…)

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Revista Terena Vukápanavo faz chamada para seu número de estreia

Tania Pacheco

A Revista Terena Vukápanavo (Avante, no idioma do Povo), primeira organizada por pesquisadores indígenas, está recebendo artigos para seu número de estreia, com um dossiê que terá por tema “Direito dos povos indígenas em contexto de golpe”. As contribuições podem ser encaminhadas também por não-indígenas e devem ser enviadas até 30 de setembro para vukapanavo@gmail.com.   (mais…)

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Povos indígenas: As línguas silenciadas do Brasil

Estima-se que, no país, sejam faladas mais de cem línguas indígenas, todas ameaçadas de extinção. Impulsionadas pelas próprias etnias, elas vivem um momento tímido de revitalização.

Na Deutsche Welle

Para aprender a língua de seu povo, o professor Txaywa Pataxó, de 29 anos, precisou estudar os fatores que, por diversas vezes, quase provocaram sua extinção. Mergulhou na história do Brasil e descobriu fatos violentos que dispersaram os pataxós, forçados a abandonar a própria língua para escapar da perseguição.

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Mobilização Munduruku segue para Alta Floresta (MT)

Indígenas que ocuparam canteiro de obras da usina São Manoel seguem para museu no município em visita às urnas funerárias violadas pelas Hidrelétricas do rio Teles Pires.

CPT

Alta Floresta – A ocupação do canteiro de obras da Usina Hidrelétrica São Manoel feita pelo povo Munduruku e liderada pelas mulheres da etnia encerrou na noite da última quarta-feira, 19, após reunião realizada entre os indígenas, Fundação Nacional do Índio (FUNAI), Ministério Público Federal (MPF) e representantes das empresas responsáveis pelas Usinas Hidrelétricas de São Manoel e Teles Pires. (mais…)

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“Os dois caminhos”: Alguns pensamentos sobre quadros e fronteiras e algumas notícias de um lindo e memorável encontro

Por: Raial Orotu Puri – Crônicas Indigenistas

Pessoas que vêm de um mundo pré-internet, pré-face, pré-instagram devem talvez se recordar que antigamente era bem comum que quase todas as casas tivessem certos elementos decorativos bastante recorrentes, independentemente de serem ou não considerados de bom gosto hoje em dia. Os exemplos são muitos: as samambaias, as estatuetas de Buda de costas, os porta-tudo de crochê. (mais…)

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