Posts tagged: globalização

O Assassino da Economia

Por racismoambiental, 27/08/2010 12:12

Uma breve e ilustrada explicação sobre como os países pobres são reféns das super elites globalistas, os quais vão inevitavelmente impor um governo mundial facista e escravizante das sociedades de todo planeta. Em 3 minutos tudo foi muito bem colocado.

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Os problemas causados pela soja em livro: “Der Soja-Wahn” (“A loucura da soja”)

Por racismoambiental, 18/08/2010 10:03

O jornalista Norbert Suchanek, companheiro de luta desde a realização do I Seminário Brasileiro contra o Racismo Ambiental, principalmente na defesa dos Povos Indígenas do Nordeste brasileiro, lança dia 1 de setembro, na Alemanha, seu novo livro: “A loucura da soja”.

Na obra, Norbert demonstra que a soja não é um perigo apenas para o meio ambiente, mas “para os povos e ecossistemas do Brasil e do resto da América Latina, assim como da África, ameaçando diretamente a nossa saúde”.

Segundo ele, “a expansão da soja mundial começou antes de segunda guerra mundial, na medida em que foi importante especialmente para a Alemanha de Hitler e para os Estados Unidos produzirem dinamite, de uma lado, e, de outro, para substituir a manteiga por margarina industrializada para o povo”.

Diz Norbert: “O sucesso do business da soja não depende só da ajuda e da manipulação de vários governos. O soja-Business também está manipulando a ciência, especialmente no que diz respeito aos nossos alimentos”.

A imagem ao lado é uma reprodução da revista Verlagsvorschau, anunciando o livro, que esperamos venha a ser traduzido em breve para o Português.

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“Os novos escravos do capitalismo”, de Patrick Herman – resenha

Por racismoambiental, 14/08/2010 17:03

Jean-Pierre Leroy

O camponês jornalista francês Patrick Herman, com a experiência adquirida no início dos anos 90, quando trouxe a público o escândalo escondido da contaminação pelo amianto, inicia em 2002 uma investigação que o leva a descobrir e fazer “emergir” “um mundo até então invisível”. Fruto dessa pesquisa, ele publica em 2008 “Les nouveaux esclaves do capitalismo”1, ainda não traduzido para o português. Esse mundo é o da produção intensiva no sul da Europa e, secundariamente, no norte da África, de frutas e legumes, com seus trabalhadores assalariados migrantes: “os novos escravos do capitalismo”. À busca deles, o autor transporta o leitor em ambientes que o turista nunca encontrará, no sudeste da França, na Provença; na Andaluzia, na província de Almeria e em Huelva; e no Rif, no Marrocos, regiões de clima mediterrâneo, propícias à produção agrícola – frutas e legumes – fora de estação.

Algumas décadas atrás, o consumidor europeu, situado majoritariamente em países temperados ou frios, caracterizados por estações bem definidas, contentava-se com os legumes e frutas produzidos cada um na sua hora, que começava com a primavera. O saber do produtor e sua localização, que o beneficiava com micro-climas ou com facilidades de transportes, faziam com que conseguisse se antecipar a produção. Ervilhas, morangos ou batatas chegavam ao mercado e ao consumidor endinheirado com dias ou semanas de antecedência ao mercado. Fruto de um conjunto de fatores analisados ao longo do livro, essa tendência explodiu. O consumidor espera agora encontrar a sua disposição nas gôndolas do seu supermercado frutas e legumes na maior parte do ano e, até mesmo, no inverno. Continue lendo… '“Os novos escravos do capitalismo”, de Patrick Herman – resenha'»

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Mundo: Unesco pide invertir más en las culturas indígenas como mecanismo de desarrollo social

Servindi, 14 de agosto, 2010.- La Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco) pidió esta semana en Guatemala que los gobiernos inviertan más recursos en las culturas indígenas para el desarrollo de los pueblos originarios.

“Invertir en la cultura es rentable porque produce riqueza” y contribuye a disminuirla pobreza en que vive la mayoría de los habitantes de los pueblos originarios, sostuvo Edgar Montiel, representante de la Unesco en Guatemala.

Tales declaraciones se efectuaron durante la presentación del informe mundial “Invertir en la diversidad cultural y el diálogo intercultural“. Continue lendo… 'Mundo: Unesco pide invertir más en las culturas indígenas como mecanismo de desarrollo social'»

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Entrevista – Thalita Ary: Globalização facilita o tráfico de pessoas

Por racismoambiental, 07/08/2010 09:58
Tatiana Félix *

Adital – Além dos esforços de governos e movimentos sociais para combater e prevenir o tráfico de seres humanos, considerado a escravidão dos tempos modernos, estudiosos e pesquisadores, também têm se interessado em pesquisar sobre o assunto.Um exemplo é o da advogada Thalita Carneiro Ary, defensora dos Direitos Humanos, que resolveu investigar sobre a evolução e a realidade deste crime incorporado ao cenário internacional, em sua pesquisa de mestrado, para o Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais, da Universidade de Brasília (UnB), intitulada de “O Tráfico de pessoas em três dimensões: evolução, globalização e a rota Brasil-Europa”.

Uma das conclusões da pesquisadora é que “o crime do tráfico de pessoas se apresenta como parte de um contexto no qual a globalização propicia e facilita a ação da criminalidade transnacional, transformando-o num assunto de extrema relevância para a comunidade internacional”. Confira a entrevista. Continue lendo… 'Entrevista – Thalita Ary: Globalização facilita o tráfico de pessoas'»

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Compra de terra por estrangeiro será rastreada

Por racismoambiental, 14/07/2010 10:39
Por Marta Salomon e Felipe Recondo. O Estado de S. Paulo, 14-07-2010.

Empresas brasileiras com capital estrangeiro terão as operações de compra de terras rastreadas no Brasil. A corregedoria do Conselho Nacional de Justiça determinou ontem que os cartórios de notas e de registro de imóveis repassem informações sobre esse tipo de negócio a cada três meses.

A medida aumenta o controle do avanço estrangeiro sobre o território brasileiro. Atualmente, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) registra apenas a compra de terras diretamente por pessoas físicas ou empresas estrangeiras.

O dado mais recente, de maio, aponta em mãos de estrangeiros o equivalente a quase três vezes o tamanho da cidade de São Paulo. O domínio estrangeiro se concentra nos Estados de Mato Grosso, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Bahia, de acordo com o cadastro, considerado precário até pelas autoridades. Continue lendo… 'Compra de terra por estrangeiro será rastreada'»

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Copa: futebol, racismo e política

Por racismoambiental, 12/07/2010 17:16
Quando Lúcio, o aplicado capitão da seleção canarinho, leu mensagem condenando o racismo antes daquela fatídica partida contra a Holanda, talvez não pudesse medir o grande alcance de seu gesto, que nos obriga a recuperar um fase da história recente. Condenar ali mesmo o racismo era imperioso pois era respeitar aquele povo e também alertar para as novas expressões racistas que estão se projetando em outros países, inclusive países que estavam ali disputando o certame. O artigo é de Beto Almeida.

Beto Almeida (*)

Vai chegando ao final a primeira Copa do Mundo de Futebol realizada na África. Talvez a frustração da torcida brasileira, combinada com uma destrambelhada cobertura midiática, – que exortou sentimentos racistas contra paraguaios e de hostilidade gratuita contra argentinos – não tenha permitido compreender que o simples fato da Copa ter sido na África do Sul é uma grande vitória contra o racismo internacional e contra as grandes potências capitalistas que tentaram boicotar ou desmoralizar os africanos. Mas, sobretudo, é a vitória de um país e de um povo que sequer participou da Copa. Cuba, que ao derrotar o exército racista sul-africano em Cuito Cuanavale, Angola, para onde enviou 400 mil soldados, deu o passo fundamental para a libertação da África do Sul. “A Batalha de Cuito Cuanavale foi o começo do fim do apartheid. E isto devemos a Cuba”, disse Mandela, após ser liberado de 27 anos de prisão. A torcida mundial deveria ser amplamente informada destas verdades. Continue lendo… 'Copa: futebol, racismo e política'»

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A África real

É fundamental que o Brasil leve em consideração o fato de que a questão dos chamados Estados falidos está intimamente associada a uma disputa exacerbada entre as grandes potências e, se quiser ter uma atuação que vá além da realização de seus interesses, é fundamental levar em consideração que o espaço geopolítico da África é composto por vários centros de poder, de natureza funcional distinta (militar, econômica, ideológica) com uma ampla variedade de problemas e prioridades que não se vinculam as dinâmicas pautadas exclusivamente às regras formalmente estabelecidas pela comunidade internacional. O artigo é de Reginaldo Nasser.

Reginaldo Nasser (*)

Desde o início de seu governo, não há uma única viagem internacional de Lula ao Oriente Médio ou a África que não mereça crítica virulenta da oposição. De uma forma geral as críticas batem nas mesmas teclas: “ilusão terceiro-mundista”, “amigo dos ditadores” ou “cooperações ineficientes”.

As imagens mais freqüentes evocadas por esses críticos são as de um continente imerso em uma mescla de corrupção, doenças, guerras e pobreza. Porém, antes de qualquer definição a respeito das estratégias de ação internacional é preciso reconhecer que o continente africano é um verdadeiro mosaico composto por uma grande variedade de sociedades de matriz religiosa, cultural, étnica e política muito diversa; o que torna praticamente impossível definir o que seja “África”. Continue lendo… 'A África real'»

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‘Quem vier depois de mim terá de fazer mais pela África’, diz Lula

Por racismoambiental, 04/07/2010 10:56
De olho no objetivo de encerrar seu mandato tendo visitado 25 países africanos, o presidente Luis Inácio Lula da Silva disse neste sábado que a decisão de “se reencontrar com o continente africano” não é dele nem de nenhum ministro, e que o próximo ocupante do Planalto vai ter de fazer “ainda mais” para aproximar os países dos dois lados do Atlântico.

A reportagem é de Pablo Uchoa e publicado pela BBC Brasil, 04-07-2010.

O presidente, que durante sua visita deve formalizar o perdão da dívida de Cabo Verde com o Brasil, no valor de US$ 3,5 milhões, fará um giro por outros cinco países: Guiné Equatorial, Quênia, Tanzânia, Zâmbia e África do Sul.

Iniciando a viagem, o presidente discursou na abertura de uma cúpula entre o Brasil e a comunidade econômica do oeste africano – CEDEAO, formada por 15 países – e arrancou aplausos quando pediu licença à plateia para improvisar o que será uma de suas últimas participações como presidente brasileiro em uma reunião internacional de líderes africanos.

“O Brasil, não apenas pela vontade do presidente Lula, tomou uma decisão política de se reencontrar com o continente africano”, disse. “Nós não temos como pagar, nós não temos como mensurar em dinheiro a dívida histórica que o Brasil tem com o continente africano.”

“Quando eu pedi perdão à África em nome do brasileiro (em 2005), é muito mais do que uma frase de efeito. É um sentimento de um cidadão brasileiro, governante do Brasil, que reconhece que o Brasil não seria o que é se não fosse a participação de milhares de africanos na construção de nosso país”, prosseguiu o presidente. “Independentemente de o Lula ser presidente do Brasil, quem vier depois de mim está moralmente, politicamente e eticamente comprometido a fazer muito mais.” Continue lendo… '‘Quem vier depois de mim terá de fazer mais pela África’, diz Lula'»

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Um sexto da humanidade consome 78% de tudo que é produzido no mundo

Por racismoambiental, 03/07/2010 09:56

Estado_Mundo

O dado é do relatório “Estado do Mundo – 2010″; versão em português lançada na quarta-feira (30/6) já está disponível em PDF

O Instituto Akatu e o Worldwatch Institute (WWI), organização com sede em Washington, lançaram na manhã de quarta-feira (30/6), a versão em português do relatório “Estado do Mundo – 2010”. O documento é uma das mais importantes publicações periódicas mundiais sobre sustentabilidade. Clique aqui para baixar o arquivo na íntegra.

Produzido pelo WWI, o “Estado do Mundo” traz anualmente um balanço com números atualizados e reflexões sobre as questões ambientais. Este ano, em parceria com a WWI, o Akatu fez a tradução do documento para o português.

Um dos dados que mais chama atenção no relatório é que ele aponta que apenas um sexto da humanidade consome 78% de tudo que é produzido no mundo. E conclui “sem uma mudança cultural que valorize a sustentabilidade em vez do consumismo, nada poderá salvar a humanidade dos riscos ambientais e de mudanças climáticas. Continue lendo… 'Um sexto da humanidade consome 78% de tudo que é produzido no mundo'»

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Injustiças globais: o mundo contemporâneo entre riqueza e miséria

Por racismoambiental, 02/07/2010 12:29

Unisinos – Um encontro com o filósofo alemão Thomas Pogge (foto), de quem foi recentemente publicado pela Laterza o livro Pobreza mundial e direitos humanos. Responsabilidade e reformas internacionais. No livro o pesquisador oferece propostas concretas “para aproximar a nossa ordem internacional aos nossos valores morais”. Partindo do pressuposto que quem prejudica os pobres são todos aqueles que ganham com as regras planetárias escritas para o uso e consumo dos mais potentes.

A reportagem é de Giuliano Battiston, publicada no jornal Il Manifesto, 20-06-2010. A tradução é de Alessandra Gusatto.

Como se pode conciliar o nosso universalismo moral, que implica a paridade de estado moral de todos os seres humanos, com a tolerância e a docilidade pela pobreza global e o crescimento das desigualdades? E por que acabamos por adotar uma dupla moral, “impondo à ordem econômica global vínculos morais mais fracos respeito a qualquer ordem econômica nacional”? É em torno destas interrogações sobre a problemática assimetria de juízos que aplicamos no âmbito nacional e global, que o filósofo alemão Thomas Pogge, aluno crítico de John Ralws, articulou Pobreza mundial e direitos humanos. Responsabilidade e reformas internacionais, recém lançado pela Laterza (ed. Luigi Caranti, tradução de Daniele Botti, ca. 55 Euros, pg. 400). Continue lendo… 'Injustiças globais: o mundo contemporâneo entre riqueza e miséria'»

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Qual o limite da propriedade da terra? Entrevista especial com Gilberto Portes

Por racismoambiental, 29/06/2010 14:47
Em setembro deste ano, será realizado o Plebiscito Popular pelo limite da terra que visa pressionar o Congresso Nacional para limitar o tamanho máximo da propriedade e uso dela por estrangeiros. Em entrevista à IHU On-Line, realizada por telefone, Gilberto Portes, do Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo, explica a iniciativa. “Um estrangeiro vem para o Brasil e pode comprar a quantia que quiser de terra. Enquanto isso, há quatro milhões e duzentas mil famílias que não têm acesso à terra, ou seja, mais de doze milhões de pessoas”, aponta. Portes fala também da importância da revisão dos índices de produtividade para a efetiva realização da Reforma Agrária no país. “Os índices de produtividade são fundamentais, principalmente nas regiões que teoricamente dizem que não têm terra para Reforma Agrária”, defendeu.

O advogado Gilberto Portes é secretário executivo do Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo. Foi coordenador estadual do MST no RS. Confira a entrevista.

IHU On-Line – Para começarmos, o senhor pode nos explicar a ideia central da questão do “Limite da Propriedade da Terra”?

Gilberto Portes – O Brasil é o segundo país com maior concentração de terra do mundo. Este é o elemento central. O outro, que está relacionado a esta situação, é que o Brasil, desde a sua descoberta ou da sua invasão, teve o poder econômico, o poder político e o próprio poder social concentrados através da propriedade da terra. A mudança da relação de trabalho, renda, alimentação, desenvolvimento econômico social do país passa necessariamente pela democratização da terra. Isso porque só dessa maneira será possível garantir mais pessoas produzindo alimentos, mantendo o trabalho no campo e, assim, desenvolvendo o país através da produção de produtos de qualidade e, consequentemente, eliminando a violência das grandes periferias das cidades. Hoje, para cada família que é assentada, é possível empregar, em média, cinco pessoas no campo e mais três na cidade. Precisamos mostrar esse dado para a sociedade brasileira. O limite da propriedade da terra é a base para que se quebre a espinha dorsal de um problema histórico estrutural do Brasil. Continue lendo… 'Qual o limite da propriedade da terra? Entrevista especial com Gilberto Portes'»

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Veredicto final do TPP aponta violações das empresas transnacionais na região

Por racismoambiental, 28/06/2010 16:15
Karol Assunção *

Adital – “O TPP exige da União Europeia e de seus países membros o respeito dos direitos de autodeterminação dos povos para gerar modelos de desenvolvimento compatíveis com a defesa da vida e dos direitos fundamentais”. Isso foi o que apresentou o veredito final do Tribunal Permanente dos Povos (TPP), realizado entre os dias 14 e 17 de maio deste ano em Madri, na Espanha.

De acordo com o documento, intitulado “A União Europeia e as empresas transnacionais na América Latina: políticas, instrumentos e atores cúmplices das violações dos direitos dos povos”, a sessão do TPP teve como objetivo “identificar as consequências e corresponsabilidades jurídicas das políticas de apoio da UE às ETNs [empresas transnacionais]“.

Na sessão deste ano, o Tribunal constatou que as empresas transnacionais europeias continuam violando os direitos fundamentais das populações da América Latina. O TPP destacou ainda a tolerância e a cumplicidade da União Europeia na promoção dos interesses das ETNs. Continue lendo… 'Veredicto final do TPP aponta violações das empresas transnacionais na região'»

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