Comunidades pesqueiras do norte da foz do rio Doce podem ser reconhecidas como atingidas pela Samarco-Vale-BHP até final de janeiro

Por Fernanda Couzemenco, Século Diário

Um dos maiores absurdos que se arrastam, desde a eclosão do crime da Samarco-Vale-BHP, é o não reconhecimento, como atingidas, das comunidades pesqueiras ao norte da Foz do rio Doce – desde o Pontal do Ipiranga, em Linhares, até Barra Nova, em São Mateus – até a Barra do Sahy, em Aracruz. (mais…)

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Iema sonega informações à população sobre a qualidade do ar na Grande Vitória

Por Fernanda Couzemenco, Século Diário

Incompetência ou má fé? No seu “esforço” para dificultar ao máximo o acesso da população a informações sobre a qualidade do ar na Grande Vitória, o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) agora se nega a fornecer à Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) os dados brutos coletados na Rede Automática de Monitoramento da Qualidade do Ar (Ramqar). (mais…)

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Ruralistas da CPI Funai/Incra gastaram mais dinheiro público em 2016 do que o Estado com demarcações

Por Renato Santana, da Assessoria de Comunicação – Cimi

O total liquidado pela Funai com demarcações de terras indígenas em 2016 chegou a pouco mais de R$ 3 milhões (Siop, 2017). Já os deputados e deputadas ruralistas que compõem a linha de frente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Funai e do Incra 2, instalada em outubro para investigar os procedimentos demarcatórios, gastaram no mesmo período perto de R$ 3.5 milhões em cotas parlamentares (Câmara Federal, 2017).   (mais…)

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Em Seul, protesto acusa Brasil de racismo ambiental pela exportação de amianto

A Associação pelo Banimento do Amianto da Coreia (Banko) realizou protesto em frente à Embaixada Brasileira em Seul, durante sua Quarta Conferência de Imprensa. Vítimas do amianto, ambientalistas, especialistas médicos e ativistas se reuniram para entregar à Embaixada carta pela paralisação da mineração e em defesa de um mundo saudável. Os participantes usaram máscaras em alusão aos perigos do amianto.  (mais…)

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2017: pode o Brasil permanecer referência no combate ao trabalho escravo?

Por Xavier Plassat, Campanha da CPT ‘De Olho Aberto para não Virar Escravo’

Os últimos três anos têm suscitado muitas dúvidas quanto ao futuro do combate ao trabalho escravo no Brasil.

2014 encerrou com a suspensão da Lista Suja dos empregadores flagrados por trabalho escravo, medida decretada liminarmente pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, a pedido de grandes construtoras e desde então a Lista deixou de ser publicada pelo Ministério do Trabalho, muito embora tenha sido revigorada por nova Portaria lançada nos últimos dias do Governo Dilma com a anuência do STF. (mais…)

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A banalidade do mal e nossa escalada punitivista

Por Victor Martins Pimenta, no Justificando

Na última quinta-feira (5), o Justificando publicou o primeiro de uma série de três artigos de minha autoria sobre a atual escalada punitiva no país. Argumentei, ali, que vivemos em grande parte do mundo um momento de recrudescimento punitivo e perda de solidariedade social, sendo o fenômeno brasileiro agravado por um governo que promove a agenda repressiva e a divisão da sociedade entre “mocinhos” e “bandidos”, legitimando contra os últimos toda sorte de horrores. (mais…)

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Desembargador que anulou Carandiru afirma que família de presos mortos não podem receber indenização

Por Fernanda Valente, no Justificando

O desembargador do TJSP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo), Ivan Sartori, conhecido por anular o julgamento dos policiais militares envolvidos no Carandiru em razão de uma suposta legítima defesa, afirmou que é questionável o dever do governo do Amazonas de pagar indenizações aos familiares dos presos mortos na chacina em Manaus, uma vez que os detentos estavam organizados, “ao que parece, em facções”. (mais…)

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El gran pacto: diálogo de la imposición

Tras declarar el 2017 como el año de las energías renovables, el presidente Mauricio Macri anunció en los primeros días de enero que, teniendo como meta de largo plazo exportar masivamente y traccionar la industria nacional, se llegó a un acuerdo macro para la explotación de Vaca Muerta y otros yacimientos no convencionales. El objetivo es brindar mayores condiciones de ‘competitividad’ al elefante dormido, gravemente afectado por la caída de los precios internacionales. El anuncio público puso el moño a meses de negociaciones y modificaciones subterráneas donde, a la par de reducir costos laborales específicos para este tipo de proyectos, se incrementó la desregulación y la autonomía empresarial. Tanto los medios como los fines, como se detalla a continuación, comprenden un abordaje neoliberal y mercantil de la energía. En beneficio de unos pocos, se traslada el peso y costos a la mayoría de la sociedad y la naturaleza, como ya viene ocurriendo tanto con las áreas explotadas como con el tarifazo.

Taller Ecologista y Observatorio Petrolero Sur, en EJES

“[Las campañas del ministro Aranguren] buscan decirles a todos: cuidemos, seamos solidarios, estemos juntos en esto, porque necesitamos realmente volver a darle el valor que tiene la energía en una sociedad y en el planeta.” Mauricio Macri, 10/01/2017 (mais…)

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Temer obedece ao PSC: nomeia general como diretor e quer dar a presidência da Funai a um pastor

Tania Pacheco

Ontem, a Funai foi mais um pouco militarizada, com a nomeação do general Franklimberg Ribeiro de Freitas para a Diretoria de Promoção ao Desenvolvimento Sustentável. O general havia sido indicado pelo PSC para Presidente do órgão, mas o protesto das organizações e lideranças indígenas fez o desgoverno recuar.  (mais…)

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