Declaración de la Via Campesina en el Foro Alternativo Mundial del Agua
Marseille, 18 de Marzo de 2012
Nosotros, organizaciones campesinas de diferentes países del mundo. Miembros de La Via Campesina, nos hemos reunidos desde el 12 al 17 de marzo de 2012, con motivo del Foro Alternativo Mundial del Agua en Marsella, Francia. Delegados venidos de Turquía, de Brasil, de Bangladesh, de Madagascar, del Portugal, de Italia, de Francia y de Méjico han expresado el desamparo de los «afectados» ambientalistas y, especialmente, los que son víctimas de la construcción de represas, de los gases de esquistos, de las minas, del acaparamiento, de la mercantilización, de la escasez del agua, de las contaminaciones generalizadas, de las represiones y de los asesinatos llevados a la práctica contra los militantes defensores del agua. Continue lendo… '¡Paren con el acaparamiento del agua!'»
Racismo Ambiental
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Alana Gandra, Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O representante da Via Campesina e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Rio Marcelo Durão disse que os problemas ecológicos, do ambiente, do trabalho e das cidades não são resolvidos pelo mercado ou pelas “falsas soluções” que ele apresenta.
Durão pretende fazer na Cúpula dos Povos, que ocorrerá paralelamente à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho próximo, no Rio, uma reflexão sobre as causas estruturais do sistema econômico que vigora hoje no mundo e como elas afetam os territórios, tanto nas cidades quanto no campo.
Durante a cúpula, que se estenderá de 15 a 23 de junho, as diversas organizações não governamentais (ONGs) brasileiras e internacionais planejam apresentar experiências concretas que os povos vêm fazendo em todo o mundo. “E que, para nós, são as verdadeiras soluções de preservação ambiental e de respeito (ao meio ambiente), que socializam a riqueza e fazem uma lógica totalmente diferente da que está sendo proposta pela Rio+20, que pretende resolver os problemas pelo mercado”. Continue lendo… 'Para representante do MST na Cúpula dos Povos, problemas ambientais não são resolvidos pelo mercado'»
Mulheres Sem Terra de todo país estão nas ruas para cobrar o veto da presidenta Dilma às alterações do Código Florestal
Do MST
Dando início às ações da Jornada Nacional de Lutas das Mulheres da Via Campesina em Alagoas, cerca de 1200 trabalhadoras rurais ocuparam na manhã desta quinta-feira (08) a sede do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em Maceió-AL. As mulheres Sem Terra de todo país estão nas ruas para cobrar a realização da Reforma Agrária por parte do Estado brasileiro.
Com lugar central na pauta das mulheres em luta neste 08 de março, encontra-se o combate à discriminação e a qualquer tipo de violência à mulher e crianças do campo e da cidade. No Ibama, as lideranças camponesas alertam para o risco da aprovação das alterações no Código Florestal, orientadas pelo setor ruralista, ao passo que cobram da Presidenta Dilma seu compromisso em vetar os pontos que ameacem o meio ambiente.
Entre estes pontos polêmicos, encontra-se a anistia para os desmatadores, que, segundo o texto encaminhado do Senado de volta para aprovação na Câmara, deixam de ter obrigação de recompor Reserva Legal desmatada até 2008. A área devastada (e sem compromisso de recomposição) gira em torno de 135 milhões de hectares em todo país, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Ainda no foco socioambiental da luta, as mulheres cobram também mais agilidade nas Licenças Ambientais para consolidação de assentamentos e a recuperação de passivos ambientais herdados do agronegócio. Em contraposição a este modelo agroexportador que privilegia a devastação ambiental, a Via Campesina defende a realização de uma Reforma Agrária Popular. Continue lendo… 'Mulheres da Via Campesina realizam ocupações em Maceió e Recife'»
A Via Campesina e a Universidade Federal do Espírito Santo, com o apoio da Comissão Pastoral da Terra (CPT) no estado, realizarão nos dias 2 e 3 de março, no Centro Diocesano de São Mateus (ES), o Seminário sobre a questão agrária na América Latina, no Brasil e no Espírito Santo.
O Seminário sobre a questão Agrária na América Latina, no Brasil e no Espírito Santo é o resultado da articulação entre movimentos sociais do campo, organizações populares e coletivos de pesquisa, extensão e ativismo acadêmico da Universidade Federal do Espírito Santo.
Busca articular em torno da problemática agrária no Espírito Santo pessoas e entidades preocupadas com os conflitos em torno do domínio dos territórios das comunidades camponesas, quilombolas e indígenas do Espírito Santo, Brasil e América Latina pelos capitais do agronegócio através do latifúndio, da monocultura e dos agrotóxicos.
Este primeiro seminário focará a questão fundiária e as resistências ao agronegócio.
A proposta é formar um coletivo amplo e diverso que esteja disposto a interagir também em outros seminários que envolvam questões do amplo espectro que representa a questão agrária, como agroecologia, educação do campo, alimentação, agroindustrialização, comercialização, entre outros. Continue lendo… 'Seminário sobre a questão Agrária na América Latina, no Brasil e no Espírito Santo'»
Reforma Agrária
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Da Página do MST
Os movimentos sociais do campo, que fizeram uma reunião no começo desta semana em Brasília, lançaram um manifesto em defesa da Reforma Agrária, do desenvolvimento rural com o fim das desigualdades, da produção e acesso a alimentos saudáveis, da agroecológica e da garantia e ampliação de direitos sociais aos trabalhadores rurais.
O encontro de dirigentes das entidades mais representativas do campo no Brasil é considerado “um momento histórico, um espaço qualificado, com dirigentes das principais organizações do campo que esperam a adesão e o compromisso com este processo”.
No manifesto, foi criticado também o modelo de produção de commodities agrícolas baseado em latifúndios, na expulsão das famílias do campo e nos agrotóxicos.
“O agronegócio representa um pacto de poder das classes sociais hegemônicas, com forte apoio do Estado Brasileiro, pautado na financeirização e na acumulação de capital, na mercantilização dos bens da natureza, gerando concentração e estrangeirização da terra, contaminação dos alimentos por agrotóxicos, destruição ambiental, exclusão e violência no campo, e a criminalização dos movimentos, lideranças e lutas sociais”, afirmam no manifesto. Continue lendo… 'Camponeses lançam manifesto pela Reforma Agrária após encontro histórico'»
Reforma Agrária
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“La Via Campesina, el movimiento internacional campesino, de la mano de FIAN Internacional, quieren elogiar el trabajo desarrollado por el Comité Asesor en su estudio final sobre el avance de los derechos de los/as campesinos/as y otras personas trabajadoras en las áreas rurales.
El acceso seguro y el control sobre la tierra y sus recursos productivos están intrínsecamente vinculados al disfrute de los derechos consagrados en la Declaración Universal de los Derechos Humanos así como en varios tratados internacionales como el derecho a una alimentación adecuada, a la auto-determinación, a un adecuado estándar de vida, de vivienda, de salud, de cultura, de propiedad y de participación.
Notamos con gran preocupación que el actual fenómeno de acaparamiento de tierras está socavando estos derechos. Poderosos inversores extranjeros del sector privado y público están concluyendo acuerdos con los Estados para tomar posesión o control de la tierra – muchos de ellos incluyendo más de 10,000 hectáreas y otros más llegando hasta las 500,000 hectáreas – lo que es un punto crucial en el desarrollo de la actual y futura soberanía alimentaria de dichos países donde se realizan los procesos de acaparamiento. El Grupo de Alto Nivel de Expertos en Seguridad Alimentaria y Nutrición del Comité de Seguridad Alimentaria Mundial de las Naciones Unidas estima que entre 50 y 80 millones de hectáreas de tierras en países de ingresos medianos y bajos han sido objeto de negociación por parte de inversores internacionales que buscan comprar o arrendar esos terrenos. Todos los estudios disponibles que han examinado el impacto de esta voracidad por tierras coinciden en concluir que las transacciones de tierra a gran escala están menoscabando la seguridad alimentaria, los ingresos, los medios de vida y el medio ambiente de la población local. Continue lendo… 'Declaración de FIAN y La Vía Campesina en el Comité Asesor del Consejo de Derechos Humanos'»
Da Página do MST
Na semana passada foi lançado o projeto de construção do Centro de Estudos e Formação em Agroecologia e Cultura Cabana (Cefac), no auditório da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH), no Pará.
O objetivo do projeto é organizar uma campanha de solidariedade entre os amigos e aliados do MST para ajudarem na construção deste audacioso projeto, que nasce de uma necessidade latente de construir as bases teóricas e materiais de um novo modelo de desenvolvimento para a agricultura, especialmente no bioma amazônico.
Para isso, representantes da Consulta Popular (CP), Associação Brasileira de Estudantes de Engenharia Florestal (ABEEF), movimento indígena, igreja anglicana e jornalistas do campo de esquerda foram uns dos muitos que estiveram presentes no lançamento.
Este esforço é parte constituinte das lutas construídas historicamente pelo MST e, no plano internacional, pela Via Campesina em sua luta por soberania alimentar. Além de compor um movimento histórico e milenar dos camponeses e povos originários em suas intervenções para o desenvolvimento de uma agricultura saudável e de base familiar. Continue lendo… 'MST lança Centro de Estudos e Formação em Agroecologia e Cultura Cabana no PA'»

Reunidas las organizaciones campesinas, indígenas y afrodecendientes de Centroamérica, hoy [ayer] 25 de Enero del 2012, expresamos ante la opinión pública nacional, regional e internacional, la situación crítica que vivimos las familias en el campo tales como: la represión, criminalización a nuestras luchas, destrucción de cultivos, persecución judicial, el acaparamiento de tierra y la explotación de los Bienes Naturales mediante la implementación de los mega proyectos, como mono cultivos, minería e hidroeléctricas en la región.
Toda esta conflictividad genera a nuestros pueblos un déficit de la Soberanía Alimentaria esto lleva a una crisis profunda, hambruna y extrema pobreza en las comunidades campesinas teniendo mayor impacto en las mujeres, niños y ancianos.
Expresamos nuestro repudio y condenamos los ataques sistemáticos que sufren nuestros hermanos y hermanas del Bajo Aguán en Honduras; así como los compañeros y compañeras del Valle del Polochic en Guatemala. Continue lendo… 'Centroamérica: Nuestra región atraviesa una profunda crisis alimentaria y represión campesina'»
Servindi, 24 de enero, 2012.- El pasado viernes 20 de enero fue asesinado el dirigente campesino Matías Valle, ex vicepresidente del Movimiento Unificado Campesino del Aguán (MUCA) y Fiscal de la empresa campesina La Chile, sumando 45 víctimas campesinas del Bajo Aguán en los últimos dos años.
Esli Venegas, coordinadora de organizaciones populares del Aguán (COPA), informó que dos sicarios llegaron con una moto y con el rostro cubierto con pasamontañas y le dispararon tres veces en el tórax.
Los hechos ocurrieron aproximadamente a las 6:30 de la mañana en la comunidad de Quebrada de Arena, departamento de Colón.
La muerte de Matías Valle fue instantánea. Venegas agregó que de momento “no hay ninguna respuesta por parte del gobierno de Porfirio Lobo”.
Con este nuevo acto de barbarie suman 45 los campesinos organizados que han sido asesinados en poco más de dos años en el Bajo Aguán, por el simple hecho de exigir el derecho al acceso a la tierra y a una vida digna para sus familias. Continue lendo… 'Honduras: Asesinan a dirigente del Movimiento Unificado Campesino del Aguán'»
Los campesinos y campesinas condenan la Plataforma de Durban: La verdadera solución al cambio climático es la agricultura sostenible.
(Yakarta, 16 de diciembre de 2011). La Vía Campesina, movimiento internacional de campesinos y productores familiares, denuncia a los grandes emisores de carbono que pretenden esquivar su responsabilidad histórica sin hacer reducciones de gases reales y tratando llevar la crisis climática hacia falsas soluciones basadas en el mercado. La Plataforma de Durban, en la CMNUCC [Convención Marco de las Naciones Unidas sobre Cambio Climático] en el marco de la 17ma Conferencia de las Partes [COP17] que se llevó a cabo en Durban, permite que los contaminadores sigan contaminando, asegurando al mismo tiempo sus mecanismos de mercado.
La CMNUCC ha declarado que la Plataforma de Durban es un paso adelante y una manera de avanzar en la lucha contra el cambio climático. Sin embargo, un análisis más exhaustivo demuestra que no existen en los países desarrollados compromisos reales sobre reducción de emisión de gases. Hay quienes sostienen que ha sido un éxito como el que se obtuvo en el Protocolo de Kyoto pero de hecho, lo único que quedó a salvo fueron los mecanismos de mercado del Protocolo. El segundo compromiso no fue alcanzado y de hecho se aplazó para el próximo año, lo que sí se aseguró como siempre es que los mecanismos de mercado seguirían vigentes. El Fondo Verde para el Clima, que estará bajo el control del Banco Mundial, y financiado por los países industrializados (a quienes no les preocupa en lo más mínimo su deuda histórica con el Sur Global) es probable que se convierta en una fuente de financiamiento de falsas soluciones para los países afectados. Continue lendo… 'Comunicado de prensa de La Vía Campesina en Durban'»

Egídio Brunetto em protesto contra o massacre dos indígenas no Mato Grosso do Sul. Foto tirada em Campo Grande, no dia 25 de novembro de 2011, por Damarci Olivi
Da Direção Nacional do MST
É com um sentimento profundo de tristeza e de grande dor, que informamos a perda do companheiro Egídio Brunetto, dirigente do MST que atuava no Mato Grosso do Sul, em um acidente na rodovia MS 164 (que liga o município de Maracaju a Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai), na tarde desta segunda-feira (28/11), quando ele se dirigia ao assentamento Itamaraty.
Egídio foi um ser humano muito especial. Filho de camponeses sem terra, trabalhou desde a infância na roça e, sempre muito esperto e indignado, envolveu-se com a pastoral da terra na região de Xanxerê, em Santa Catarina, e se transformou em militante do MST desde a década de 80.
Desde então, contribuiu com a organização do Movimento em todo o país e com as lutas dos trabalhadores rurais pela terra, pela Reforma Agrária e por transformações sociais.
Militante exemplar, preocupava-se sempre com os cuidados de cada militante. Foi uma pessoa generosa e solidária com todos. Continue lendo… 'MST perde Egídio Brunetto, companheiro de todas as frentes de batalha'»
Por Teresa Pérez
23 de noviembre, 2011.- La semana próxima tendrá lugar en Mali una conferencia internacional campesina para detener el acaparamiento de tierras. Organizada por La Vía Campesina, su objetivo es escuchar y aprender lo que opinan campesinos y campesinas locales, principalmente de los países africanos, sobre el acaparamiento de tierras, así como aunar esfuerzos para oponerse a ese proceso y elaborar las estrategias futuras.
Pocos días después, en Durban, Sudáfrica, miles de representantes de gobiernos, grandes compañías contaminantes y grandes ONG conservacionistas, pero también personas que luchan por la justicia climática, se reunirán para la 17ª Convención de las Naciones Unidas sobre el Cambio Climático.
En los países del Sur, el acaparamiento de tierras se está produciendo a un ritmo alarmante. En África, la tendencia es escandalosa: ¡en 2009 se comercializaron 60 millones de hectáreas de tierras! (1) Gobiernos extranjeros, fondos de pensión, magnates y grandes empresas están comprando enormes extensiones para establecer monocultivos, que van desde las plantaciones de árboles a la agricultura industrial, e incluso para especulación financiera. Continue lendo… 'África: Falsas soluciones al cambio climático incentivan acaparamiento de tierras'»
Reforma Agrária
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COMUNICADO DE PRENSA
(Maputo, 18 de Noviembre, 2011) – El Movimiento Internacional campesino La Vía Campesina estará en la 17ª Conferencia de las Partes de la Convención Marco de las Naciones Unidas sobre el Cambio Climático que se celebrará en Durban, Sudáfrica del 28 de noviembre al 9 de diciembre 2011. Más de 200 campesinos, mujeres y hombres de África, Europa, Latinoamérica y Caribe representarán a millones de pequeños productores de todo el mundo que practican la agroecología para detener el calentamiento de la Tierra.
En Durban, los miembros de La Via Campesina denunciaremos el modelo de agricultura industrial como una de las principales causas del cambio climático. Además expondremos las agresivas tácticas mundiales del agronegocio de la apropiación de la tierra que provoca el desplazamiento en masa de pueblos para la producción en monocultivo.
En general, los campesinos combaten las falsas alternativas al cambio climático, como las plantaciones de monocultivo, los mecanismos REDD, los mercados de carbono del suelo y los también llamados “Agricultura climáticamente inteligente”, que en lugar de solucionar la crisis climática contribuyen al calentamiento del planeta. Continue lendo… 'Vía Campesina en la COP17, en Durban: la Agricultura Industrial calienta el planeta. Los campesinos lo enfrían'»
Reforma Agrária
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