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	<title>Combate ao Racismo Ambiental &#187; quilombolas</title>
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	<description>Dedicado por Tania Pacheco ao GT Combate ao Racismo Ambiental e às suas lutas</description>
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		<title>Encontro aberto: defina sua participação na TV Cúpula</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 16:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula dos Povos]]></category>
		<category><![CDATA[direito à comunicação e informação]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">Um dos principais canais de informação das atividades da Cúpula dos Povos, a <a href="http://cupuladospovos.org.br/category/tv-cupula/" target="_blank"><strong>TV Cúpula</strong></a> começa a se consolidar a partir de uma experiência colaborativa. Para isso, faz um chamado a todos os interessados em fazer parte da produção de conteúdo audiovisual que será veiculado durante a conferência, paralela à Rio+20, de 15 a 23 de junho. Na próxima quinta-feira (24/5), às 17h, será realizado um encontro aberto para definição de propostas e debate da grade de programação da TV.</p>
<p style="text-align: justify;">O conteúdo da TV Cúpula será transmitido via web e por monitores distribuídos pelo Parque do Flamengo, onde serão concentradas as atividades do evento. Um <em>videowall</em> também será instalado na sede da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (a Rio+20 oficial), no Rio Centro.</p>
<p style="text-align: justify;">Há três esferas de colaboração. Confira:</p>
<p style="text-align: justify;">§ <strong>Envio de material já produzido e finalizado</strong>. O conteúdo, uma vez disponível na internet, deve ser direcionado à TV Cúpula pela plataforma colaborativa Rede dos Povos. Este é o principal meio de recepção e seleção de conteúdo para a programação da TV Cúpula. Portanto, você já pode colaborar. Para começar, é preciso fazer apenas o cadastro no site e postar o link do vídeo, com uma breve descrição (sinopse, ficha técnica e tempo de duração). Para mais detalhes, veja o <a href="http://rede.cupuladospovos.org.br/2012/05/participe-da-rede-confira-o-passo-a-passo/" target="_blank"><strong>passo a passo</strong></a>. Em caso de dúvidas sobre o envio do material, entre em contato conosco pelo e-mail tvcupula@rio2012.org.br<wbr>.<span id="more-54164"></span></wbr></p>
<p style="text-align: justify;">§ <strong>Propostas de colaboração e sugestão de temas</strong>. A TV Cúpula é um espaço de todos. Por isso, está aberta para receber sugestões de pautas, abordagens, programas, estéticas, formatos etc. Além disso, também é possível alinhar a produção de conteúdo por parte de coletivos audiovisuais e colaboradores independentes. Se você tem uma ideia e pode colocá-la em prática, compareça à reunião para alinharmos suas propostas à grade de programação.</p>
<p style="text-align: justify;">§ <strong>Atuação direta na produção</strong>. Possui conhecimentos técnicos e experiência em audiovisual? Você pode se tornar um voluntário da TV Cúpula. Durante o próximo encontro, vamos definir de que forma é possível atuar diretamente na produção da programação.</p>
<p style="text-align: justify;">Defina sua forma de participação e compareça ao encontro!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Encontro TV Cúpula</strong><br />
Quando: 24 de maio (quinta-feira), às 17h<br />
Onde: Centro Teatro do Oprimido. Rua Mem de Sá, 31, Lapa – Rio de Janeiro</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos</strong><br />
tvcupula@rio2012.org.br<br />
Tel: (21) 2221-8799/ (21) 2526-0180</p>
<p style="text-align: justify;">http://cupuladospovos.org.br/2012/05/encontro-aberto-defina-sua-participacao-na-tv-cupula/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=Feed%3A+CupulaDosPovosNaRio20+%28C%C3%BApula+dos+Povos+na+Rio%2B20%29</p>
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		<title>Quilombo São José da Serra, reduto sagrado de jongo</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2012/05/quilombo-sao-jose-da-serra-reduto-sagrado-de-jongo/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 13:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>

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<!-- AddThis Button END -->Juliana Correia Em Valença, município que fica a três horas do centro do Rio de Janeiro, vive um grupo de aproximadamente 200 descendentes de escravos comprados, em torno de 1850, para trabalhar nas plantações de café da região. Esses negros formaram o Quilombo São José da Serra. Todos os anos uma grande fogueira é acesa [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Juliana Correia</p>
<p style="text-align: justify;">Em Valença, município que fica a três horas do centro do Rio de Janeiro, vive um grupo de aproximadamente 200 descendentes de escravos comprados, em torno de 1850, para trabalhar nas plantações de café da região. Esses negros formaram o Quilombo São José da Serra.<span id="more-54140"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Todos os anos uma grande fogueira é acesa para celebrar com muito jongo a Abolição da Escravatura e o Dia de Zumbi dos Palmares – 13 de maio e 20 de novembro, respectivamente. Nessas datas, o quilombo recebe visitantes, que acampam no local. É que a festa vai até o dia amanhecer e conta ainda com capoeira, Folia de Reis, Samba de Roda, comidas típicas, como feijoada preparada no fogão a lenha, batata e milho assados na fogueira.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem não sabe, o jongo é de fundamental importância para a história da Música Popular Brasileira, pois foi um dos ritmos que deu origem ao samba. A dança, os instrumentos &#8211; dois tambores: um grave, chamado caxambu ou tambu, e um agudo, o candongueiro – e o canto (os pontos) entretinham os escravos, mas também serviam para organizar fugas e zombar dos senhores das fazendas entre outras finalidades. Antigamente, as crianças não participavam. O caráter religioso ainda é forte, visto a reverência feita aos tambores e as constantes exaltações aos santos católicos e aos orixás existentes nas letras dos pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">O Blog de Bamba esteve no Quilombo São José no último final de semana acompanhando a excursão promovida pelo geógrafo Walmir Pimentel, músico da Roda de Samba da Pedra do Sal. Todos os anos ele leva os alunos e, dessa vez, resolveu convidar também amigos sambistas:</p>
<p style="text-align: justify;">- Aqui aprendemos muito sobre nossa própria história, nossa cultura. Como os quilombolas preservam tantas tradições e, por serem tão integrados, nós voltamos pra casa com verdadeiras lições de vida &#8211; ensina Pimentel.</p>
<p style="text-align: justify;">O ferro a carvão, o fogão a lenha, o terço de São Gonçalo rezado principalmente pelas parteiras, o plantio coletivo de milho e feijão e o mutirão para “catar” sapê na mata para construir o telhado das casas de adobe são algumas das características que remontam o passado presente do lugar. Há ainda outros festejos, estes não abertos ao público, como as festas juninas e os casamentos. No dia de Cosme e Damião, 27 de setembro, uma cerimônia no Centro de Umbanda São Jorge Guerreiro e Caboclo Rompe Mata &#8211; fundado por Mãe Zeferina, na parte alta do quilombo, substitui o jongo. O sincretismo também é característico na região visto a pequena capela destinada a São José Operário, padroeiro da comunidade, onde acontecem missas católicas mensais celebradas por um padre de Valença.</p>
<p style="text-align: justify;">A energia elétrica chegou ao Quilombo São José há menos de dez anos. A cachoeira, o grande jequitibá (que tem mais de três séculos e quem os quilombolas asseguram ser a força matriz da comunidade) e a pedreira de Xangô são localidades especiais na cultura do lugar e pela beleza chamam a atenção também dos visitantes que se embrenham pelas trilhas.</p>
<p style="text-align: justify;">As lendas, como a Mãe D&#8217;Água e a Mãe do Ouro, rondam o Quilombo e fazem brilhar os olhos de Tio Manoel, de 91 anos, autoridade maior da comunidade, que dançou jongo até alta madrugada:</p>
<p style="text-align: justify;">- A Mãe do Ouro é uma bola brilhante que vai mudando de cor e some lá na Serra do Cavalo Ruço. Sempre que isso acontece alguma coisa boa está para vir &#8211; observa o patriarca.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde a hora em que chegamos, por volta do meio-dia de sábado, 12 de maio, atabaques e tambores ecoaram sem parar até as 8h da manhã de domingo. No vídeo é possível sentir a energia com que os jongueiros cantavam e dançavam e entender porque o Blog de Bamba voltará ao Quilombo muitas outras vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">-</p>
<p style="text-align: justify;">http://oglobo.globo.com/blogs/blogdebamba/posts/2012/05/18/quilombo-sao-jose-da-serra-reduto-sagrado-de-jongo-445480.asp</p>
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		<title>Anistia Internacional: Lançamento do Relatório Anual 2012, dia 24 de maio, às 10h, no Palácio do Catete (RJ)</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 13:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito ao Conhecimento]]></category>
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		<category><![CDATA[CPT]]></category>
		<category><![CDATA[quilombolas]]></category>

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<!-- AddThis Button END -->Enviada por Antônia Rodrigues.]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: center;"><a href="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/05/4cde87.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-54133" title="4cde87" src="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/05/4cde87.jpg" alt="" width="623" height="230" /></a></p>
<p>Enviada por Antônia Rodrigues.</p>
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		<title>GT debate direito autoral de comunidades tradicionais</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2012/05/gt-debate-direito-autoral-de-comunidades-tradicionais/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 20:56:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[cultura e tradições]]></category>
		<category><![CDATA[direitos autorais]]></category>
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<!-- AddThis Button END -->Por Daiane Souza O Grupo de Trabalho (GT) Expressões Culturais Tradicionais e dos Povos Indígenas do Ministério da Cultura (Minc) se reuniu nesta quinta-feira (17) para debater sobre os direitos autorais como patrimônio cultural das comunidades tradicionais. Até o mês de agosto o GT deverá finalizar levantamento de informações e relatório que servirão de subsídio [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" title="quilombolas" src="http://www.palmares.gov.br/wp-content/uploads/2012/05/direitoautoral.jpg" alt="" width="594" height="271" /></p>
<p style="text-align: justify;">Por Daiane Souza</p>
<p style="text-align: justify;">O Grupo de Trabalho (GT) Expressões Culturais Tradicionais e dos Povos Indígenas do Ministério da Cultura (Minc) se reuniu nesta quinta-feira (17) para debater sobre os direitos autorais como patrimônio cultural das comunidades tradicionais. Até o mês de agosto o GT deverá finalizar levantamento de informações e relatório que servirão de subsídio para a elaboração de políticas de proteção dos conhecimentos e expressões culturais dessas populações, em cumprimento a Portaria nº 37 de 12 de abril de 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Do GT participam a Fundação Cultural Palmares (FCP), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Secretaria de Cidadania Cultural e a Diretoria de Direitos Intelectuais da Secretaria de Políticas Culturais. A ideia é que as produções que expressam a identidade dos grupos étnicos brasileiros tenham reconhecidos e protegidos esses valores enquanto patrimônio nacional e segundo os tratados e convenções internacionais dos quais o Brasil é signatário.<span id="more-54078"></span>A Lei do Direito Autoral vigente no Brasil trata da coletividade criadora como co-autoria em obra por iniciativa, organização e responsabilidade de uma pessoa física ou jurídica que a publica sob seu nome ou marca, o que não acontece nas aldeias e quilombos, uma vez que as danças, ritmos e a feitura artesanal de alimentos vão além do caráter criativo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Identidade -</strong> De acordo com Alexandro Reis, diretor do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da Fundação Cultural Palmares, essas manifestações ultrapassam séculos e se configuram em responsabilidade sócio-econômica e cultural de pertencimento étnico. “Uma canção desenvolvida no quilombo pode contar a trajetória do grupo em um longo espaço de tempo, responsabilizando a atuação de gerações sobre um legado ancestral”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">Já nas etnias indígenas as pinturas corporais, além de terem significados religiosos, hierárquicos e até de estados de espírito, são muito próprias de cada povo. Os traços são referências também históricas de cada uma dessas sociedades. Segundo Ana Gita, coordenadora-geral de Identificação e Registro do Minc, a Lei não define até onde seguem os direitos de autoria, o que torna mais difícil proteger as produções de grupos que têm em suas criações sua identidade coletiva.</p>
<p style="text-align: justify;">“O Ministério precisa ter posicionamento sobre esse direito que não está posto a fim de salvaguardar este patrimônio”, afirmou Ana. “É preciso afastar a falácia da impossibilidade de proteção do que é imaterial e dedicarmos atenção especial a detalhes como esses presentes em ritos, danças e outras manifestações”, afirmou Victor Gameiro Drummond, advogado especialista em direito autoral.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Exploração</strong> – Durante a reunião foram citados os casos dos indígenas Waiãpi e Krahô que já foram vítimas da exploração artística e cultural. Nos dois casos, pessoas não identificadas como pertencentes às etnias desenvolveram peças industrializadas adornadas com traços destes grupos. As pinturas e artesanatos foram utilizadas para que os comerciantes se promovessem. Os indígenas não tiveram participação nos ganhos econômicos nem como reclamar os direitos de uso sobre a própria identidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outra situação, peças características de uma comunidade tradicional fizeram parte do cenário de propaganda de uma marca de sandálias. Em nenhum momento a comunidade foi avisada da campanha e os lucros com a venda do produto não se reverteram em benefícios aos produtores das peças. “O país precisa avançar no processo de proteção, para não se limitar a preservação dos conhecimentos”, ressaltou Drummond.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desafios</strong> – Para os membros do GT o principal desafio para a elaboração do documento está na construção de um direito que trate da garantia de todas as propriedades legais (autoral, industrial e constitucional) para embasar as políticas de proteção ao que é produzido por esses grupos. Entre as definições a serem estudadas estão sujeito, objeto e formas de representação nacional e internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as possibilidades propostas pelo GT para a execução destas políticas está o tombamento das manifestações culturais pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Nesse sentido, duas categorias precisam ser amadurecidas: o que pode vir a ser um marco regulatório de proteção e preservação dos valores das comunidades tradicionais e o modo como a sociedade se apropriará desta intenção do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.palmares.gov.br/2012/05/gt-debate-direito-autoral-de-comunidades-tradicionais/</p>
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		<title>Reunião do GT Rio+20 do Fórum de Saúde do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 20:26:34 +0000</pubDate>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">Convocatória para as entidades proponentes que queiram incorporar outras atividades à Tenda do Fórum de Saúde do Rio de Janeiro na Cúpula dos Povos que compareçam à reunião do GT Rio+20, na UERJ, dia 22 de maio às 18h. A reunião ocorrerá na UERJ, nono andar, bloco D, auditório B.</p>
<p style="text-align: justify;">Aguardamos não somente os que desejarem propor atividades, mas todas as entidades proponentes para organizarmos nossas atividades da Tenda na Rio+20 de forma articulada.</p>
<p style="text-align: justify;">Enviada por Alexandre Anderson.</p>
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		<title>Incêndio ameaça Parque Memorial Quilombo dos Palmares</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 19:58:07 +0000</pubDate>
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<p style="text-align: justify;">A Serra da Barriga em União dos Palmares, local onde está instalado o Parque Quilombo dos Palmares, voltou a ser atingida por um incêndio de grandes proporções no início da tarde desta segunda-feira, 21 de maio. Há quase um mês, uma pequena fogueira rapidamente se alastrou pelo local e por pouco não destruiu o memorial, um dos maiores patrimônios históricos do Estado de Alagoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e se dirigiram ao local para tentar conter as chamas com a ajuda de duas unidades Auto Bomba Tanque (ABTs) e de Auto-Salvamento Especial (ASEsp). O incêndio teve início por volta das 12 horas, próximo ao observatório, no entanto, até às 14 horas o fogo ainda não tinha sido controlado.</p>
<p style="text-align: justify;">Policiais Civis e Militares também estiveram no local para conversar com funcionários do Centro Cultural, que conta a história do Quilombo dos Palmares, a fim de descobrir o que teria motivado o incêndio. De acordo com as informações policiais, representantes do parque voltaram a afirmar que o incêndio foi criminoso. Até o momento, não há registro de feridos.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, posseiros e representantes do parque brigam na Justiça sobre a posse da terra. Os posseiros se recusam a deixar as terras pertencentes à área onde o patrimônio histórico fica instalado.</p>
<p style="text-align: justify;">http://aquiacontece.com.br/noticia/2012/05/21/incendio-ameaca-parque-memorial-quilombo-dos-palmares</p>
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		<title>Quilombo Rio dos Macacos: Forças Armadas Brasileiras reprimem Quilombolas!!!</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 17:33:35 +0000</pubDate>
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<p style="text-align: justify;">Repressão aos Quilombolas pelas Forças Armadas Brasileiras, com a suposta desculpa de construção de Alojamentos/Casa!!!</p>
<p style="text-align: justify;">Compartilhada por Haroldo Oliveira.</p>
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		<title>Porto Sul, não!</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 12:53:45 +0000</pubDate>
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		<title>Novo Código Florestal é retrocesso, diz jurista</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 19:02:43 +0000</pubDate>
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<!-- AddThis Button END -->Blog do Eliomar A faculdade Christus encerra nesta sexta-feira, em seu auditório, o seminário Conflitos Ambientais e Direitos Humanos. Entre os conferencistas, o jurista Carlos Frederico Marés de Sousa, da PUC do Paraná, nome dos mais respeitados na área. Ele abordará o tema &#8220;Direitos e Participação Popular”, a partir das 14h30min. Para o Blog, Carlos Frederico falou sobre [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Blog do Eliomar</p>
<p style="text-align: justify;">A faculdade Christus encerra nesta sexta-feira, em seu auditório, o seminário Conflitos Ambientais e Direitos Humanos. Entre os conferencistas, o jurista Carlos Frederico Marés de Sousa, da PUC do Paraná, nome dos mais respeitados na área. Ele abordará o tema &#8220;Direitos e Participação Popular”, a partir das 14h30min.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o Blog, Carlos Frederico falou sobre o Novo Código Florestal e disse esperar que a presidente Dilma vete toda a matéria.</p>
<p style="text-align: justify;">Enviada por Rodrigo de Medeiros Silva.</p>
<p style="text-align: justify;">http://blog.opovo.com.br/blogdoeliomar/novo-codigo-florestal-e-retrocesso-diz-jurista/#.T7Z5Qq66fOY.facebook</p>
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		<title>Cúpula dos Povos: várias vozes, um objetivo</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 18:52:40 +0000</pubDate>
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<!-- AddThis Button END -->Nos últimos dias 11 e 12 de maio, vozes de todo o planeta se reuniram no encontro do Grupo de Articulação Internacionalizado da Cúpula dos Povos. Em meio aos mais variados sotaques e opiniões, um objetivo se fez claro: a luta por justiça socioambiental. Neste vídeo produzido pela nossa TV Cúpula, representantes de organizações do Canadá, [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">Nos últimos dias 11 e 12 de maio, vozes de todo o planeta se reuniram no encontro do Grupo de Articulação Internacionalizado da Cúpula dos Povos. Em meio aos mais variados sotaques e opiniões, um objetivo se fez claro: a luta por justiça socioambiental.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste vídeo produzido pela nossa TV Cúpula, representantes de organizações do Canadá, Senegal, Filipinas, México, Estados Unidos e de muitos outros países expressam suas visões sobre a “economia verde“, mercado de carbono e sobre outras questões-chave da Rio+20.</p>
<p style="text-align: justify;">“”A economia verde é bem simples: coloca preço sobre a água, sobre as plantas, sobre o ar, sobre os animais. Basicamente, nós dizemos que essas coisas não têm preço”, disse Cindy Wiesner, da Global Justice Alliance.</p>
<p style="text-align: justify;">Assista ao vídeo “Várias vozes, um objetivo”, da TV Cúpula:</p>
<p> <object width="500" height="315" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qs-LkLPNP9c?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="500" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/qs-LkLPNP9c?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>http://cupuladospovos.org.br/2012/05/cupula-dos-povos-varias-vozes-um-objetivo/?utm_source=feedburner&#038;utm_medium=email&#038;utm_campaign=Feed%3A+CupulaDosPovosNaRio20+%28C%C3%BApula+dos+Povos+na+Rio%2B20%29</p>
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		<title>Economia verde: quem vai pagar essa conta?</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 18:45:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[crítica ao capitalismo]]></category>
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<!-- AddThis Button END -->Um dos questionamentos mais fortes que se fará presente durante a Cúpula dos Povos na Rio+20 é a questão da“economia verde“. Na opinião das organizações que compõem A Cúpula, a economia verde mascara a real ação dos países que mais contribuem para a poluição ambiental no mundo. Além de todos os problemas ambientais e também [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">Um dos questionamentos mais fortes que se fará presente durante a Cúpula dos Povos na Rio+20 é a questão da“economia verde“. Na opinião das organizações que compõem A Cúpula, a economia verde mascara a real ação dos países que mais contribuem para a poluição ambiental no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de todos os problemas ambientais e também sociais gerados pela exploração indiscriminada do meio ambiente, há também o fato de que, independentemente do que esses países façam para tentar minimizar os problemas, nada será suficiente para solucioná-los inteiramente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E aí, quem paga a conta?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os prejuízos recaem sobre os países que poluem menos – bem como sobre os povos sem voz –, como é o caso dos indígenas, dos pequenos agricultores etc., que muitas vezes são obrigados a assistir à apropriação de seus territórios pelos mais influentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses e outros são questionamentos que o organizador da Conferência Mundial dos Povos Sobre Mudanças Climáticas, <strong>Pablo Sólon</strong>, pretende discutir ao longo do evento. Para ele, não há como esperar mais 20 anos para que as atitudes necessárias sejam tomadas. Também há a expectativa de que países emergentes como Brasil, Índia e África do Sul se conscientizem desde cedo sobre a importância de se desenvolver de modo sustentável e responsável.</p>
<p style="text-align: justify;">Assista à entrevista com Pablo Sólon em vídeo produzido pela Via Campesina para a TV Cúpula.<span id="more-53727"></span></p>
<p><object width="500" height="315" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mzfUV9Icftw?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="500" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/mzfUV9Icftw?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: justify;">http://cupuladospovos.org.br/2012/05/economia-verde-quem-vai-pagar-essa-conta/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=Feed%3A+CupulaDosPovosNaRio20+%28C%C3%BApula+dos+Povos+na+Rio%2B20%29</p>
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		<title>Me rendo ou luto contra o preconceito?</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 14:28:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
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		<category><![CDATA[discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[população negra]]></category>
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<!-- AddThis Button END -->do blog Tatu Tatu Xamaraka Esta é a dúvida que persegue os indígenas universitários diariamente, seja nas salas de aula, nos corredores da instituição ou pelas ruas, quando são alvos da discriminação e do “preconceito de olhos azuis”. Ontem, na Universidade Estadual de Feira de Santana deu-se início ao 2º Seminário de Afro-Brasileiros e Indígenas [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><div id="attachment_53705" class="wp-caption aligncenter" style="width: 668px"><a href="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/05/sam_7160.jpg"><img class="size-full wp-image-53705 " title="sam_7160" src="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/05/sam_7160.jpg" alt="" width="658" height="493" /></a><p class="wp-caption-text">Esq / dir: Eduarda Tuxá (Direito), Renira Tuxá (Biologia), Bruna Tuxá (Administração), Lívia (Odontologia), Mayane Tuxá (Enfermagem), Maryane Tuxá (Odontologia)</p></div>
<p style="text-align: justify;">do blog Tatu Tatu Xamaraka</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é a dúvida que persegue os indígenas universitários diariamente, seja nas salas de aula, nos corredores da instituição ou pelas ruas, quando são alvos da discriminação e do “preconceito de olhos azuis”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ontem, na Universidade Estadual de Feira de Santana deu-se início ao 2º Seminário de Afro-Brasileiros e Indígenas (8 a 10 de maio, Módulo 7, Auditório 5), um evento de grande importância para ambos os povos em questão. O pequeno auditório esteve lotado durante todo o dia, sendo palco de um momento único, onde estudantes indígenas, negros e simpatizantes puderam discutir questões sociais, políticas afirmativas e bolsas auxílios, se abrindo de coração para expressar o seu sentimento quanto estudante “diferente”, relatando os preconceitos vividos dentro da comunidade acadêmica, mostrando a decepção de encontrar neste ambiente, que no mínimo deveria ter uma maior compreensão quanto às singularidades e à diversidade cultural, o mesmo preconceito enraizado que se encontra nas ruas.<span id="more-53704"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Depois das falas da mesa e dos debates no período da manhã, alguns estudantes indígenas Tuxá da UEFS fizeram o seu tradicional ritual de dança, O TORÉ, passando a todos uma energia positiva e a certeza de que, embora haja diversos problemas, a cultura indígena e do povo Tuxá se mantém viva e expressa na garra e coragem destes universitários.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a tarde, necessariamente às 17h , dá-se início a mesa 4, com o tema COTIDIANO DE DISCRIMINAÇÕES DAS IDENTIDADES NEGRA E INDÍGENA, com coordenação da Professora Patrícia Navarro, formada pelos Estudantes Indígenas Josevan Tuxá, Fabinho Arfer Juntá Tuxá e da Quilombola Luciene Paulo Cruz, além da presença ilustre da Professora Maria Rosário Gonçalves de Carvalho (Etinóloga  e Coordenadora do PINEB/UFBA).</p>
<p style="text-align: justify;">O Estudante Fabinho Tuxá apresentou os bordões mais conhecidos, que têm como escopo minimizar o Indígena, entre eles:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Porque não está pelado? Cadê sua oca? Você fala Tupi? Porque você tem pelos? Porque seu cabelo não é liso? Porque não volta pro mato? Lá vocês ficam pelados? O que é isso? É tatuagem? Lá as índias ficam peladas..? hum… Índio com celular, face…?&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Relatou também casos que ocorrem, desde o princípio, dentro da cidade onde se localiza a aldeia Tuxá, Rodelas &#8211; BA; casos dentro das escolas, onde os estudantes indígenas tinham de levar sua própria cadeira, pois na instituição as cadeiras eram apenas para os filhos de brancos, caso o índio se sentasse era imediatamente retirado do assento; a mesma ordem permanecia com a merenda escolar, os índios não podiam comer.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudante conta também uma situação constrangedora que viveu dentro da UEFS com o estudante recém formado em história, Junior Tuxá: eles haviam recentemente participado de um evento com temática indígena, e estavam pintados de Jenipapo, quando foram jantar no Restaurante Universitário, vulgo Bandejão; quando se sentaram ao lado de uma estudante esta mudou sua feição ao vê-los, mostrou-se meio que enojada e/ou ameaçada, se levantou imediatamente e foi sentar-se em outro lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudante conta este episódio com um nó na garganta, ressentido. Fábio levanta um acontecimento muito comum a todos os estudantes indígenas, a falta de companheiros em sala de aula na construção de trabalhos ou seminários, fala que não entende se isto se deve ao fato de nos julgarem menos inteligentes ou incapazes ou pelo fato de nos verem como intrusos neste “mundo” elitista e muito “igual”; o próprio estudante fala que, de fato, se sente um intruso dentro deste espaço (“A universidade abriu suas portas, contudo, a forma como a comunidade acadêmica nos trata é como se fôssemos intrusos,diz ele), como um peixe fora da água, e termina brincando com a situação e se mostrando indiferente às discriminações, pois reconhece-se autossuficiente e diz: “Trabalho de grupo, ou se for de dupla, é TUPÃ E EU” .</p>
<p style="text-align: justify;">O Jovem universitário Josevan Tuxá dá inicio à sua fala perguntando aos presentes qual deles nunca foi pintado e enfeitado por penas de cartolina no dia do índio: todos (óbvio) levantam a mão e afirmam já ter vivenciado isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Josevan entra no assunto de Educação e faz um apelo para que estas coisas mudem, que a história dos indígenas seja mais bem vista e explorada nas aulas das escolas em geral, pois considera que esta é a única forma de dar fim à discriminação, ou seja, se as pessoas tivessem um melhor conhecimento sobre os indígenas e afrodescendentes, o respeito existiria. O estudante conta também um caso que viveu dentro da Universidade, quando o professor durante a chamada, no lugar de chamar o seu nome se direcionou a ela fazendo o famoso “uh- uh- uh- uh”.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem diversos casos que comprovam o teor Elitista desta Universidade e do desrespeito que existe às diferenças, vindo dos estudantes e dos próprios professores, assim como conta a estudante indígena de Enfermagem, Leidiane Atikun, que presenciou sua professora de Anatomia falar que &#8220;Depois que se iniciou  a política de cotas, o nível da Universidade caiu bastante&#8221;; uma situação parecida aconteceu com a estudante Brenda Tuxá, também estudante de enfermagem, quando seu professor falou que &#8220;A Universidade Estadual de Feira de Santana só prestou enquanto não havia a política de Cotas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal tema foi bem apresentado também pela Quilombola Luciene, que conta as dificuldades dos jovens da sua comunidade em ingressarem na Universidade e da dificuldade de permanecerem aqui dentro; a mesma apresenta uma reflexão interessante: &#8220;A universidade diz: Venham, vocês são bem-vindos, mas depois, quando estamos aqui dentro, a fala é: A porta da rua é a serventia da casa&#8221;. Por último a fala da professora Rosário, que reafirma muito bem tudo o que foi dito pelos estudantes, afirmando que é preciso o respeito e uma melhor compreensão quanto à diversidade cultural e suas singularidades.</p>
<p style="text-align: justify;">De toda forma, as lutas e enfrentamentos continuam, é preciso moldar a imagem nublada que a grande totalidade tem sobre as minorias, inclusive dos homossexuais, como sugere Jackson, negro e homossexual: &#8220;Toda discriminação é injusta e sem fundamento, e só vai ter fim quando se tiver um maior conhecimento do outrem e consequentemente, o respeito&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Concluo aqui, e acredito que cada estudante indígena que ingressa neste meio universitário é uma nova oportunidade para romper com estas falsas ideias de que índio bom é o índio distante, índio enfeitado na estante ou preso nas telas de um belo quadro, pois índio bom é aquele que luta e se mostra presente!</p>
<p style="text-align: justify;">Eduarda Arfer Juntá Tuxá</p>
<p style="text-align: justify;">9 de maio, 2012</p>
<p style="text-align: justify;">Feira de Santana- BA</p>
<p style="text-align: justify;">-</p>
<p style="text-align: justify;">http://uniaocampocidadeefloresta.wordpress.com/2012/05/17/me-rendo-ou-luto-contra-o-preconceito/</p>
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		<title>Vazanteiros (e Quilombolas) em Movimento conseguem derrubar liminar de fazendeiros invasores</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:29:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[demarcações]]></category>
		<category><![CDATA[democratização da Justiça]]></category>
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<!-- AddThis Button END -->“Agora temos  a certeza de que não vamos mais continuar debaixo dos pés dos bois. Mas, com os nossos próprios pés, vamos  garantir o  sustento de nossos filhos e parentes&#8221; Encurralados, entre os rios São Francisco e o Verde Grande, ameaçados e na eminência de serem expulsos pela implantação do Parque Estadual Verde Grande, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">“<em>Agora temos  a certeza de que não vamos mais continuar debaixo dos pés dos bois. Mas, com os nossos próprios pés, vamos  garantir o  sustento de nossos filhos e parentes&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Encurralados, entre os rios São Francisco e o Verde Grande, ameaçados e na eminência de serem expulsos pela implantação do Parque Estadual Verde Grande, no município de Matias Cardoso, Norte de Minas, vazanteiros e quilombolas vêm há anos se organizando e lutando pela garantia de seus direitos. Na madrugada de 24 de julho de 2011, as famílias se reuniram e retomaram seu território tradicional, ocupando a ex-sede da Fazenda Catelda, que estava abandonada há mais de 15 anos. Constituíram ali o Acampamento do Arraial do Meio, dando início à auto-demarcação  de seu território.</p>
<p style="text-align: justify;">Este blog, solidário com as comunidades e irmanada ao <a href="http://vazanteirosemmovimento.wordpress.com/">Vazanteiros em Movimento</a>, saudou e acompanhou diversos momentos dessa retomada, desde a caminhada até o ponto em que foi fincada a estaca da auto-demarcação, acompanhada do  grito &#8220;Vazanteiros e Quilombolas unidos jamais serão vencidos&#8221;. Muitos momentos seguiram, quase todos documentados por Luciano Dayrell, inclusive o encontro da comunidade com a Defensora Pública e com o Coordenador do Instituto do Meio Ambiente na região, que reconheceu os direitos das comunidades unidas ao território onde o governo estadual pretendia manter o Parque.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos meses, entretanto, criadores de gado das margens do rio Verde Grande, dos municípios de Malhada, Bahia, e Matias Cardoso, Norte de Minas, vinham insistindo na criação de gado no território retomado, causando danos ambientais irreparáveis, além  da destruição das lavouras dos vazanteiros e quilombolas.  Como se isso não bastasse, os fazendeiros entraram na Justiça da Comarca de Manga, pedindo a posse da área, alegando uso da mesma por mais de 20 anos.<span id="more-53679"></span></p>
<p style="text-align: justify;">No dia 7 de março de 2012, a Juíza local concedeu Liminar favorável aos fazendeiros.  A Associação  dos Vazanteiros Extrativista de Pau Preto recorreu, com o apoio da Comissão Pastoral da Terra, e, numa bela vitória, a Liminar foi suspensa. Assim, no dia 4 de maio, vazanteiros e quilombolas do Arraial do Meio puderam gritar novamente: “Território Livre; Vazanteiros Libertos”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para garantir esta liberdade, entretanto, juntaram forças para garantir a retomada de seu território: homens, mulheres, jovens, crianças e idosos participaram de mutirões para levantar as cercas de proteção de suas  roças e colocaram para fora do seu território cerca de 750 cabeças de gado.</p>
<p style="text-align: justify;">No momento em que agradeciam a Deus por mais uma vitória, uma senhora dizia:  “<em>Agora temos  a certeza de que não vamos mais continuar debaixo dos pés dos bois. Mas, com os nossos próprios pés, vamos  garantir o  sustento de nossos filhos e parentes&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8212;</p>
<p style="text-align: justify;">Tania Pacheco, com base em informações de Zilah de Mattos, da Comissão Pastoral da Terra Norte de Minas, enviadas por Ruben Siqueira.</p>
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