“Acampamento Marielle Vive! é uma ilha de produtividade em um mar de condomínios”

Conheça mais sobre o acampamento localizado em Valinhos, em SP

Da Página do MST

Responsável pela implementação da bioconstrução no acampamento Marielle Vive, chamada de “Cooperativa Bambu Brasil”, em Valinhos-SP (92 km de São Paulo, capital), o agrônomo Edson Hiroshi Piracaia afirmou que o acampamento é “uma ilha de produtividade em um mar de condomínios que nada produzem”.

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Ameaçado de despejo, acampamento do MST é o maior produtor da região de Itinga (MA)

Terreno da União é requerido por empresa que transita na “Lista Suja” do trabalho escravo; 150 famílias serão afetadas

Redação Brasil de Fato

O Tribunal de Justiça do Maranhão determinou o despejo das 150 famílias do acampamento Marielle Franco, localizado no município de Itinga, região amazônica do estado. A ação expedida pela juíza Vanessa Lordão tem data prevista para 27 de agosto. 

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Comunidade do Cajueiro é ameaçada de despejo forçado

Despejo forçado de moradores da comunidade do Cajueiro,  zona rural de São Luís (MA), ocorre em meio à série de arbitrariedades relatadas por pessoas da comunidade e pela sociedade civil. Cerca de duas centenas de policiais militares foram mobilizados para retirar mais de 80 famílias da área para construção de um porto privado da empresa WPR São Luís Gestão de Portos e Terminais Ltda. Desde o domingo (11) a comunidade está acampada em frente ao Palácio do Governo do Maranhão.

CPT

Leia abaixo carta pública em defesa da comunidade Cajueiro:

CARTA PÚBLICA URGENTE EM DEFESA DO CAJUEIRO 

OS TRATORES ESTÃO PRONTOS PARA DERRUBAR A COMUNIDADE DO CAJUEIRO, EM SÃO LUÍS-MA! 

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Quarenta famílias de posseiros estão ameaçadas de despejo em Lábrea (AM)

Em torno de 40 famílias de pequenos agricultores estão ameaçadas de despejo após ordem de reintegração de posse, no Ramal de Tauaruhã, situado a cinco quilômetros da cidade de Lábrea, no sul do estado do Amazonas. Parte da comunidade está situada às margens do Rio Purus, onde vivem há 22 anos, produzindo e abastecendo a cidade com alimentos.

CPT Amazonas

O conflito teve início em 2016, por conta de uma petição do ex-prefeito de Lábrea, Mustaf Said, que em 2016 apareceu dizendo-se proprietário da área. Em agosto de 2017 a ação já tinha sido julgada improcedente pela magistrada Sabrina Cumba Ferreira no processo 0000092-39.2016.8.04.5301. Porém, em 25 de junho desse ano, uma liminar de reintegração de posse foi concedida pelo juiz da Comarca de Lábrea, Roberto Santos Taketomi. Do total de 1.200 hectares da comunidade, 400 hectares estão na área do conflito. Outros ocupantes da área, em sua maioria empresários de Lábrea, foram pressionados a negociar com o suposto proprietário.

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Nota de Repúdio da CNBB Sul 2 à reintegração de posse no Paraná

Bispos do Regional Sul 2 da CNBB divulgam Nota de Repúdio ao despejo de 167 famílias do Acampamento Quilombo dos Palmares, feito pela Polícia Militar no dia 30 de julho, em Lerroville, Londrina, no Paraná. De acordo com o documento: “os bispos do Paraná vêm a público manifestar repúdio, quanto à forma como foram deflagradas as reintegrações de posse em Londrina; conscientes de que tal manifestação em defesa dos mais pobres se faz necessária, uma vez que seus diretos têm sido cada vez mais ignorados e violados em nossos dias, fomentando injustiças, violência e exclusão. Assim sendo, esperamos que sejam revistos todos os despejos nas terras paranaenses, tendo em vista que essas famílias estão há muitos anos trabalhando, produzindo agricultura de subsistência, educando os filhos e construindo comunidade em áreas pertencentes a grandes devedores da União ou do Estado que eram tidas, anteriormente, como improdutivas. Preocupa-nos o futuro dessas famílias, que de forma inesperada e agressiva, foram retiradas do seu espaço de convívio, trabalho e dignidade”. Confira o documento:

CPT

Opressão e violência estão aí na minha frente, acontecem demandas, surgem processos. Por isso a lei ficou fraca e o que é justiça jamais prevalece”. (Hab 1,3b-4)

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300 famílias do acampamento Quilombo dos Palmares sofrem despejo em Londrina (PR)

Área está bloqueada pela Justiça Federal por escândalos de corrupção envolvendo o ex-deputado federal José Janene, esposo da proprietária da fazenda

Da Página do MST

Dezenas de viaturas e homens da Polícia Militar e da tropa de Choque do Paraná cumpriram uma ordem de despejo contra cerca de 300 famílias Sem Terra integrantes do acampamento Quilombo dos Palmares, no distrito rural Lerrovile, em Londrina, norte do Paraná. A ação começou às 7h desta terça-feira (30), sem qualquer aviso anterior, e 159 famílias estavam no local. 

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Justiça mineira mantém suspensão do despejo de trabalhadores rurais do acampamento Arco Íris; CDHM atuou no caso

Por Pedro Calvi, CDHM

Nesta quinta-feira (11/7), o juiz de direito da 2ª Vara Cível de Ituiutaba, Minas Gerais, Antonio Félix dos Santos, decidiu durante audiência suspender o despejo de 60 famílias de trabalhadores rurais sem-terra, na região denominada “Jacuba”, no município de Gurinhatã, onde está o acampamento Arco Iris. A decisão é válida até junho de 2020.

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MPF instaura inquérito para apurar situação de quilombo no bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte (MG)

Comunidade, que se reconheceu como quilombola, está ameaçada por ordem de despejo da Justiça

Ministério Público Federal em Minas Gerais

A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), órgão do Ministério Público Federal (MPF), instaurou um inquérito civil para apurar as medidas adotadas pelo Poder Público para a regularização fundiária do território da comunidade quilombola dos Souza/Vila Teixeira Soares, localizada em Santa Tereza, tradicional bairro de Belo Horizonte (MG).

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Ocupação camponesa de 19 anos sofre ação de despejo em Miravânia, norte de MG

Na terça, 9 de julho, às 8h, teve início a ação de despejo na Ocupação-comunidade Olaria Barra do Mirador. As 52 famílias vivem no local há 19 anos, ocupando a Fazenda Japoré, no município de Miravânia, extremo Norte de Minas Gerais. A ação foi realizada pelo Comando Geral da Polícia Militar de Minas Gerais com cerca de 100 policiais e 20 viaturas. Relatos descrevem que o despejo foi iniciado como “uma operação de guerra e truculência”.

Da CPT MG

As 52 famílias ocupam lotes de 40 hectares cada, em média, e produzem milho, feijão, mandioca, queijos e doces, além de criarem gado, porcos e galinhas para o próprio sustento, além disso as famílias do Acampamento da fazenda Mata do Japoré são responsáveis por mais de 50% da farinha produzida no município de Miravânia, que possui cerca de 7 mil habitantes.

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