“Do que pessoas estão morrendo no Rio? De overdose ou de tiro?”, por Leonardo Sakamoto

No Blog do Sakamoto

”Do que as pessoas estão morrendo no Rio de Janeiro? De overdose ou de tiro? É de tiro. As pessoas estão morrendo pela lógica da ‘guerra às drogas’, onde há os territórios do tráfico, os ‘matáveis’, os ‘sobrantes’. A PM é uma ‘sobrante’ dessa sociedade. É descartável tanto quanto o jovem negro. Essa guerra é insana. Um fardado mata dez esfarrapados, um esfarrapado mata um soldado. Quem é o vencedor dessa guerra? Não tem.” (mais…)

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Um feminismo que combata as opressões e compreenda a realidade do campo

O curso enfatizou o papel que as mulheres camponesas possuem na agricultura, tendo em vista, que são responsáveis por mais da metade da produção de alimentos na América Latina e Caribe.

Por Coletivo de Comunicação do MST na Bahia

Mulheres de vários estados do nordeste brasileiro se reuniram no Centro de Formação da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), em Salvador, para debater as estratégias da luta campesina dentro da esquerda e na atual conjuntura de retrocessos promovida pelo governo Temer. (mais…)

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Em Rondônia, indígenas Tenharim querem que estudos da hidrelétrica Tabajara sejam complementados

Segundo tenharins, cabeceiras dos rios Preto e Marmelo precisam ser estudadas para avaliar os impactos da barragem e também verificar existência de índios isolados na área afetada

Ministério Público Federal em Rondônia

Os indígenas da etnia Tenharim estão preocupados com os impactos direitos e indiretos da construção de uma barragem em seu território – a usina hidrelétrica Tabajara, no município de Machadinho D’Oeste (RO). Em reunião realizada na última quinta-feira (21) no Ministério Público Federal (MPF), os indígenas disseram que os estudos de seu território estão incompletos. (mais…)

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IIIº Vivência de Língua Nheengatu e Notório Saber da Terra Indígena Maró: territorializando a educação e construindo a autonomia

As Crianças são o futuro do território
Poró Borari

Por Giuliana Henriques e Felipe Garcia – Grupo Vila Viva para Combate Racismo Ambiental

Terra Indígena Maró. No centro da mata uma casa alta se ergue. Apesar de estarmos em seu território, a casa não é da Curupira. A casa de madeira, que fora construída para ser sede da fazenda Curitiba servia de base de apoio para extração de madeira dentro do território ocupado pelos Borari e Arapium e por vários outros seres. Estes seres que apenas percebemos indícios de suas presenças. Presenças, estas, que permeiam todo o caminho e todos os cuidados que tanto os Borari quanto os Arapium empregam e nos ensinam. Se nós não os vemos, não é motivo de menor importância, se a ouvimos, é porque Curupira sinaliza que está presente e nos exige respeito. Hoje, essa casa não mais é dos madeireiros. Retomada, ela se transformou no Centro de Apoio da Terra Indígena. (mais…)

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MPF/RJ: CSN entrega ao ICMBio chave que dá acesso à Fazenda Santa Cecília

Medida cumpre sentença que havia determinado que a Companhia não impusesse restrições à atuação do Instituto no local

Procuradoria da República no Rio de Janeiro

Acatando sentença da Justiça Federal, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) procedeu a entrega, ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), da chave dos cadeados das porteiras da Fazenda Santa Cecília, imóvel de propriedade privada, para os acessos 2 e 3 à ARIE – Floresta da Cicuta. (mais…)

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Justiça Federal autoriza uso de força policial para paralisar obras de Belo Monte

Ordem de paralisação foi enviada ao presidente da Norte Energia e ao Ibama em 14 de setembro, mas até agora não foi cumprida

Procuradoria da República no Pará

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em Brasília, autorizou o uso de força policial para garantir que a ordem de paralisar as obras de Belo Monte seja cumprida, em obediência à decisão proferida no julgamento do último dia 13. Os ofícios ordenando a paralisação foram enviados pelo tribunal, no dia 14, para o presidente da Norte Energia e para a presidente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), mas até agora as obras não foram suspensas. (mais…)

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DPU atua em condenação de empresas por reincidência em trabalho escravo

Defensoria Pública da União

A Justiça do Trabalho em Itaquaquecetuba (SP) aceitou os argumentos da Defensoria Pública da União (DPU) em São Paulo e condenou as empresas Unique Chic Confecções, Doralice Maria dos Santos e Gumercindo Yerba Cati ao pagamento de indenização de R$ 15 mil por danos morais, além de verbas trabalhistas e rescisórias, como férias, 13º salário e horas extras, para peruano revitimizado em caso de trabalho análogo à escravidão. As empresas já haviam sido autuadas em operação de fiscalização em março de 2014, e voltaram a cometer os mesmos delitos após a fiscalização. (mais…)

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Nota Pública: Ameaças e violência em comunidades do Cerrado piauiense

Da Comissão Pastoral da Terra

As entidades que compõem a Articulação Piauiense dos Povos Impactados pelo MATOPIBA (APIM), com o apoio de organizações nacionais e internacionais, vêm a público denunciar o clima de ameaças, insegurança e medo que reina em boa parte das comunidades do Cerrado piauiense, principalmente nos municípios de Baixa Grande do Ribeiro, Santa Filomena, Gilbués, Bom Jesus, Currais e Monte Alegre, para onde o capital avança com devastação ambiental e opressão junto às famílias das comunidades locais, para se apropriar dos bens naturais abundantes no bioma. (mais…)

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Em Meio à Crescente Violência Religiosa-Racial, Caminhada Reúne Milhares em Apoio à Tolerância Religiosa

Tyler Strobl – RioOnWatch

Milhares de pessoas foram às ruas de Copacabana no domingo, 17 de setembro, para participar da 10ª Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa e exigir tolerância religiosa e respeito à luz da violência contínua contra os praticantes e os locais de culto das religiões afro-brasileiras como Candomblé e Umbanda. Múltiplos grupos religiosos de toda a região metropolitana participaram para mostrar uma frente unida contra a intolerância e a violência baseada no ódio. “A passeata é para a gente poder mostrar nossa cara, combater a intolerância e fazer com que as pessoas saibam que cada um tem seu espaço, que ninguém é melhor nem pior que ninguém, e principalmente todos têm a liberdade para expressar seu dogma, sua religiosidade, sua forma de pensar”, refletiu Saulo D’Iemanjá, um praticante de Umbanda da Zona Norte do Rio. (mais…)

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