Discurso de Bolsonaro foi o “mais desastroso” do Brasil na ONU, diz ex-ministro Rubens Ricupero

Ao O Estado de S.Paulo, Rubens Ricupero afirmou que apresentação brasileira “foi como lavar roupa suja fora de casa”.

por Brasil de Fato / IHU On-Line

O ex-ministro do Meio Ambiente e da Fazenda de Itamar FrancoRubens Ricupero, afirmou que o discurso do presidente Jair Bolsonaro durante a 74º Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) foi o “mais desastroso” da história brasileira no órgão. A declaração foi feita ao jornal O Estado de S. Paulo e divulgada nesta quarta-feira (25). Embaixador com longa carreira diplomática, Ricupero também foi subsecretário da ONU entre 1995 e 2004.

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‘Um dia de terror’: A reação de povos indígenas ao discurso de Bolsonaro na ONU

Representantes indígenas reagem a ataques de Bolsonaro ao Cacique Raoni e comparam discurso com retórica usada na ditadura.

por Debora Alves, em HuffPost / IHU On-Line

O presidente Jair Bolsonaro optou por reverberar a retórica que utiliza no Brasil ao tratar da temática indígena e ambiental no maior palco do mundo nesta terça-feira (24), quando discursou na Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas). Os ataques que dirigiu ao Cacique Raoni, conhecido internacionalmente pela atuação em defesa dos povos originários, bem como as afirmações sobre queimadas e desmatamento na Amazônia não ficaram sem resposta.

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Davi Kopenawa divide Nobel Alternativo com Greta Thunberg

Brasileiro ameaçado de morte é homenageado por sua luta contra o desmatamento da Amazônia e a pela proteção de povos indígenas. Além da ambientalista sueca, ativistas de Marrocos e China estão entre os ganhadores

DW

O indígena Davi Kopenawa está entre quatro ativistas internacionais ganhadores do Right Livelihood Award de 2019, também conhecido como o “Prêmio Nobel Alternativo”. O brasileiro é homenageado juntamente com a ambientalista sueca Greta Thunberg, ícone da luta contra as mudanças climáticas; a ativista marroquina Aminatou Haidar; e a advogada chinesa Guo Jianmei.

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Bolsonaro na ONU: retórica da Guerra Fria não ajuda a amenizar pressões

Para pesquisadora em Relações Internacionais, discurso do presidente se voltou ao eleitorado interno com nacionalismo abstrato

por Victor Ohana, em CartaCapital

Apesar da estratégia defensiva e enfática sobre a Amazônia, o discurso do presidente Jair Bolsonaro (PSL) na abertura da 74ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) não deve amenizar as pressões internacionais em relação aos escândalos que envolvem a floresta. Esta é a análise da doutora em Relações Internacionais e professora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Anna Saggioro Garcia.

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Na fala de Bolsonaro, um Mussolini de arrebalde

Na Assembleia da ONU, um provincianismo muito além do previsível. Nada sobre as crises globais – mas críticas ao petismo e elogios a Moro e às PMs… Arrogância de líder de direita e horizonte de síndico tacanho

por Gilberto Maringoni*, em Outras Palavras

Há que se reconhecer: Jair Bolsonaro foi ousado em seu discurso de abertura na Assembleia Geral da ONU. Numa sessão em que o presidente dos Estados Unidos evoca o termo “mundo livre”, jargão da Guerra Fria, o mandatário brasileiro mostrou suas garras, sem mediações ou elipses. Mostrou-se de corpo inteiro.

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ONU: Delegação Guarani da América do Sul reclama omissão dos Estados na garantia dos direitos tradicionais

Indígenas membros do Conselho Continental da Nação Guarani exigiram hoje, em evento paralelo a 42ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, que Países cumpram tratados internacionais.

por Guilherme Cavalli, em Cimi

Na tarde desta terça-feira (17) em evento paralelo a 42ª sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra, Suíça, grupo de indígenas Guarani relataram as violações de direitos sofridas pelo povo na América do Sul. A população Guarani abrange atualmente parte dos países da Argentina, da Bolívia, do Brasil e do Paraguai e reúne 280.000 pessoas, distribuídas em 1.416 comunidades, aldeias, bairros urbanos ou núcleos familiares, desde o litoral do Atlântico até a região pré-andina.

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Na ONU, Indígenas da América do Sul denunciarão violações de Direitos Humanos

A delegação formada por indígenas e missionários do Cimi debaterá, de 16 a 20 de setembro, as violações ocorrentes nas fronteiras onde estão presentes os povos Guarani

Cimi

Durante a 42ª sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, que acontece em Genebra, Suíça, lideranças indígenas da América do Sul levarão às esferas internacionais violações de direitos humanos enfrentadas pelas populações tradicionais em seus territórios. A delegação formada por indígenas do Brasil, Argentina, Paraguai e Bolívia e membros do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) debaterá, de 16 a 20 de setembro, as violações ocorrentes nas fronteiras onde estão presentes os povos Guarani.

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9 de agosto, Día Internacional de los Pueblos Indígenas

“Las Naciones Unidas están dispuestas a apoyar todas las iniciativas encaminadas a hacer realidad los derechos y las aspiraciones de los pueblos indígenas”
António Guterres, Secretario General de las Naciones Unidas

Servindi

La riqueza de los pueblos indígenas

ONU, 8 de agosto, 2019.- Los pueblos indígenas representan una gran diversidad: más de 5 000 grupos distintos en unos 90 países y hablan una abrumadora mayoría de las aproximadamente 7 000 lenguas del mundo.

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Debaten migración, colonización y despojo de indígenas en la ONU

Los pueblos indígenas expuestos también a la colonización y despojo

Por Genaro Bautista*, en Servindi

Aipin, 16 de julio, 2019.- En la actualidad, existe una crisis global de migración, donde los derechos humanos de los migrantes son atropellados, indica la Organización de las Naciones Unidas. Y remata: en el caso de los pueblos indígenas por su origen, la discriminación es aún más violenta.

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