<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Combate ao Racismo Ambiental &#187; Quilombo</title>
	<atom:link href="http://racismoambiental.net.br/tag/quilombo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://racismoambiental.net.br</link>
	<description>Dedicado ao GT Combate ao Racismo Ambiental e às suas lutas</description>
	<lastBuildDate>Sat, 04 Feb 2012 14:24:32 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1</generator>
		<item>
		<title>&#8216;Missa do Quilombo&#8217; no Armazém Utopia</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2011/12/missa-do-quilombo-no-armazem-utopia/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2011/12/missa-do-quilombo-no-armazem-utopia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 16:48:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura e tradições]]></category>
		<category><![CDATA[escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=36033</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/12/missa-do-quilombo-no-armazem-utopia/' addthis:title='&#8216;Missa do Quilombo&#8217; no Armazém Utopia ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->&#160; Com músicas de Milton Nascimento, o espetáculo será encenado diariamente pela companhia Ensaio Aberto Rio &#8211; Uma missa cujo cenário não é a igreja, mas um galpão com máquinas pesadas e turbinas de avião, com vista para os navios e guindastes do porto do Rio. A mais recente montagem de ‘Missa dos Quilombos’, baseada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/12/missa-do-quilombo-no-armazem-utopia/' addthis:title='&#8216;Missa do Quilombo&#8217; no Armazém Utopia ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p><object width="480" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nsS1CpVv6c0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/v/nsS1CpVv6c0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Com músicas de Milton Nascimento, o espetáculo será encenado diariamente pela companhia Ensaio Aberto</em></p>
<p style="text-align: justify;">Rio &#8211; Uma missa cujo cenário não é a igreja, mas um galpão com máquinas pesadas e turbinas de avião,  com vista para os navios e guindastes do porto do Rio. A mais recente  montagem de ‘Missa dos Quilombos’, baseada na obra de Milton Nascimento  originalmente escrita há 30 anos, está em cartaz no Armazém Utopia e  será apresentada diariamente, até o próximo dia 20.<span id="more-36033"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“Encenamos de portas abertas, então o visual do porto do Rio completa o nosso cenário de uma usina de produção”, explica Luiz Fernando Lobo, diretor do espetáculo, encenado pela companhia Ensaio Aberto.</p>
<p style="text-align: justify;">A apresentação traz duas diferenças em relação à montagem de 1981. Além  do tema escravidão ter sido atualizado, abordando o assunto nos dias de  hoje — sem perder, claro, a pegada histórica da primeira versão —,  ‘Missa’ agora ganhou formato de peça de teatro. “Antes, era algo como um  show-missa”, categoriza Luiz.</p>
<p style="text-align: justify;">Com estrutura de liturgia católica de verdade — com rito de entrada,  palavra de Deus e comunhão — a peça mistura outras crenças  afro-brasileiras, como as danças dos orixás e batuques do candomblé e  umbanda. A música, aliás, é um dos destaques da peça, que tem 22 atores e  nove músicos no palco. “O barulho de instrumentos como maçarico e solda  (que os atores manipulam de verdade) segue uma partitura. Todos estes  elementos fazem parte da trilha sonora só com músicas do Milton”,  conclui o diretor.<br />
<strong><br />
Serviço</strong><br />
ARMAZÉM UTOPIA. Avenida Rodrigues Alves s/nº, Centro (2253-8726). De seg  a sáb, às 21h (nesta terça não haverá espetáculo). Domingo, às 19h. R$  40. Até 20 de dezembro. Livre.</p>
<p style="text-align: justify;">http://odia.ig.com.br/portal/diversaoetv/html/2011/12/missa_do_quilombo_no_armazem_utopia_211334.html</p>
<p style="text-align: justify;">O vídeo acima é um fragmento do DVD com direção de Luiz Fernando Lobo e Rudi Lagemann, cena &#8220;Ofertório&#8221; do espetáculo &#8220;Missa dos Quilombos&#8221;, montagem da  Companhia Ensaio Aberto para o musical de Milton Nascimento, Pedro  Casaldáliga e Pedro Tierra, com direção de Luiz Fernando Lobo e direção  musical de Túlio Mourão.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2011/12/missa-do-quilombo-no-armazem-utopia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Chácara das Rosas é o primeiro quilombo do Brasil contemplado no Minha Casa Minha Vida Compartilhe</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2011/06/chacara-das-rosas-e-o-primeiro-quilombo-do-brasil-contemplado-no-minha-casa-minha-vida-compartilhe/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2011/06/chacara-das-rosas-e-o-primeiro-quilombo-do-brasil-contemplado-no-minha-casa-minha-vida-compartilhe/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Jun 2011 15:28:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[direito à cultura e às tradições]]></category>
		<category><![CDATA[direito à vida]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=20296</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/06/chacara-das-rosas-e-o-primeiro-quilombo-do-brasil-contemplado-no-minha-casa-minha-vida-compartilhe/' addthis:title='Chácara das Rosas é o primeiro quilombo do Brasil contemplado no Minha Casa Minha Vida Compartilhe ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->No final da tarde de hoje, a comunidade do Quilombo Chácara das Rosas assinou o documento que simboliza melhores condições de moradia para 24 famílias quilombolas. A assinatura do Termo de Cooperação e Parceria dentro do Programa Minha Casa Minha Vida formaliza o início das construções do empreendimento Quilombo Chácara das Rosas, que abrigará 24 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/06/chacara-das-rosas-e-o-primeiro-quilombo-do-brasil-contemplado-no-minha-casa-minha-vida-compartilhe/' addthis:title='Chácara das Rosas é o primeiro quilombo do Brasil contemplado no Minha Casa Minha Vida Compartilhe ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">No final da tarde de hoje, a comunidade do Quilombo Chácara das Rosas assinou o documento que simboliza melhores condições de moradia para 24 famílias quilombolas. A assinatura do Termo de Cooperação e Parceria dentro do Programa Minha Casa Minha Vida formaliza o início das construções do empreendimento Quilombo Chácara das Rosas, que abrigará 24 casas e deve começar a tomar forma efetivamente em menos de um mês.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi através das mãos da líder quilombola Isabel Genelício, do prefeito Jairo Jorge, da secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação Joceane Gasparetto, do superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Mauro Roberto Bom, e da superintendente nacional da Área C &#8211; Sul da Caixa, Lore Mânica Ribeiro, que assinaram o contrato, que o documento se tornou uma das garantias da comunidade do Chácara das Rosas. Instalados há mais de 60 anos na área, localizada na rua Duque de Caxias, os quilombolas canoenses obtiveram reconhecimento e titularização no dia 30 de outubro de 2009. Agora, o dia 3 de junho de 2010 junta-se à data de titulação e entra para a memória das famílias, símbolos de luta e resistência no município, por conceder a propriedade da área à Associação Remanescente de Quilombo Chácara das Rosas.<span id="more-20296"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Relembrando a trajetória dos moradores do quilombo, o prefeito Jairo Jorge fez referência à luta do povo, &#8220;primeiro contra o preconceito&#8221;. Segundo ele, a assinatura garante o reconhecimento &#8220;destes homens e mulheres que carregam a luta no sangue, a luta pela liberdade, a luta pela igualdade&#8221;. O prefeito também lembrou das ações realizadas na comunidade, que incluem saneamento, drenagem, iluminação, trabalho das equipes de saúde, das bordadeiras e do CRAS Móvel. A secretária de Habitação falou da bela conquista, que conforme ela, é vitória da luta do povo quilombola. &#8220;Só vamos parar de acompanhar a construção das moradias aqui quando o último tijolo for colocado&#8221;, ressaltou Joceane.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas palavras da líder Isabel, o diálogo com o município se dava de forma confusa, por apresentar dificuldades em respeitar a cultura e os costumes da comunidade. &#8220;Nos fortalecemos como associação, hoje conseguimos este diálogo com a atual gestão, e conquistamos também autonomia para a comunidade&#8221;, contou. Para ela, do ato saem coisas concretas, após muito tempo vivido na base da promessa. &#8220;Agora, nossa luta e conquista vai servir de referência para outras comunidades quilombolas&#8221;. Se canta-se a vitória no quilombo, para a Caixa Econômica Federal a iniciativa também é motivo de comemoração. Conforme a superintendente Lore, é o Quilombo Chácara das Rosas que está dando à Caixa a oportunidade de aprender e reproduzir nos outros quilombos do país.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.jusbrasil.com.br/politica/7102633/chacara-das-rosas-e-o-primeiro-quilombo-do-brasil-contemplado-no-minha-casa-minha-vida</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2011/06/chacara-das-rosas-e-o-primeiro-quilombo-do-brasil-contemplado-no-minha-casa-minha-vida-compartilhe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sheila Gama assina decreto para demarcar terras quilombolas em Nova Iguaçu</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2011/05/sheila-gama-assina-decreto-para-demarcar-terras-quilombolas-em-nova-iguacu/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2011/05/sheila-gama-assina-decreto-para-demarcar-terras-quilombolas-em-nova-iguacu/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 May 2011 17:29:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[afrodescendentes]]></category>
		<category><![CDATA[demarcações]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=19761</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/05/sheila-gama-assina-decreto-para-demarcar-terras-quilombolas-em-nova-iguacu/' addthis:title='Sheila Gama assina decreto para demarcar terras quilombolas em Nova Iguaçu ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->A prefeita de Nova Iguaçu, Sheila Gama, assinou, na quarta-feira (25/05), na Casa de Cultura Sylvio Monteiro, o decreto 9.025, que institui o Programa de Identificação, Demarcação e Titulação Fundiária de Terras Ocupadas por Remanescentes de Quilombos. O decreto cria ainda o Grupo Quilombar, que ficará responsável pela implementação, acompanhamento, avaliação e registros das ações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/05/sheila-gama-assina-decreto-para-demarcar-terras-quilombolas-em-nova-iguacu/' addthis:title='Sheila Gama assina decreto para demarcar terras quilombolas em Nova Iguaçu ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">A prefeita de Nova Iguaçu, Sheila Gama, assinou, na quarta-feira (25/05), na Casa de Cultura Sylvio Monteiro, o decreto 9.025, que institui o Programa de Identificação, Demarcação e Titulação Fundiária de Terras Ocupadas por Remanescentes de Quilombos. O decreto cria ainda o Grupo Quilombar, que ficará responsável pela implementação, acompanhamento, avaliação e registros das ações a serem desenvolvidas em relação ao resgate e preservação da história, memória e cultura do povo negro e população remanescente da cidade de Nova Iguaçu. Em todo o Brasil, a previsão é que existam cerca de duas mil comunidades quilombolas. Já no Estado do Rio de Janeiro há 38 quilombos reconhecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">
Em seu discurso, Sheila Gama ressaltou que assinatura do decreto é um momento histórico. A prefeita enfatizou que em pleno século XXI não é admissível tolerar o preconceito. “Todos precisam viver com dignidade, Há mais de 20 anos luto pela inclusão dos deficientes físicos, mas a causa negra também é minha e do meu partido, o PDT”, concluiu Sheila Gama, que ganhou e vestiu uma camisa do Grupo Quilombar. <span id="more-19761"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
O procurador-geral do município, Augusto Werneck, salientou que o decreto é apenas o primeiro passo para regularizar as terras dos quilombolas (descendentes de escravos negros cujos antepassados no período da escravidão fugiram dos engenhos de cana-de-açúcar, fazendas e pequenas propriedades onde executavam diversos trabalhos braçais para formar pequenos vilarejos chamados de quilombos), “Tenho certeza que vamos encontrar muitos quilombolas em diversas partes da cidade, pois Nova Iguaçu é o berço dos quilombolas”, resumiu, destacando que o Programa conta com a parceria da Secretaria de Administração, Secretaria de Cultura e Turismo, do Educafro (Educação e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes) e de diversas entidades.<br />
Para o presidente do Educafro, Frei David dos Santos, o decreto vai resgatar os quilombolas e suas terras. “Nova Iguaçu tem forte identidade com os negros, e o quilombola não pode ter vergonha de suas origens”, avaliou.</p>
<p style="text-align: justify;">
De acordo com a vice-presidente da Associação das Comunidades Quilombolas do Estado do Rio de Janeiro, Ivone Mattos Bernardo, há 34 quilombos identificados e 21 reconhecidos em todo o Estado. Ela destacou que o decreto assinado pela prefeita Sheila Gama é fundamental para o resgate da cidadania dos quilombolas. “Se todos os municípios do Estado do Rio (92 no total) tivessem um decreto como esse, certamente encontraríamos muitos quilombolas”, arrematou.</p>
<p style="text-align: justify;">
O fato de Nova Iguaçu ter seu primeiro museu negro também foi lembrado pela coordenadora de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Racial, Dayse Marcello. Ela elogiou o decreto da prefeita e falou sobre o resgate da autoestima. “Ser descendente de escravos é uma história bonita que precisa ser preservada. O quilombola não pode ter vergonha de sua origem”, finalizou.<br />
Participaram do evento a secretária de Cultura e Turimo, Silvia Regina; o reitor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Álvaro Pereira; a presidente do centro de Integração Social Inzo Ian Zambi, Arlene de Katendê; Maria Patrícia (Secretaria Municipal de Administração), entre outros convidados.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://gestaoseppir.serpro.gov.br/noticias/clipping-seppir/27-05-2011">https://gestaoseppir.serpro.gov.br/noticias/clipping-seppir/27-05-2011</a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2011/05/sheila-gama-assina-decreto-para-demarcar-terras-quilombolas-em-nova-iguacu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quilombo dos Palmares vai receber cinzas de Abdias Nascimento</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2011/05/quilombo-dos-palmares-vai-receber-cinzas-de-abdias-nascimento/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2011/05/quilombo-dos-palmares-vai-receber-cinzas-de-abdias-nascimento/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 May 2011 17:06:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Homenagem]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde e meio ambiente]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=19665</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/05/quilombo-dos-palmares-vai-receber-cinzas-de-abdias-nascimento/' addthis:title='Quilombo dos Palmares vai receber cinzas de Abdias Nascimento ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->O corpo do ex-senador Abdias Nascimento será velado nesta quinta-feira (26), a partir das 18h, na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro. Na sexta, às 11h da manhã, o corpo será encaminhado para o Crematório da Santa Casa da Misericórdia, no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju. Era o desejo de Abdias Nascimento ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/05/quilombo-dos-palmares-vai-receber-cinzas-de-abdias-nascimento/' addthis:title='Quilombo dos Palmares vai receber cinzas de Abdias Nascimento ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">O corpo do ex-senador Abdias Nascimento será velado nesta quinta-feira (26), a partir das 18h, na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro. Na sexta, às 11h da manhã, o corpo será encaminhado para o Crematório da Santa Casa da Misericórdia, no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju.</p>
<p style="text-align: justify;">Era o desejo de Abdias Nascimento ser cremado e que as cinzas fossem levadas para a Serra da Barriga, em Alagoas, local do maior centro da resistência negra no Brasil, o Quilombo dos Palmares.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos maiores ativistas da luta pela cidadania dos negros no Brasil, Abdias Nascimento morreu às 22h50 da última segunda-feira (23), no Hospital dos Servidores do Estado (HSE), aos 97 anos, vítima de complicações decorrentes de diabetes.<span id="more-19665"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A cremação, agendada para as 13h30 de sexta-feira, será uma cerimônia restrita a familiares e amigos próximos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nascido em 1914, no município de Franca (SP), Abdias Nascimento começou a luta pela igualdade racial ainda estudante, na capital paulista, onde em 1936 foi preso por protestar contra a exigência de entrar numa boate pela porta dos fundos, por ser negro. Em 1944, já vivendo no Rio de Janeiro, ele fundou o Teatro Experimental do Negro. Além de ator e dramaturgo, foi jornalista, escritor e artista plástico.</p>
<p style="text-align: justify;">O ativista sofreu pressões durante a ditadura militar e ficou exilado 13 anos nos Estados Unidos. De volta ao Brasil, Abdias Nascimento iniciou carreira política, foi deputado federal, nos anos 80, e senador, de 1991 a 1992 e de 1997 a 1999 pelo PDT.</p>
<p style="text-align: justify;">A última homenagem em vida ao ex-senador foi a criação do Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento, lançado há 15 dias pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro. Com inscrições abertas até 19 de agosto, o prêmio vai contemplar as melhores reportagens sobre temas relacionados à população negra.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.jb.com.br/rio/noticias/2011/05/25/quilombo-dos-palmares-vai-receber-cinzas-de-abdias-nascimento/</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2011/05/quilombo-dos-palmares-vai-receber-cinzas-de-abdias-nascimento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quilombo da Família Fidélix espera o reconhecimento da titulação na capital do RS</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2011/05/quilombo-da-familia-fidelix-espera-o-reconhecimento-da-titulacao-na-capital-do-rs/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2011/05/quilombo-da-familia-fidelix-espera-o-reconhecimento-da-titulacao-na-capital-do-rs/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 May 2011 18:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[direito à cultura e às tradições]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=19572</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/05/quilombo-da-familia-fidelix-espera-o-reconhecimento-da-titulacao-na-capital-do-rs/' addthis:title='Quilombo da Família Fidélix espera o reconhecimento da titulação na capital do RS ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Entre as conquistas da luta de resistência da comunidade estão água, luz e tecelagem para as mulheres do local A comunidade do quilombo da Família Fidélix tem uma história recente. Nos anos 80, os fundadores, oriundos do município de Santana do Livramento, fronteira do Rio Grande do Sul, Sérgio Ivan Fidélix, Milton Waldir Teixeira Santana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/05/quilombo-da-familia-fidelix-espera-o-reconhecimento-da-titulacao-na-capital-do-rs/' addthis:title='Quilombo da Família Fidélix espera o reconhecimento da titulação na capital do RS ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><em>Entre as conquistas da luta de resistência da comunidade estão água, luz e tecelagem para as mulheres do local</em></p>
<p style="text-align: justify;">
A comunidade do quilombo da Família Fidélix tem uma história recente. Nos anos 80, os fundadores, oriundos do município de Santana do Livramento, fronteira do Rio Grande do Sul, Sérgio Ivan Fidélix, Milton Waldir Teixeira Santana e Hamilton Correa Lemos chegaram à Porto Alegre e ocuparam o local, que fica na antiga Ilhota, atualmente bairro Cidade Baixa, do início do século 20. Hamilton, que foi o primeiro a chegar, conta o que encontrou no terreno.</p>
<p style="text-align: justify;">
– Era só mato. Tinha umas bananeiras por perto e, como era época de ditadura, fiz minha casa atrás das bananeiras para não me enxergarem. Aí fiz uma casinha de madeira, que ficou para a minha guria. Aí o Sérgio veio e trouxe a casa dele – diz.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-19572"></span><br />
A união do grupo se dava, principalmente, pela cultura e pelo futebol. O campo de jogo ficava perto da avenida Érico Veríssimo, uma das principais vias da cidade, onde atualmente existem condomínios residenciais. Em 2006, parte da comunidade chegou a ser despejada do local.<br />
Segundo o presidente da associação do quilombo, Sérgio Fidélix, com a diminuição dos espaços, os moradores começaram a se aprofundar mais sobre a história do local e as próprias histórias de vida quando perceberam a relação com a terra.</p>
<p style="text-align: justify;">
– A gente tinha quase todas as coisas da cultura africana para nos organizarmos como quilombolas. Mas a gente não sabia que com esta nossa história nós tínhamos credencial como remanescentes. Foi aí que vimos o programa Brasil Quilombola e levamos a documentação, como carta de alforria e locais aonde se encontravam nossos antepassados – salienta.</p>
<p style="text-align: justify;">
Entre as atividades da comunidade, está uma horta comunitária. Em uma parceria com a Secretaria de Saúde de Porto Alegre, forneciam para o Posto de Saúde Modelo. Mas, conforme Fidélix, a produção foi temporariamente suspensa.</p>
<p style="text-align: justify;">
– Quando a gente chegou tinha um rapaz que plantava por aqui. Hoje temos uma horta comunitária que está desativada porque o rapaz que cuidava se encontra adoentado. Temos ervas medicinais nos canteiros – informa.</p>
<p style="text-align: justify;">
Este é um dos projetos que o quilombo pretende retomar. As conquistas da luta da resistência da Família Fidélix são marcadas com um “xis” em uma faixa na associação. Entre os itens marcados estão água, luz e tecelagem para as mulheres da comunidade. Ainda buscam educação e habitação.</p>
<p style="text-align: justify;">
Mas o “xis” mais esperado pelas 35 famílias do local, de acordo com dados do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), é no quadrado da titulação. Fidélix diz que este passo é importante para a comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
– O título é coletivo, não é individual. Não é para uma família só, é para todas as famílias, tanto que a Família Fidélix é assim: almeja para todos serem beneficiados pela terra que nos encontramos – enfatiza.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">https://gestaoseppir.serpro.gov.br/noticias/clipping-seppir/25-05-2011</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2011/05/quilombo-da-familia-fidelix-espera-o-reconhecimento-da-titulacao-na-capital-do-rs/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quilombo em Canoas (RS) busca ampliar projetos em educação</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2011/05/quilombo-em-canoas-rs-busca-ampliar-projetos-em-educacao/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2011/05/quilombo-em-canoas-rs-busca-ampliar-projetos-em-educacao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 May 2011 19:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[direito à cultura e às tradições]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=19430</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/05/quilombo-em-canoas-rs-busca-ampliar-projetos-em-educacao/' addthis:title='Quilombo em Canoas (RS) busca ampliar projetos em educação ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Comunidade do Chacará das Rosas deve ter, em breve, planos de habitação iniciados pela prefeituraNestor Tipa Júnior &#124; Canoas (RS) A origem do quilombo Chácara das Rosas, no bairro Marechal Rondon, em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre (RS), remete ao quilombo de Manoel Barbosa, em Gravataí. A fundadora do local, Rosa Barbosa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/05/quilombo-em-canoas-rs-busca-ampliar-projetos-em-educacao/' addthis:title='Quilombo em Canoas (RS) busca ampliar projetos em educação ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><em>Comunidade do Chacará das Rosas deve ter, em breve, planos de habitação iniciados pela prefeituraNestor Tipa Júnior | Canoas (RS)</em></p>
<p style="text-align: justify;">
A origem do quilombo Chácara das Rosas, no bairro Marechal Rondon, em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre (RS), remete ao quilombo de Manoel Barbosa, em Gravataí. A fundadora do local, Rosa Barbosa de Jesus, era uma das 12 filhas de Manoel Barbosa e Maria Luiza Paim de Andrade. Ela se casou com João Maria Genelício de Jesus e os dois se mudaram para aonde atualmente é o Chácara das Rosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Localizada em uma então área rural, era comum plantações de flores e hortigranjeiros. Mas a crescente urbanização do município de Canoas fez com que a área perdesse suas características. Uma das moradoras mais antigas, Maria do Carmo de Jesus, 78 anos, conta que chegou ao local com 9 anos. Ela lamenta que a aptidão agrícola tenha se perdido no tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">– Era uma chácara muito especial. É ainda, mas quando começou, era uma chácara muito rica, com muitas frutas, flores, criação de porcos e galinhas. Tinha gado, tinha cavalo. A metade da chácara até aqui esta frente era com plantas de eucalipto, de acácia – conta.<span id="more-19430"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
Além da estrutura, outra luta que a comunidade quer vencer é contra o preconceito. A moradora Neusa Genelício relata que são comuns casos de racismo com os moradores, inclusive com as crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">– Ainda temos este assunto de preconceito por aqui. A gente tem muito disso aqui. Nos colégios também. A gente está tendo muitos problemas. Muitas das crianças não estão querendo ir às aulas por causa disto – ressalta.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo dados do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), cerca de 24 famílias vivem no território de 3,6 mil metros quadrados. O Chácara das Rosas foi o primeiro quilombo urbano que teve seu território totalmente titulado, fato que ocorreu em 20 de novembro de 2009. A presidente da Associação Quilombo Urbano Chácara das Rosas, Isabel Cristina Genelício, acredita que este é um primeiro passo para resgatar a cultura e história do movimento e manter a luta pela resistência.</p>
<p style="text-align: justify;">– O mais importante a gente já conseguiu que foi o território. O território é importante para nós porque é aonde a gente desenvolve toda a questão social e estrutural da comunidade que, há muitos anos, lutou pela igualdade, e ainda luta pela igualdade, pelo espaço, pelos seus direitos – enfatiza.<br />
A luta da comunidade não foi em vão. Um acordo com a prefeitura de Canoas vai possibilitar a reforma das moradias do quilombo. Além disso, outras conquistas como luz e saneamento básico já foram entregues à comunidade. O morador Jorge Gabriel de Jesus salienta também o atendimento à saúde como uma das conquistas.</p>
<p style="text-align: justify;">– A habitação já está para fazer as casas para nós e tudo está bem adiantado. No início a gente não tinha uma assistência de saúde por aqui, agora já vem um ônibus na comunidade para dar uma assistência de médico, de dentista. Não é sempre, mas de vez em quando eles vêm – relata.<br />
Na associação, a comunidade busca alternativas de geração de emprego para os moradores. Um dos trabalhos desenvolvidos pelo grupo de mulheres é o incentivo ao bordado. Mas uma das ideias é recuperar a antiga vocação do local, com a construção de hortas comunitárias. A criançada também tem espaços para leituras. Na sede da associação, existe um baú do projeto Arca das Letras, desenvolvido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário. Aliás, esta é a próxima luta da comunidade, segundo Isabel: a educação como formação de cidadãos.</p>
<p style="text-align: justify;">– Aonde tem educação, a gente tem tudo, a gente tem porta. A gente tem que saber da realidade da vida da gente. Sabendo dos nossos direitos nós temos saúde. Estudando vamos saber a nossa real história, porque vamos nos interessar ainda mais, se aprofundar ainda mais. Se tivermos uma formação, conseguiremos desenvolver o nosso território – acredita.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">https://gestaoseppir.serpro.gov.br/noticias/clipping-seppir/19-a-23-05-2011</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2011/05/quilombo-em-canoas-rs-busca-ampliar-projetos-em-educacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Iterma entrega título da terra a Quilombo Jamari dos Pretos</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2011/05/iterma-entrega-titulo-da-terra-a-quilombo-jamari-dos-pretos/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2011/05/iterma-entrega-titulo-da-terra-a-quilombo-jamari-dos-pretos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 May 2011 17:26:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador@s rurais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=19411</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/05/iterma-entrega-titulo-da-terra-a-quilombo-jamari-dos-pretos/' addthis:title='Iterma entrega título da terra a Quilombo Jamari dos Pretos ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->O Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma), vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Agrário (Sedagro), deu mais um importante passo no trabalho de regularização fundiária no estado, ao outorgar o título de posse da terra à Associação de Moradores do Quilombo Jamari dos Pretos, no município de Turiaçu. A solenidade foi realizada na quinta-feira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/05/iterma-entrega-titulo-da-terra-a-quilombo-jamari-dos-pretos/' addthis:title='Iterma entrega título da terra a Quilombo Jamari dos Pretos ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">O Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma), vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Agrário (Sedagro), deu mais um importante passo no trabalho de regularização fundiária no estado, ao outorgar o título de posse da terra à Associação de Moradores do Quilombo Jamari dos Pretos, no município de Turiaçu.</p>
<p style="text-align: justify;">A solenidade foi realizada na quinta-feira (19), no gabinete do presidente do Iterma Carlos Alberto Galvão, com a presença dos demais diretores e técnicos do órgão e representantes da comunidade quilombola.O Título de Reconhecimento de Domínio, com força de escritura pública, com 6.613 hectares, está incorporado ao patrimônio do Estado do Maranhão, por força de matrícula número 2.842, fls. 071, livro 2-K, do cartório de registro de imóveis de Turiaçu.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Carlos Galvão, a associação de moradores não poderá transferir sob qualquer forma e pretexto a terceiros a área objeto do título. O titulo de terra é resultado de uma determinação da governadora Roseana Sarney, que o Iterma viabiliza visando garantir que os ocupantes remanescentes das comunidades quilombolas, de forma não onerosa, se tornem os verdadeiros donos da terra. Por meio de medidas como essa, eles terão acesso ao crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf A), com uma linha de financiamento de até R$ 21 mil explicou Carlos Galvão.<span id="more-19411"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da associação de moradores do Quilombo Jamari dos Pretos, José de Ribamar Ribeiro, ao lado do presidente da associação agrícola daquela comunidade, Elivaldo Ribeiro, não segurava a emoção ao receber o documento. Agradeço ao Iterma, especialmente à governadora Roseana Sarney e à secretária Conceição Andrade, em nome das 300 famílias de Jamari dos Pretos. Hoje é um dia histórico para todos nós, concluiu.</p>
<p style="text-align: justify;">Paulino Neves</p>
<p style="text-align: justify;">A associação dos moradores do povoado Passagem do Lago, no município de Paulino Neves, foi mais uma comunidade rural recentemente beneficiada com entrega do título de posse da terra. A gleba, com 220 hectares, abriga 30 famílias de trabalhadores rurais, distante 60 quilômetros da sede do município e 42 quilômetros de Barreirinhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Participaram do evento, o presidente do Iterma, Carlos Alberto Galvão; os presidentes da associação comunitária dos moradores do povoado Passagem do Lago, Valdezio Feitosa e da associação de moradores Prata Cardozo, Géssio Rocha Soeiro; e o secretário de Agricultura de Paulino Neves, Francisco de Assis dos Reis, que representou o prefeito Raimundo Filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Barreirinhas, o Iterma e o sindicato dos Trabalhadores Rurais (STTR) assinaram um contrato de comodato, no qual o órgão de terras cede à entidade um veículo tipo Jepp Toyota, placa HOO 2411. O objetivo é dar andamento às atividades de fomento à produtividade rural e apoio às comunidades assentadas na região.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a programação do Iterma/Sedagro, os próximos municípios beneficiados com entrega de títulos de terras serão: Bom Jardim (27/5) e Eugênio Barros (26/06).</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.jusbrasil.com.br/politica/7024032/iterma-entrega-titulo-da-terra-a-quilombo-jamari-dos-pretos</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2011/05/iterma-entrega-titulo-da-terra-a-quilombo-jamari-dos-pretos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Manifesto em solidariedade povos afro-ameríndio latinos</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2011/05/manifesto-em-solidariedade-povos-afro-amerindio-latinos/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2011/05/manifesto-em-solidariedade-povos-afro-amerindio-latinos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 May 2011 12:34:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[afrodescendentes]]></category>
		<category><![CDATA[direito à comunicação e informação]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade de expressão]]></category>
		<category><![CDATA[manifesto]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito racial]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=19009</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/05/manifesto-em-solidariedade-povos-afro-amerindio-latinos/' addthis:title='Manifesto em solidariedade povos afro-ameríndio latinos ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Manifesto em solidariedade, liberdade e desenvolvimento dos povos afro-ameríndio latinos, no dia 01 de maio dia do trabalhador foi lançado o manifesto da Revolução Quilombolivariana fruto de inúmeras discussões que questionavam a situação dos negros, índios da América Latina, que apesar de estarmos no 3º milênio em pleno avanço tecnológico, o nosso coletivo se encontra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/05/manifesto-em-solidariedade-povos-afro-amerindio-latinos/' addthis:title='Manifesto em solidariedade povos afro-ameríndio latinos ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">Manifesto em solidariedade, liberdade e desenvolvimento dos povos afro-ameríndio latinos, no dia 01 de maio dia do trabalhador foi lançado o manifesto da Revolução Quilombolivariana fruto de inúmeras discussões que questionavam a situação dos negros, índios da América Latina, que apesar de estarmos no 3º milênio em pleno avanço tecnológico, o nosso coletivo se encontra a margem e marginalizados de todos de todos os benefícios da sociedade capitalista euro-americano, que em pese que esse grupo de países a pirâmide do topo da sociedade mundial e que ditam o que e certo e o que é errado, determinando as linhas de comportamento dos povos comandando pelo imperialismo norte-americano, que decide quem é do bem e quem do mal, quem é aliado e quem é inimigo, sendo que essas diretrizes da colonização do 3º Mundo, Ásia, África e em nosso caso América Latina, tendo como exemplo o nosso Brasil, que alias é uma força de expressão, pois quem nos domina é a elite associada à elite mundial, é de conhecimento que no Brasil que hoje nos temos mais de 30 bilionários, sendo que a alguns destes dessas fortunas foram formadas como um passe de mágica em menos de trinta anos, e até casos de em menos de 10 anos, sendo que algumas dessas fortunas vieram do tempo da escravidão, e outras pessoas que fugidas do nazismo que vieram para cá sem nada, e hoje são donos deste país, ocupando posições estratégicas na sociedade civil e pública, tomando para si todos os canais de comunicação uma das mais perversas mediáticas do Mundo.<span id="more-19009"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A exclusão dos negros e a usurpação das terras indígenas criaram-se mais e 100 milhões de brasileiros sendo este afro-ameríndio descendente vivendo num patamar de escravidão, vivendo no desemprego e no subemprego com um dos piores salários mínimos do Mundo, e milhões vivendo abaixo da linha de pobreza, sendo as maiores vitimas da violência social, o sucateamento da saúde publica e o péssimo sistema  de ensino, onde milhões de alunos tem dificuldades de uma simples soma ou leitura, dando argumentos demagógicos de sustentação a vários políticos que o problema do Brasil e a educação, sendo que na realidade o problema do Brasil são as péssimas condições de vida das dezenas de milhões dos excluídos e alienados pelo sistema capitalista oligárquico que faz da elite do Brasil tão poderosas quantos as do 1º Mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">É inadmissível o salário dos professores, dos assistentes de saúde, até mesmo da policia e os trabalhadores de uma forma geral, vemos o surrealismo de dezenas de salários pagos pelos sistemas de televisão Globo, SBT e outros aos seus artistas, jornalistas, apresentadores e diretores e etc.Manifesto da Revolução Quilombolivariana vem ocupar os nossos direitos e anseios com os movimentos negros afro-ameríndios e simpatizantes para a grande tomada da conscientização que este país e os países irmãos não podem mais viver no inferno, sustentando o paraíso da elite dominante este manifesto Quilombolivariano é a unificação e redenção dos ideais do grande líder Zumbi do Quilombo dos Palmares a 1º Republica feita por negros e índios iguais, sentimento este do grande líder libertador e construídor Simon Bolívar que em sua luta de liberdade e justiça das Américas se tornou um mártir vivo dentro desses ideais e princípios vamos lutar pelos nossos direitos e resgatar as histórias dos nossos heróis mártires como Che Guevara, o Gigante Oswaldão líder da Guerrilha do Araguaia.</p>
<p style="text-align: justify;">São dezenas de histórias que o Imperialismo e Ditadura esconderam. Há mais de 160 anos houve o Massacre de Porongos os lanceiros negros da Farroupilha o que aconteceu com as mulheres da praça de 1º de maio? O que aconteceu com diversos povos indígenas da nossa América Latina, o que aconteceu com tantos homens e mulheres que foram martirizados, por desejarem liberdade e justiça? Existem muitas barreiras uma ocultas e outras  declaradamente que nos excluem dos conhecimentos gerais infelizmente o negro brasileiro não conhece a riqueza cultural social de um irmão Colombiano, Uruguaio, Argentina, Boliviana, Peruana, Venezuelano, Argentino, Porto-Riquenho ou Cubano. Há uma presença física e espiritual em nossa história os mesmos que nos cerceiam de nossos valores são os mesmos que atacam os estadistas Hugo Chávez e Evo Morales Ayma, não admitem que esses lideres de origem nativa e afro-descendente busquem e tomem a autonomia para seus iguais, são esses mesmos que no discriminam e que nos oprime de nossa liberdade de nossas expressões que não seculares, e sim milenares.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste 1º de maio de diversas capitais e centenas de cidades e milhares de pessoas em sua maioria jovem afro-ameríndio descendente e simpatizante leram o manifesto Revolução Quilombolivariana e bradaram Vivas! a Simon Bolívar Viva! Zumbi!Tupac Amaru!Benkos BiojoS!Negra Hipólita! Sepé Tiaraju Alicutan!Sabino! Elesbão!Luis Gama,Lima Barreto,Cosme Bento! José Leonardo Chirinos !Antônio Ruiz,El Falucho! João Grande e Pajeú ,João Candido! Almirante Negro!Patrice Lumumba!Viva Che! Viva Martin Luther King!Malcolm X!Viva Oswaldão Viva! Mandela Viva!Luiz I.Lula da Silva, Viva! Chávez, Vivas! a Evo Ayma!Rafael Correa! Fernando Lugo!José Mujica(El Pepe)! Viva! a União dos Povos Latinos afro-ameríndios,! 1º de maio, Viva Muammar Kadafi!Hugo Chávez!Dilma! VIVA!Os Trabalhadores do Brasil e de todos os povos irmanados.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Movimento Revolucionário Socialista<br />
(Seja um, uma) QUILOMBOLIVARIANO<br />
Revolução Quilombolivariana! REQBRA<br />
O maior blog de Chávez e Chavista das Américas<br />
vivachavezviva.blogspot.com<br />
quilombonnq@bol.com.br<br />
Organização Negra Nacional Quilombo<br />
O.N.N.Q. Brasil .Fundação 20/11/1970<br />
Por Secretário Geral Antonio Jesus Silva</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">http://africas.com.br/site/index.php/archives/11781?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=Feed%3A+com%2FZLVz+%28AFRICAS.com.br%29</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2011/05/manifesto-em-solidariedade-povos-afro-amerindio-latinos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Carta da Comissão Pastoral da Terra / Bahia para o jornal A Tarde</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2011/05/carta-da-comissao-pastoral-da-terra-bahia-para-o-jornal-a-tarde/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2011/05/carta-da-comissao-pastoral-da-terra-bahia-para-o-jornal-a-tarde/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 May 2011 17:04:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia e Poder]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[manifestação]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[ribeirinh@s]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=18675</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/05/carta-da-comissao-pastoral-da-terra-bahia-para-o-jornal-a-tarde/' addthis:title='Carta da Comissão Pastoral da Terra / Bahia para o jornal A Tarde ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Sr. Editor, Com indignação lemos a matéria publicada no jornal A Tarde, edição de 10 de maio de 2011, com chamada de capa “Eles também querem carne”. A abordagem adotada pelo periódico para reportar a mobilização legítima realizada por entidades de luta pela terra é no mínimo uma lição de mau jornalismo, revela o preconceito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/05/carta-da-comissao-pastoral-da-terra-bahia-para-o-jornal-a-tarde/' addthis:title='Carta da Comissão Pastoral da Terra / Bahia para o jornal A Tarde ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">Sr. Editor,</p>
<p style="text-align: justify;">Com indignação lemos a matéria publicada no jornal A Tarde, edição de 10 de maio de 2011, com chamada de capa “Eles também querem carne”. A abordagem adotada pelo periódico para reportar a mobilização legítima realizada por entidades de luta pela terra é no mínimo uma lição de mau jornalismo, revela o preconceito recorrente dispensado aos enfretamentos feitos pelos movimentos sociais e desconsidera a trajetória história de luta das organizações envolvidas na Jornada de Lutas 2011. <span id="more-18675"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ao reduzir a Jornada de Lutas 2011 a um “piquenique” patrocinado pelo governo do Estado, o jornal deixa de informar à opinião pública o cenário atual de desmantelamento da política de reforma agrária na Bahia, marcado pela completa ausência do estado (executivo, legislativo e judiciário) na defesa do direito das populações empobrecidas sistematicamente enxotadas do campo.</p>
<p style="text-align: justify;">A matéria não apresentou a exigência da Jornada de Lutas 2011 em colocar a reforma agrária como prioridade estratégica na agenda política do Estado. Não aprofundou as denúncias do descumprimento reiterado do governo da Bahia de acordos firmados com os movimentos desde 2007. Deixou de abordar a insuficiência de recursos para a reforma agrária, aguçada ainda mais pelo corte de 50 bilhões no orçamento da União decretado pela presidenta Dilma Roussef, que atingiu 28,4 % do orçamento do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). No Estado da Bahia estão previstos investimentos de 5 milhões, enquanto para mineração são de mais de 40 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Não constam na matéria a morosidade no licenciamento ambiental das áreas de reforma agrária e comunidades tradicionais, as abusivas exigências para “regularização ambiental” que dificultam o acesso dos camponeses a créditos e a políticas públicas fundamentais, como água e moradia. Exigências que franqueiam para o agronegócio</p>
<p style="text-align: justify;">Também não foram abordadas as pressões da grilagem e grandes empreendimentos sobre as comunidades tradicionais (Quilombos, Fundos e Feichos de Pasto, Ribeirinhos e Pescadores). A ausência de uma discriminação e democratização do acesso às terras devolutas, cenário que se agrava em face de ausência de um órgão de Estado com autonomia administrativa e financeira para o exercício de tal atribuição. E ainda a falta de uma política pública de educação “do” e “para” os povos do campo. Hoje há apenas dois programas em curso &#8211; Escola Ativa, de âmbito nacional, e Intermediação Tecnológica, de âmbito estadual &#8211; que não atendem as especificidades do povo camponês. O Pro-jovem Campo, proposto pelos movimentos sociais, não tem avançado em sua implantação.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa decepção torna-se ainda maior diante da constatação de que, ao arejarem-se os concorrentes, começando a informar sem preconceitos sobre as questões sociais, o conceituado jornal A Tarde herda e assume a bandeira deixada pelo que teve de pior no passado, em termos de manipulação jornalística e mancomunação com os poderosos, distanciando-se da autêntica comunicação social.</p>
<p style="text-align: justify;">Atenciosamente,</p>
<p style="text-align: justify;">Marilda Ferri<br />
Assessora de Comunicação da Comissão Pastoral da Terra / Bahia<br />
12/05/2011</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2011/05/carta-da-comissao-pastoral-da-terra-bahia-para-o-jornal-a-tarde/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Carta Aberta do 1º Encontro de Comunidades Quilombolas da Bahia – Rumo a Construção do Conselho Estadual</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2010/04/carta-aberta-do-1%c2%ba-encontro-de-comunidades-quilombolas-da-bahia-%e2%80%93-rumo-a-construcao-do-conselho-estadual/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2010/04/carta-aberta-do-1%c2%ba-encontro-de-comunidades-quilombolas-da-bahia-%e2%80%93-rumo-a-construcao-do-conselho-estadual/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 13:53:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[quilombolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=1232</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2010/04/carta-aberta-do-1%c2%ba-encontro-de-comunidades-quilombolas-da-bahia-%e2%80%93-rumo-a-construcao-do-conselho-estadual/' addthis:title='Carta Aberta do 1º Encontro de Comunidades Quilombolas da Bahia – Rumo a Construção do Conselho Estadual ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Nós Comunidades Quilombolas das regiões (Baixo Sul; Recôncavo; Oeste; Sudoeste; Chapada Diamantina; Norte/Bahia; Salvador e Região Metropolitana; Sul; Extremo Sul; Irecê; Sisal; Agreste/Semi-Árido; Vale do São Francisco; Litoral Norte) do estado da Bahia, presentes neste Encontro comunicamos, primeiramente, a todas as comunidades quilombolas do Brasil e a todas as instâncias do poder público municipal, estadual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2010/04/carta-aberta-do-1%c2%ba-encontro-de-comunidades-quilombolas-da-bahia-%e2%80%93-rumo-a-construcao-do-conselho-estadual/' addthis:title='Carta Aberta do 1º Encontro de Comunidades Quilombolas da Bahia – Rumo a Construção do Conselho Estadual ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">Nós Comunidades Quilombolas das regiões (Baixo Sul; Recôncavo; Oeste; Sudoeste; Chapada Diamantina; Norte/Bahia; Salvador e Região Metropolitana; Sul; Extremo Sul; Irecê; Sisal; Agreste/Semi-Árido; Vale do São Francisco; Litoral Norte) do estado da Bahia, presentes neste Encontro comunicamos, primeiramente, a todas as comunidades quilombolas do Brasil e a todas as instâncias do poder público municipal, estadual e federal, os principais objetivos e deliberações deste Encontro: garantir a articulação e mobilização das Comunidades Quilombolas como forma de contribuir para o fortalecimento político do segmento no estado; possibilitar a construção de estratégias comuns de enfrentamento do racismo institucional que inviabiliza o desenvolvimento das comunidades remanescentes de quilombos e impulsionar a criação do Conselho Estadual de Comunidades Quilombolas da Bahia, que é o segundo estado com população quilombola do Brasil com mais de 600 comunidades identificadas.</p>
<p>Prioridades de atuação do Conselho Estadual</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Regularização fundiária dos territórios quilombolas (titulação);</li>
<li> Fortalecimento político-institucional das organizações quilombolas, bem como a criação e acompanhamento de conselhos: municipais, regionais e territoriais;</li>
<li> Controle social, implementação e fiscalização das políticas públicas e ações afirmativas, sobretudo nas áreas de: implantação do Programa Luz e Água Para Todos; implementação de Centro de Referencia de Assistência Social (CRAS) quilombola; juventude e mulheres quilombolas; capacitação de profissionais de saúde para o tratamento da Anemia Falciforme; assistência técnica (ATER Quilombola) e política de crédito rural; distribuição e fiscalização das cestas básicas, sementes e merenda escolar às Comunidades Quilombolas;</li>
<li> Ampliar e fortalecer a representatividade quilombola nos parlamentos;</li>
<li> Implantação do PAC Quilombola;</li>
<li> Lutar contra o impedimento do acesso aos territórios quilombolas, promovido pelos grandes proprietários de terra (a exemplo de cercamento de manguezais), através da ação conjunta deste Conselho com o Ministério Público;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, reafirmamos a importância da criação deste Conselho, fruto da organização e luta política dos quilombolas na Bahia ao longo de sua história e para o fortalecimento da organização e representação quilombola a nível nacional, sobretudo a CONAQ.</p>
<p>Assinam este documento, as lideranças das comunidades quilombolas das regiões presentes neste Encontro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2010/04/carta-aberta-do-1%c2%ba-encontro-de-comunidades-quilombolas-da-bahia-%e2%80%93-rumo-a-construcao-do-conselho-estadual/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quilombo de Palmas cercado pelos ruralistas</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2010/04/quilombo-de-palmas-cercado-pelos-ruralistas/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2010/04/quilombo-de-palmas-cercado-pelos-ruralistas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 03:27:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=1213</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2010/04/quilombo-de-palmas-cercado-pelos-ruralistas/' addthis:title='Quilombo de Palmas cercado pelos ruralistas ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->A Comunidade do Quilombo de Palmas, na região de Bagé/RS, está sofrendo pressão de fazendeiros, que estão em vigília na entrada do quilombo há 15 dias. Representantes do Movimento Negro denunciaram ao Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa RS, ao Ministério Público Federal e Estadual, além de outros órgãos, esta presença ostensiva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2010/04/quilombo-de-palmas-cercado-pelos-ruralistas/' addthis:title='Quilombo de Palmas cercado pelos ruralistas ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">A Comunidade do Quilombo de Palmas, na região de Bagé/RS, está sofrendo pressão de fazendeiros, que estão em vigília na entrada do quilombo há 15 dias. Representantes do Movimento Negro denunciaram ao Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa RS, ao Ministério Público Federal e Estadual, além de outros órgãos, esta presença ostensiva em via pública gerando constrangimentos e impedindo, inclusive, a entrada do INCRA para a realização do trabalho de demarcação da área.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/heK-N5dkGlk&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/heK-N5dkGlk&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Um documento elaborado pelos representantes do movimento negro ontem, dia 20, exige providências aos órgãos responsáveis, como a polícia federal, Secretaria de Segurança Pública do RS, Ministério Publico Federal e Estadual, a Procuradoria do Incra entre outros. Exige-se que estes órgãos garantam a integridade física e moral dos Quilombolas e das Lideranças da Associação, bem como, da defesa do território que se encontra com a presença dos ruralistas fiscalizando o movimento de quem passa para impedir que o INCRA acesse o quilombo.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*não foram utilizados depoimentos dos quilombolas neste vídeo por solicitação dos mesmos, que temem por represálias por parte dos ruralistas</em></p>
<p>Fonte: <a href="http://coletivocatarse.blogspot.com/2010/04/quilombo-de-palmas-cercado-pelos.html" target="_blank">Coletivo Catarse</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2010/04/quilombo-de-palmas-cercado-pelos-ruralistas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quilombo de Mangueiras, em Belo Horizonte, pode ser impactado pela Copa do Mundo de 2014</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2010/04/quilombo-de-mangueiras-em-belo-horizonte-pode-ser-impactado-pela-copa-do-mundo-de-2014/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2010/04/quilombo-de-mangueiras-em-belo-horizonte-pode-ser-impactado-pela-copa-do-mundo-de-2014/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 16:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[afrodescendentes]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=1195</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2010/04/quilombo-de-mangueiras-em-belo-horizonte-pode-ser-impactado-pela-copa-do-mundo-de-2014/' addthis:title='Quilombo de Mangueiras, em Belo Horizonte, pode ser impactado pela Copa do Mundo de 2014 ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->O Núcleo de Estudos de Populações Quilombolas e Tradicionais da Universidade Federal de Minas Gerais, NuQ/UFMG, divulgou nota denunciando o descaso do Poder Público Municipal, de Belo Horizonte, pela situação específica da Comunidade Quilombola de Mangueiras frente ao mega empreendimento que está sendo planejado sobre seu território tradicional, em processo avançado de regularização junto ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2010/04/quilombo-de-mangueiras-em-belo-horizonte-pode-ser-impactado-pela-copa-do-mundo-de-2014/' addthis:title='Quilombo de Mangueiras, em Belo Horizonte, pode ser impactado pela Copa do Mundo de 2014 ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">O Núcleo de Estudos de Populações Quilombolas e Tradicionais da Universidade Federal de Minas Gerais, NuQ/UFMG, divulgou nota denunciando o descaso do Poder Público Municipal, de Belo Horizonte, pela situação específica da Comunidade Quilombola de Mangueiras frente ao mega empreendimento que está sendo planejado sobre seu território tradicional, em processo avançado de regularização junto ao INCRA.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja abaixo a nota oficial (clique na lupa com um sinal + para ampliar ou na seta para baixo para baixar o arquivo):</p>
<div style="text-align: center;"><object id="0002644531ac3e448ed981271896054" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="520" height="380" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://v.calameo.com/2.0/cviewer.swf?bkcode=0002644531ac3e448ed98&amp;langid=pt" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="0002644531ac3e448ed981271896054" type="application/x-shockwave-flash" width="520" height="380" src="http://v.calameo.com/2.0/cviewer.swf?bkcode=0002644531ac3e448ed98&amp;langid=pt" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" quality="high"></embed></object></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2010/04/quilombo-de-mangueiras-em-belo-horizonte-pode-ser-impactado-pela-copa-do-mundo-de-2014/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Diversidade marca encontro quilombola de Pelotas</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2010/04/diversidade-marca-encontro-quilombola-de-pelotas/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2010/04/diversidade-marca-encontro-quilombola-de-pelotas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 14:38:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[afrodescendentes]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=1133</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2010/04/diversidade-marca-encontro-quilombola-de-pelotas/' addthis:title='Diversidade marca encontro quilombola de Pelotas ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Os esforços pelo reconhecimento e consolidação das comunidades rurais quilombolas da região sul foram o grande foco, mas o que chamou a atenção durante o 4º Encontro Regional Quilombola &#8211; primeira vez em Pelotas &#8211; foi a diversidade cultural empregada como instrumento de conquistas. Música, dança e muita criatividade artesanal reuniram mais de 700 pessoas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2010/04/diversidade-marca-encontro-quilombola-de-pelotas/' addthis:title='Diversidade marca encontro quilombola de Pelotas ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">Os esforços pelo reconhecimento e consolidação das comunidades rurais quilombolas da região sul foram o grande foco, mas o que chamou a atenção durante o 4º Encontro Regional Quilombola &#8211; primeira vez em Pelotas &#8211; foi a diversidade cultural empregada como instrumento de conquistas. Música, dança e muita criatividade artesanal reuniram mais de 700 pessoas, durante todo o sábado (17), no encontro promovido pelo Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor (Capa).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" title="quilombolas" src="http://wp.clicrbs.com.br/pelotasmais/files/2010/04/dsc_0582.jpg" alt="" width="448" height="298" /></p>
<p style="text-align: justify;">Dentre batuques de tambores e acordes de berimbaus, homenagens às comunidades quilombolas contempladas com a certidão de Autodefinição da Fundação Cultural Palmares, palestras e prestações de serviços, o evento marcou também o lançamento do catálogo das Redes de Artesanato Quilombola.<span id="more-1133"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O material reúne uma coleção de produtos artesanais como cestos, quipes, balaios em fibras e palhas, tapeçaria, bolsas e biojóias confeccionados por 35 artesãos rurais de 11 comunidades atendidas pelo Capa.</p>
<p style="text-align: justify;">- É o resultado de seis anos de construção desta rede, de um trabalho de troca de saberes e técnicas que estavam à beira do esquecimento. Primeiro buscamos resgatar essas práticas, e, em um segundo momento, transformamos esse resgate em fonte de renda &#8211; ressaltou a técnica do Capa e apoiadora da Rede, Daniela Lessa.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem passou a contar com o catálogo produzido em versão impressa e também digital, ambas ilustradas, vê no recurso uma forma de valorizar e difundir o artesanato.</p>
<p style="text-align: justify;">- Isto facilita a divulgação da rede e favorece a nossa participação em outros eventos &#8211; analisou o artesão Eliezer Danilo Melo, da comunidade Maçambique de Canguçu. A Rede criada também resultou na consolidação da marca Artesanato Quilombola.</p>
<p style="text-align: justify;">O encontro teve ainda mostra etnofotográfica, espaço infantil com o Encontrinho Quilombola e serviço de orientação à comunidade, disponibilizado pelo Balcão da Cidadania através da Defensoria Pública da União em Pelotas, com cerca de 50 atendimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">- Foi sem dúvida um grande momento. Principalmente por ter acontecido pela primeira vez aqui em Pelotas, cidade foco da disseminação desta cultura no passado. Este encontro reafirma a organização destas comunidades que com estas novas técnicas se fortalecem para enfrentarem as dificuldades e melhorarem suas condições de vida &#8211; avaliou a coordenadora do Capa, Rita Surita.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Participação angolana é destaque</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alvo de muitos olhares curiosos e inúmeros pedidos de poses para fotografias, a dupla de intercambistas angolanos que participou do evento pautaram suas falas na troca de experiências, especialmente no setor da agricultura familiar e na importância da unidade nas comunidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao acompanhar as demais participações, com um chimarrão na mão, o visitante africano que é diretor da Ong Associação Construindo Comunidades (ACC), Domingos Fingo exemplificou a integração com a bebida símbolo dos gaúchos:</p>
<p style="text-align: justify;">- não tem um gosto muito definido, é bastante amargo, mas é impressionante como esta bebida é sinônimo de fraternidade e unidade. As pessoas bebem juntos, compartilham, é um verdadeiro espírito de irmandade, tem tudo a ver com a proposta dos quilombos &#8211; comparou Fingo dizendo que vai levar cuia, bomba e uma muda de erva mate para a Angola.</p>
<p style="text-align: justify;">Por <a href="http://wp.clicrbs.com.br/pelotasmais/2010/04/19/diversidade-artistica-marca-encontro-quilombola-de-pelotas/" target="_blank">Pelotas Mais</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2010/04/diversidade-marca-encontro-quilombola-de-pelotas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

