Carvoarias são vistoriadas depois de acordo entre MPF/PA e governo estadual
Equipes já estão em campo fazendo vistorias, informa o Programa Municípios Verdes
Além de ter sido aprovada pela Justiça Federal, a assinatura de um acordo no início do ano entre Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA), indústrias de ferro gusa e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) está apresentando seus primeiros resultados na atividade do Poder Executivo estadual.
Segundo informações encaminhadas ao MPF/PA pelo Governo do Pará, a Sema já enviou equipes a campo para realizar vistorias nas carvoarias fornecedoras de matéria prima para as guseiras.
Segundo o Secretário Extraordinário de Estado para Coordenação do Programa Municípios Verdes, Justiniano de Queiroz Netto, a Sema está estruturando um setor de monitoramento da produção do carvão. A secretaria terá o apoio de uma consultoria externa.
Ao procurador da República Tiago Modesto Rabelo, Queiroz Netto também relatou que o governo estadual está finalizando a elaboração de um plano de trabalho que vai abranger todas as medidas necessárias para atendimento ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado com o MPF/PA. Continue lendo… 'Carvoarias são vistoriadas depois de acordo entre MPF/PA e governo estadual'»
O Greenpeace realizou ontem um protesto pacífico em alto mar próximo a São Luís do Maranhão. De acordo com o site da ONG, a atividade é contra a cadeia de produção do ferro gusa que deixa um rastro de destruição e ilegalidades na Amazônia.
O dia 15 de maio de 2011 tornou-se um marco histórico em Caetité e região. Neste dia a população foi às ruas para impedir a entrada de 12 carretas de material nuclear radioativo transportado de Iperó (SP) para a cidade. Um ano depois, o povo volta a se mobilizar, chamando a atenção para a falta de transparência e responsabilidade das Indústrias Nucleares do Brasil (INB). O tempo passou, parte do material foi retirado das dependências da empresa, mas as perguntas continuam no ar: Por que a carga de Iperó não foi retirada em sua totalidade? O que será feito com esse material? Será que ficará eternamente em Caetité confirmando a tese de transformar aquela região num grande aterro de lixo nuclear?
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