Centro Paulo Freire: Despejo previsto para hoje (10) é suspenso

Reintegração não pode acontecer enquanto Incra não se manifestar sobre audiência de conciliação, no prazo de 30 dias

Marcos Barbosa, Brasil de Fato

Na manhã desta quinta-feira (10), o Juiz Titular da 24ª Vara Federal de Pernambuco Tiago Antunes de Aguiar decidiu que, dentro do prazo de 30 dias dado ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para se manifestar sobre a possibilidade de conciliação no processo que envolve o Centro de Formação Paulo Freire, não poderá ser cumprido nenhuma reintegração em curso. 

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Após despejo de família de posseiros em Goiás, pretenso proprietário da área é denunciado por crimes ambientais

Pedro dos Santos*, 70 anos, chegou em Goiás em 1968 vindo de Minas Gerais. Alguns anos depois, em 1980, ele e a família iniciaram a vida na posse denominada Córrego da Vaca, na então Fazenda Boa Sorte, também conhecida como Palmeiras do Maranhão, na região de Campinaçu, distante 439 de Goiânia (GO). Em junho deste ano, após 39 anos na posse, a família de posseiros foi despejada da localidade, mas contesta vários elementos do processo. E no último mês, um homem que reivindica as terras foi denunciado por crimes ambientais após ser cumprida a ação de reintegração de posse.

CPT

Após a publicação de matéria “Há 39 anos em posse, família do município de Campinaçu (GO) é despejada”, a Comissão Pastoral da Terra em Goiás (CPT-GO) encaminhou a denúncia sobre o conflito e um pedido de proteção à família ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Ministério Público de Goiás (MP-GO), que determinou ao delegado de Minaçu a abertura de inquérito para apurar o caso. 

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Vencedores de “Nobel Alternativo” defendem Centro Paulo Freire: “despejo é injustiça”

Em carta, 25 vencedores do “Right Livelihood Award” pedem a juiz que revogue decisão contra centro de formação no PE

Redação Brasil de Fato*

Vinte e cinco vencedores do prêmio Right Livelihood Award, conhecido como o “Prêmio Nobel Alternativo”, assinaram uma carta de solidariedade ao Centro de Formação Paulo Freire, em Caruaru (PE), exigindo a “revogação imediata” da ordem de despejo que hoje ameaça o espaço.

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Justiça Federal suspende despejo de comunidade rural de 200 famílias em Castro-PR

Acampamento Maria Rosa do Contestado existe desde 2015 e desenvolve produção 100% agroecológica

Por MST-PR, no Brasil de Fato

Em audiência realizada na tarde desta quarta-feira (25), na 2ª Vara Federal de Ponta Grossa, o juiz Antônio César Bochenek decidiu suspender por 60 dias a liminar de reintegração de posse contra cerca de 200 famílias do acampamento Maria Rosa do Contestado, localizado em Castro (PR). Os agricultores e agricultoras integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocupam a fazenda Capão do Cipó, de aproximadamente 400 hectares, desde 2015. A decisão foi bem recebida pelas cerca de 50 pessoas da comunidade que participaram da audiência, por reabrir a esperança de assentamento para as famílias.

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Em nota, Bispos manifestam preocupação com despejos de comunidades rurais do Paraná

Para membros da CNBB, manter famílias no campo evita “acirramento da violência e da miséria”

Leandro Taques, do MST-PR

Bispos do Paraná, integrantes da Regional Sul 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), emitiram uma nota sobre os conflitos fundiários ocorridos no campo paranaense. O documento veio a público nesta segunda-feira (23), três dias após a consumação do sétimo despejo de famílias Sem Terra no estado, ocorrido no município de Laranjal. Desde maio deste ano, 457 famílias tiveram suas comunidades destruídas. Os religiosos indicam “preocupação e solidariedade para com as famílias e comunidades, gente digna e laboriosa, que passam por sérias tensões e inseguranças, em função dos sucessivos mandados judiciais de reintegração de posse […]” nas áreas onde vivem.  

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Despejo ameaça entrega de uma tonelada de alimentos saudáveis em escolas públicas

O PNAE recebe das famílias Sem Terra cerca de 16 produtos

Por MST/Rio de Janeiro*

Com entregas semanais de uma tonelada de alimentos às escolas do município de Macaé, no interior do Rio de Janeiro, as 63 famílias do assentamento Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Osvaldo de Oliveira, conhecido também apenas como PDS, avançam na organização da produção e na melhoria da qualidade de vida através do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

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Despejo destrói comunidade de 54 famílias acampadas em Laranjal, Paraná

A terra estava ocupada desde de que o Governo Federal a declarou como de interesse social para fins de Reforma Agrária

Por MST-PR, no Brasil de Fato

O presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, desembargador Adalberto Jorge Xisto Pereira, publicou por volta das 20h desta quinta-feira (19) a decisão que destrói a comunidade José Rodrigues, localizada em Laranjal, região Centro do Paraná. Ao negar o pedido da prefeitura do município para suspensão de uma ordem de despejo, o Desembargador confirmou a expulsão de mais de 160 pessoas que vivem, produzem e reproduzem a vida na área desde 2016.

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Acampamento Margarida Alves, em Moreno (PE), recebe mandado de despejo

Acampamento existe há 12 anos e tem cerca de 50 famílias

Do Brasil de Fato* , na Página do MST

Na manhã dessa quinta (19), um mandado de reintegração de posse expedido pela 1ª Vara Cível de Moreno está sendo cumprido no Acampamento Margarida Alves, zona rural de Moreno, na Região Metropolitana do Recife. Ocupado há mais de 16 anos, o antigo Engenho Xixaim abriga 55 famílias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que vivem e produzem alimentos na área de cerca de 120 hectares. 

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Pela segunda vez, famílias ribeirinhas da comunidade Ilha Verde são despejadas em Babaçulândia (TO)

No Dia do Cerrado, 36 famílias ribeirinhas da comunidade Ilha Verde são despejadas no Tocantins

por Débora Lima e Valéria Santos – Articulação do Cerrado / CPT

Neste 11 de setembro, Dia do Cerrado, mais uma comunidade Cerradeira é expulsa do seu território, em Babaçulândia (TO). Cerca de 36 famílias ribeirinhas da comunidade Ilha Verde vêm lutando para restabelecerem suas vidas depois da formação do reservatório da Hidrelétrica de Estreito, mas o Consórcio CESTE formado pelas empresas Engie (40%), Vale (30%), Alcoa (25,49%) e InterCement (4,44%) insiste em afasta-los do seu território as margens do Rio Tocantins.

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