Nota da União Brasileira de Mulheres sobre a posição da AGU acerca da descriminalização do aborto

A União Brasileira de Mulheres repudia a posição machista e inconsequente do governo Temer diante de uma das maiores mazelas que atingem a vida e a saúde das mulheres brasileiras: a questão do aborto. Instado pelo Supremo Tribunal Federal a se posicionar acerca da descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação, a resposta do governo, através do parecer da Advocacia Geral da União sobre o tema, não poderia ter sido mais ilustrativa sobre qual o papel que este governo ilegítimo, misógino e reacionário reserva às mulheres: para Temer et caterva, nós mulheres somos úteros úteis à disposição do Estado, sem direito a reclamação. (mais…)

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O feminicídio cobra de nós, homens, uma mudança de atitudes e transformações

Por Roberto Tardelli, no Justificando

Na lógica aristotélica, definir é dizer o que uma coisa é. Nossos irmãos lusitanos lançaram-se ao desconhecido, em jornadas épicas, para muitos partirem e poucos retornarem, lançando-se a um nível jamais experimentado pelo gênero humano de solidão e nostalgia, tão forte, tão arrebatador, que foi coisificado: a isso deram o nome, substantivo comum e abstrato, de saudade, apenas existente em português, porque nasceu entre aqueles que falavam português e que se lançaram aos mares, a redesenharem o mundo, decerto sentindo a necessidade de substantivar o vazio da alma que devia corroer os aventureiros navegadores. (mais…)

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Temer e o viés machista da Reforma da Previdência, por Leonardo Sakamoto

No blog do Sakamoto

O projeto de Reforma da Previdência prevê que homens e mulheres possam se aposentar a partir dos 65 anos, o que tem gerado polêmica uma vez que, em média, mulheres trabalham cinco horas a mais que nós, homens, somando-se o trabalho para fora e o trabalho em afazeres domésticos. Se ambos os gêneros contarem com a mesma idade mínima, o tempo de desgaste maior das mulheres por conta dessa dupla jornada não será contabilizado. (mais…)

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Estadão desmente Planalto: “Governo encaminhou posição sobre aborto à AGU na segunda, 27”

Na Coluna do Estadão

O Palácio do Planalto informa nas suas redes sociais que “é falsa a informação de que a Presidência da República tenha se posicionado sobre a questão do aborto”. Pelo Twitter, a Presidência diz que “o tema ainda está sob análise e a Advocacia-Geral da União vai responder ao Supremo oportunamente”. A Coluna do Estadão reitera as informações publicadas hoje de que o governo encaminhou para a AGU sua posição a respeito do tema. (mais…)

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Governo à AGU sobre o aborto: “vida do nascituro deve prevalecer sobre desejos das gestantes”

Na Coluna do Estadão

Instado pelo STF a se manifestar sobre a legalização do aborto até o terceiro mês de gestação, o governo Temer elaborou um documento para a AGU, no qual defende que “a vida do nascituro deve prevalecer sobre os desejos das gestantes”. Para o Planalto, a legislação atual, que proíbe a prática com poucas exceções, é adequada. Ao abordar as “trágicas estatísticas” que envolvem as mulheres que abortam clandestinamente, o governo afirma: “Não são o Estado nem as leis que constrangem as mulheres às práticas abortivas clandestinas e arriscadas”. (mais…)

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Um salve às lutas das mulheres negras ao longo da história

Dando continuidade aos passos de suas ancentrais, mulheres negras seguem trilhando caminhos de enfrentamento ao racismo, ao patriarcado, ao colonialismo e ao capitalismo

Por Natana Magalhães e Rachel Barros¹, na Fase

“Salve! Negras dos sertões, negras da Bahia. Clementina, Leci, Jovelina. Nortistas caribenhas clandestinas. ‘Negras da América Latina’”, diz a canção “Antiga Poesia”, de Ellen Oléria. Refletindo sobre essas palavras e uma das importantes datas de luta internacional das mulheres, o 8 de março, vamos, enquanto mulheres negras, escrever a partir desta experiência de ser e estar no mundo, que como bem diz nossa Ialodê² Jurema Werneck trata-se de uma experiência compacta, inteira e singular. Diante disso, não abriremos mão de falar de uma perspectiva da trajetória do pensamento das mulheres negras, o que nos fará trazer como questão indissociável a urgência de diferentes possibilidades de se estabelecer marcos para se recontar uma história. (mais…)

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Mujeres en resistencia al extractivismo

20 mujeres de nacionalidades indígenas del Ecuador han participado este fin de semana en las jornadas “Feminismos Comunitarios en Resistencia frente al Extractivismo Petrolero y Minero”, desarrolladas en Quito y Lago Agrio

Por Alba Crespo Rubio – Servindi

Teganta, 26 de marzo, 2017.- Han sido 3 días intensos donde mujeres Waorani de Yasuní, Shiwiar de Pastaza, de Saraguro y de la zona de Intag, así como campesinas de Sucumbíos y urbanas, han compartido experiencias de resistencia al extractivismo. Además, se convirtió en un espacio de sororidad y complicidades gracias a la presencia de Lorena Cabnal, feminista comunitaria maya-xinka de Guatemala, que acompañó en el toxitur por las explotaciones petroleras y con rituales y talleres. Fue un encuentro para la sanación, donde se profundizó en las violencias que afectan al territorio-cuerpo de las mujeres. (mais…)

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