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	<title>Combate ao Racismo Ambiental &#187; reivindicações</title>
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	<description>Dedicado por Tania Pacheco ao GT Combate ao Racismo Ambiental e às suas lutas</description>
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		<title>Depois de reunião com indígenas do Acre, presidenta da Funai se compromete a estudar reivindicações</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
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<!-- AddThis Button END -->Carolina Sarres, Repórter da Agência Brasil Brasília – Depois de se reunir com 40 representantes de povos indígenas do Acre, a presidenta da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marta Azevedo, se comprometeu a examinar as questões apresentadas pelo grupo e a tomar providências em relação às reclamações. Os indígenas estavam acampados na sede da fundação desde [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">Carolina Sarres, <em>Repórter da Agência Brasil<br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">
Brasília – Depois de se reunir com 40 representantes de povos indígenas do Acre, a presidenta da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marta Azevedo, se comprometeu a examinar as questões apresentadas pelo grupo e a tomar providências em relação às reclamações.</p>
<p style="text-align: justify;">Os indígenas estavam acampados na sede da fundação desde segunda-feira (7) e impuseram como condição para saída do local a entrega de uma lista de reivindicações à presidenta da Funai. Entre os pedidos estão a retomada de discussões a respeito da questão fundiária do estado, a adoção de medidas contra ameaças de morte a indígenas e a melhoria de serviços como saúde e educação. A reunião ocorreu no fim da tarde de ontem (8) e, na manhã de hoje, a sede da entidade já não estava mais ocupada.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Ninawá Huni Ku?, porta-voz dos líderes de sete povos (Ashaninka, Apolima Arara, Huni Ku?, Jaminawa, Madja, Manchiner e Nawá), os indígenas não estão satisfeitos com o resultado da reunião, pois não tiveram resposta às principais demandas: os conflitos fundiários devido à expansão agropecuária e ao assédio do mercado de carbono e a demarcação de terras.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, Marta Azevedo se comprometeu a examinar detalhadamente as outras questões apresentadas e a dar um encaminhamento oficial até amanhã (10). Segundo a assessoria da fundação, equipes já trabalham em um plano para resolução dessas questões.<span id="more-52573"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“Está prevista uma outra reunião, na primeira quinzena de junho, para detalhar o cronograma das atividades sobre as demarcações e a expansão agrícola em 21 terras indígenas no estado. Um dos pontos que ficou como prioridade é em relação à terra onde há conflito [Jaminawa, na beira do Rio Purus, próximo à divisa entre o Acre e o sul do Amazonas]. A demarcação [de terras] teve início e está parada. Enquanto isso, os fazendeiros estão invadindo, colocando tratores ao redor das casas, impedindo os indígenas de plantar. Estamos aguardando uma posição”, disse Ninawá.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o indígena, as lideranças querem que a reunião do próximo mês ocorra em formato de audiência pública, como forma de expandir o debate, com a presença de representantes da Funai, do Ministério Público Federal (MPF), da Polícia Federal (PF) e do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (ICMBio).</p>
<p style="text-align: justify;">As reivindicações foram entregues também aos ministérios da Saúde e da Educação (MEC), à Secretaria de Direitos Humanos (Sedh) e à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), vinculado à Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB), a situação de saúde na região é critica. Recentemente, foram contabilizadas mortes de 24 crianças por diarreia.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com relato de Ninawá, as equipes de saúde no local estão praticamente montadas &#8211; com exceção de médicos -, mas não há barcos, combustível ou medicamentos para que o atendimento seja prestado à população.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele informou que a precariedade também é constatada nas escolas da região. “Precisamos fazer uma reunião ampliada com lideranças do Acre para fazer uma análise dos planos de gestão que estão sendo encaminhados pelo estado. Em algumas aldeias, os alunos têm aula embaixo de pé de mangueira porque não tem material.”</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Edição: Lílian Beraldo</em></p>
<p style="text-align: justify;">http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-05-09/depois-de-reuniao-com-indigenas-do-acre-presidenta-da-funai-se-compromete-estudar-reivindicacoes</p>
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		<title>Dilma recebe pauta de reivindicações do Grito da Terra 2012</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2012/04/dilma-recebe-pauta-de-reivindicacoes-do-grito-da-terra-2012/</link>
		<comments>http://racismoambiental.net.br/2012/04/dilma-recebe-pauta-de-reivindicacoes-do-grito-da-terra-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Apr 2012 13:49:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>
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<!-- AddThis Button END -->Primeiro item das demandas da Contag é uma ampla e ágil reforma agrária Yara Aquino &#8211; Agência Brasil BRASÍLIA &#8211; Uma ampla e ágil reforma agrária é o primeiro item da pauta de reivindicações do Grito da Terra 2012, entregue nesta sexta-feira (27) à presidenta Dilma Rousseff por representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores na [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p><em>Primeiro item das demandas da Contag é uma ampla e ágil reforma agrária</em></p>
<div style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://www.hojeemdia.com.br/polopoly_fs/dilma-contag-1.438585!/image/574731179.jpg_gen/derivatives/landscape_550/574731179.jpg" alt="dilma contag" width="330" height="220" />Yara Aquino &#8211; Agência Brasil</div>
<p style="text-align: justify;">BRASÍLIA &#8211; Uma ampla e ágil reforma agrária é o primeiro item da pauta de reivindicações do Grito da Terra 2012, entregue nesta sexta-feira (27) à presidenta Dilma Rousseff por representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e de federações de trabalhadores rurais.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o título “Agenda por um Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário”, o documento traz um conjunto de 80 reivindicações para fortalecer o desenvolvimento no campo. Entre os itens está a aceleração das regularizações fundiárias e a proposta para a criação de uma política nacional de enfrentamento aos conflitos agrários com mecanismos de proteção às lideranças ameaçadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os agricultores querem ainda o fortalecimento da agricultura familiar, ampliação da educação e inclusão digital no meio rural, melhores condições de trabalho no campo e políticas regionais de desenvolvimento.<span id="more-51335"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“Falamos para a presidenta sobre a possibilidade de suspensão de R$ 1 bilhão do orçamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e queremos que seja imediatamente reposto isso. Precisamos que sejam assentadas as 200 mil famílias acampadas no campo. Falamos sobre a regularização fundiária no Brasil. Muitas políticas públicas não podem ser implementadas porque o povo na roça não tem o documento. E tem a violência no campo”, disse o presidente da Contag, Alberto Broch.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles também reivindicam participar, por meio da Contag, dos espaços institucionais que definem a posição do governo brasileiro em negociações internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">O ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, participou da reunião e disse que o documento será analisado. Ele esclareceu que o contingenciamento de orçamento do Incra, citado por Broch, não é necessariamente um corte definitivo e lembrou que a meta de assentamento da reforma agrária para este ano é de 30 mil famílias. “A orientação da presidenta é que os assentamentos agrários sejam assentamentos de melhor qualidade”, disse Pepe Vargas.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os dias 21 a 28 de maio, a direção do movimento negocia a pauta diretamente nos ministérios. Logo após, no dia 30 de maio, trabalhadores rurais fazem, em Brasília, a mobilização nacional do Grito da Terra 2012, quando recebem as respostas do governo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na extensa pauta de reivindicações do Grito da Terra 2012 há espaço também para itens que não se restringem ao meio rural, como o pedido de mais rigor na fiscalização dos empréstimos para os aposentados e regulamentação da contribuição sindical.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/dilma-recebe-pauta-de-reivindicac-es-do-grito-da-terra-2012-1.438583</p>
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		<title>Antropólogo indígena Yupari Tukano diz que não comemora Dia do Índio</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 18:45:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>

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<!-- AddThis Button END -->Yupari diz que todos os dias os indígenas são Tukanos, Saterés, Waimiris&#8230;e tantas outras etnias que representam as comunidades. Gláucia Chair MANAUS - O índígena João Rivelino Rezende Barreto, Yupuri Tukano, formado em Filosofia, com Mestrado em Antropologia pela Universidade Federal do Amazonas, falou com o portalamazonia.com sobre o Dia do Índio. Yupuri mora em [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><em>Yupari diz que todos os dias os indígenas são Tukanos, Saterés, Waimiris&#8230;e tantas outras etnias que representam as comunidades.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Gláucia Chair</p>
<p style="text-align: justify;">MANAUS<strong> -</strong> O índígena João Rivelino Rezende Barreto, Yupuri Tukano, formado em Filosofia, com Mestrado em Antropologia pela Universidade Federal do Amazonas, falou com o <strong>portalamazonia.com</strong> sobre o Dia do Índio. Yupuri mora em Manaus há 10 anos. Nascido na comunidade São Domingos Sávio, em São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, no Amazonas, trabalha atualmente com pesquisa na Universidade Estadual do Amazonas.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira a entrevista:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portal Amazônia</strong>: Qual é sua visão sobre a data 19 de abril, Dia do Índio?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Yupuri Tukano</strong>: Este é o dia decretado pelo Estado. Muitos grupos fazem sua comemoração. Particularmente procuro não festejar essa data. Todos os dias somos Tukanos, Saterés, Waimiris…, portanto celebramos nossa vida e cultura todos os dias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portal Amazônia:</strong> O senhor acha que as comunidades indígenas estão bem representadas na sociedade?<br />
<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Yupuri Tukano:</strong> Algumas conquistas vieram por meio de reinvidicações junto ao governo. Nossos parentes hoje estão na Secretaria Indígena, criada pelo governo do Amazonas. Mas sabemos que ainda há muita coisa a ser concretizada.<span id="more-50449"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Portal Amazônia</strong>: O senhor saiu de sua aldeia para buscar conhecimento junto aos brancos. O senhor pretende usar esse conhecimento adquirido para a melhoria da vida de seu povo?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Yupuri Tukano</strong>: Nossa cultura é diferente, mas isso não significa que não haja preparo. Sou formado em Antropologia e enquanto antropólogo quero que nossa cultura seja respeitada. Para isso quero também mostrar que temos teorias e conhecimento e não apenas mostrar a nossa vida e costumes exóticos que são pautados pela mídia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portal Amazônia:</strong> Como os seus parentes analisam o fato de que o Senhor cursou uma universidade e está formado dentro de conceitos culturais do homem branco?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Yupari Tukano:</strong> Não existe preconceito, mas existem formas diferenciadas de tratamento. Às vezes acham que estou acima deles, mas eu não sou melhor do que eles. Apenas procurei me formar junto com os brancos para poder pensar melhor a minha própria cultura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portal Amazônia:</strong> Qual sua opinião para as políticas públicas direcionadas às comunidades indígenas?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Yupari Tukano</strong>: Existem boas iniciativas, mas muitas vezes vemos desvios de recursos e ficamos até desconfiados. Acho que seria importante se participássemos mais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portal Amazônia:</strong> O senhor vem da região do Alto Rio Negro onde as comunidades indígenas sofreram muita influência missionária. Como o senhor analisa a participação dos Salesianos nessas comunidades?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Yupari Tukano:</strong> Houve erros no passado e isso é estudado no mundo acadêmico. No entanto, não podemos ignorar que hoje sabemos ler e escrever, temos cargos no poder público. Não saberíamos nada disso se não fosse a influência dos salesianos.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.portalamazonia.com.br/editoria/atualidades/antropologo-indigena-yupari-tukano-diz-que-nao-comemora-dia-do-indio/</p>
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		<title>Governador recebe os sem-terra que acamparam no Palácio</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 12:14:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[assentamentos]]></category>
		<category><![CDATA[MST]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador@s rurais sem terra]]></category>

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<!-- AddThis Button END -->Manifestantes acampados nos jardins do Palácio ameaçaram ocupar as dependências caso não fosse marcada reunião com governador. Cid os recebeu e atendeu várias reivindicações. Desocupação deve ser hoje Bruno Cabral Ao final do segundo dia de acampamento nos jardins do Palácio da Abolição, representantes agricultores integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) foram recebidos [...]]]></description>
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<div addthis:url='http://racismoambiental.net.br/2012/04/governador-recebe-os-sem-terra-que-acamparam-no-palacio/' addthis:title='Governador recebe os sem-terra que acamparam no Palácio ' class="addthis_toolbox addthis_default_style ">
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<!-- AddThis Button END --><div id="attachment_50071" class="wp-caption aligncenter" style="width: 448px"><a href="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/04/1804po2410.jpg"><img class="size-full wp-image-50071" title="1804po2410" src="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/04/1804po2410.jpg" alt="" width="438" height="249" /></a><p class="wp-caption-text">Manifestantes ameaçaram ocupar o Palácio da Abolição. Hoje, devem desfazer acampamento</p></div>
<p style="text-align: justify;"><em>Manifestantes acampados nos jardins do Palácio ameaçaram ocupar as dependências caso não fosse marcada reunião com governador. Cid os recebeu e atendeu várias reivindicações. Desocupação deve ser hoje</em></p>
<p style="text-align: justify;">Bruno Cabral</p>
<p style="text-align: justify;">Ao final do segundo dia de acampamento nos jardins do Palácio da Abolição, representantes agricultores integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) foram recebidos por Cid Gomes (PSB).<span id="more-50070"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O governador anunciou a desapropriação de quatro propriedades, no valor total de R$ 788 mil, e a liberação de R$ 489 mil para a construção de escolas nos assentamentos. Ele disse ainda que, até 15 de maio, começará a construção de conjunto habitacional no bairro José Walter, que destinará 1,1 mil moradias para trabalhadores rurais.</p>
<p style="text-align: justify;">Cid disse ainda que será assinada mais uma etapa do projeto São José, que deverá assegurar R$ 270 milhões para infraestrutura hídrica. Lembrou ainda o decreto que destinará R$ 5,25 milhões para 2,3 mil quintais produtivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Odair Magalhães, da coordenação estadual do MST, considerou positivo o resultado. “Praticamente 80% da pauta foi atendida”. Ele disse que só faltou o projeto para combater a estiagem prolongada, acerca do qual Cid se comprometeu a articular negociações com o Governo federal. Odair informou que os sem-terra devem deixar o Palácio nesta manhã.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tensão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na manhã de ontem, manifestantes ameaçaram tomar as dependências do Palácio da Abolição, sede do governo estadual, caso não fosse marcada, até o meio-dia, reunião com Cid. Gritando palavras de ordem e batendo latas, os trabalhadores se aproximaram da entrada do prédio, alguns deles armados com foices e paus.</p>
<p style="text-align: justify;">A poucos minutos do prazo estabelecido para a ocupação, o chefe da segurança do governador, coronel Brasil, informou aos líderes do movimento que Cid Gomes os receberia às 18 horas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Crateús e Sobral</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na manhã de ontem, outro grupo do MST bloqueou a BR-116 em Itaitinga. A reivindicação era a construção de passarela para atender a comunidade de Jabuti.</p>
<p style="text-align: justify;">Após serem informados, ainda durante a manhã, de que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) havia se comprometido a iniciar as obras do equipamento em 30 dias, o grupo também se deslocou para o Palácio. (Colaborou Roberta Arrais)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por quê</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ENTENDA A NOTÍCIA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Desde segunda-feira, o MST promove manifestações em várias regiões do País. Os atos fazem parte da jornada anual de mobilização, em memória do massacre de Eldorado dos Carajás, que completou 16 anos ontem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saiba mais</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As principais reivindicações dos manifestantes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ampliação do seguro-safra, benefício concedido durante quatro meses para amenizar os efeitos da seca sobre a produção dos agricultores. Manifestantes querem estender o seguro a mais famílias e aumentar o valor recebido, dos atuais R$ 150 para um salário mínimo (R$ 622).</p>
<p style="text-align: justify;">Construção de mais quatro escolas de ensino fundamental e médio em assentamentos do Interior do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Custeio pecuário: auxilio para a compra de insumos para animais, no período da seca, e melhoria da infraestrutura nos assentamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.opovo.com.br/app/opovo/politica/2012/04/18/noticiasjornalpolitica,2822845/governador-recebe-os-sem-terra-que-acamparam-no-palacio.shtml</p>
<p style="text-align: justify;">Enviada por Rodrigo de Medeiros Silva.</p>
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		<title>MST entrega ao governo a pauta de reivindicações do Abril Vermelho</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 18:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[demarcações]]></category>
		<category><![CDATA[manifestações]]></category>
		<category><![CDATA[massacre]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalhador@s rurais]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

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<!-- AddThis Button END -->Carolina Gonçalves, Repórter da Agência Brasil Brasília &#8211; Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) entregou ontem (11) a membros do primeiro escalão do governo, a pauta de reivindicações do Abril Vermelho. O Abril Vermelho é promovido todos os anos, com manifestações e ocupações de fazendas, em várias partes do país, para lembrar [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">Carolina Gonçalves<em>, Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília &#8211; Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) entregou ontem (11) a membros do primeiro escalão do governo, a pauta de reivindicações do Abril Vermelho. O Abril Vermelho é promovido todos os anos, com manifestações e ocupações de fazendas, em várias partes do país, para lembrar o Massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido em 17 de abril de 1996, no Pará. As reivindicações dos sem-terra foram levadas aos ministros do Desenvolvimento Agrário (MDA), Pepe Vargas, e da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com documento divulgado pelo MST, “mais de 4 milhões de famílias de trabalhadores rurais estão aguardando terras para produzir e 186 mil famílias estão acampadas, vivendo em condições precárias, em barracas de lona, na luta pela reforma agrária”. Segundo o movimento, o processo de criação de assentamentos no país está parado.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de terra, o MST exige a abertura de novas linhas de crédito rural “para que camponeses e agricultores familiares produzam, organizados em cooperativas e com técnicas agroecológicas”. E em relação à educação, o movimento alerta que, nos últimos dez anos, foram fechadas mais de 36 mil escolas no meio rural. Segundo eles, a educação dos jovens do campo é necessária para evitar a migração para áreas urbanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nota, o MDA informou que ainda vai analisar as reivindicações. Segundo a assessoria do MDA, o encontro do ministro Vargas com os líderes do MST transcorreu em clima de “tranquilidade”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Edição: Vinicius Doria</em></p>
<p style="text-align: justify;">http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-04-11/mst-entrega-ao-governo-pauta-de-reivindicacoes-do-abril-vermelho</p>
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		<title>Amigos do MST nos EUA protestam contra a realidade do campo brasileiro na visita de Dilma Rousseff</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 18:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[assassinatos]]></category>
		<category><![CDATA[Código Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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<!-- AddThis Button END -->Dentre os pontos de reivindicações está a denúncia da paralisação da Reforma Agrária e a exigência do assentamento das famílias acampadas Da Página do MST  Nesta segunda-feira (09), os Amigos do MST nos EUA junto com outras organizações ambientalistas e de direitos humanos promovem uma marcha até a Embaixada do Brasil em Washington, DC &#8211; [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><em>Dentre os pontos de reivindicações está a denúncia da paralisação da Reforma Agrária e a exigência do assentamento das famílias acampadas</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Da Página do MST</em></p>
<p style="text-align: justify;"> Nesta segunda-feira (09), os Amigos do MST nos EUA junto com outras organizações ambientalistas e de direitos humanos promovem uma marcha até a Embaixada do Brasil em Washington, DC &#8211; dia em que a presidenta Dilma Rousseff visita os EUA – para pressioná-la sobre a atual realidade do campo brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os pontos de reivindicações, encontra-se a denúncia da paralisação da Reforma Agrária e a exigência do assentamento das famílias acampadas, número este que chega a 186 mil famílias.</p>
<p style="text-align: justify;">Justiça ao massacre de Eldorado dos Carajás, em que 21 Sem Terras foram mortos pela Polícia Militar no município de Eldorado dos Carajás, no Pará, em 1996. Passados 16 anos do episódio, nenhum responsável pelo acontecimento foi condenado.</p>
<p style="text-align: justify;">E o veto presidencial ao novo texto do Código Florestal, em trâmite na Câmara dos Deputados, que tem como único objetivo fragilizar a legislação ambiental brasileira.<span id="more-49084"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A marcha de Washington expressa solidariedade aos movimentos sociais e ativistas de direitos humanos e ambientais no Brasil. Além disso, os ativistas marcham em memória de mártires que representam a luta camponesa nacional, entre eles a Irmã Dorothy Stang, Chico Mendes, os 21 militantes do MST assassinados em Eldorado dos Carajás, Claudio Zé Ribeiro da Silva e Maria do Espirito Santo.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.brasildefato.com.br/content/amigos-do-mst-nos-eua-protestam-contra-realidade-do-campo-brasileiro-na-visita-de-dilma-rous</p>
</div>
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		<title>MST ocupa secretaria em Barreiras e cobra melhorias em escolas</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 12:18:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[direito à alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[direito à educação de qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[MST]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>

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<!-- AddThis Button END -->Por Raul Monteiro Do Política Livre Integrantes do MST ocuparam na manhã desta segunda-feira (2) a sede da Secretaria de Educação de Barreiras, na região oeste da Bahia. Eles reivindicam melhorias para as escolas municipais que funcionam nos acampamentos e assentamentos no município. A ocupação começou por volta das 8h, mas o expediente do órgão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- AddThis Button BEGIN -->
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><em>Por Raul Monteiro<br />
Do Política Livre</em></p>
<p style="text-align: justify;">Integrantes do MST ocuparam na manhã desta segunda-feira (2) a sede da Secretaria de Educação de Barreiras, na região oeste da Bahia. Eles reivindicam melhorias para as escolas municipais que funcionam nos acampamentos e assentamentos no município.</p>
<p style="text-align: justify;">A ocupação começou por volta das 8h, mas o expediente do órgão público não foi alterado. Segundo o coordenador regional do MST, Isaías Nascimento, entre as reivindicações, estão a melhoria no sistema de transporte escolar, a troca de cadeiras nas salas de aula e a revisão sobre a quantidade de merenda escolar enviada para os estudantes.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Nascimento, a alimentação é insuficiente. Segundo a assessoria da Secretaria Municipal de Educação, três escolas funcionam em áreas de assentamento. Líderes do MST foram convidados a participar de uma reunião na manhã desta segunda-feira com a secretária da pasta, Ivonete Donato, e com a prefeita Jusmari Oliveira.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.mst.org.br/MST-ocupa-secretaria-em-Barreiras-e-cobra-melhorias-em-escolas#.T3pLUhqiFE0.gmail</p>
<p style="text-align: justify;">Enviada por José Carlos.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O presidente da República em exercício, Marco Maia, recebe os militantes do Educafro</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 18:23:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[direito à educação de qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[população negra]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://racismoambiental.net.br/?p=47530</guid>
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</div>
<!-- AddThis Button END -->Agência Brasil O presidente da República em exercício, deputado Marco Maia (PT-RS), recebe na tarde de hoje no Palácio do Planalto manifestantes que reivindicam mais políticas públicas voltadas para a população negra. Maia assumiu a presidência após a viagem da presidente Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer para o exterior. Na pauta de reivindicações [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><div class="wp-caption alignleft" style="width: 298px"><img title="educafro" src="http://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/_agenciabrasil/files/gallery_assist/25/gallery_assist691569/prev/AgenciaBrasil120326ANT_1348.JPG" alt="" width="288" height="195" /><p class="wp-caption-text">Brasília - O presidente da República em exercício, Marco Maia, recebe os militantes do Educafro, que reivindicam atenção para ações voltadas aos negros em políticas do governo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Agência Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da República em exercício, deputado Marco Maia (PT-RS),  recebe na tarde de hoje no Palácio do Planalto manifestantes que  reivindicam mais políticas públicas voltadas para a população negra.  Maia assumiu a presidência após a viagem da presidente Dilma Rousseff e  do vice-presidente Michel Temer para o exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Na pauta de reivindicações do movimento Educafro, que organizou a  mobilização, está a inclusão de cotas para afro-brasileiros em concursos  públicos e no programa Ciência sem Fronteiras, que concede bolsas para  estudantes no exterior. Cerca de 50 pessoas do Educafro viajaram para  Brasília, onde devem permanecer até a quarta-feira.</p>
<p style="text-align: justify;">Em panfleto  distribuído à frente do Palácio do Planalto, os militantes questionam o  governo Dilma Rousseff: &#8220;Onde o seu governo tem priorizado o povo afro?  Onde as mulheres negras estão sendo incluídas no governo da presidente  Dilma?&#8221;. Para o voluntário Antônio Gomes Fortaleza, &#8220;o governo Dilma é  muito tímido na questão da negritude&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/03/26/interna_politica,285491/marco-maia-vai-receber-manifestantes-no-planalto.shtml</p>
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		<title>Sociedade Maranhense de Direitos Humanos apresenta pauta de reivindicações para o Incra</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 19:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[demarcações]]></category>
		<category><![CDATA[quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador@s rurais]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

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<!-- AddThis Button END -->Representantes da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), da Diocese do município de Brejo e mais 30 trabalhadores rurais reuniram-se terça-feira (06), pela manhã, na Superintendência Regional do Incra no Maranhão com o objetivo de discutir assuntos relativos a processos de desapropriação de terras e titulação de áreas quilombolas. Além do superintendente regional do Incra-MA, [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">Representantes  da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), da Diocese do  município de Brejo e mais 30 trabalhadores rurais reuniram-se  terça-feira (06), pela manhã, na Superintendência Regional do Incra no  Maranhão com o objetivo de discutir assuntos relativos a processos de  desapropriação de terras e titulação de áreas quilombolas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do  superintendente regional do Incra-MA, José Inácio Rodrigues,  participaram também da reunião o chefe da divisão de Obtenção de Terras,  Lucílio Araújo Costa e a chefe do setor de Regularização de Territórios  Quilombolas, Lidiane Amorim.</p>
<p style="text-align: justify;">Na pauta  entregue pela SMDH constaram 27 pedidos de desapropriação abrangendo os  municípios de São Benedito do Rio Preto, Santa Quitéria, Urbano Santos,  Duque Bacelar, Buriti, Tutóia, Araioses e Belágua.</p>
<p style="text-align: justify;">Com  relação à titulação de terras quilombolas, as áreas solicitadas foram de  Barro Vermelho, no município de Chapadinha; Bonsucesso, no município de  Mata Roma; Depósito, no município de Brejo; São Francisco Malaquias, no  município de Vargem Grande e Saco das Almas, no município de Brejo.<span id="more-45702"></span></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo  com o superintendente regional do Incra-MA, José Inácio Rodrigues, as  solicitações apresentadas são legítimas e fazem parte do processo de  luta da entidade. “Muitas demandas da SMDH já foram discutidas na  reunião com o presidente do Incra, no ano passado. Iremos agora, dar  mais agilidade no cumprimento dos prazos estabelecidos”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Encaminhamentos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo  com o chefe da divisão de Obtenção de Terras, Lucílio Araújo Costa, dos  27 processos de desapropriação solicitados três foram classificados  como média propriedade rural, não podendo ser desapropriados. Outros  seis áreas já foram vistoriadas; quatro serão vistoriadas este ano. Há  ainda três processos que estão <em>sub judice; </em>cinco tiveram o  Decreto de Desapropriação expedido em Dezembro/2011; três já tiveram a  imissão de posse realizada, estando em fase de criação do assentamento.  Somente uma área necessita de mais informações para embasar o processo  administrativo;outra foi encaminhada para Brasília para expedição de  Decreto e por fim, uma que precisa de um entendimento com a Gerência  Regional de Patrimônio da União (GRPU), por se tratar da Ilha Grande dos  Paulinos, no município de Araioses.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Regularização de Quilombos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os  territórios de Barro Vermelho, Depósito e Saco das Almas já tiveram  iniciadas a elaboração dos Relatórios Antropológicos, fruto do Pregão  nacional realizado pelo Incra. A previsão de conclusão dos mesmos é de  seis meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o  território Bom Sucesso, terá o Relatório Técnico de Identificação e  Delimitação (RTID) iniciado no segundo semestre deste ano, com previsão  de conclusão no fim de setembro. Quanto ao território São Francisco  Malaquias, já houve a imissão de posse da área em 2011. Para a titulação  definitiva, faltam o georreferenciamento e a demarcação do território.</p>
<p style="text-align: justify;">O  assessor jurídico da SMDH, Celso Sampaio, considerou o encontro positivo  e divulgou que foi marcada outra reunião para nove de abril.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.incra.gov.br/index.php/noticias-sala-de-imprensa/noticias/11868-sociedade-maranhense-de-direitos-humanos-apresenta-pauta-de-reivindicacoes-para-o-incra</p>
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		<title>Trabalhadores do Porto do Açu cruzam os braços e fazem manifestação</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 20:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[direito ao trabalho digno]]></category>
		<category><![CDATA[direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[greve]]></category>
		<category><![CDATA[manifestações]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>

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<!-- AddThis Button END -->Principais acessos às obras do Porto foram bloqueados pelos manifestantes Funcionários da ARG, e de pelo menos outras cinco empresas que executam as obras do Superporto do Açu, em São João da Barra, voltaram a cruzar os braços na manhã desta segunda-feira (27/02), por volta das 7h, fechando os principais acessos ao local, ateando fogo [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><em>Principais acessos às obras do Porto foram bloqueados pelos manifestantes</em></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="porto" src="http://www.ururau.com.br/thumbsmaterias.php?img=fotos/../fotos_noticias/27-02-2012_acecbb9adccfdd9" alt="" width="319" height="212" />Funcionários da ARG, e de pelo menos outras cinco empresas que executam  as obras do Superporto do Açu, em São João da Barra, voltaram a cruzar  os braços na manhã desta segunda-feira (27/02), por volta das 7h,  fechando os principais acessos ao local, ateando fogo em pneus e galhos  na estrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Os trabalhadores pedem a regularização das horas “in  itinere”, tipo de hora extra que se caracteriza no deslocamento que o  empregado faz de sua residência ao trabalho e vice e versa. Segundo um  manifestante, que não quis se identificar, empresas estariam  contabilizando apenas metade do percurso. Além disso, os funcionários  reivindicam horas trabalhadas nos domingos, melhores condições de  trabalho e higiene nas acomodações e alimentação.<span id="more-44497"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" title="açu" src="http://www.ururau.com.br/fotos_arquivo/27-02-2012_7e6a399780348e0" alt="" width="252" height="168" />O diretor fiscal do Sindicato da Indústria da Construção Civil e  Mobiliários do Norte Fluminense (Sticoncimo), Hahilton dos Santos que  estava no local, informou que as reivindicações dos trabalhadores foram  confirmadas e que um representante do Ministério do Trabalho deve  comparecer às instalações ainda nesta segunda.</p>
<p>Por outro lado, o  presidente do Sindicato, José Carlos Eulálio, informou que o mesmo foi  pego de surpresa com a manifestação dos trabalhadores, já que em  assembleia realizada na última sexta-feira (24/02), ficou esclarecido  que nenhuma manifestação ou paralisação deveria ser feita antes da  reunião com o sindicato patronal, marcada para a próxima terça-feira  (28/02), às 10h, na sede do sindicato patronal, no Rio.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="açu" src="http://www.ururau.com.br/fotos_arquivo/27-02-2012_4da6ce3969db5e7" alt="" width="294" height="159" />“O sindicato foi surpreendido pela manifestação. Fizemos uma reunião na  sexta e ficou definido que nada poderia ser feito antes da conclusão do  processo administrativo. Vamos conversar com os trabalhadores e nosso  departamento jurídico vai aconselhá-los a pararem a manifestação,”  esclareceu o presidente do sindicato.</p>
<p style="text-align: justify;">Em maio do ano passado, os  trabalhadores chegaram a organizar uma greve e uma manifestação por não  terem sido atendidos em compromissos firmados entre a ARG, o Sindicato e  o Ministério do Trabalho, mas abandonaram a ideia, depois da notícia de  que diretores da empresa estariam dispostos a conversar e assim  estabelecer soluções para as exigências.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" title="açu" src="http://www.ururau.com.br/fotos_arquivo/27-02-2012_1b87c96d185f656" alt="" width="294" height="196" />Em dezembro, também de 2011, uma nova manifestação foi feita, com as  mesmas reivindicações e ainda foi feito um pedido de férias coletivas.  Na época, a assessoria da LLX informou que o acordo foi de que todos os  funcionários da ARG entrariam de férias no dia 23 de dezembro  permanecendo até o dia 02 de janeiro. Segundo o Diretor Fiscal do  Sindicato esta foi a única reivindicação cumprida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>LLX</em></strong><br />
Através  de nota, a assessoria da LLX, empresa responsável pelo Porto, informou  que a empresa acompanha a negociação entre os trabalhadores e a ARG e  que a LLX e a OSX cumprem rigorosamente todas as normas e determinações  da legislação brasileira e exigem em contrato o mesmo padrão de seus  parceiros.</p>
<p>Fotos: Carlos Grevi.</p>
<p style="text-align: justify;">Enviada por Sergio Ricardo.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.ururau.com.br/cidades12595</p>
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		<title>Após carnaval, greves de professores ameaçam parar aulas no País</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2012/02/apos-carnaval-greves-de-professores-ameacam-parar-aulas-no-pais/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 17:57:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[direito ao trabalho digno]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[greve]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>

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<!-- AddThis Button END -->Rondônia já tem paralisação, Rio de Janeiro começa nesta quarta-feira e 44 sindicatos farão ato nos dias 14, 15 e 16 de março Cinthia Rodrigues, iG São Paulo Após um primeiro mês letivo tumultuado pelo feriado de carnaval, discussões sobre a jornada de trabalho dos professores em São Paulo e fechamento das escolas por causa da greve [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;"><em>Rondônia já tem paralisação, Rio de Janeiro começa nesta quarta-feira e 44 sindicatos farão ato nos dias 14, 15 e 16 de março</em></p>
<p style="text-align: justify;">Cinthia Rodrigues, iG São Paulo</p>
<p style="text-align: justify;">Após um primeiro mês letivo tumultuado pelo feriado de carnaval, discussões sobre a jornada de trabalho dos professores em São Paulo e fechamento das escolas por causa da greve de policiais na Bahia,  as redes públicas de todo o Brasil podem ficar sem aulas nos próximos  dias. Professores prometem – e em alguns casos já iniciaram – greves  pelo cumprimento da lei do piso nacional da categoria.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div>
<p>Na  rede estadual de Rondônia, a paralisação já começou na quinta-feira,  logo após o carnaval. No Rio de Janeiro, a categoria fará uma  paralisação na próxima terça-feira, 28, com ato em frente à Assembleia.  Nos dias 14, 15 e 16 de março, outros 42 sindicatos de docentes,  incluindo todos os estaduais, se unirão a estes em greve de três dias.</p>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">A paralisação já estava marcada com duas reivindicações. A primeira é pressionar pelo pagamento do piso nacional que até 2011 era de R$ 1.187 e, em 2012, deve ser reajustado para R$ 1.430.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda é a campanha para que o Plano Nacional de Educação para  a década 2011-2020 preveja 10% do PIB para a área e não 8% como o atual  projeto no Senado. Uma terceira demanda da greve surgiu às vésperas do  carnaval e revoltou os professores.<span id="more-44340"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Governadores querem reduzir reajuste</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os  governadores Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, Antonio Anastasia  (PSDB), de Minas Gerais, Renato Casagrande (PSB), do Espírito Santo,  Cid Gomes (PSB), do Ceará, e Jaques Wagner (PT), da Bahia, pressionam o  presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT) para votar um  recurso que muda a forma como o piso para professor é reajustado.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela  lei, a variação é baseada no aumento do Fundo de Manutenção e  Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), o que deve representar 21%  este ano. Os governadores querem que seja pela inflação, que ficaria em  6%.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a Confederação Nacional dos Trabalhadores  em Educação (CNTE) isso modificaria o objetivo da lei do piso, que era  valorizar o profissional. Para a entidade, repor a inflação, não ajudará  a equiparar a remuneração dos docentes a dos demais profissionais com  ensino superior – razão da criação da lei.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ano passado, 16 Estados tiveram geve</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em 2011, além da paralisação unificada pelo piso, que durou apenas um dia, 16 Estados fizeram greve.  As aulas foram interrompidas por períodos que variaram de 8 dias, na  Bahia, a 113 dias, em Minas Gerais. Por conta disso, oito unidades da  federação tiveram as férias escolares adiadas. Outras não chegaram a ter os 200 dias letivos mínimos anuais previstos em lei.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No  caso de São Paulo, já está marcada uma votação no dia 16 de março, após  a paralisação conjunta, para decidir se o sindicato (Apeoesp) apoia a  continuidade da greve. Em 2011, a categoria deu uma “trégua” no ano  passado para que o novo secretário estadual de Educação, Herman  Voorwald, começasse a trabalhar, porém agora está descontente com o  resultado.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal problema foi uma mudança na carga horária dos professores, que motivou uma briga judicial ainda  não encerrada. Pela lei, todo professor deve ter ao menos um terço de  sua carga horária remunerada (33%) reservada para trabalho extraclasse,  como a formação e o preparo de aulas.</p>
<p style="text-align: justify;">Até o ano  passado, São Paulo previa apenas 17%, mas o governo anunciou a revogação  de uma lei que fez o tempo obrigatório do professor aumentar apenas  derrubando uma lei anterior que igualava aulas de 50 minutos a uma hora.  Com os 10 minutos que sobravam em cada aula e apenas uma aula a menos  por semana em uma carga horária de 40 horas semanais, o porcentual subiu  para 33%.</p>
<p style="text-align: justify;">A manobra revoltou o sindicato que está  em campanha nas regionais para reverter a medida. “Se precisar, vamos  para a greve”, disse a presidente da entidade, Maria Isabel Noronha.</p>
<p style="text-align: justify;">Enviada por José Carlos.</p>
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		<title>RR &#8211; Governo reinaugura estrada em área indígena</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 17:13:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Racismo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[direito à vida digna]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>

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<!-- AddThis Button END -->A recuperação da estrada ligando as comunidades indígenas de Tabatinga e Caju, no município de Uiramutã, 360 quilômetros ao Norte de Boa Vista, era uma reivindicação de dezoito anos, que pôde ser atendida neste sábado, 25, pelo governo do estado. É a primeira vez que a estrada, de 56 quilômetros, ganha piçarra. A reinauguração foi [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><p style="text-align: justify;">A recuperação da estrada ligando as comunidades  indígenas de Tabatinga e Caju, no município de Uiramutã, 360 quilômetros  ao Norte de Boa Vista, era uma reivindicação de dezoito anos, que pôde  ser atendida neste sábado, 25, pelo governo do estado. É a primeira vez  que a estrada, de 56 quilômetros, ganha piçarra. A reinauguração foi  feita pelo governador em exercício, Chico Rodrigues.</p>
<p style="text-align: justify;">O pior trecho da estrada era o que  liga a vila de Água Fria à comunidade de Caju. Eram 12 quilômetros de  buracos, em meio às serras, percorridos apenas de moto ou de carro com  tração, nunca em menos de 40 minutos. Esse percurso agora é feito em  poucos minutos, de carro comum, sem qualquer obstáculo.</p>
<p style="text-align: justify;">“Antes, a gente só subia de carro  traçado; agora, a gente consegue subir até de Fusca”, constata,  satisfeito, o indígena Maciel Pereira da Silva, operador do motor que  fornece energia à comunidade de Caju, visitada neste sábado pelo  governador em exercício de Roraima e secretário de Agricultura, Chico  Rodrigues.</p>
<p style="text-align: justify;">Caju e Tabatinga são apenas duas das  33 comunidades da região das serras beneficiadas com a recuperação da  estrada aberta há quase duas décadas pelo então governador Ottomar  Pinto. E os indígenas, que produzem macaxeira, feijão, arroz, pescados e  carne de corte, já pensam mais adiante: “Quando vem a estrada boa, vem  melhor educação, saúde e comunicação”, comemora o vereador indígena de  Uiramutã Albertino Dias.<span id="more-44333"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Albertino tem nas mãos um documento  em que pede a instalação de uma torre com antena de telefonia móvel  celular na comunidade de Água Fria, o pólo de desenvolvimento das  comunidades indígenas daquela região, onde vivem cerca de 2.500 pessoas,  muitas delas reunidas na escola estadual São Sebastião Cailã, neste  sábado, para receber o governador em exercício.</p>
<p style="text-align: justify;">O governo do estado trabalha no  projeto de abertura de mais 35 quilômetros de estrada, ligando Caju à  Serra do Sol, já próximo ao Monte Roraima, onde vivem cerca de 1.200  índios Ingaricó. Mais dezoito comunidades serão atendidas. Hoje, os  indígenas fazem esse percurso a pé. Levam três dias. Existem vários  casos de morte de pessoas doentes por demora no socorro médico.</p>
<p style="text-align: justify;">Chico Rodrigues assumiu, em nome do  governador José de Anchieta, o compromisso de atender às reivindicações  mais urgentes das comunidades representadas por dez Tuxauas em Água  Fria. “São pedidos simples, de benefícios comuns, como a conclusão do  refeitório da escola, mais tempo de energia por dia, recuperação de  pontes, acesso a crédito agropecuário”, relata o governador em  exercício.</p>
<p style="text-align: justify;">O gestor da escola São Sebastião do  Cailã, professor Joverson Abrahm Sales, apresentou ao governador as  reivindicações das comunidades indígenas: estrutura da Universidade  Virtual (Univirr), aumento do fornecimento de energia de 12 para 18  horas por dia, uma quadra poliesportiva coberta, refeitório e saneamento  básico mínimo, com a recuperação e a melhoria de fossas sépticas.</p>
<p style="text-align: justify;">“O estado nasceu com as comunidades  indígenas”, recorda o governador em exercício Chico Rodrigues,  anunciando que a meta é fazer com que as comunidades sustentem e  produzam para comercializar. Ali perto, em Socó, a comunidade  comercializou, no ano passado, 4,6 toneladas de peixe. Na Água Fria, os  índios seguem o exemplo e já têm um tanque com oito mil peixes. Querem  aumentar a produção.</p>
<p style="text-align: justify;">Chico Rodrigues disponibilizou  técnicos da Secretaria de Agricultura para ajudar os indígenas a obterem  crédito bancário através do Pronaf (Programa Nacional da Agricultura  Familiar). O governo do estado, que já dá assistência na construção de  tanques, no fornecimento de alevinos e de canos de água, também vai  ajudar na compra da produção para atender à merenda escolar, a unidades  de saúde e a programas sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Convênio firmado entre o governo do  estado e o Ministério do Desenvolvimento Agrário já asseguraram, para  este ano, R$ 3 milhões e 330 mil para o Programa de Aquisição de  Alimentos, mas existe a garantia de aporte de montante igual para depois  do mês de setembro.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.bvnews.com.br/cotidiano11322.html</p>
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		<title>Sem terras ocupam terreno na região central de Brasília</title>
		<link>http://racismoambiental.net.br/2012/02/sem-terras-ocupam-terreno-na-regiao-central-de-brasilia/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 10:49:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>racismoambiental</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[grilagem]]></category>
		<category><![CDATA[reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador@s rurais sem terra]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

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<!-- AddThis Button END -->Oitenta e sete famílias removidas nessa quarta-feira das margens de uma estrada vicinal ocuparam, na manhã desta quinta-feira, parte de um terreno baldio em plena região central de Brasília. Ligados à Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Fetraf), os líderes do grupo ameaçam levar mais 2 mil famílias para o local, caso [...]]]></description>
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<!-- AddThis Button END --><div id="attachment_43380" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/02/20120216182231334845u.jpg"><br />
<img class="size-medium wp-image-43380" title="20120216182231334845u" src="http://racismoambiental.net.br/wp-content/upLoads/2012/02/20120216182231334845u-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Famílias que estavam há quase três semanas acampadas às margens de uma rodovia ocuparam um terreno da União, na região central de Brasília</p></div>
<p style="text-align: justify;">Oitenta e sete famílias removidas nessa quarta-feira das margens de uma estrada vicinal ocuparam, na manhã desta quinta-feira, parte de um terreno baldio em plena região central de Brasília. Ligados à Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Fetraf), os líderes do grupo ameaçam levar mais 2 mil famílias para o local, caso suas reivindicações por terra não sejam atendidas.</p>
<p style="text-align: justify;">O terreno ocupado hoje fica ao lado do prédio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), onde também funciona a Secretaria de Patrimônio da União (SPU), a poucos quilômetros do Congresso Nacional. Há meses a Fetraf negocia com a SPU a transferência de um terreno da União, situado próximo à região administrativa de Itapoã, para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo da Fetraf é obter do Incra a destinação do terreno ao programa de reforma agrária para assentamento de famílias de trabalhadores rurais. A área do terreno é calculada em 360 hectares (o equivalente a 360 campos de futebol).</p>
<p style="text-align: justify;">As 87 famílias estavam acampadas desde o último dia 27 às margens da rodovia BR-330, próximo a Itapoã, a cerca de 30 quilômetros do centro de Brasília. O grupo voltou ao local – onde já estivera acampado -, após o governo do Distrito Federal (GDF) ter removido quase 500 famílias da área pertencente à União. Destas, cerca de 150 famílias são ligadas à Fetraf.<span id="more-43379"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“Estávamos [na estrada] aguardando que a superintendente da SPU no Distrito Federal [Lucia Helena de Carvalho] cumprisse o compromisso assumido de transferir a área para o Incra para que o assentamento seja feito. E isso não é por um tempo indeterminado, mas apenas pelo prazo de tramitação do processo ”, disse à Agência Brasil o coordenador-geral da Fetraf, Francisco Miguel de Lucena, o Chiquinho.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Chiquinho, nas duas últimas operações de desocupação, os agentes do GDF e policiais militares que acompanharam a ação não apresentaram mandado judicial. “Estamos percebendo que o crime organizado da grilagem de terra tem não apenas a conivência, mas a cumplicidade das autoridades do DF”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">“Queremos retornar à área onde estávamos e permanecer aguardando [a eventual transferência do terreno para o Incra]. Só que, se não resolverem isso logo, vamos trazer outras 2,5 mil famílias de Brazlândia e aguardar mais bem acomodados dentro do prédio”, disse Chiquinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Maria Zelia Leite, de 58 anos, estava no acampamento quando os agentes chegaram. Segundo ela, a maior parte dos homens estava trabalhando e algumas crianças, nas escolas. “As mulheres pediam para que eles [agentes] esperassem ao menos a gente tirar as coisas, mas eles chegaram rasgando as lonas dos barracos, passando por cima de tudo”, contou Zelia, moradora do Itapoã, onde diz já ter uma casa “pequena”. “Estou aqui porque quero uma terra para trabalhar honestamente. Ninguém mais dá trabalho para alguém na minha idade.”</p>
<p style="text-align: justify;">Procurado pela reportagem, o secretário de Ordem Pública e Social (Seops), Agrício da Silva, garantiu que, por a rodovia ser um espaço público, o estado não precisa de mandado judicial para retirar as pessoas da área. Em matéria da Agência Brasil publicada no dia 1º, o chefe da Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente, delegado Hailton da Silva Cunha, informa que o recente crescimento das operações de desocupação em áreas públicas resulta de orientação do GDF para que os órgãos locais &#8220;não tenham nenhum tipo de tolerância” em relação às “invasões’, que devem ser “extirpadas” já em sua fase inicial.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme a Agência Brasil revelou, mais de 1,1 mil casas, barracos e abrigos construídos irregularmente em áreas públicas foram derrubados no mês de janeiro, o que equivale a um terço do total de edificações removidas durante todo o ano passado, quando cerca de 3 mil construções foram destruídas.</p>
<p style="text-align: justify;">A reportagem esteve na SPU, mas não conseguiu falar com a superintendente no Distrito Federal, Lucia Helena de Carvalho, que estava em reunião. Mais tarde, a assessoria da SPU informou que as negociações com a Fetraf sobre a transferência do terreno, que vem sendo feitas há algum tempo, vão continuar.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2012/02/16/interna_nacional,278525/sem-terras-ocupam-terreno-na-regiao-central-de-brasilia.shtml</p>
<p style="text-align: justify;">Enviada por José Carlos.</p>
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