Posts tagged: Racismo

Emicida: ‘Vivemos num país racista’

Por , 12/04/2012 10:10

Foto: Divulgação

Rapper paulista lembra a infância pobre, fala da proximidade com o crime e conta que até hoje é vítima de preconceito

Kamille Viola

“Ainda sofro racismo. Esses dias mesmo levamos uma dura. Os caras chegaram agressivos, não acreditaram que a gente era músico. Revistaram tudo no táxi, mas não tinha nada mesmo”, conta o rapper, que se apresenta sábado na festa Xarpi, no Circo Voador. “Vivemos num país racista para c*. A postura de algumas pessoas comigo é diferente, mas isso só piora as coisas, porque mostra que por dinheiro elas fingem que não são racistas”, detona.

Criado na Vila Cachoeira, bairro pobre de São Paulo, Emicida teve uma infância muito humilde. “Perdi muitos amigos para o crime. A gente vive muito próximo do crime. É f…, eu não vou dizer que nunca vislumbrei a possibilidade de virar bandido. Para quem está ali e não tem outra referência, é f…: os caras têm as minas mais ‘da hora’, os carros mais ‘da hora’, as motos, vivem com dinheiro, cordão. Dá um parafuso na sua cabeça. Graças a Deus, com uns 16 anos virou uma chave na minha cabeça e eu entendi tudo o que a minha mãe tinha feito”, admite. Continue lendo… 'Emicida: ‘Vivemos num país racista’'»

Fórum sobre racismo no futebol acontece na Orla

Por , 16/03/2012 11:44

Até hoje, 16, acontece em Aracaju o Fórum Racismo no Futebol, com ciclo de palestras. Nesta sexta-feira, 16, às 8h30, acontecerá a palestra temática “A valorização da pluralidade étnica”, proferida pela deputada estadual Conceição Vieira; às 10h10, a palestra “Contexto e casos rumorosos de racismo no futebol”, por Elói Ferreira de Araújo – Presidente da Fundação Cultural Palmares e Ex-Ministro da Igualdade Racial.

Às 14h, Jurandir Menezes, Psicólogo e Professor da Universidade Tiradentes, falará sobre o tema “Os danos psicológicos e emocionais causados pelo racismo”; às 16h, a temática será “O que fazer para combater o racismo judicialmente”, por Marthius Sávio Cavalcante Lobato, Advogado Mestre e Doutor em Direito Constitucional, Presidente da JUTRA e Consultor Jurídico da Fenadados.

http://www.infonet.com.br/esporte/ler.asp?id=125681

MG – Mulheres organizadas “subvertem a Paixão”, interditam a Praça Sete e decretam a Praça 8 de Março no centro de Belo Horizonte

Por , 12/03/2012 17:55

Mulheres mineiras no "passo" INCRA

Normalmente eu não postaria esta notícia, considerando que o 8 de Março já se foi –  e muito bem homenageado por este Blog. Acontece que, à medida que ia lendo o relato com suas diversas paradas, cada uma inteiramente coerente e cheia de sentido, me veio à cabeça Congonhas, onde não vou há décadas, e os “Passos da Paixão”. Se seu sentido religioso nunca teve lugar na minha vida, seu sentido ritualístico agora na minha visão subvertido me conquistou, nessa marcha de mulheres tão diferentes e ao mesmo tempo tão solidárias. E encerrá-la com a interdição e um novo batismo para a tradicionalíssima Praça Sete sem dúvida mostra que as mulheres mineiras merecem ter o seu 8 de Março noticiado. Congratulações a elas! TP.

Lívia Bacelete, da Marcha Mundial das Mulheres

No Dia Internacional das Mulheres, cerca de 1.500 manifestantes decretaram que a Praça Sete de Setembro, símbolo de manifestações políticas e culturais de Belo Horizonte, dali para frente não mais será conhecida por este nome. Durante um ato público, foi instaurada a Praça 08 de Março, simbolizando a luta das mulheres pelo fim da opressão e do machismo no centro da capital mineira.

Manifestantes de movimentos feministas, sociais, sindicais, estudantis, coletivos culturais e outras organizações estiveram reunidas durante todo o dia, realizando ações pelas ruas da cidade. O ato público reuniu mulheres de todo o estado e foi construído a partir de três temáticas: Violência, Educação Infantil e Nosso Corpo nos Pertence. Continue lendo… 'MG – Mulheres organizadas “subvertem a Paixão”, interditam a Praça Sete e decretam a Praça 8 de Março no centro de Belo Horizonte'»

“As transformações estéticas do samba-reggae”, por Goli Guerreiro*

Por , 10/03/2012 10:48

Olodum

No primeiro momento da axé-music, houve uma apropriação da música percussiva pelos blocos de trio elétrico, que passaram a alimentar seus repertórios com o ritmo e as canções dos blocos afro. No entanto, esta musicalidade mestiça era resultado de uma relação desigual entre blocos de trio e blocos afro. Interessados no acesso, em primeira mão, ao repertório dos blocos afro, pessoas ligadas aos blocos de trio começavam a investigar a cena afro-baiana com um ouvido direcionado e passaram a frequentar os ensaios dos grupos negros, muitas vezes, munidos de gravador, podendo assim repassar para os diretores e produtores de seus blocos/bandas, o conteúdo dos repertórios bem como os nomes dos compositores das canções que estavam fazendo sucesso nos espaços negros da cidade.

De posse destas informações, os produtores das bandas de trio compravam por quantias irrisórias os direitos autorais do compositor e rapidamente registravam as canções afro em discos que, em muitos casos, venderam milhares de cópias. Segundo o ex-conselheiro do Olodum, Zulu Araújo1, “as bandas de trio esperavam as músicas estourarem nos blocos afro, pagavam uma merreca por elas e ganhavam muito dinheiro com isso. A gente fazia os festivais e as melhores músicas iam para as bandas de trio, quando a gente via a música já estava na rádio”. Isso aconteceu com canções como Elegibô de Rey Zulu e Ytthamar Tropicália, Madagascar Olodum de Rey Zulu, e Faraó de Luciano Gomes dos Santos (gravadas por Margareth Menezes, pela Banda Reflexu’s e pela Banda Mel, respectivamente), entre outras, que antes de serem registradas por seus compositores foram gravadas pelas bandas de trio, tendo vendido milhares de cópias. Os blocos negros viram nisso um tipo de exploração, pois produziam os grandes sucessos das bandas axé, sem que isso representasse nenhum retorno econômico para eles2. Continue lendo… '“As transformações estéticas do samba-reggae”, por Goli Guerreiro*'»

Beth Carvalho: “O meu guri”, numa interpretação que faz doer

Por , 19/02/2012 17:10

Compartilhado por Bakise Monabantu Monabantu em MPB-Musica Preta Brasileira.

Abaixo-assinado condena defesa de assassinato por jornalistas da Globo. Assine

Por , 03/02/2012 15:30

Caio Blinder (dir.) e Diogo Mainardi (esq.) defenderam assassinato publicamente

“Ao divulgar a defesa da prática do assassinato como meio de fazer política, a Rede Globo dá as mãos ao fundamentalismo – não importa se de natureza religiosa ou ideológica – e abre um precedente muito perigoso no Brasil”, diz petição

Um grupo de jornalistas, professores e estudantes decidiu criar um abaixo-assinado ‘contra a defesa explícita da prática de assassinatos como meio de fazer política, perpetrada por comentaristas da Rede Globo’. No dia 15 de janeiro deste ano, o jornalista Caio Blinder defendeu abertamente no programa Manhattan Conection o assassinato de cientistas iranianos como um meio válido de fazer política. Continue lendo… 'Abaixo-assinado condena defesa de assassinato por jornalistas da Globo. Assine'»

Movimentos sociais fazem balanço do FST e preparam mobilizações para Rio+20

Por , 29/01/2012 11:12

Paula Laboissière, Enviada especial

Porto Alegre – Cerca de 1,5 mil pessoas participaram hoje (28) de uma assembleia que reuniu mais de 100 movimentos sociais participantes do Fórum Social Temático (FST) 2012. Em carta, os ativistas citaram a construção de uma agenda e de ações comuns contra o capitalismo, o patriarcado, o racismo e todo tipo de discriminação e exploração.

A coordenadora dos movimentos sociais, Rosane Bertotti, explicou que o documento lista elementos em comum em meio à diversidade registrada na assembleia. Entre os destaques, temas como a democratização da comunicação, a violência contra as mulheres, o desenvolvimento sustentável e solidário, a reforma agrária, a agricultura familiar, o trabalho decente, a luta pela educação e pela saúde.

“Rejeitamos toda e qualquer forma de exploração e discriminação, seja ela no mundo do trabalho, sexista ou racial. Rejeitamos também toda forma de criminalização dos movimentos sociais e a forma como o capitalismo se reinventa na proposta de uma economia verde, achando que apenas pintar de verde um espaço vai mudar a realidade. Entendemos que, para mudar a realidade, não é só pintar de verde, é garantir direitos, liberdade de organização, democracia, proteção social”, disse. Continue lendo… 'Movimentos sociais fazem balanço do FST e preparam mobilizações para Rio+20'»

Austrália propõe mudar lei, mas aborígenes querem mudança real

Por , 26/01/2012 10:59

Alison Golding, 73 anos, posa com a bandeiraaborígene, uma das três bandeiras oficiais daAustrália

Liz Lacerda

Alison Golding tinha 10 anos quando chegou à escola pela primeira vez em um ônibus lotado de crianças aborígenes. Próximos à cerca, os colegas brancos esperavam os novos alunos com um grito uníssono, repetido inúmeras vezes: “os negros estão chegando”. Era início dos anos de 1950. A menina nunca tinha ouvido a palavra ‘negros’, mas se acostumaria com ela nos tempos que se seguiriam.

Recebidas com cuspes, as crianças sentavam separadas nas salas de aula, usavam banheiros exclusivos e tinham os cabelos e as mãos inspecionados todas as manhãs, diante das gargalhadas dos outros estudantes. “Quando cheguei à adolescência, me chamaram de ‘lixo’ e de ‘macaca’, fui impedida de entrar em lojas e ninguém ficava do meu lado no ônibus”, lembra.

Aos 73 anos, Alison garante que a situação melhorou, mas os aborígenes ainda lutam contra a discriminação. Eles representam um quarto da população carcerária, mas apenas 2,5% do total de habitantes do país. Segundo o Australian Bureau of Statistics, a taxa de desemprego entre os indígenas atinge 18%, quando a média nacional é de 5,2%. “Muitas vezes, eu vi mulheres brancas conseguirem o emprego algumas horas depois de as empresas me dizerem que não tinha mais vaga”, diz Alison. Continue lendo… 'Austrália propõe mudar lei, mas aborígenes querem mudança real'»

FST – Programação do Espaço de Saúde e Cultura Frida Khalo

Por , 24/01/2012 12:30

O Espaço de Saúde e Cultura Frida Khalo usará três espaços para a sua Programação: as Tendas Paulo Freire  e Irma Dorothy e a Arena Chico Mendes, que funcionarão com eventos paralelos, da manhã até a noite.

Na manhã de hoje, houve a sessão de abertura oficial do Espaço, na Arena Chico Mendes, com a presença de representantes das seguintes entidades:  Setorial Nacional da Saúde – Central de Movimentos Populares – CMP; Articulação Nacional de Educação e Praticas Populares – ANEPS; Rede Nacional de Religiões Afro Em Saúde – RENAFRO; Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa – Ministério da Saúde; Movimento de Mulheres Camponesas – MMC; Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura – CONTAG; Conselho Regional de Psicologia; Núcleo de Educação, Avaliação  e Produção Pedagógica em Saúde –EducaSaúde UFRGS; Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural (MinC); Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz – MS; Escola de Saúde Pública – Secretaria Estadual da Saúde do RS; Departamento de Atenção Saúde – Secretaria Estadual da Saúde do RS; Secretaria Estadual do Meio Ambiente RS; Prefeitura Municipal de Porto Alegre; Secretaria Especial de Direitos Humanos- Presidência da Republica; Conselho Municipal da Saúde de Porto Alegre; Conselho Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul; Rede Unida; e Abrasco.

Das 13 às 16 horas, haverá uma reunião com os Movimentos Sociais, sobre a dinâmica e metodologia da Tenda. Participarão: Setorial Nacional da Saúde – Central de Movimentos Populares – CMP; Articulação Nacional de Educação e Praticas Populares – ANEPS; Rede Nacional de Religiões Afro Em Saúde – RENAFRO; Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa – Ministério da Saúde; Movimento de Mulheres Camponesas – MMC; e Rede Saúde e Cultura – Fiocruz/MINC. Abaixo, a Programação de amanhã, 25, até a noite de sábado:

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“É preciso mais negros na universidade para ampliar seu espaço social”

Por , 23/01/2012 15:01

Professora da PUC-SP, defende ações afirmativas, afirma que Brasil tem racismo historicamente instaurado e diz que livros didáticos deveriam ter avisos sobre “deformações da vida social e política”

Psicóloga e escritora, Fúlvia Rosemberg é uma das maiores autoridades do País nos estudos sobre ações afirmativas e educação infantil. Pesquisadora sênior da Fundação Carlos Chagas (FCC) e professora titular em Psicologia Social da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), ela também é coordenadora do Programa Internacional de Bolsas de Pós-Graduação da Fundação Ford no Brasil. É dessa última atividade que ela fala com prazer em um dos trechos desta entrevista, ao citar o exemplo de Maria das Dores Oliveira Pankararu, que se tornou a primeira indígena brasileira a concluir um doutorado.

Está no âmbito das ações afirmativas o maior foco de atuação da professora, que iniciou seu trabalho voltado para questões da infância e da literatura infanto-juvenil — é uma crítica do sexismo nas obras do gênero e não poupa o trabalho de Monteiro Lobato. “Expressões como ‘macaca’, que ele usava nos textos para se referir a Tia Nastácia, por exemplo, não seriam jamais aceitas hoje em dia.” Continue lendo… '“É preciso mais negros na universidade para ampliar seu espaço social”'»

Milico saiu de moda, benhê

Por , 22/01/2012 16:00

Raquel Munayer

O Brasil cresce rápida e ferozmente. Depois de toda uma existência na pobreza e no anonimato, estamos hoje no topo da lista das maiores democracias mundiais, das maiores economias mundiais, das maiores orgias mundiais. Seus filhos se alimentam de conhecimento, e o poder de transformação finalmente deixou de ser privilégio da burguesia paulistana para se espalhar pelos quatro cantos do país, agregando valores culturais à nossa luta. Em meio a tanta modernidade, ainda caminham por aí algumas figuras que parecem não se encaixar neste modelo de progresso. O cortador de cana, o catador de papel, o policial militar…parecem ter fugido de alguma vitrine de museu. O caso do PM é peculiar, pois ele foi o escolhido para nos “proteger”.

Estudantes levam tiro de borracha, multidões tropeçam em seus cartazes quando dispersados por gás lacrimogêneo e, quando os milicos não conseguem encontrar nenhuma desculpa para utilizaram-se de violência, simplesmente ligam seus motores e sirenes em altura máxima para abafar a voz da verdade. A falta de sucesso desse sistema é clara, mas, ao invés de compreenderem que bombas não explodem idéias, o que fazem é aumentar a repressão, para que aqueles que se mantiveram neutros possam agora se colocar contra os ideais daquele tal protesto, que causou tanta confusão. Continue lendo… 'Milico saiu de moda, benhê'»

Feministas pedem ao MPF direito de resposta no caso BBB

Por , 19/01/2012 15:12

Leonardo Sakamoto

A Rede Mulher e Mídia e outras organizações feministas de todo o país vão protocolar, nesta quinta (19), uma representação ao Ministério Público Federal em São Paulo, pedindo a investigação da responsabilidade da Globo no caso do suposto estupro que teria acontecido no Big Brother Brasil na madrugada do dia 15. Elas solicitam à Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão que junte ao procedimento, já instalado pelo órgão sobre o caso, a análise de outros aspectos ainda não considerados. Também solicitam, ao MPF, um direito de resposta coletivo em nome de todas as mulheres que “tiveram seus direitos violados por este comportamento da Rede Globo”. Segue o conteúdo da nota:

“As organizações entendem que, além do aspecto da estigmação das mulheres, que já está sendo apurado pelo MPF, é preciso investigar a responsabilidade da emissora pela ocultação de um fato que pode constituir crime; por prejudicar as investigações da polícia; por ocultar da vítima todas as informações sobre o que tinha acontecido quando ela estava desacordada e por enviar ao país uma mensagem de permissividade diante da suspeita de estupro de uma pessoa vulnerável.

Na representação, as entidades signatárias relacionam uma série de ações da emissora e da direção do BBB que teriam resultado nesses questionamentos. Entre elas, a edição da cena feita no programa de domingo e as declarações do diretor geral Boninho e do apresentador Pedro Bial, que transformou uma suspeita de violência sexual em “caso de amor”. Continue lendo… 'Feministas pedem ao MPF direito de resposta no caso BBB'»

Unaids aborda racismo no enfrentamento da Aids

Por , 17/01/2012 15:48

A Ministra da Seppir, Luiza Bairros, participou da reunião

Tema foi debatido em reunião que teve como desdobramento a formulação de um plano de enfrentamento à Aids e ao racismo a ser realizado conjuntamente por instituições parceiras e a sociedade civil

Aids e racismo. O tema será foco de um seminário que o GT Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS) realizará ainda este ano no Brasil. A ação, incorporada ao plano de trabalho integrado do programa, foi proposta durante reunião ampliada do GT Unaids, realizada em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir). Proposto para o biênio 2012/2013, o plano prevê a aplicação de US$ 3.254.000, provenientes de orçamentos das agências do Sistema ONU Brasil e de instituições parceiras.

Além do seminário, o plano apresentado pelo representante do GT Unaids, Pedro Chequer, propõe ações focadas no diagnóstico precoce, na violência de gênero e na redução da transmissão vertical. Segundo o gestor, entre as estratégias baseadas na resposta comunitária, o plano prevê a implantação de projeto piloto em comunidades baianas e no Quilombo Kalunga, no sertão de Goiás, visando a redução da vulnerabilidade desses grupos sociais. Em parceria com o Departamento de Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde (MS), a perspectiva é implantar a agenda nos municípios brasileiros. Continue lendo… 'Unaids aborda racismo no enfrentamento da Aids'»

Programação feita por Ricardo Álvares, utilizando uma versão modificada do tema Panorama, criado por Themocracy.