Carta das Mulheres das Águas rumo ao FAMA 2018

Água é Direito, Não Mercadoria. Fórum Alternativo Mundial da Água – FAMA, Brasília (DF), Brasil – 17, 18 e 19 de março de 2018

Nós, mulheres integrantes do Fórum Alternativo Mundial da Água – FAMA 2018 -, sujeitas e protagonistas da construção do feminismo popular, reafirmamos a necessidade de discutir que ÁGUA É DIREITO, NÃO MERCADORIA, agregando a este tema a visão da luta pela igualdade de gênero. Isso porque vivemos num modelo de sociedade capitalista, imperialista, colonial, racista e patriarcal, onde as empresas transnacionais controlam a economia, se apropriando da natureza e da vida dos seres humanos, das tecnologias, da força de trabalho, de nossos territórios e corpos, com um único objetivo – o de acumular riquezas à custa da exploração dos trabalhadores, em especial das mulheres trabalhadoras. (mais…)

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Reitor do IFAM, Antonio Venâncio visita a FOIRN em São Gabriel da Cachoeira

Em sua vinda à São Gabriel da Cachoeira, o Reitor do IFAM,  visitou a Foirn (Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro), na tarde desta quarta-feira com  objetivo fortalecer a parceria entre as duas instituições

Foirn

O diretor vice-presidente da Foirn, Nildo Fontes recebeu na tarde desta quarta-feira (27/09), o reitor do IFAM, Antonio Venâncio Castelo Branco e sua comitiva, acompanhados pelo Diretor Geral do IFAM-Campus São Gabriel da Cachoeira, Elias Brasilino, para tratar do fortalecimento da parceria entre o instituto e a federação. (mais…)

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A síndrome de Mourão

“As ameaças de ‘intervenção’ assemelham-se mais a barganhas, tais como as feitas no Congresso Nacional, por ganhos em troca do apoio incondicional que um governo ilegítimo e desacreditado precisa para o controle da revolta social.”

Edson Teles* – Blog da Boitempo

Quando o general Antônio Mourão ameaçou o país com a iminência de uma “intervenção militar”, apoiado por “seus companheiros do Alto Comando do Exército”, vimos o acionamento dos sintomas de uma patologia nacional conhecida há décadas: a “Síndrome de Mourão”. Trata-se de uma patologia social típica da sociedade brasileira, mas que também pode ser identificada em outros países latino-americanos. Congênita às democracias sucessoras de ditaduras militares, sua ocorrência é observável por meio de sintomas acionados após discursos bélicos oriundos, em geral, de militares. (mais…)

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Brasil não cresce se não reduzir sua desigualdade, diz Thomas Piketty

O Brasil não voltará a crescer de forma sustentável enquanto não reduzir sua desigualdade e a extrema concentração da renda no topo da pirâmide social, diz o economista francês Thomas Piketty

Ricardo Balthazar – Folha de S. Paulo / IHU On-Line

Autor de “O Capital no Século 21“, em que apontou um aumento da concentração no topo da pirâmide social nos Estados Unidos e na Europa, Piketty agora se dedica a um grupo de pesquisas que investiga o que ocorreu em países em desenvolvimento como o Brasil, a China e a Índia. (mais…)

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Povo Karipuna vive iminência de genocídio em Rondônia

Por Ana Aranda, Especial para o Cimi Regional Rondônia  

A Terra Indígena (TI) Karipuna, localizada nos municípios de Porto Velho e Nova Mamoré, com 153 mil hectares, homologada em 1998, fica no centro de uma região onde é grande e crescente a pressão sobre a floresta. Mal comparando, poderia se dizer que a TI estaria no olho de um furacão, devido à pressão de madeireiros, pescadores e grileiros que estão adentrando na mesma em  todos os seus quadrantes. Ultimamente, a ocorrência de loteamentos aumentou a preocupação dos indígenas.
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Encontro reúne povos e comunidades de 9 estados pela preservação do bioma

“Romaria da Terra faz o povo reunir, numa luta sem guerra, nós lutaremos por ti (…)”. Foi ao som desse e outros cânticos que o Centro de Formação Nossa Senhora de Guadalupe, situado no município de Balsas, Maranhão, acolheu nesta quarta-feira (27) mais de 700 mulheres, homens, jovens e crianças, oriundos dos Cerrados brasileiros

Por Coletivo de Comunicação do Cerrado / CPT

Às vezes com mais de 48 horas de viagem, chegaram de Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí, Rondônia, Tocantins e do próprio Maranhão, para participarem do Encontro dos Povos e Comunidades do Cerrado e da 1ª Romaria Nacional do Cerrado, cujo tema é ‘Cerrado: os povos gritam por água e territórios livres!’. (mais…)

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Boaventura reexamina as formas de luta

O que diferencia revolução, luta institucional, rebeldia e desobediência civil? Por que, nas últimas décadas, a ciência política esqueceu este debate? Vale a pena retomá-lo?

Por Boaventura de Sousa Santos – Outras Palavras

Há temas que, apesar de serem uma presença constante na vida da grande maioria das pessoas, ora aparecem ora desaparecem do radar daqueles a quem compete refletir sobre eles – seja no plano científico, cultural ou filosófico. Alguns dos temas hoje desaparecidos são, por exemplo, a luta social (mais ainda, a luta de classes), a resistência, a desobediência civil, a rebeldia, a revolução e, subjacente a todas eles, a violência revolucionária. Ao longo dos últimos cento e cinquenta anos estes temas tiveram um papel central na filosofia e na sociologia políticas porque sem eles era virtualmente impossível falar de transformação social e de justiça. Hoje em dia, a violência está onipresente nos noticiários e nas colunas de opinião, mas raramente é referida aos temas anteriores. A violência de que se fala é a violência despolitizada, ou como tal concebida: a violência doméstica, a criminalidade, o crime organizado. Por outro lado, é sempre de violência física que se fala, raramente de violência psicológica, cultural ou simbólica e, nunca, de violência estrutural. Os únicos contextos em que a violência é, por vezes, referida como política é a violência nos países “menos desenvolvidos” ou “Estados falidos” e a violência terrorista, considerada (e bem) como um modo inaceitável de luta política. (mais…)

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La larga marcha de la cuestión Mapuche

La investigación de un periodista argentino narra la extensa y conflictiva relación entre el pueblo Mapuche y la civilización occidental desde los tiempos de la colonización española. El reconocimiento de derechos y el cese a la persecución política son las principales demandas de la actualidad

Por José Díaz – Servindi

Como a lo largo de la historia moderna de Chile, el pueblo Mapuche una vez más afronta un momento de crispación y enfrentamiento con el gobierno de turno la Casa de la Moneda. Sin embargo, este episodio no es nuevo y así lo grafica el libro “Crónicas de la resistencia mapuche” del periodista argentino Adrián Moyano. (mais…)

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