11 anos da Lei Maria da Penha: MPF é contra alterações na lei sem prévio e amplo debate com a sociedade

Marco legal é referência mundial em se tratando de combate à violência doméstica

PFDC

Fruto de grande luta das brasileiras, a Lei nº 11.340/2006 – popularmente conhecida como Lei Maria da Penha – completa 11 anos nesta segunda-feira (7). O texto é considerado pela Organização das Nações Unidas (ONU) o terceiro melhor do mundo em se tratando do combate à violência doméstica. Há no Congresso Nacional, no entanto, uma proposta de alteração para permitir aplicação de medidas protetivas emergenciais à mulher vítima de violência doméstica diretamente pela autoridade policial, até deliberação da Justiça. (mais…)

Ler Mais

No RS, camponesas Sem Terra debatem violência contra a mulher

Discussão sobre as formas de violência foi realizada no Encontro Estadual do Setor de Gênero

Por Catiana de Medeiros
Da Página do MST

As formas de violência contra a mulher estiveram no centro do debate do Encontro Estadual do Setor de Gênero do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Rio Grande do Sul. O evento foi realizado dias 3 e 4 deste mês no Assentamento Filhos de Sepé, localizado no município de Viamão, na região Metropolitana de Porto Alegre, com o objetivo de aprofundar o conhecimento das participantes sobre a realidade das mulheres e os processos de violência. (mais…)

Ler Mais

Aos 11 anos da Lei Maria da Penha, uma mulher é agredida a cada dois segundos

Iniciativa visa a informar e conscientizar sobre diversos tipos de violência a que as mulheres são submetidas, incentivando denúncias e aumentando a cobertura da lei

por Redação RBA

Para marcar os 11 anos da aprovação da Lei Maria da Penha (11.340/2006),  que passou a identificar como crime a violência doméstica e familiar contra a mulher, o Instituto Maria da Penha lançou hoje (7) o Relógios da Violência, que traz informações sobre os tipos de agressão que as mulheres sofrem.  (mais…)

Ler Mais

Mercantilização da saúde e violência obstétrica

Por Daniela Valle, no Justificando

Quem é a pessoa que tem coragem de cortar e depois costurar a vagina de uma mulher sem dar anestesia? Quem é capaz de simular uma emergência ou forjar exames para obrigar um parto por cesárea contra a vontade da gestante? Quem nega atendimento digno a uma adolescente por considerá-la “negra, tatuada e drogada” [1]? Enfim, quem são os profissionais que praticam a violência obstétrica? (mais…)

Ler Mais

Mulheres, a primeira vítima do capitalismo

Silvia Federici, historiadora feminista italiana, propõe rever as origens do sistema. Para ela, nem Marx percebeu que, sem confinar as mulheres à reprodução, não haveria capital

Por Inês Castilho – Outras Palavras

“Somos as filhas das bruxas que vocês não conseguiram matar”, escreveram algumas mulheres nos muros de cidades brasileiras, durante a primavera feminista. Talvez por isso a vinda da historiadora feminista italiana Silvia Federici ao Brasil, na semana passada, para lançar Calibã e a Bruxa – Mulheres, corpo e acumulação primitiva, atraiu em torno de si e de seu livro centenas de jovens, no centro e na periferia do Rio de Janeiro e São Paulo. Uma semana de celebração para o movimento feminista brasileiro, que ao mesmo tempo recebia na Bahia a norte-americana Angela Davis para um curso sobre feminismo negro, no Recôncavo Baiano. Alás! (mais…)

Ler Mais