Posts tagged: favelas

Feira de Empregos leva oportunidades a moradores da Rocinha

Por racismoambiental, 16/01/2012 16:33

Thais Leitão*

Rio de Janeiro – Dois meses depois da ocupação da favela da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, pelas forças de segurança do estado, a comunidade recebeu hoje (16) a 1ª Feira de Empregos. Até o fim da tarde, 32 empresas de diversos setores estão disponibilizando cerca de mil vagas para funções como promotor de vendas, demonstrador de produto, copeira, ajudante de cozinha, entre outros.

De acordo com o coordenador do Núcleo de Projetos Sociais Qualificar, da escola de samba Acadêmicos da Rocinha, responsável pelo evento, Felippe Marques, a iniciativa é mais um passo para a consolidação da pacificação.

“Havia muito preconceito contra moradores de comunidades carentes e agora eles podem vislumbrar a possibilidade de sair da comunidade e trabalhar em grandes empresas. Ninguém vai conseguir uma fórmula para resolver todos os problemas [da Rocinha], mas estamos trabalhando em questões pontuais e dessa vez o passo é gerar emprego”, afirmou. Continue lendo… 'Feira de Empregos leva oportunidades a moradores da Rocinha'»

Projeto “Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas” seleciona coordenadores e jovens

Por racismoambiental, 02/01/2012 12:06

O Observatório de Favelas e  a Central Única das Favelas (CUFA), em parceria com e a Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC-RJ) e patrocínio da Petrobras, iniciam as atividades do projeto “Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas”. A iniciativa inédita vai formar 100 jovens, com idades entre 15 a 29 anos, de cinco diferentes territórios – Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Manguinhos e Rocinha – em produção cultural e pesquisa social. O objetivo principal é apoiar o desenvolvimento de ações no campo da cultura, que venham ampliar o reconhecimento do papel das favelas na construção da identidade da cidade.

O processo de seleção dos jovens começou ainda em dezembro, priorizando aqueles que já tenham qualquer tipo de atuação cultural em suas respectivas comunidades. Além das intervenções culturais criadas e executadas pelos jovens a partir do processo de formação, o projeto também prevê um curso de pesquisa social onde os participantes aprenderão a mapear os hábitos e práticas culturais dos moradores das cinco favelas. Com base nos dados reunidos por meio da pesquisa será criada uma Plataforma de Direitos Culturais no Território (PDCT), disponibilizada na Internet e também na publicação final do projeto, que terá por objetivo orientar a formulação de ações em cultura, por agentes públicos e privados, nas favelas contempladas. Continue lendo… 'Projeto “Redes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas” seleciona coordenadores e jovens'»

SP – Kassab aproveita incêndio misterioso e devastador para evacuar Favela do Moinho

Por racismoambiental, 30/12/2011 08:35

Existe a esperança de que esses misteriosos e sucessivos incêndios em comunidades carentes sejam seriamente investigados?

Fábio Nassif

O incêndio que destruiu boa parte dos barracos, matou duas pessoas e desalojou centenas de famílias nas vésperas do Natal está sendo utilizado como novo pretexto para a liberação da área, como um caso típico que contrapõe interesses empresariais e o direito à moradia.

Prefeito Gilberto Kassab (PSD) tenta desde 2006 despejar os moradores, primeiro com a realização de um cadastro que contabilizou 600 famílias e depois com um decreto e uma ação judicial pedindo desapropriação.

Local de disputa histórica entre Prefeitura de São Paulo e moradores, o terreno que abriga a Favela do Moinho é objeto de mais uma forte ofensiva do capital imobiliário. O incêndio que destruiu boa parte dos barracos, matou duas pessoas e desalojou centenas de famílias nas vésperas do Natal está sendo utilizado como mais novo pretexto para a liberação da área, como um caso típico que contrapõe interesses empresariais e o direito à moradia. 

Enquanto a grande mídia alimenta a versão de que o incêndio teria sido provocado por uma mulher desequilibrada, o prefeito Gilberto Kassab (PSD) tenta aproveitar da comoção da população para consolidar o discurso de que as pessoas devem sair do local. Os moradores permanecem organizados, e, em assembleia realizada nesta terça-feira (27), rejeitaram a proposta da Prefeitura de compensar todas as perdas com o chamado bolsa-aluguel. Continue lendo… 'SP – Kassab aproveita incêndio misterioso e devastador para evacuar Favela do Moinho'»

Especialistas dizem que pacificação deve chegar a todo o Rio e não apenas a comunidades próximas a áreas nobres

Por racismoambiental, 28/12/2011 14:12

Vitor Abdala*

Rio de Janeiro – Durante este ano, cinco Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) foram instaladas na capital fluminense, todas na região da Grande Tijuca e no Centro da cidade: Mangueira, Morro do São João, São Carlos, Prazeres e Coroa/Fogueteiro. A proposta, que visa a expulsar quadrilhas armadas de algumas favelas do estado do Rio por meio do controle do território por uma polícia de conceito comunitário, é uma das principais políticas de segurança do governo fluminense.

A implantação dessas cinco novas UPPs, que se somaram às 13 já existentes, consolidou o chamado “cinturão de segurança” da zona sul, do Centro e da região da Grande Tijuca, na zona norte do Rio de Janeiro.

Entre as 18 UPPs já instaladas, 16 ficam nessas três regiões, consideradas mais nobres e menos violentas do estado do Rio de Janeiro, e uma fica na Cidade de Deus, próxima a outro bairro nobre, a Barra da Tijuca, e ao lado do futuro centro dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.

Apenas a favela do Batam, na zona oeste da cidade, fica em uma área considerada mais violenta, a região de Bangu. Os complexos da Penha e do Alemão, também localizados em uma área mais violenta da cidade, foram ocupados pelo Exército em novembro do ano passado, mas só devem ganhar UPPs a partir de maio do ano que vem. Continue lendo… 'Especialistas dizem que pacificação deve chegar a todo o Rio e não apenas a comunidades próximas a áreas nobres'»

Making Of e resultado final: “Um território chamado favela”

Por racismoambiental, 24/12/2011 10:19

Resultado do primeiro módulo do curso de Cinema, Criação e Pensamento, realizado com o apoio da Puc no Morro Santa Marta, no dia 3 de dezembro de 2011. Abaixo, o resultado final, em 1 minuto, sem som. Continue lendo… 'Making Of e resultado final: “Um território chamado favela”'»

Litoral de São Paulo: além do sol e mar…

Por racismoambiental, 22/12/2011 11:19

Raquel Rolnik*

Como todos os anos, nos próximos dias, a baixada santista e o litoral norte de São Paulo vão receber um enorme fluxo de turistas em busca da dupla sol e mar. Os congestionamentos certamente ocuparão as páginas dos jornais e o noticiário da TV. Mas o que provavelmente não fará parte dessa cobertura é a complexa situação que essas regiões estão enfrentando neste momento.

No caso da baixada, é preciso lembrar o que foi o desastroso polo de Cubatão, que nos anos 1960 e 1970 ocupou os mangues, poluiu até as almas de quem viveu ali, e empurrou os trabalhadores petroquímicos para viverem pendurados nos morros. Além disso, o aumento da acessibilidade ao litoral norte (com as estradas Mogi-Bertioga, Piaçaguera-Guarujá, e Bertioga-São Sebastião, por exemplo), desde os anos 1980, acelerou o loteamento das frentes marítimas para segunda residência, desde Bertioga até Ubatuba, expulsando  caiçaras, índios guaranis e trabalhadores migrantes para as mais de cem favelas que existem hoje na região. Continue lendo… 'Litoral de São Paulo: além do sol e mar…'»

Analfabetismo entre jovens em favelas é maior que em áreas urbanas regulares

Por racismoambiental, 21/12/2011 15:13

A taxa de analfabetismo entre as pessoas com 15 anos ou mais que vivem em favelas é 8,4%, o dobro da relativa às áreas urbanas regulares de municípios que concentram essas comunidades.

O dado faz parte do levantamento Aglomerados Subnormais – Primeiros Resultados, baseado em informações do Censo Demográfico 2010, divulgado hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O estudo revela que a situação mais grave é encontrada em Alagoas, onde 26,7% das pessoas que moram em assentamentos irregulares são analfabetas. Em seguida, aparecem a Paraíba (21,3%) e o Rio Grande do Norte (16,3%).

A taxa de analfabetismo no Brasil é 9,6%.

Ainda de acordo com o levantamento, mais da metade dos moradores de aglomerados subnormais (55,5%) são pessoas pardas, seguidas de brancas (30,6%) e de pretas (12,9%). A maior parte da população (34%) dessas comunidades tem rendimento mensal na faixa que vai de mais de meio salário mínimo até um salário mínimo. Apenas 4,6% ganham mais de dois salários mínimos. Entre a população que vive nas áreas urbanas regulares em municípios com ocorrência de favelas, 26% têm rendimentos que vão de mais de meio salário mínimo até um salário mínimo e 27,1% ganham mais do que dois salários mínimos. Continue lendo… 'Analfabetismo entre jovens em favelas é maior que em áreas urbanas regulares'»

Brasil tem 11,42 milhões vivendo em moradias irregulares

Comparação com levantamento feito há 20 anos indica que quase dobrou a proporção de brasileiros que moram nessas áreas

A densidade média de moradores é mais alta nos domicílios em favelas

O Brasil tinha 11,42 milhões de pessoas morando em favelas, palafitas ou outros assentamentos irregulares em 2010. O número corresponde a 6% da população do País e consta do estudo Aglomerados Subnormais, realizado com dados do último Censo e divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A comparação com levantamento realizado há 20 anos indica que quase dobrou no período a proporção de brasileiros que moram nessas áreas, em condições precárias. Em 1991, 4,48 milhões de pessoas (3,1% da população) viviam em assentamentos irregulares, número que aumentou para 6,53 milhões (3,9%) no Censo de 2000.

O IBGE ressalva que, apesar de o conceito de aglomerado subnormal ter permanecido o mesmo desde 1991, foram adotadas inovações metodológicas e operacionais no Censo 2010 e que, por isso, a comparação dos dados “não é recomendada”. O objetivo da mudança, segundo o instituto, foi aprimorar a identificação de favelas. Entre as inovações adotadas em 2010, houve o uso de imagens de satélite de alta resolução e a realização de uma pesquisa específica para melhorar a informação territorial.

Ao todo, foram identificados 6.329 aglomerados subnormais em 323 municípios do país. Trata-se de um fenômeno majoritariamente metropolitano – 88,2% dos domicílios em favelas estavam concentrados em regiões com mais de 1 milhão de habitantes. As regiões metropolitanas de São Paulo, Rio e Belém somadas concentravam quase a metade (43,7%) do total de domicílios em assentamentos irregulares do país. Mapas preparados pelo IBGE mostram grande diferença na distribuição desse tipo de moradia. Em São Paulo, por exemplo, predominam áreas de pequeno porte e concentradas na periferia, ao contrário do Rio, onde há um espalhamento maior pelo território. Continue lendo… 'Brasil tem 11,42 milhões vivendo em moradias irregulares'»

A UPP não convence a juventude da periferia. Entrevista especial com Julio Ludemir

Por racismoambiental, 16/12/2011 10:54

Depois de dez anos sem frequentar a Rocinha, o escritor Julio Ludemir voltou a um dos cenários de suas histórias e pode observar um contexto diferente ao caminhar com tranquilidade e segurança pelas ruas da favela. O poder paralelo deixou de operar, mas os traficantes continuam sendo atores políticos minoritários. Apesar da pacificação, ressalta, as pessoas ainda têm medo e “este fantasma de que o tráfico pode voltar depois de 2016 permanece na cabeça de todo mundo”.

Favorável à pacificação das favelas cariocas, Ludemir destaca que a Unidade de Polícia Pacificadora – UPP está mudando o conceito de que “a Rocinha não era um local de passagem. Não se passava ali como se passa pela praia, como um local normal da cidade. (…) Acredito que essa é a maior vitória da UPP”. Apesar de constatar a aprovação da sociedade e dos próprios moradores da favela em relação às UPPs, ele ressalta que a juventude da periferia ainda não aceita a presença policial na favela porque a polícia desrespeita os jovens. “A polícia incorporou plenamente aquele discurso ‘escroto’ da classe média: ‘Você sabe com quem está falando?’. Portanto, a polícia respeita o menino branco, bem vestido, porque tem medo da classe média e desta juventude desde o fim da ditadura militar. Por outro lado, dentro das comunidades populares, a polícia além de não respeitar os jovens, os despreza”, esclarece em entrevista concedida por telefone à IHU On-Line.

Na avaliação do escritor, a presença do Estado nas favelas tem que transcender o aparato policial e, através de investimentos em cultura e educação, dialogar “com a juventude, oferecendo perspectiva de vida, para que os jovens também possam acreditar neste projeto das UPPs”. Julio Ludemir é jornalista e autor de Sorria, você está na Rocinha (São Paulo: Record). Confira a entrevista. Continue lendo… 'A UPP não convence a juventude da periferia. Entrevista especial com Julio Ludemir'»

Uma homenagem: ‘Verdejar”, de Luiz Poeta (1955-2011)

Por racismoambiental, 27/11/2011 12:03

Morar em Piabas, quando será!
A Serra é quem clama, misericórdia!
Por entre balas e fumaças zona norte Rio
A Serra se lança no maior desafio
Verdeja Já!

Já te amo Serra da Misericórdia!
Te amo!!

O seu verde precisa verdejar
Esta redondeza sem paz, pálida e poluída
Te amo Serra da Misericórdia!
Te amo!!

Penha, Inhaúma, Complexo do Alemão
Olaria, Ramos, Bonsucesso, Engenho da Rainha
Tomás Coelho, Vicente de Carvalho, Vila Kosmos,
Vila da Penha e Penha Circular.
Circundam a Serra da Misericórdia
Te amo Serra da Misericórdia
Te amo!!

O seu verde precisa verdejar esta redondeza
De paz, pálida e poluída
Te amo Serra da Misericórdia.

A visão de um “cria” da “Ocupação” da Rocinha

Por racismoambiental, 23/11/2011 15:39

foto: Naldinho Lourenço

Por Robson Melo*

Durante toda a semana a Rocinha foi notícia. Não havia possibilidade de se falar do Rio sem tocar na ocupação da favela. E como na grande mídia o “meio” justifica o fim, a cobertura desse “evento” prometia. A Pacificação da Rocinha ganhou requintes Hollywoodianos, o roteiro de cortes secos e sem grandes interpretações não agradou aos produtores de audiência. Do ponto de vista de um espetáculo, como foi a operação no Alemão, a comunidade da zona sul carioca decepcionou os amantes de factoide.

No sábado (12/11), dia que antecedeu a incursão policial, eu desci de minha casa, que fica situada na parte intermediária da Rocinha, até a redação da TV Tagarela, na entrada da comunidade. No caminho conversei com dois amigos que saíam para o trabalho, um garçom, o outro pedreiro. Perguntei sobre a operação, de como as coisas ficariam por aqui.

De forma afinada, os dois responderam que não sabiam de fato se iria funcionar, o pedreiro de 27 anos acrescentou; “E depois disso, vão fazer o que, você sabe? Nem eu, melhor: nem eles e nem ninguém”, e finalizou; “Eu trabalho em obra desde os meus 16 anos, já me sinto cansado, carreguei muito cimento nas costas, mas até hoje não construí minha casa própria”. Esse depoimento é de fato uma preocupação dos moradores da Rocinha. Quando será a vez da habitação, lazer, educação e todos os serviços públicos a disposição das pessoas? A resposta vem de imediato e vem de um comerciante local; “Nunca, meu filho, eles não moram aqui. Os filhos têm motorista para levar na escola, na verdade, eles têm escola de verdade, aqui a gente se contenta com o nada deles”. Continue lendo… 'A visão de um “cria” da “Ocupação” da Rocinha'»

Rocinha e a Espetacularização da barbárie

Morador é revistado. "Todos são suspeitos" / Foto: Naldinho Lourenço

Por Zé Rodolfo*

O que tem a ver a Rocinha, o Alemão, o Iraque e a espetacularização da ação policial? Recente publicação no wikileaks, comparava as UPP’s à tática de guerras imperialistas norte-americana. A velha máxima conservadora da defesa nacional, que até bem pouco reinava sem oponentes nos EUA, justifica “ocupações” de território pelo mundo. O filme fahrenheit9/11 (de Michael Moore) mostra  muito bem o uso que foi feito da ação ideologicamente.

No Brasil, a ideologia de “guerra às drogas” tem sido utilizada como mote para a intervenção policial nos territórios populares. O pedido que antes era relegado a loucos ou torturadores da política institucional, mas que ecoava no senso comum foi cumprido: “Bota o exército, pra subir o morro”.

O  que temos assistido é um processo perverso, onde o uso das forças armadas, a utilização de força desproporcional, armamentos pesados, revistas indiscriminadas e etc… produzem o espetáculo perfeito para na mais velha tradição “fascistóide”, criar unidade politica de todos em torno do inimigo comum, os traficantes. Continue lendo… 'Rocinha e a Espetacularização da barbárie'»

Nota Pública sobre a ocupação policial da Rocinha

Por racismoambiental, 13/11/2011 12:47

rocinha

Nós, organizações da sociedade civil do Rio de Janeiro, manifestamos a todos nossa preocupação com a situação que a Rocinha enfrenta neste momento. Exigimos do Governo do Estado e do Governo Federal que garantam que a ocupação policial de amanhã seja feita com total respeito aos direitos dos moradores e de suas famílias.

Há cerca de um ano, durante a ação da polícia no Complexo do Alemão, com apoio e participação das Forças Armadas, diversos crimes e abusos foram praticados por agentes públicos, no exercício de suas funções. No entanto, governantes, parlamentares, meios de imprensa e outras entidades ignoraram as denúncias feitas por moradores e por organizações da sociedade civil, e comprovadas posteriormente com a investigação feita pela Polícia Federal. Ainda hoje, casos de violações de direitos cometidas por soldados do Exército têm sido documentados no Alemão.

Acreditamos que todas as favelas e comunidades pobres do Rio de Janeiro têm o direito a uma vida com segurança plena garantida pelo Estado. No entanto, a presença estatal, obviamente, deve ser feita com o respeito absoluto a todos os direitos dos cidadãos que sempre viveram na Rocinha, e que não podem ser tratados como criminosos. Continue lendo… 'Nota Pública sobre a ocupação policial da Rocinha'»

Programação feita por Ricardo Álvares, utilizando uma versão modificada do tema Panorama, criado por Themocracy.