Juristas e advogados têm apontado em vão irregularidades na Lava Jato, por Janio de Freitas

Na Folha

A crise vai ficando a cada dia mais original. Mais brasileira. Há dias, discutia-se a autoridade do Supremo, ou sua falta, para reexaminar a imunidade criminal concedida pelos procuradores da Lava Jato a Joesley Batista, o chefão da JBS que gravou comprometimentos ilegais de Michel Temer. O próprio Supremo entregou-se à discussão do acordo que autorizara. Pôs-se, portanto, em questionamento público. Mas a preocupação dominante, notada inclusive em integrantes do tribunal, não era com a respeitabilidade da instância mais alta da Justiça. Era, se admitido o reexame do acordo, com a repercussão na Lava Jato. Logo, na primeira instância que criou a imunidade mal vista na opinião pública. (mais…)

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Gilmar Mendes: o coveiro da democracia

Por Alexandre Ginzel, no Justificando

Um ministro do Tribunal Superior Eleitoral decidiu pela não cassação da chapa “Dilma-Temer”. É verdade que sua decisão não fora isolada, posto que apoiada por outros três comparsas, mas, decisiva. Não se tratou de uma simples decisão jurídica – é importante ressaltar a palavra “decisão” – sobre fatos da vida privada de um cidadão qualquer. Tratou-se de decidir pela morte da democracia na República.  (mais…)

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Em resposta a Gilmar Mendes, jurista compara ministro a Cunha

Por Marcelo Montanini*, o blog do Diário

Após ser atacado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, o jurista pernambucano Marcelo Neves, professor da Universidade de Brasília (UnB), um dos autores do pedido de impeachment contra o ministro, contra-atacou, nesta segunda-feira (19), comparando o ministro ao ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), preso. “Gilmar Mendes está para o Judiciário como Eduardo Cunha está para o Legislativo”, ironizou. (mais…)

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Após 25 anos, Temer atualiza o “Não me deixem só!” de Collor, por Leonardo Sakamoto

No blog do Sakamoto

Os senadores de oposição têm dois motivos para barrar a Reforma Trabalhista. Por discordarem de seu conteúdo, mas também por saberem que, se o projeto for rejeitado no plenário, Michel Temer perde o suporte do grande empresariado e do mercado financeiro. O capital torce o nariz para o ocupante do Palácio do Planalto, mas – pragmático – garante o apoio em nome das reformas. (mais…)

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Sobre palestras e a apropriação do público pelo privado

Por Eugênio José Guilherme de Aragão, no GGN/Justificando

Credores têm melhor memória do que devedores. (Benjamin Franklin)

Prezado ex-colega Deltan Dallagnol,

Primeiramente digo “ex”, porque apesar de dizerem ser vitalício, o cargo de membro do ministério público, aposentei-me para não ter que manter relação de coleguismo atual com quem reputo ser uma catástrofe para o Brasil e sobretudo para o sofrido povo brasileiro. Sim, aposentado, considero-me “ex-membro” e só me interessam os assuntos domésticos do MPF na justa medida em que interferem com a política nacional. Pode deixar que não votarei no rol de malfeitores da república que vocês pretendem indicar, no lugar de quem deveria ser eleito para tanto (Temer não o foi), para o cargo de PGR. (mais…)

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Temer não tem condições de conduzir reformas nem “reformas”, por Janio de Freitas

Na Folha

O Brasil está sendo cobra­do pela ONU por pretender, com “reformas” das leis trabalhistas e de aposentadoria, transgre­dir o compromisso interna­cional, do qual é signatário, de não fazer qualquer retro­cesso em legislação de fins sociais e em direitos da pes­soa. Já sob cobranças por violação de direitos huma­nos, o Brasil curva-se à nova desonra com uma peculiari­dade: a transgressão vem de um governo sob acusa­ções de delinquência que in­cluem, além de grande parte do Congresso, o próprio ocupante da Presidência da República. Tudo muito coe­rente. (mais…)

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Em “Nota à Imprensa”, Temer diz que vai processar Joesley por “mentiras” e cita gravação como prova

Chamado por Joesley Batista de “chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil” em entrevista à Revista Época (leia AQUI), o atual ocupante do Palácio do Planalto divulgou esta tarde Nota à Imprensa, na qual, para se defender das acusações, cita como prova exatamente a gravação que alegara ser ininteligível. Segue o texto:

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