<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Combate ao Racismo Ambiental &#187; reivindicações</title>
	<atom:link href="http://racismoambiental.net.br/tag/reivindicacoes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://racismoambiental.net.br</link>
	<description>Dedicado ao GT Combate ao Racismo Ambiental e às suas lutas</description>
	<lastBuildDate>Sat, 04 Feb 2012 15:18:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1</generator>
		<item>
		<title>Revista Veja mentiu feio ao traçar perfil de garota que discutiu com tucano Andrea Matarazzo</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2012/02/revista-veja-mentiu-feio-ao-tracar-perfil-de-garota-que-discutiu-com-tucano-andrea-matarazzo/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2012/02/revista-veja-mentiu-feio-ao-tracar-perfil-de-garota-que-discutiu-com-tucano-andrea-matarazzo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 12:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia e Poder]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[especulação imobiliária]]></category>
		<category><![CDATA[movimentos sociais]]></category>
		<category><![CDATA[protestos]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=41755</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/02/revista-veja-mentiu-feio-ao-tracar-perfil-de-garota-que-discutiu-com-tucano-andrea-matarazzo/' addthis:title='Revista Veja mentiu feio ao traçar perfil de garota que discutiu com tucano Andrea Matarazzo ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Por Lino Bloch em Desculpe a Nossa Falha A Revista errou feio (ou mentiu deliberadamente?) ao chamar as manifestantes de &#8220;burguesas&#8221;  e &#8220;petistas&#8221;, e afirmar que são moradoras do Crusp. Após investigação, nenhuma afirmação se confirmou, como podem ler a seguir A cena do secretário estadual de Cultura, e pré-candidato a prefeito do PSDB, Andrea [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/02/revista-veja-mentiu-feio-ao-tracar-perfil-de-garota-que-discutiu-com-tucano-andrea-matarazzo/' addthis:title='Revista Veja mentiu feio ao traçar perfil de garota que discutiu com tucano Andrea Matarazzo ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p><a href="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/02/matarazzo-dedo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-41756" title="matarazzo-dedo" src="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/02/matarazzo-dedo.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Por Lino Bloch em Desculpe a Nossa Falha</p>
<p style="text-align: justify;"><em>A Revista errou feio (ou mentiu deliberadamente?) ao chamar as manifestantes de &#8220;burguesas&#8221;  e &#8220;petistas&#8221;, e afirmar que são moradoras do Crusp. Após investigação, nenhuma afirmação se confirmou, como podem ler a seguir</em></p>
<p style="text-align: justify;">A cena do secretário estadual de Cultura, e pré-candidato a prefeito do PSDB, Andrea Matarazzo com o dedo na cara de uma manifestante foi pras homes dos principais portais de notícias do país no sábado à tarde, logo após a inauguração parcial da nova sede do MAC, no prédio do antigo Detran, em São Paulo. No domingo, a foto de autoria de Paulo Liebert, reproduzida acima, estava na capa da edição impressa do Estadão.<span id="more-41755"></span></p>
<p style="text-align: justify;">No mesmo dia, a revista Veja, através de seu colunista Reinaldo Azevedo, revelava a suposta identidade da manifestante: “Quem é aquela mulher (…) cordata, suave, pronta para o diálogo? (…) É Rafaela Martinelli, aluna da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e moradora do Crusp. É publicidade que ela queria, não? Aqui está”.</p>
<p style="text-align: justify;">Acontece que a estudante em questão não é Rafaela. A revista Veja errou. Trata-se de Arielli Tavares Moreira, 22 anos, estudante do quinto ano do curso de letras da USP. E há mais incorreções. O colunista também chama os manifestantes de “burguesotes”. Arielli é de família classe média-baixa da pequena cidade de Tatuí. E Rafaela, exposta e atacada pela revista de maior circulação do Brasil sem sequer aparecer na foto, é moradora de Guaianases, zona leste paulistana – e não vive no Crusp, conforme disse Veja.</p>
<p style="text-align: justify;">Para completar, mais um erro: nem Rafaela nem Arielli são filiadas ao Partido dos Trabalhadores, acusação feita por Azevedo, Andrea Matarazzo e pelo vereador Floriano Pesaro. Pelo contrário, as meninas são críticas ao governo Dilma Rousseff e ao PT. A seguir, os principais trechos da conversa com Arielli (que está de fato na foto) e Rafaela (que Veja “colocou” na foto):</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arielli, você pode por gentileza descrever como foi aquele momento da discussão com Andrea Matarazzo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No momento da foto, estávamos cantando o refrão “Alckmin, seu matador! Assassinando o povo trabalhador!”. Isso tem sido cantado por ativistas do movimento social do país inteiro, que estão organizando atos exigindo que o PSDB pague pelo sofrimento que tem causado, como no caso do Pinheirinho. [O secretário] apontou o dedo pra mim e me chamou de “mal-educada”. De fato, para a ideologia burguesa, hipocrisia é sinônimo de educação, e dizer a verdade sem meias palavras não é de bom tom. Tomado pelo ímpeto professoral de quem insiste em dar “aulas de democracia”, ele continuou se aproximando e me chamando de mal-educada. Em seguida, um de seus assessores conseguiu convencê-lo a entrar no carro, e ele foi embora.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ele diz que você cuspiu na cara dele, isso é verdade?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não. Depois que a foto foi veiculada para todo canto, vi que ele me acusou de ter cuspido nele. Não me surpreende nada que uma pessoa que está de mãos dadas com a especulação imobiliária há tanto tempo tenha que inventar uma mentira dessas para justificar a postura truculenta. Afinal, não pega bem uma foto com o dedo na cara de uma manifestante em ano de eleição. Andrea Matarazzo é filho da elite paulistana e tem uma história no PSDB. Ele é o responsável pela elaboração do projeto “Nova Luz”, que visa “revitalizar” o Centro à moda tucana, ou seja, expulsando e eliminando a população em situação de rua. Também foi ele quem assinou o projeto de calçada “anti-mendigo”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que você resolveu ir ao MAC?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto a elite paulistana finge ser educada inaugurando seus museus, sujam as mãos de sangue no massacre do Pinheirinho. A cada dia que passa, se desfaz o mito de uma operação de desocupação pacífica. Há relatos de feridos e desaparecidos que ainda não foram localizados depois da ação da PM. Fui então na inauguração do MAC porque vi na internet que Alckmin e Rodas [João Grandino Rodas, reitor da USP] estariam lá. Fomos protestar contra a ação da PM na USP, na Cracolândia e no Pinheirinho. Tanto Rodas quanto Alckmin defendem um projeto de sociedade contrário ao meu e de centenas de ativistas do movimento social. E é contra esse projeto que precisamos lutar, não apenas dentro dos muros da universidade. Não me surpreende que ambos tenham mostrado o quanto são covardes ao não comparecer a inauguração.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que você achou de aparecer na capa de jornais e em grandes portais com o secretário?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A exposição assusta um pouco, mas não estou ali expondo apenas minha individualidade, o clique registra não apenas a minha indignação, mas a de minha geração, junto comigo tinham vários estudantes, poderiam ter fotografado qualquer um de nós. A repercussão está relacionada também ao fato de que as pessoas estão tomando conhecimento do que aconteceu no Pinheirinho e está ficando difícil para a mídia esconder os fatos, como faz normalmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que você diria às pessoas que afirmam que todo estudante da USP é maconheiro e vagabundo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na minha opinião, ser estudante de uma universidade pública é mais do que assistir as aulas e conseguir um diploma. Temos a responsabilidade de ter uma visão crítica sobre o que acontece ao nosso redor. Quando a mídia tenta colocar rótulos sobre os estudantes, ela não está fazendo nada além de reduzir a opinião das pessoas, com o objetivo de impedir que elas se expressem. Não é à toa que nunca vimos uma entrevista completa de um estudante sobre uma pauta do movimento social veiculada pela grande mídia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que você acha do Reinaldo Azevedo? E da mídia convencional em geral?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, Reinaldo Azevedo não tem sua licença de jornalista cassada, então segue cumprindo um desfavor para a comunicação, sem qualquer tipo de compromisso ético. Ao invés de argumentar sobre a nossa atitude, reduziu o protesto a mim e tentou me desmoralizar com fotos e piadinhas de mau gosto. O mais preocupante é vê-lo incitando a violência contra os manifestantes e apoiando a atitude truculenta do secretário, fazendo coro com o fascismo e com o nazismo. Vendo o que significam esses momentos na história do mundo, acredito que não se deve incitar esse tipo de ação como esse “jornalista” faz usualmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O vereador Floriano Pesaro, que estava ao lado de Andrea, classificou vocês de “pseudo-manifestantes” e “nazipetistas”. O que você acha disso?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se fôssemos inocentes, diríamos que o vereador está mal informado. Mas, sabendo de quem se trata, diria que ele tenta fazer as pessoas acreditarem que estamos fazendo isso porque é ano de eleição. Minha militância é ativa, independente desses períodos. Sou militante do PSTU e milito contra as injustiças sociais que estes senhores seguem perpetuando. Mas é claro que eles não podem compreender o que isso significa. Para eles, a situação dos trabalhadores brasileiros que passam fome e não têm onde morar não passa de números em seus relatórios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que você acha do Partidos dos Trabalhadores, de Lula e de Dilma?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Assim como Lula, a Presidente Dilma tem a confiança da maioria dos trabalhadores do país e tem o poder do Estado. Se ela quiser, pode resolver a vida de todos os moradores do Pinheirinho desapropriando o terreno e o transformando em área de interesse social. Não é possível que ela se omita enquanto um massacre segue acontecendo. Quem de fato está ao lado dos trabalhadores não pode ficar apenas na torcida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que você acha dessa história de “acusarem” de petistas todos os que criticam Alckmin ou Kassab? Só petistas ou filiados a outros partidos de esquerda desaprovam o governo e protestam contra eles?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É claro que não. Eles fazem essas acusações rasas – para dizer o mínimo – para perpetuar a visão maniqueísta deles. Essa polarização entre o PT e o PSDB é falsa. As pessoas se mobilizam quando as contradições entre a vida e nossa consciência se tornam tão agudas que se torna impossível suportar calado, e isso não depende de nenhum partido ou tampouco de quantos livros marxistas você leu na vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por fim, Reinaldo Azevedo chamou-a de “burguesote”. Você é de família rica?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Durante o ato, alguns dos presentes também nos acusaram de “burguesinhos” ou “filhinhos de papai”. Eu sou de uma família de classe média baixa do interior (Tatuí-SP), e acredito que não importa da onde você veio, mas sim ao lado de quem você quer estar.</p>
<p style="text-align: justify;">*****<br />
Agora fala Rafaela Martinelli, também estudante de Letras da USP e que foi &#8220;colocada&#8221; na foto por Veja:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rafaela, o que você achou de ser identificada erroneamente como a “garota da foto” por Reinaldo Azevedo no site da Veja?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu não tenho paciência pro jornalismo de quinta categoria da Veja. Eles não fazem nem questão de disfarçar a parcialidade deles. Como um texto tão chulo – independente da posição que defenda – pode ser considerado jornalismo? É nojento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você estava no protesto do MAC? Se sim, por favor, fale um pouco como foi lá.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim. Quando vi que teríamos em SP um evento que juntaria Matarazzo, Alckmin e Rodas no mesmo lugar, pensei que não poderíamos deixar passar. Aí criei um evento no Facebook. Não imaginava que daria certo, mas felizmente deu. O governador não apareceu, e aí já temos um problema: um governador que esconde a cara da população não é digno de confiança nenhuma. E não tinha motivo pra se esconder. Ninguém lá, além da PM, estava armado ou coisa parecida. O reitor da USP viu os manifestantes de dentro do carro e foi embora. Ainda lá no evento conseguimos cercar o Maluf e o Matarazzo.</p>
<p style="text-align: justify;">Fizemos algumas perguntas desconfortáveis pro Maluf, até que ele foi embora. Depois, fizemos o mesmo com o Matarazzo, mas ele e os homens que o acompanhavam foram bem mais agressivos. Um dos manifestantes revidou e foi imobilizado pela PM. O que eu achava mais bizarro é que esses engravatados é que vinham pra cima dos manifestantes e era a nós que a polícia repreendia. É só olhar as fotos! Tem um homem de camisa rosa que aparece em várias delas, claramente exaltado, que veio pra cima de vários de nós. Eu tentei impedi-lo de bater num manifestante e tomei um soco no braço e um empurrão. A maior agressão que partiu dos manifestantes foi uma ovada e, francamente, diante de toda a repressão policial que temos presenciado ultimamente, chamar uma ovada de “violência” é risível.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que você diria às pessoas que pensam que todo estudante da USP é maconheiro e vagabundo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, essa é uma reação normal. As pessoas falam que há certas formas de manifestação que não são corretas. Concordo, mas em 2009, na USP, atiramos flores nos policiais e fomos chamados de vândalos. Acho que chegamos ao ponto crítico em que qualquer movimento mínimo que ouse nos tirar da “normalidade” será chamado de vandalismo. Depois da manifestação, uma senhora me abordou e disse que deveríamos estar protestando contra a corrupção.</p>
<p style="text-align: justify;">Disse a ela que demonstrar repúdio a um governo que subsidia canalhas como o Naji Nahas e o João Grandino Rodas é uma forma muito concreta de se manifestar contra a corrupção, que não adianta achar que “corrupção” é só uma questão de caráter: há um sistema por trás. Batemos um papo lá e ela até apertou minha mão depois. Quer dizer, no fim das contas, acho que o caminho é esse: tirar as pessoas da zona de conforto, do diletantismo e da indignação inócua e fazê-las tomar um posicionamento. Para isso servem as manifestações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O vereador Floriano Pesaro, que estava ao lado de Andrea, chamou vocês de “pseudo-manifestantes” e “nazipetistas”. O que você acha disso?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Qual é o critério para se definir quem são “pseudo-manifestantes” ou manifestantes “de verdade”? E nazista, pra mim, é quem promove políticas de extermínio como no Pinheirinho e na Cracolândia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você é filiada ao PT?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não sou filiada a nenhum partido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Reinaldo disse que você é da comunidade Marxismo e PT, isso é verdade? Você está em alguma comunidade do tipo no Facebook?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu sigo no Facebook uma corrente do PT que se chama “Esquerda Marxista”, assim como também sigo muitos outros partidos, correntes e movimentos sociais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que você acha dessa história de “acusarem” de petistas todos os que criticam Alckmin ou Kassab? Você acredita que só petistas desaprovam e protestam contra eles?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O PT é a maior oposição ao PSDB na grande política, então é natural que associem qualquer tipo de oposição ao PT. Mas acreditar nisso é um tanto absurdo…</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.pragmatismopolitico.com.br/2012/02/revista-veja-mentiu-feio-ao-tracar.html</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2012/02/revista-veja-mentiu-feio-ao-tracar-perfil-de-garota-que-discutiu-com-tucano-andrea-matarazzo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Movimentos sociais cobram do GDF política habitacional e reforma agrária</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2012/02/movimentos-sociais-cobram-do-gdf-politica-habitacional-e-reforma-agraria/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2012/02/movimentos-sociais-cobram-do-gdf-politica-habitacional-e-reforma-agraria/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 11:11:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[grilagem]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=41730</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/02/movimentos-sociais-cobram-do-gdf-politica-habitacional-e-reforma-agraria/' addthis:title='Movimentos sociais cobram do GDF política habitacional e reforma agrária ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Brasília - Cerca de 150 das quase 500 famílias retiradas pelo governo do Distrito Federal (GDF) de terreno pertencente à Secretaria de Patrimônio da União (SPU), na última sexta-feira (27), são ligadas à Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Fetraf). A entidade responde por 15 acampamentos e 43 assentamentos no Distrito Federal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/02/movimentos-sociais-cobram-do-gdf-politica-habitacional-e-reforma-agraria/' addthis:title='Movimentos sociais cobram do GDF política habitacional e reforma agrária ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><strong>Brasília </strong>- Cerca de 150 das quase 500 famílias retiradas pelo governo do Distrito Federal (GDF) de terreno pertencente à Secretaria de Patrimônio da União (SPU), na última sexta-feira (27), são ligadas à Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Fetraf). A entidade responde por 15 acampamentos e 43 assentamentos no Distrito Federal e Região do Entorno.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o coordenador-geral da Fetraf, Francisco Miguel de Lucena, o Chiquinho, o movimento vinha procurando negociar com a SPU no Distrito Federal a possível transferência de parte da gleba de 360 hectares da Fazenda Velha para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O objetivo é que a autarquia federal possa destinar a propriedade ao programa de reforma agrária e assentar as famílias de trabalhadores rurais cadastradas. A proposta deverá ser discutida amanhã (2), durante reunião, na parte da tarde, entre representantes da SPU, do Incra, da Fetraf e de outros movimentos sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">“Dois dias antes da ação policial, nós havíamos nos reunido com a superintendente de Patrimônio da União no Distrito Federal [Lucia Helena de Carvalho] e nos comprometido a deixar a área a fim de dar continuidade às negociações”, disseu Chiquinho à Agência Brasil. Segundo ele, a decisão de deixar a Fazenda Velha foi tomada em função do ultimato dado pela superintendente, que se negou a negociar com a área ocupada.<span id="more-41730"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O coordenador declarou ainda que a ocupação, pacífica e para fins de reforma agrária, fugiu ao controle quando cerca de 350 famílias, que vivem próximas ao local, aproveitaram a situação e se juntaram à ocupação com a esperança de obter lotes. “Iríamos deixar a área e voltar a acampar às margens da Rodovia DF-251, onde parte das famílias ligadas ao movimento já estava desde 2004”.</p>
<p style="text-align: justify;">Chiquinho diz que a Fetraf reconhece a necessidade de o GDF reprimir as invasões e o parcelamento indevido do solo por aqueles que o chefe da comunicação da Secretaria da Ordem Pública e Social do Distrito Federal (Seops), major Carlos Chagas de Alencar, classifica como “oportunistas”. No entanto, cobra ações que resolvam o problema fundiário sem criminalizar os movimentos sociais. Outros movimentos sociais, como o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e os que lutam por moradias, também costumam apontar a “flagrante desigualdade na estrutura fundiária” do Distrito Federal e cobrar do GDF “atitudes enérgicas” para conter as grilagens e destinar áreas ociosas ou indevidamente ocupadas a programas sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os trabalhadores agrícolas tratam a questão da terra com muita responsabilidade e reivindicamos que o governo do Distrito Federal enfrente o problema fundiário, que é bem maior do que essas ações sugerem. Não ocupamos qualquer terreno reivindicando lotes. O que queremos são terras produtivas onde possamos trabalhar, terras que, em muitos casos, estão indevidamente ocupadas desde a criação do Distrito Federal”, declarou.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o GDF, o problema fundiário tem origens no processo de desapropriação das 92 fazendas existentes na região desde a época da criação do território do Distrito Federal (segunda metade dos anos 1950). Segundo a Terracap, da área total, pouco mais de 70% foram integralmente desapropriadas. A companhia não informou quanto do território local foi desapropriado parcialmente, mas continua ocupado por antigos posseiros, e quanto ainda está em processo de desapropriação &#8211; situações que dificultam uma solução definitiva de ocupação destas áreas.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a reintegração de posse da fazenda, no último dia 27, parte dos integrantes da Fetraf que ocupavam a propriedade voltou a acampar nas margens da Rodovia DF-330, próximo a Itapoã, onde muitos disseram morar há anos. A Agência Brasil esteve ontem (1º) no local e ouviu das pessoas a reivindicação por um pedaço de terra produtiva em que possam trabalhar.</p>
<p style="text-align: justify;">“Somos pobres, mas não queremos lote. O que queremos é um pedaço de terra para produzir”, disse Zélia Leite, que se identificou como integrante da Fetraf. Ela declarou viver na periferia da capital federal desde 1971.</p>
<p style="text-align: justify;">Raimunda de Jesus também reivindicou um pedaço de terra para poder plantar e sustentar a família.“Não tenho emprego e preciso sustentar minha família, que está toda aqui comigo. Sabemos lidar com a terra e só precisamos de um pedaço dela para nos sustentar. Estou buscando um sonho antigo e vou ficar aqui o tempo que for necessário. Aqui, agora, é nossa casa”.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo desejo também foi manifestado por Jozias Pereira. “Sempre trabalhei com plantações. Não é possível que eu não consiga um pedaço de terra para trabalhar e produzir por conta própria”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/02/01/interna_cidadesdf,288515/movimentos-sociais-cobram-do-gdf-politica-habitacional-e-reforma-agraria.shtml</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2012/02/movimentos-sociais-cobram-do-gdf-politica-habitacional-e-reforma-agraria/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Até onde irão os &#8220;Indignados&#8221;?</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2012/01/ate-onde-irao-os-indignados/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2012/01/ate-onde-irao-os-indignados/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:06:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[crítica ao capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia e Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[protestos]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=41375</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/01/ate-onde-irao-os-indignados/' addthis:title='Até onde irão os &#8220;Indignados&#8221;? ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Manuel Castells aposta: ao recuar, quando ação se desgastou, movimento revelou maturidade surpreendente. Assumiu novas formas. Reemergirá, quando crise exigir Por Manuel Castells &#124; Tradução: Daniela Frabasile O movimento de indignados, que surgiu em 2011 na Espanha, Europa e Estados Unidos, é uma lufada de ar fresco em um mundo que cheira a podre. Expuseram nas redes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/01/ate-onde-irao-os-indignados/' addthis:title='Até onde irão os &#8220;Indignados&#8221;? ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p><a href="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/01/120131-IndignadosB.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-41376" title="120131-IndignadosB" src="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/01/120131-IndignadosB.jpg" alt="" width="380" height="166" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Manuel Castells aposta: ao recuar, quando ação se desgastou, movimento revelou maturidade surpreendente. Assumiu novas formas. Reemergirá, quando crise exigir<br />
</em><br />
Por <strong>Manuel Castells</strong> | Tradução: <strong>Daniela Frabasile</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O movimento de indignados, que surgiu em 2011 na Espanha, Europa e Estados Unidos, é uma lufada de ar fresco em um mundo que cheira a podre. Expuseram nas redes sociais e em acampamentos o que muitos pensam: que os bancos e os governos criaram a crise; que as pessoas sofrem com ela; que os políticos apenas representam a si mesmos; que os meios de comunicação estão condicionados; que não existem vias para que o protesto social se traduza em verdadeiras mudanças, porque na política tudo está amarrado – e bem amarrado, para que as mesmas pessoas de sempre continuem cobrando e as mesmas pagando.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, durante meses, dezenas de milhares de pessoas participaram de assembleias e manifestações e por isso a maioria dos cidadãos (até 73%, na Espanha) compartilha de suas críticas. E tudo isso de forma pacífica, exceto a violência resultante de ações policiais excessivas, que levaram os responsáveis a julgamento. O movimento teve a maturidade de levantar os acampamentos quando sentiu que as ocupações já não repercutiam e que só os ativistas participavam das assembleias diárias.<span id="more-41375"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Mas o movimento não desapareceu. Apenas se difundiu pelo tecido social, com assembleias de bairro, ações de defesa contra injustiças – como a oposição a despejos de famílias – e extensão de práticas econômicas alternativas: cooperativas de consumo, banco ético, redes de intercâmbio e outras tantas formas de viver de maneira diferente para viver com sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, os indignados, que em algum momento chegaram a assustar as elites pela possibilidade de contágio, sofreram perseguição midiática, policial e política. Isso criou a impressão de que o movimento se limitou a alguns jovens idealistas ou alguns poucos exaltados. Basta isolar os grupos e deixar que se cansem. Os partidos de ultra-esquerda tentaram pescar em águas turbulentas, para realimentar suas hostes minguadas, mas viram que os novos rebeldes já têm claro que por esse caminho não conseguirão as mudanças pelas quais lutam. Apesar da hostilidade dos poderosos, o movimento continuou, manteve sua deliberação em assembleias, comissões pela internet, e segue contando com participação popular quando surgem iniciativas concretas, e aparece à superfície o trabalho cotidiano daqueles que não aceitam que tudo continue igual.</p>
<p style="text-align: justify;">A determinação de criar novas formas de ação transformadora sem liderança formal e sem organizações burocráticas traz dificuldades consideráveis. Por um lado, não valia a pena chegar até aqui para voltar a reproduzir um modelo de ativismo que já fracassou repetidamente. Por outro, o essencial é estabelecer um vínculo entre a deliberação e ação, além de conectar-se com os 99% que o movimento quer representar. Buscando novas vias, o 15-M está abrindo um debate profundo sobre como continuar agindo e inovando no que diz respeito a organização e elaboração estratégica. Em 19 de dezembro, depois de uma discussão em assembleia, a Comissão de Extensão Internacional da Porta do Sol de Madri decidiu suspender sua atividade e se declarar em reflexão ativa indefinida.</p>
<p style="text-align: justify;">“O espaço público que havíamos redescoberto voltou a ser substituído por uma soma de espaços privados… O êxito do movimento depende de que sejamos de novo os 99%. Ainda que não tenhamos a resposta do que deve vir depois, que forma pode assumir o reinício de que necessitamos, entendemos que o primeiro passo para escapar de uma dinâmica equivocada é romper com ela: parar, deter-se e tomar perspectiva”, foi a argumentação.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que esta atitude não reflita necessariamente o sentimento de outras assembleias e comissões do 15-M, é significativa. Evidencia a capacidade de autocrítica e autorreflexão que caracteriza esse movimento. Somente assim pode se constituir um novo processo de mudança que não desnaturalize seus objetivos de democracia real nas formas de sua existência. Porque onde se chega depende de como se faz para chegar, qualquer que sejam as intenções. Se a questão é como se conectar com os 99%, como se opera essa conexão?</p>
<p style="text-align: justify;">O essencial em qualquer movimento social é a transformação mental das pessoas. Poder imaginar outras formas de vida. Romper a subordinação e a manipulação midiática. Sentir que muitos pensam como um mesmo. Esquecer o medo de afirmar seus direitos e opiniões. Nesse sentido, existem múltiplas indicações de que as pessoas estão mudando, de que o 15-M fez visível a indignação e alimentou a esperança, e que ainda que haja menos participação nas assembleias de ativistas, muitas pessoas estão buscando, de múltiplas maneiras, ocupar espaço no cotidiano e estabelecer vínculos com experiências similares.</p>
<p style="text-align: justify;">Têm claro que a mudança não passa por eleições como as últimas, na Espanha. O triunfo da direita reunida no PP, ampliado por uma lei eleitoral não representativa do voto, foi muito menos relevante (400 mil votos a mais que em 2008) que a queda do Partido Socialista. Ela expressa o esgotamento dos que supostamente representariam os “de baixo”. Também deixa claro que a crise vai piorar, sem que ninguém saiba como lidar com ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante deste impasse, as pessoas buscam suas próprias soluções. Contando com redes de solidariedade cada vez mais numerosas. E apoiando as ações reivindicativas onde surgem. Essa transformação mental e essas múltiplas mudanças cotidianas podem ser ativadas em níveis mais amplos, em formas a ser descobertas, conforme se for quebrando a normalidade. Não se trata do velho mito comunista do súbito colapso do capitalismo, mas simplesmente de saber que a economia europeia afunda na recessão, que a cobertura social se dilui, que a política tradicional patina e que os cidadãos continuam indignados e são cada vez mais conscientes.</p>
<p style="text-align: justify;">No 15-M existe essa consciência. Como a água, ela irá encontrando suas próprias vias até que se torne torrente – quando a situação se fizer crítica. Ainda bem: porque a alternativa a esse protesto pacífico e construtivo é uma explosão violenta e destrutiva.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.outraspalavras.net/2012/01/31/ate-onde-irao-os-indignados/</p>
<p style="text-align: justify;">Enviada por Antonio Martins.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2012/01/ate-onde-irao-os-indignados/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Índios permanecem bloqueando a BR-153</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2012/01/indios-permanecem-bloqueando-a-br-153/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2012/01/indios-permanecem-bloqueando-a-br-153/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 19:54:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[direito à educação]]></category>
		<category><![CDATA[direito à saúde]]></category>
		<category><![CDATA[mineração]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[protestos]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=40929</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/01/indios-permanecem-bloqueando-a-br-153/' addthis:title='Índios permanecem bloqueando a BR-153 ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Alessandra Gonçalves/Sucursal do Diário em Marabá A BR-153, um dos principais acessos entre os estados do Pará e Tocantins, continua bloqueada pelos índios da etnia Kaewara. O bloqueio aconteceu no início da noite de terça-feira (24). Neste momento, acontece uma reunião na sede do Ministério Público Federal (MPF) em Marabá para tratar sobre a pauta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/01/indios-permanecem-bloqueando-a-br-153/' addthis:title='Índios permanecem bloqueando a BR-153 ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">Alessandra Gonçalves/Sucursal do Diário em Marabá</p>
<p style="text-align: justify;">A  BR-153, um dos principais acessos entre os estados do Pará e Tocantins,  continua bloqueada pelos índios da etnia Kaewara. O bloqueio aconteceu  no início da noite de terça-feira (24). Neste momento, acontece uma  reunião na sede do Ministério Público Federal (MPF) em Marabá para  tratar sobre a pauta de reivindicações dos indígenas, em busca de um  acordo.</p>
<p style="text-align: justify;">Participam  da reunião representantes da Funai (Fundação Nacional do Índio), do  Corpo de Bombeiros, Departamento Nacional de Infraestrutura de  Transportes (DNIT), Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos  Recursos Naturais Renováveis), os procuradores federais Tiago Modesto  Rabelo e Alan Mansur Silva, além de representantes de uma empresa  mineradora, que também é alvo de reclamações dos indígenas.</p>
<p style="text-align: justify;">A  empresa extrai um tipo de minério nas proximidades da reserva,  localizada entre os municípios São Geraldo do Araguaia e Breu Branco,  para a produção de silicone. A empresa estaria usando dinamite para  realizar a extração e isso estaria prejudicando a aldeia, afastando a  caça e provocado outros problemas.<span id="more-40929"></span></p>
<div style="text-align: justify;">Os  índios também protestam por melhorias nas áreas de saúde e educação,  além da indenização para as 80 famílias da reserva Suruí do Sororó, que  segundo o cacique, foram prejudicadas pela construção da rodovia.</div>
<p style="text-align: justify;">http://redeanaamazonia.blogspot.com/2012/01/indios-permanecem-bloqueando-br-153_26.html</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2012/01/indios-permanecem-bloqueando-a-br-153/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cidadãos que foram às ruas comemoram a &#8220;vitória do povo&#8221;</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2012/01/cidadaos-que-foram-as-ruas-comemoram-a-vitoria-do-povo/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2012/01/cidadaos-que-foram-as-ruas-comemoram-a-vitoria-do-povo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 12:56:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[manifestações]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=40544</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/01/cidadaos-que-foram-as-ruas-comemoram-a-vitoria-do-povo/' addthis:title='Cidadãos que foram às ruas comemoram a &#8220;vitória do povo&#8221; ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Veto do prefeito virou um dos temas mais comentados na internet ontem Larissa Arantes e Carolina Jardim Assim que foi divulgada a decisão do prefeito Marcio Lacerda pelo veto ao projeto de lei que prevê o aumento salarial de 61,8% para os vereadores da capital, por volta das 12h30, o assunto virou um dos temas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/01/cidadaos-que-foram-as-ruas-comemoram-a-vitoria-do-povo/' addthis:title='Cidadãos que foram às ruas comemoram a &#8220;vitória do povo&#8221; ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><div id="attachment_40545" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/01/foto_23012012232541.gif"><img class="size-full wp-image-40545" title="foto_23012012232541" src="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/01/foto_23012012232541.gif" alt="" width="500" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Buzinaço&quot;. Manifestação orquestrada pelo &quot;Veta, Lacerda&quot; surgiu na internet e ganhou as ruas de BH. LÉO FONTES - 5.1.2012</p></div>
<p style="text-align: justify;"><em>Veto do prefeito virou um dos temas mais comentados na internet ontem</em></p>
<p style="text-align: justify;">Larissa Arantes e Carolina Jardim</p>
<p style="text-align: justify;">Assim que foi divulgada a decisão do prefeito Marcio Lacerda pelo veto ao projeto de lei que prevê o aumento salarial de 61,8% para os vereadores da capital, por volta das 12h30, o assunto virou um dos temas mais comentados na internet pelos belo-horizontinos, especialmente pelos que se mobilizaram e saíram às ruas para protestar contra o reajuste.<span id="more-40544"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O envolvimento popular foi destacado em nota publicada no início da tarde pelo perfil do movimento &#8220;Veta, Lacerda&#8221; &#8211; grupo que mobilizou os usuários da rede social Facebook.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Eles (vereadores) foram surpreendidos por uma geração que gritou ‘basta!’ e, desde a aprovação na Câmara, vem encarando, lutando e resistindo&#8221;, diz o comunicado.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das organizadoras do movimento, a estudante Cecília Reis Aquino, 21, recebeu a notícia pela reportagem de <strong>O TEMPO</strong> e, demonstrando surpresa, comemorou o veto ao projeto. &#8220;Isso é ótimo! É a prova de que a população mobilizada pode, sim, mudar as coisas&#8221;, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">O músico Gabriel Guedes, que levou um piano à praça do Papa, anteontem, e reuniu amigos e visitantes para protestar contra o reajuste, também se mostrou surpreso. &#8220;Estava descrente. Pensei que o prefeito acabaria concedendo o aumento. Fico admirado que a pressão popular tenha surtido efeito. O povo está começando a acordar&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Guedes acredita, porém, que a população deve continuar vigilante. &#8220;Temos que manter latente na memória que o prefeito pretende se reeleger e fez isso por interesse. E não podemos esquecer os vereadores que votaram a favor&#8221;, ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Atitude. </strong>Os protestos começaram poucos dias após a aprovação do projeto na Câmara Municipal e ganharam força à medida que surgiram na imprensa reportagens sobre a má utilização do dinheiro público na Casa. Dentre os atos, destacam-se três &#8220;buzinaços&#8221; em frente à prefeitura, dois &#8220;telefonaços&#8221; para o gabinete de Lacerda e a manifestação de anteontem na praça do Papa.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=193857,OTE</p>
<p style="text-align: justify;">Enviada por José Carlos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2012/01/cidadaos-que-foram-as-ruas-comemoram-a-vitoria-do-povo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Batalhão de Choque volta a usar bombas de efeito moral contra estudantes</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2012/01/batalhao-de-choque-volta-a-usar-bombas-de-efeito-moral-contra-estudantes/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2012/01/batalhao-de-choque-volta-a-usar-bombas-de-efeito-moral-contra-estudantes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 18:47:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=40452</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/01/batalhao-de-choque-volta-a-usar-bombas-de-efeito-moral-contra-estudantes/' addthis:title='Batalhão de Choque volta a usar bombas de efeito moral contra estudantes ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Milenna Gomes* O Batalhão de Choque da Polícia Militar jogou bombas de efeito moral contra estudantes que realizavam novo protesto contra o aumento de 6,5% nas passagens de ônibus da Região Metropolitana do Recife, na manhã desta segunda-feira (23). Eles estavam no cruzamento da Avenida Conde da Boa Vista com a Rua da Aurora, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/01/batalhao-de-choque-volta-a-usar-bombas-de-efeito-moral-contra-estudantes/' addthis:title='Batalhão de Choque volta a usar bombas de efeito moral contra estudantes ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p><a href="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/01/443cfb6c337fee987e27525917418959.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-40453" title="443cfb6c337fee987e27525917418959" src="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/01/443cfb6c337fee987e27525917418959.jpg" alt="" width="470" height="230" /></a></p>
<p>Milenna Gomes*</p>
<p style="text-align: justify;">O Batalhão de Choque da Polícia Militar jogou bombas de efeito moral contra estudantes que realizavam novo protesto contra o aumento de 6,5% nas passagens de ônibus da Região Metropolitana do Recife, na manhã desta segunda-feira (23). Eles estavam no cruzamento da Avenida Conde da Boa Vista com a Rua da Aurora, no Centro de Recife, interrompendo o fluxo de veículos. Por causa das bombas, os manifestantes chegaram a se dispersar, liberando o trânsito no local. Mas voltaram logo em seguida a se concentrar no cruzamento da Conde da Boa Vista com a Rua do Hospício.<span id="more-40452"></span></p>
<p><img src="http://www2.uol.com.br/JC/HTML_PORTAL/cotidiano/imagens/protesto-estudantes_passelivre.jpg" border="0" alt="http://www2.uol.com.br/JC/HTML_PORTAL/cotidiano/imagens/protesto-estudantes_passelivre.jpg" /></p>
<p><img src="http://www2.uol.com.br/JC/HTML_PORTAL/cotidiano/imagens/protesto-estudantes_cartaz.jpg" border="0" alt="http://www2.uol.com.br/JC/HTML_PORTAL/cotidiano/imagens/protesto-estudantes_cartaz.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify;">Havia também policiais da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rocam). Alguns estudantes estavam com os braços levantados e ajoelhados com as mãos na cabeça, aparentando estar rendidos. Mas a polícia avançou.</p>
<p><img src="http://www2.uol.com.br/JC/HTML_PORTAL/cotidiano/imagens/protesto-estudantes_CHAO.jpg" border="0" alt="http://www2.uol.com.br/JC/HTML_PORTAL/cotidiano/imagens/protesto-estudantes_CHAO.jpg" /></p>
<p>*NE10</p>
<p>http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/grande-recife/noticia/2012/01/23/batalhao-de-choque-volta-a-usar-bombas-de-efeito-moral-contra-estudantes-322701.php</p>
<p>Enviada por Rodrigo de Medeiros Silva.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2012/01/batalhao-de-choque-volta-a-usar-bombas-de-efeito-moral-contra-estudantes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Movimentos sociais frustram-se com início de Dilma e reclamam</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2012/01/movimentos-sociais-frustram-se-com-inicio-de-dilma-e-reclamam/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2012/01/movimentos-sociais-frustram-se-com-inicio-de-dilma-e-reclamam/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 16:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia e Poder]]></category>
		<category><![CDATA[movimentos sociais]]></category>
		<category><![CDATA[MST]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=39052</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/01/movimentos-sociais-frustram-se-com-inicio-de-dilma-e-reclamam/' addthis:title='Movimentos sociais frustram-se com início de Dilma e reclamam ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Para CUT, UNE e MST, presidenta Dilma Rousseff manteve-se distante em seu primeiro ano de mandato. Mais identificadas com estilo Lula, entidades queixam-se de perda de influência em decisões do governo, política econômica contraditória e falta de reforma agrária. Secretario Geral da Presidência evitou mal maior. Sem pressão constante, acham que situação não muda Najla [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/01/movimentos-sociais-frustram-se-com-inicio-de-dilma-e-reclamam/' addthis:title='Movimentos sociais frustram-se com início de Dilma e reclamam ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><a href="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/01/foto_mat_32709.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-39053" title="foto_mat_32709" src="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/01/foto_mat_32709.jpg" alt="" width="150" height="149" /></a><em>Para CUT, UNE e MST, presidenta Dilma Rousseff manteve-se distante em seu primeiro ano de mandato. Mais identificadas com estilo Lula, entidades queixam-se de perda de influência em decisões do governo, política econômica contraditória e falta de reforma agrária. Secretario Geral da Presidência evitou mal maior. Sem pressão constante, acham que situação não muda</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Najla Passos</em></p>
<p style="text-align: justify;">BRASÍLIA &#8211; O primeiro ano da presidenta Dilma Rousseff foi contraditório, para três dos principais movimentos sociais brasileiros. Embora problemas de relacionamento com Dilma, que tem um estilo bem diferente do &#8220;companheiro&#8221; Lula, tenham sido contornados pelo ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, o tempo de resposta às reivindicações deixou muito a desejar. Compromissos assumidos não teriam saído do papel, enquanto o empresariado arrancava concessões. Se não houver pressão, 2012 corre os mesmos riscos.</p>
<p style="text-align: justify;">“O debate sobre a situação macroeconômica permeou todas as discussões. E, para nosso espanto, o governo adotou uma postura mais conservadora perante a crise, pautada pelos grandes veículos de comunicação”, avalia o presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Daniel Iliescu.<span id="more-39052"></span></p>
<p style="text-align: justify;">No início de 2011, por exemplo, para conter a inflação, o governo anunciou um enorme arrocho fiscal de R$ 50 billhões, dos quais R$ 13 bilhões saíram do orçamento destinado à educação. Para o líder estudantil, durante todo o ano, Dilma foi contraditória, ao adotar medidas conservadoras, como no arrocho, e ao mesmo tempo respaldar a queda dos juros do Banco Central quando todo o “mercado” achava que não era hora.</p>
<p style="text-align: justify;">“O governo Dilma ainda não tomou a decisão de que rumo seguir. A única maneira de ajudar este governo a dar certo é pressioná-lo o tempo todo. Até porque o capital esta fazendo pressão constante”, afirma Iliescu.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os trabalhadores do campo, o início do mandato de Dilma não foi nada promissor. “O ano foi muito ruim para a reforma agrária. Só foram assinados decretos de desapropriação depois do Natal e com potencial de assentar apenas duas mil famílias&#8221;, afirma José Batista Oliveira, da coordenação geral do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST).</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, segundo o MST, haveria 180 mil famílias acampadas no Brasil aguardando assentamento. A entidade esperava que o governo assentasse 20 mil famílias nesse primeiro ano, mas só efetivou a destinação de terras para seis mil. E, ao contrário do que prometera em agosto, após uma marcha camponesa em Brasília, o governo ainda não tem um plano de assentamentos para até o fim do mandato de Dilma.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não foi apresentado um plano com metas para os próximos anos e não houve avanço na implementação do programa de agroindústria e de superação do analfabetismo nos nossos assentamentos”, critica João Batista.</p>
<p style="text-align: justify;">A Central Única dos Trabalhadores (CUT) é quem mais reclama da relação de Dilma com os movimentos sociais. Para o secretário-geral da entidade, Quintino Severo, a dificuldade de interlocução foi a principal marca dos primeiros meses da presidenta e acarretou crises profundas, como greves sucessivas da trabalhadores de obras do Projeto de Aceleração do Crescimento (PAC).</p>
<p style="text-align: justify;">“A CUT defendeu, desde o início do ano, que era preciso normatizar o trabalho nas obras do PAC, que envolve milhares de trabalhadores. Mas, só agora, em dezembro, nós conseguimos firmar um acordo”, esclarece.</p>
<p style="text-align: justify;">Batizado de Compromisso Nacional Tripartite para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Indústria da Construção, esse acordo, de livre adesão, busca pactuar condições adequadas aos trabalhadores, desde o recrutamento e seleção, qualificação profissional, até a saúde e segurança do trabalho, além do direito do trabalhador ser organizado por local de trabalho nos canteiros de obras.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Severo, a falta de interlocução do governo com os movimentos se expressou também nos debates sobre salário mínimo, correção da tabela do Imposto de Renda e desoneração da folha de pagamento da indústria. “Todos estes temas geraram crises entre governo e movimento sindical e os colocaram em posições conflitantes.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação da CUT, a situação só não foi pior graças à atuação do ministro Gilberto Carvalho, ex-chefe de gabinete de Lula e mais acostumado a lidar com movimentos sociais do que Dilma.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o sindicalista, o lado bom desta longa crise que marcou o início da gestão Dilma foi que a central pode reafirmar sua autonomia perante o governo. “Muitos setores do movimento sindical acusavam a CUT de estar alinhada com o governo e estas crises sucessivas provaram que não”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um balanço de 2011 feito em dezembro, Gilberto Carvalho admitiu que a relação entre sociedade civil e governo é necessariamente tensa, mas afirmou que o governo busca atender ao máximo essas demandas, apesar de estar limitado por questões orçamentárias, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não nos iludimos confundindo o bom diálogo com a satisfação efetiva dos movimentos. Temos consciência de que existe um certo grau de frustração, mas apostamos na continuidade e no aprofundamento desse diálogo. Nossa aposta para 2012 é exatamente dar mais organicidade e estabilidade para essa relação e manter o diálogo cada vez mais claro, fraterno e transparente”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Críticas à parte, UNE e MST reconheceram também ter havido pontos positivos em 2011, como o que os movimentos chamam de &#8220;aprofundamento&#8221; do diálogo com o governo, ainda que sem resultar em consequências desejadas. “Este bom relacionamento é fruto do amadurecimento da democracia brasileira. Antes de Lula, os movimentos sociais sequer eram recebidos pelo Executivo”, afirma Iliescu.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A presidenta Dilma criou canais permanentes para discutir as demandas dos movimentos sociais. No entanto, saiu muito pouco do papel até agora, como a suplementação do orçamento e a renegociação das dívidas”, diz João Batista, do MST.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19349&amp;boletim_id=1099&amp;componente_id=17463</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2012/01/movimentos-sociais-frustram-se-com-inicio-de-dilma-e-reclamam/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Moradores que serão retirados do Anel Rodoviário fecham a via para protestar</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2012/01/moradores-que-serao-retirados-do-anel-rodoviario-fecham-a-via-para-protestar/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2012/01/moradores-que-serao-retirados-do-anel-rodoviario-fecham-a-via-para-protestar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 17:06:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[direito à moradia]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=38718</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/01/moradores-que-serao-retirados-do-anel-rodoviario-fecham-a-via-para-protestar/' addthis:title='Moradores que serão retirados do Anel Rodoviário fecham a via para protestar ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->As famílias terão de deixar suas casas por causa do risco de deslizamento no local. O protesto durou cerca de 40 minutos e causou um engarrafamento de 9 quilômetros João Henrique do Vale e Pedro Ferreira Revoltados por terem de deixar suas casas, famílias que moram às margens do Anel Rodoviário, na altura do Viaduto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/01/moradores-que-serao-retirados-do-anel-rodoviario-fecham-a-via-para-protestar/' addthis:title='Moradores que serão retirados do Anel Rodoviário fecham a via para protestar ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><div id="attachment_38719" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/01/20120105171046884508i.jpg"><img class="size-medium wp-image-38719" title="20120105171046884508i" src="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/01/20120105171046884508i-300x173.jpg" alt="" width="300" height="173" /></a><p class="wp-caption-text">Os moradores queimaram pedaços de madeira e interditaram uma das pistas</p></div>
<p style="text-align: justify;"><em>As famílias terão de deixar suas casas por causa do risco de deslizamento no local. O protesto durou cerca de 40 minutos e causou um engarrafamento de 9 quilômetros</em></p>
<p style="text-align: justify;">João Henrique do Vale e Pedro Ferreira</p>
<p style="text-align: justify;">Revoltados por terem de deixar suas casas, famílias que moram às margens do Anel Rodoviário, na altura do Viaduto São Francisco, na Região da Pampulha, fecharam por 40 minutos a via no início da tarde desta quinta-feira. Tempo suficiente para causar um grande engarrafamento de nove quilômetros no sentido Belo Horizonte / Vitória. Os moradores terão que sair de suas residências por causa de deslizamentos de terra, que atingiram a via  e provocaram rachaduras no asfalto.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), cerca de dez moradores colocaram fogo em pedaços de madeira e fecharam a única via liberada no Anel Rodoviário, no sentido Belo Horizonte / Vitória. O protesto foi pacífico. O Corpo de Bombeiros foi chamado e conseguiu debelar as chamas.<span id="more-38718"></span></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Companhia Urbanizadora de Belo Horizonte (Urbel), sete famílias, das 13 indicadas para saírem da área, já haviam deixado o local nesta quinta-feira e se mudado para casas de parentes e para o abrigo municipal Granja de Freitas. A Prefeitura está oferecendo a assistência do programa Bolsa Moradia, que consiste num auxílio aluguel de R$ 400 para a família removida alugar novo imóvel, até o reassentamento definitivo numa nova unidade habitacional.</p>
<p style="text-align: justify;">A situação do Anel Rodoviário pode piorar ainda mais caso a chuva persista em Belo Horizonte. De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), se os danos aumentarem, a pista pode ser totalmente interditada no sentido BH /Vitória. As trincas que surgiram nos últimos dias já foram seladas pelo órgão.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta manhã, técnicos começaram a fazer uma sondagem do solo para ver a consistência do terreno embaixo da pista. Topógrafos também estão no local para complementar o estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a PMRv, a pista já foi liberada e o trânsito segue normalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2012/01/05/interna_gerais,270848/moradores-que-serao-retirados-do-anel-rodoviario-fecham-a-via-para-protestar.shtml</p>
<p style="text-align: justify;">Enviada por José Carlos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2012/01/moradores-que-serao-retirados-do-anel-rodoviario-fecham-a-via-para-protestar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Manifestantes bloqueiam a via Dutra em São José dos Campos</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2012/01/manifestantes-bloqueiam-a-via-dutra-em-sao-jose-dos-campos/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2012/01/manifestantes-bloqueiam-a-via-dutra-em-sao-jose-dos-campos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 16:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[direito à moradia]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=38706</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/01/manifestantes-bloqueiam-a-via-dutra-em-sao-jose-dos-campos/' addthis:title='Manifestantes bloqueiam a via Dutra em São José dos Campos ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Moradores de uma invasão em São José dos Campos (97 km de SP) fazem um protesto que fechou a via Dutra no sentido Rio na manhã desta sexta-feira. Segundo a concessionária NovaDutra, o bloqueio provocava lentidão desde o km 161 até o km 155 por volta das 10h40. No sentido São Paulo, os motoristas também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/01/manifestantes-bloqueiam-a-via-dutra-em-sao-jose-dos-campos/' addthis:title='Manifestantes bloqueiam a via Dutra em São José dos Campos ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><div id="attachment_38707" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/01/12006222.jpeg"><img class="size-medium wp-image-38707" title="12006222" src="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/01/12006222-300x215.jpg" alt="" width="300" height="215" /></a><p class="wp-caption-text">Manifestação bloqueia a via Dutra no sentido Rio, em São José dos Campos (SP); protesto é contra reintegração</p></div>
<p style="text-align: justify;">Moradores de uma invasão em São José dos Campos (97 km de SP) fazem um protesto que fechou a via Dutra no sentido Rio na manhã desta sexta-feira.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a concessionária NovaDutra, o bloqueio provocava lentidão desde o km 161 até o km 155 por volta das 10h40.</p>
<p style="text-align: justify;">No sentido São Paulo, os motoristas também reduziam a velocidade na altura do km 152.</p>
<p style="text-align: justify;">Os manifestantes protestam contra uma possível reintegração de posse no bairro Pinheirinho, na zona sul da cidade, e prometem fazer passeata até a prefeitura.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a prefeitura, atualmente 1.600 famílias vivem na área, que pertence a à massa falida de uma empresa e foi invadida em 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1030725-manifestantes-bloqueiam-a-via-dutra-em-sao-jose-dos-campos.shtml</p>
<p style="text-align: justify;">Enviada por José Carlos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2012/01/manifestantes-bloqueiam-a-via-dutra-em-sao-jose-dos-campos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Seis imagens dos protestos de rua em 2011</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2011/12/seis-imagens-dos-protestos-de-rua-em-2011/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2011/12/seis-imagens-dos-protestos-de-rua-em-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 16:47:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[crítica ao capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[direito à vida digna]]></category>
		<category><![CDATA[direito ao trabalho digno]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[Retrospectiva]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=37986</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/12/seis-imagens-dos-protestos-de-rua-em-2011/' addthis:title='Seis imagens dos protestos de rua em 2011 ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Leonardo Sakamoto Limpando a memória do celular neste fim de ano, deparei-me com fotos de manifestações que ocorreram pelas ruas de São Paulo. Posto aqui algumas que estavam no aparelhinho, deixando de lado as da câmera fotográfica. OK, poderia dar várias justificativas, de políticas a tecnológicas para isso, como muitas vezes fazemos nós, jornalistas, quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/12/seis-imagens-dos-protestos-de-rua-em-2011/' addthis:title='Seis imagens dos protestos de rua em 2011 ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">Leonardo Sakamoto</p>
<p style="text-align: justify;">Limpando a memória do celular neste fim de ano, deparei-me com fotos de manifestações que ocorreram pelas ruas de São Paulo. Posto aqui algumas que estavam no aparelhinho, deixando de lado as da câmera fotográfica. OK, poderia dar várias justificativas, de políticas a tecnológicas para isso, como muitas vezes fazemos nós, jornalistas, quando estamos com preguiça – mas a verdade é essa mesmo. Não se esqueçam que fim de ano é hora de retrospectivas, ou seja, desenterrar e analisar o que foi produzido.</p>
<div id="attachment_10988" style="text-align: justify;"><a href="http://s3.amazonaws.com/blogsakamoto/wp-content/uploads/2011/12/IMG_0383.jpg"><img title="IMG_0383" src="http://s3.amazonaws.com/blogsakamoto/wp-content/uploads/2011/12/IMG_0383-e1325169930770.jpg" alt="" width="650" height="487" /></a>Mesmo debaixo de chuva, a passeata pelo Dia Internacional da Mulher ocupou as ruas do Centro (12/03)<span id="more-37986"></span></p>
</div>
<div id="attachment_10990" style="text-align: justify;"><a href="http://s3.amazonaws.com/blogsakamoto/wp-content/uploads/2011/12/IMG_0449.jpg"><img title="IMG_0449" src="http://s3.amazonaws.com/blogsakamoto/wp-content/uploads/2011/12/IMG_0449-e1325170426964.jpg" alt="" width="650" height="487" /></a>A PM usou de desnecessária violência (para variar) a fim de dispersar uma Marcha da Maconha (21/05). As cenas de selvageria levaram até o governo a repudiar o ocorrido</p>
</div>
<div id="attachment_10991" style="text-align: justify;"><a href="http://s3.amazonaws.com/blogsakamoto/wp-content/uploads/2011/12/IMG_0474.jpg"><img title="IMG_0474" src="http://s3.amazonaws.com/blogsakamoto/wp-content/uploads/2011/12/IMG_0474-e1325170558166.jpg" alt="" width="650" height="487" /></a>Flores foram distribuídas aos policiais na Marcha da Liberdade (28/05)</p>
</div>
<div id="attachment_10992" style="text-align: justify;"><a href="http://s3.amazonaws.com/blogsakamoto/wp-content/uploads/2011/12/IMG_0503.jpg"><img title="IMG_0503" src="http://s3.amazonaws.com/blogsakamoto/wp-content/uploads/2011/12/IMG_0503-e1325170632110.jpg" alt="" width="650" height="487" /></a>A polícia militar acabou se &#8220;acostumando&#8221; com as marchas que discutem a descriminalização da maconha após o STF tê-las declarado legais (18/06)</p>
</div>
<div id="attachment_10993" style="text-align: justify;"><a href="http://s3.amazonaws.com/blogsakamoto/wp-content/uploads/2011/12/IMG_0704.jpg"><img title="IMG_0704" src="http://s3.amazonaws.com/blogsakamoto/wp-content/uploads/2011/12/IMG_0704-e1325170714653.jpg" alt="" width="650" height="487" /></a>Protesto contra Belo Monte &#8220;queima&#8221; um boneco representando Dilma na Paulista (20/08)</p>
</div>
<div id="attachment_10994" style="text-align: justify;"><a href="http://s3.amazonaws.com/blogsakamoto/wp-content/uploads/2011/12/foto-3.jpg"><img title="foto-3" src="http://s3.amazonaws.com/blogsakamoto/wp-content/uploads/2011/12/foto-3-e1325170822676.jpg" alt="" width="650" height="485" /></a>Manifestação contra a Usina de Belo Monte, no Pará, reuniu entre 500 e 700 pessoas na avenida Paulista, em São Paulo (17/12)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Só o tempo vai dizer, mas creio que 2011 marcou o início da reconquista do espaço público. Como um amigo jornalista bem lembrou, até a revista Time elegeu os manifestantes como a sua personalidade do ano. Espaços públicos ficaram cheios – da Primavera Árabe aos protestos contra medidas de austeridade na Europa; de Occupy Wall Street à multidão russa indignada com as fraudes eleitorais; dos indignados da Espanha aos estudantes chilenos.</p>
<p style="text-align: justify;">Some-se a isso outras tantas ações aqui em Pindorama: protestos contra estações de metrô que têm sua localização alterada em benefícios de um grupo social privilegiado; ocupações de estudantes, de terras improdutivas pelos sem-terra ou de prédios abandonados por sem-teto; manifestações pelo direito ao aborto, pelo uso de substâncias consideradas como ilícitas e outras liberdades; contra a construção de hidrelétricas. Todas têm um objetivo muito maior do que obter concessões de curto prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">Como já discuti aqui anteriormente, elas não servem apenas para garantir transporte público, tapar as goteiras das salas de aula, desapropriar uma fazenda, destinar um prédio aos sem-teto ou ainda conquistar direitos individuai. Os problemas enfrentados pelos movimentos envolvidos nesses atos políticos não são pontuais, mas sim decorrência de um modelo de desenvolvimento que enquanto explora o trabalho, concentra a renda e favorece classes de abastados, deprecia a coisa pública (quando ela não se encaixa em seus interesses) ou a privatiza (quando ela se encaixa).</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, as ações são uma disputa de poder feita simultaneamente em âmbito local e global que, no horizonte histórico, poderá resultar na manutenção da pilhagem econômica, social e cultural da grande maioria da sociedade ou levar à implantação de um novo modelo – mais humano, livre e democrático.</p>
<p style="text-align: justify;">Ver que o pessoal jovem está indo para a rua traz uma lufada de esperança para a busca de nossas respostas. Talvez essa nova geração, auxiliada pela tecnologia, faça a diferença na forma que os que vieram antes ainda não conseguiram fazer. Mas alegria mesmo vai ser quando a periferia das grandes cidades e do país, em peso, ganhar o espaço público para protestar e fazer política. Espero ainda estar vivo quando isso acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;">http://blogdosakamoto.uol.com.br/</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2011/12/seis-imagens-dos-protestos-de-rua-em-2011/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>“Excluídos” em Curitiba fazem greve</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2011/12/%e2%80%9cexcluidos%e2%80%9d-em-curitiba-fazem-greve/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2011/12/%e2%80%9cexcluidos%e2%80%9d-em-curitiba-fazem-greve/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 16:54:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[greve]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=37571</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/12/%e2%80%9cexcluidos%e2%80%9d-em-curitiba-fazem-greve/' addthis:title='“Excluídos” em Curitiba fazem greve ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Pedro Carrano, de Curitiba (PR) O final de 2011 na capital reservou aos paranaenses um sol e um calor incomum nesse ano. Mas, para além das vacilações climáticas, o que mais espantou nesse mês de dezembro foram as diferentes medidas que atingiram diretamente o movimento sindical e popular, vindas do governador Beto Richa (PSDB) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/12/%e2%80%9cexcluidos%e2%80%9d-em-curitiba-fazem-greve/' addthis:title='“Excluídos” em Curitiba fazem greve ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><em>Pedro Carrano, de Curitiba (PR)</em></p>
<p style="text-align: justify;">O final de 2011 na  capital reservou aos paranaenses um sol e um calor incomum nesse ano.  Mas, para além das vacilações climáticas, o que mais espantou nesse mês  de dezembro foram as diferentes medidas que atingiram diretamente o  movimento sindical e popular, vindas do governador Beto Richa (PSDB) e  também da prefeitura de Curitiba.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse mês, após a aprovação do  Projeto de Lei que autoriza no estado as Organizações Sociais (OSs), à  revelia do protesto de mais de 350 pessoas que ocuparam a Assembleia  Legislativa do Paraná; e com a aprovação das Parcerias Públicos-Privadas  (PPPs) no estado, o final do ano em Curitiba reserva agora a negativa  do prefeito Luciano Ducci (PSB), do mesmo grupo político do governador,  em sentar na mesa de negociações com os servidores/as municipais da área  de saúde. A intransigência chegou a ser pautada nos noticiários  nacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Os servidores se auto-intitulam “excluídos” e se  mantém em mobilização em que pese a proximidade das festas de fim de  ano. Estão paralisados há duas semanas, em torno da reivindicação pela  jornada de 30 horas de trabalho semanal, já conquistada por outros  segmentos da categoria, como os enfermeiros. Os servidores expõem que  Ducci concedeu as 30 horas para 88% da categoria da saúde e que apenas a  vontade política seria necessária para incluir os 12% restantes.<span id="more-37571"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A  avaliação de Juliana, integrante do Comando de Greve, é de que os  servidores municipais na área da saúde não se mobilizavam há algum tempo  e se unificaram na demanda pela redução da jornada para 30 horas.  Nisso, a prefeitura atendeu a pauta apenas para alguns segmentos,  buscando assim dividir o movimento, ao deixar cinco profissionais de  fora, entre psicólogos, nutricionistas, profissionais de Educação  Física, entre outros. Daí o nome de excluídos.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde então,  consultórios instalados na rua, passeatas, carros de som com paródias de  marchinhas de carnaval e letras de funk: o movimento tem lançado mão de  diferentes táticas para denunciar a prefeitura. Certamente, a que mais  incomodou até o momento é o “Café com “Ducci”, quando os manifestantes  fazem o desjejum frente à casa do prefeito, localizada no abastado  bairro do Batel. O prefeito, que se lançou na política sobre o signo de  professional de medicina, tem evitado o contato com esses profissionais  da saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">“Eles querem jogar essa negociação para abril, quando  sabemos que é ano eleitoral e há limitações no orçamento (…) A postura  do prefeito é de &#8216;vamos ignorar eles&#8217;, para que o movimento não tome  repercussão. Estão pagando um dinheiro absurdo para laboratórios  particulares fazerem análises que seriam do laboratório municipal. Não  estão divulgando isso para a imprensa &#8211; é o dinheiro do contribuinte que  vai para o ralo -, justamente para minimizar os efeitos da nossa greve e  não abrir para negociação. Eles esperam que a gente canse, mas o  pessoal aqui não vai desistir”, afirma Juliana.</p>
<p style="text-align: justify;">No começo do  décimo terceiro dia de greve dos “excluídos”, após montarem acampamento  em frente à prefeitura, eles tiveram três barracas destruídas pela  chefia da Guarda Municipal. Em que pese a ação da direção da GM, boa  parte dos guardas se mobilizam no mesmo sindicato, comum aos servidores  municipais da saúde, o Sismuc.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois, os trabalhadores acampados  no gramado da prefeitura foram ameaçados de serem retirados à força do  local. A ameaça não se concretizou devido à cobertura midiática, informa  o sindicato. No momento, os servidores se mantém acampados frente à  prefeitura, aguardando a mesa de negociação, sinalizada até o momento  para sexta-feira (dia 13).</p>
<p style="text-align: justify;">O sindicato denuncia que o prefeito  Luciano Ducci paga a mais para fazer exames em laboratórios  terceirizados como forma de atenuar o impacto da paralisação. Aberto, o  custo desse exame no laboratório municipal é de R$ 1,87. Mas o pagamento  efetuado pela Prefeitura é de, pelo menos, R$ 11,60 pelo mesmo exame,  de acordo com tabela do SUS para laboratórios credenciados. (com Sismuc).</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.brasildefato.com.br/node/8559</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2011/12/%e2%80%9cexcluidos%e2%80%9d-em-curitiba-fazem-greve/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sitiantes reivindicam desapropriação do Engenho Una, em Moreno/PE</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2011/12/sitiantes-reivindicam-desapropriacao-do-engenho-una-em-morenope/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2011/12/sitiantes-reivindicam-desapropriacao-do-engenho-una-em-morenope/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 13:51:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[ameaças]]></category>
		<category><![CDATA[demarcações]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador@s rurais]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=37221</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/12/sitiantes-reivindicam-desapropriacao-do-engenho-una-em-morenope/' addthis:title='Sitiantes reivindicam desapropriação do Engenho Una, em Moreno/PE ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Sitiantes e Moradores do Engenho Una, localizado entre os municípios de Moreno e São Lourenço da Mata-PE, reivindicam do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a desapropriação para fins de Reforma Agrária da área onde vivem desde que nasceram. O Engenho pertence à Usina Bulhões, falida há mais de 4 anos, e possui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/12/sitiantes-reivindicam-desapropriacao-do-engenho-una-em-morenope/' addthis:title='Sitiantes reivindicam desapropriação do Engenho Una, em Moreno/PE ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">Sitiantes e Moradores do Engenho Una, localizado entre os municípios  de Moreno e São Lourenço da Mata-PE, reivindicam do Instituto Nacional  de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a desapropriação para fins de  Reforma Agrária da área onde vivem desde que nasceram. O Engenho  pertence à Usina Bulhões, falida há mais de 4 anos, e possui uma área de  485 hectares. Segundo os próprios moradores, aproximadamente 70% de  suas terras encontram-se improdutivas. Hoje (20) pela manhã, uma  comissão formada pelos moradores do Engenho encontra-se na Sede do Incra  para exigir a vistoria na área.</p>
<p style="text-align: justify;">No  Engenho, moram atualmente 35 famílias, quase todas formadas por  sitiantes nascidos e criados no local, que há 25 anos está em posse do  Grupo da Usina Bulhões, liderado por Roberto Beltrão, atual  proprietário. O período em que as terras estão sob o domínio da Usina  Bulhões tem sido marcado por pressão e ameaças para que as famílias  abandonem o local. Os trabalhadores relatam que já sofreram pressões  como destruição de lavouras com tratores, aplicação de veneno nas  plantações, a não permissão de plantios nos sítios e de construção de  moradias, além de ameaças verbais.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, foi  nos últimos meses que as pressões para a expulsão dos sitiantes se  intensificaram, diante de um provável contrato de arrendamento das  terras para a Usina Petribu. Falida e sem condições de moer, “a Usina  Bulhões quer ver a terra livre de posseiros”, afirmam os moradores. A  situação de pressão e ameaça transformou ainda mais a rotina dos  sitiantes nesse período. Um dos casos de ameaças mais recente aconteceu  no último dia 15 de novembro, quando um dos moradores estava levantando  sua casa de taipa e foi abordado pelo proprietário da Usina. Na ocasião,  o proprietário prometeu derrubar a casa, caso o trabalhador insistisse  na construção, afirmando que a terra não era dele. Apesar das ameaças,  as famílias afirmam que resistirão para permanecer no local onde sempre  viveram. “Minha mãe vive no sítio há mais de 50 anos. Se ela sair daqui  não vai conseguir viver em outro lugar. E assim será com todos os  agricultores que vivem no Engenho Una. Vivem e plantam aqui há mais de  50 anos”, afirmou um dos moradores que preferiu não se identificar.<span id="more-37221"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O caso  que será apresentado ao Incra hoje já foi informado, em novembro, à  promotoria da Função Social da Propriedade Rural do Ministério Público  Estadual. Os sitiantes também já denunciaram, ao Ministério Público do  Trabalho, diversos casos de violações de direitos trabalhistas com  moradores do engenho que prestaram serviço no corte de cana-de-açúcar da  Usina. A Bulhões acumula um montante de dívidas trabalhistas e de  impostos ainda não estimada pelo Ministério Público do Trabalho e por  órgãos Federais, mas que deverá ser analisada nos próximos dias, após  denuncia dos sitiantes do Engenho Una.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros  engenhos pertencentes à Bulhões, como o Engenho Várzea do Una,  Araújo,  Covas e Poço Dantas também já foram reivindicados por trabalhadores  rurais sem terra e são alvos de desapropriação para fins de Reforma  agrária.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante da  situação de pressão e ameaças, as famílias esperam que o Incra atue  em  caráter de urgência para garantir a vistoria e desapropriação do imóvel  e que com isso, os sitiantes possam ter direito ao título de suas  terras para viver e trabalhar com dignidade.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.cptpe.org.br/index.php/publicacoes/noticias/2-noticia/3171-sitiantes-reivindicam-desapropriacao-do-engenho-una-em-morenope.html</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2011/12/sitiantes-reivindicam-desapropriacao-do-engenho-una-em-morenope/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em SP, imigrantes fazem passeata pelo direito de votar</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2011/12/em-sp-imigrantes-fazem-passeata-pelo-direito-de-votar/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2011/12/em-sp-imigrantes-fazem-passeata-pelo-direito-de-votar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 14:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Combate ao Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[direito à cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Migrantes]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=35497</guid>
		<description><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/12/em-sp-imigrantes-fazem-passeata-pelo-direito-de-votar/' addthis:title='Em SP, imigrantes fazem passeata pelo direito de votar ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END -->Agencia Estado Com participação majoritária de bolivianos, um grupo de aproximadamente 250 pessoas, representando os imigrantes que vivem na cidade de São Paulo, saiu em passeata na 5ª Marcha dos Imigrantes, cujo tema foi Por Nenhum Direito a Menos. Com faixas, cartazes e a ajuda de um carro de som, os manifestantes defenderam mudanças no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2011/12/em-sp-imigrantes-fazem-passeata-pelo-direito-de-votar/' addthis:title='Em SP, imigrantes fazem passeata pelo direito de votar ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
<a class="addthis_button_preferred_1"></a>
<a class="addthis_button_preferred_2"></a>
<a class="addthis_button_preferred_3"></a>
<a class="addthis_button_preferred_4"></a>
<a class="addthis_button_preferred_5"></a>
<a class="addthis_button_preferred_6"></a>
<a class="addthis_button_preferred_7"></a>
<a class="addthis_button_preferred_8"></a>
<a class="addthis_button_preferred_9"></a>
<a class="addthis_button_preferred_10"></a>
<a class="addthis_button_preferred_11"></a>
<a class="addthis_button_preferred_12"></a>
<a class="addthis_button_preferred_13"></a>
<a class="addthis_button_preferred_14"></a>
<a class="addthis_button_compact"></a>
<a class="addthis_counter addthis_bubble_style"></a>
<a class="addthis_button_google_plusone"></a>
</div>
<!-- AddThis Button END --><div style="text-align: justify;">Agencia Estado</div>
<p style="text-align: justify;">Com participação majoritária de bolivianos, um grupo de  aproximadamente 250 pessoas, representando os imigrantes que vivem na  cidade de São Paulo, saiu em passeata na 5ª Marcha dos  Imigrantes, cujo tema foi Por Nenhum Direito a Menos. Com faixas,  cartazes e a ajuda de um carro de som, os manifestantes defenderam  mudanças no Estatuto do Estrangeiro que lhes permita juntar-se aos  brasileiros na hora do voto.</p>
<p style="text-align: justify;">A caminhada partiu da Rua Barão de  Itapetininga, no centro da cidade, e seguiu em direção à Praça da Sé,  com paradas para leitura de um manifesto em frente ao Teatro Municipal e  na calçada do Viaduto do Chá, diante do prédio da prefeitura paulista.  Entre eles estavam integrantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e  da Força Sindical.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Estamos em campanha, em vários locais, para  mostrar que o imigrante tem de sair da invisibilidade para conquistar os  seus direitos. Não é só vir para o Brasil trabalhar e conquistar,  simplesmente, um cartão de residência. Tem de buscar melhores condições  de saúde, educação e o direito de voto, de cidadania completa&#8221;,  argumentou Roque Patússi, coordenador do Centro de Apoio aos Imigrantes.<span id="more-35497"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ele  informou que as reivindicações serão encaminhadas a representantes das  três esferas de governo: municipal, estadual e federal. No manifesto, os  imigrantes destacaram que &#8220;Aqui Vivemos. Aqui votamos&#8221; e justificaram  que o momento de &#8220;crise do capitalismo e da precarização do trabalho&#8221; é  oportuno para mudar o conceito da &#8220;criminalização das migrações pelo  paradigma dos direitos humanos, cidadania plena e integração dos povos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">De  acordo com Patússi, dos cerca de l,5 milhão de imigrantes estimados no  País, vivem, em São Paulo, cerca de 250 mil bolivianos, 80 mil  paraguaios e 50 mil peruanos e um número menor de pessoas vindas de  outras nações.</p>
<p style="text-align: justify;">O ato faz parte das comemorações alusivas ao Dia  Mundial dos Imigrantes e ao vigésimo primeiro aniversário da Convenção  das Nações Unidas sobre os Direitos de Todos os Trabalhadores Migrantes e  de Suas Famílias. Também está associado ao Dia da Ação Global Contra o  Racismo e Xenofobia, pelos Direitos dos Migrantes e Refugiados.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.hojeemdia.com.br/noticias/2.349/em-sp-imigrantes-fazem-passeata-pelo-direito-de-votar-1.377973#.TtvqCPLBSrc.gmail</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://racismoambiental.net.br/2011/12/em-sp-imigrantes-fazem-passeata-pelo-direito-de-votar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

