Quase 30% das crianças indígenas com menos de 5 anos sofrem de desnutrição

por ONU Brasil / IHU On-Line

Nas últimas décadas, o Brasil reduziu significativamente a taxa de desnutrição crônica entre menores de 5 anos (de 19,6% em 1990 para 7% em 2006), atingindo, antes do prazo, a meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

Entretanto, a desnutrição crônica ainda é um problema em grupos mais vulneráveis, como indígenas, quilombolas e ribeirinhos.

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Cresce a fome no mundo, mas a solução não está na agricultura industrial

Artigo mostra que “é uma ilusão perigosa pensar que podemos resolver o problema da fome no mundo aumentando a produção mundial baseada na implantação da agricultura industrial”

Por Timothy A. Wise*, em IHU/Unisinos / MST

Pelo terceiro ano consecutivo, diversas agências da Organização das Nações Unidas documentaram níveis crescentes de fome severa no mundo, afetando 820 milhões de pessoas. Mais de 2 bilhões sofrem de insegurança alimentar “moderada ou severa”. Durante o mesmo período, o mundo vem experimentando o que a Reuters denominou como uma “superabundância global de cereais”, com produtos agrícolas excedentes amontoados fora dos silos de grãos e apodrecendo por falta de compradores. Vê-se que o aumento das safras de grãos não reduz a fome global.

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Eu vi a fome e a alegria no Vale do Jequitinhonha

O fotógrafo Nilmar Lage foi até o Vale e conheceu de perto o que quer dizer “vulnerabilidade alimentar”

por Nilmar Lage, em Agência Pública

Banhada pelas águas do rio Jequitinhonha e com cerca de 41 mil habitantes, a cidade de Almenara em Minas Gerais, é uma das mais populosas do Vale do Jequitinhonha. De passagem pela região, logo após ver a afirmativa do presidente Jair Bolsonaro de que “passar fome no Brasil é uma grande mentira”, conheci Elane Santos. Perguntei a ela sobre o que disse o nosso presidente. Ela foi taxativa: “ele nunca veio no Vale do Jequitinhonha e parece que nunca andou pelas ruas do país”.

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Más de 42 millones sufren de hambre en América Latina y el Caribe

América Latina y el Caribe alberga 42,5 millones de personas que padecen hambre. América del Sur tiene la cifra más alta de subalimentados debido al deterioro de la seguridad alimentaria en Venezuela, señala  un nuevo informe de la ONU. En Venezuela, la cifra está en ascenso alarmante de 6,4% en 2012-2014 a 21,2% en 2016-2018.

FAO / Servindi

El hambre está creciendo en América Latina y el Caribe, y en 2018 llegó a afectar a 42,5 millones de personas, el 6,5% de la población regional, según el nuevo informe conjunto de Naciones Unidas, El estado de la seguridad alimentaria y la nutrición en el mundo 2019 (SOFI, por sus siglas en inglés).

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Desigualdade aumenta, e número de pessoas com fome no mundo chega a 820 milhões

Total cresceu pelo terceiro ano seguido. Relatório das ONU mostra redução da pobreza no Brasil no período 2004-2014, com crescimento e políticas sociais

Por Redação RBA

O número de pessoas sem alimentos suficientes atingiu 820 milhões em 2018, ante 811 milhões no ano anterior. É o terceiro aumento seguindo de populações com fome, segundo relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), divulgado na segunda-feira (15). O número representa que uma em cada nove pessoas no mundo passa fome. São 513,9 milhões na Ásia, 256,1 milhões na África e 42,5 milhões na América Latina e no Caribe.

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Já não é cedo para dizer: Bolsonaro não se preocupa com a fome ou a miséria

Veto à recriação do Consea soma-se a reiteradas tentativas de desarticular as políticas de segurança alimentar e nutricional no Brasil

Por Guilherme Zocchio, em O Joio e o Trigo

A cena é forte. Nos últimos dias, repercutiu a imagem de um grupo de pessoas revirando um caminhão de lixo, em busca de comida nos restos deixados por um supermercado em Olinda, Pernambuco. Perturbante, o fato, no entanto, é revelador do estado das políticas de segurança alimentar e nutricional no Brasil. A esta altura do campeonato, já não é cedo para dizer: o presidente Jair Bolsonaro não se preocupa com a fome, a desnutrição ou a miséria.

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Comissão reverte medida de Bolsonaro e recria Consea, pilar do combate à fome no país

Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional havia sido extinto em janeiro por MP que reestrutura o governo

por Rute Pina, em Brasil de Fato

A comissão mista do Congresso Nacional aprovou, nesta quinta-feira (9), a reforma administrativa com um alteração que recria o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea). O órgão havia sido extinto na proposta original de Jair Bolsonaro. 

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“Extinção do Consea desorganiza sistema que possibilitou ao Brasil sair do Mapa Mundial da Fome”, alerta PFDC

O direito humano à alimentação adequada e os impactos da sociais da MP 870/2019 foram discutidos em uma série de audiências públicas no Congresso Nacional

Na PFDC

Os impactos sociais impostos pela Medida Provisória 870/2019 – editada em 1º de janeiro para reestruturação administrativa do governo federal – foram tema de uma série de audiências públicas promovidas nesta semana pelo Congresso Nacional e que contaram com a participação da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), do Ministério Público Federal.

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Os adultos saíram da sala

Por João Paulo Cunha, no Brasil de Fato

Só pode haver uma coisa pior que o governo Bolsonaro: a incapacidade em combatê-lo com as armas da razão e da força da mobilização popular. Em quatro meses o país ficou mais pobre, mais burro, mais autoritário, mais violento e mais isolado no concerto das nações democráticas. Não se trata de um descaminho, resultado de um plano mal executado, mas de um projeto. A derrota da civilização é uma conquista do atraso.

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O curto caminho de volta ao Mapa da Fome

Por Pedro Calvi, CDHM

O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) foi criado em 1993 e extinto em 1994 por causa do caráter transitório do governo Itamar Franco. Recriado em 2003, no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Conselho volta com a missão de organizar o Projeto de Lei Orgânica para a Segurança Alimentar e Nutricional (Losan) no país, o que aconteceu em 2006. No trajeto até 2014, com políticas públicas envolvendo ministérios, governos estaduais e prefeituras, tirou o Brasil do Mapa da Fome da ONU. No dia 1º de janeiro deste ano, o governo federal através da Medida Provisória 870 fecha o Consea.

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