Engenheiros e deputados estaduais criticam privatização da CEDAE no Dia Mundial da Água

Lisa Godde – RioOnWatch

Dia 22 de março marcou o Dia Mundial da Água. Com o apoio da Sociedade de Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro (SEAERJ) e da ONG Baía Viva, o Clube de Engenharia aproveitou este dia para discutir alternativas relacionadas a privatização da CEDAE. Conselheiros, funcionários da CEDAE, estudantes de engenharia e outros estiveram entre o público do evento intitulado “Alternativas para saneamento X privatização da CEDAE“. (mais…)

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“X-Week” no Studio-X Rio debateu escala local vs. grande nas soluções para água e esgoto

Consenso era usar novas iniciativas sustentáveis e mecanismos de baixo para cima

Lisa Godde – RioOnWatch

De 9 a 14 de março, o Studio-X Rio sediou a x-Week (Semana X) como parte das comemorações do seu sexto aniversário. Organizada em parceria com o Columbia Global Centers (Centros Global Columbia)–que comemora o seu quarto aniversário–o Museu do Amanhã e a Prefeitura do Rio de Janeiro, os eventos do Studio-X focaram nos tópicos de água e habitação. Especialistas do Brasil e do exterior participaram dos debates, exposições, mesas redondas e de uma visita guiada. (mais…)

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Saneamento precisa ser inserido na agenda política do país. Entrevista especial com Roberval Tavares de Souza

Vitor Necchi – IHU On-Line

A lei que prevê a universalização do saneamento básico até 2033 completou dez anos em janeiro e, no ritmo atual, isso não será alcançado. O prognóstico negativo é do presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Abes, Roberval Tavares de Souza. Para atingir a meta, seria necessário investir cerca de R$ 15 bilhões por ano até 2033, mas a média de investimento é de R$ 8 bilhões, ou seja, quase a metade. “Se continuar neste ritmo, não conseguiremos universalizar no prazo estipulado”, afirmou Souza em entrevista concedida por telefone para a IHU On-Line. (mais…)

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ONU: falta de água e de tratamento de esgoto afeta principalmente mulheres

Flávia Villela – Repórter da Agência Brasil

Direito humano fundamental, o acesso à água segura e ao esgotamento sanitário não estão disponíveis da mesma forma para homens, mulheres e outras identidades de gênero, mostra relatório da Organização das Nações Unidas (ONU). O estudo foi coordenado pelo pesquisador brasileiro Léo Heller, que é relator especial sobre o direito humano à água potável segura e ao esgotamento sanitário da instituição. Heller, que também coordena o Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas e Saneamento da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), contou que  verificou que em quase todas as localidades onde há falta ou má distribuição de serviços de saneamento são as mulheres que coletam água para manter a higiene do lar. (mais…)

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Desafios para o semiárido são debatidos na Fiocruz Brasília

Além de abordar as dificuldades por que passam as regiões do semiárido brasileiro, evento promovido pela Fiocruz e Funasa reúne especialistas e apresenta experiências para superação dos desafios

Mariella Oliveira-Costa e Valéria Vasconcelos Padrão – Fiocruz

“Mudanças importantes não estão consolidadas e podem sofrer retrocesso no atual momento nacional. Forças conservadoras permanecem atuantes”. A observação foi feita por Tânia Bacelar, economista e professora aposentada da Universidade Federal de Pernambuco, durante palestra “Brasil e Nordeste: desenvolvimento recente e semiárido”, em que traçou um panorama comparativo do desenvolvimento do Brasil, do Nordeste e da região do semiárido nas últimas décadas. A palestra foi proferida no “Seminário Desafios para os Territórios Saudáveis e Sustentáveis do Semiárido”. (mais…)

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MPF discute situação de comunidade atingida pela Usina de Belo Monte

Comunidade tenta ser reconhecida como atingidos pela usina. Famílias vivem em palafitas, sem saneamento básico, em Altamira

Do G1 PA

Uma audiência pública convocada pelo Ministério Público Federal (MPF) em Altamira, sudoeste do estado, discutiu uma solução para a situação de moradores de uma área risco no bairro Jardim Independente I, nesta segunda-feira (10). A comunidade tenta ser reconhecida como atingidos pela construção da Usina de Belo Monte. O G1 aguarda posicionamento da Norte Energia, responsável pela operação da usina. (mais…)

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No Brasil parece que ninguém “merece” os seus Direitos Humanos

Christian Kuitert – RioOnWatch

Os direitos humanos deveriam, por definição, ser aplicados a todos os humanos. Na prática, no entanto, estão distribuídos de modo desigual e, às vezes, são considerados até mesmo como algo “merecido” apenas para algumas pessoas. Em uma série de entrevistas com moradores das favelas e de condomínios fechados do Rio sobre serviços básicos que deveriam ser garantidos como direitos humanos–tais como educação, saúde, saneamento básico e um sistema de justiça íntegro–alguns entrevistados descreveram um contrato social no qual uma contribuição para a sociedade é esperada, ou, até mesmo, exigida, para que se possa “receber” direitos a serviços básicos. Isso, obviamente, contraria o próprio conceito, garantido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU, ou mais diretamente, neste caso, pela própria Constituição Brasileira. (mais…)

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Às vésperas das eleições municipais, moradores de favelas do Rio falam sobre suas necessidades de políticas públicas

Luisa Fenizola – RioOnWatch

A menos de uma semana das eleições municipais, os eleitores do Rio precisam escolher um dentre os 11 candidatos que estão concorrendo à prefeitura. Apesar de propostas muito diferentes, os desafios que se colocam para a administração pós-Olímpica da cidade são os mesmos para todos e incluem uma cidade com a saúde financeira comprometida, um legado Olímpico de exclusão e antigas promessas não cumpridas. (mais…)

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Rocinha Sem Fronteiras demanda obras de saneamento urgentes

Jody van Mastrigt e Meg Healy – RioOnWatch

Três anos depois das autoridades terem anunciado que a Rocinha, na Zona Sul, seria a terceira favela no Rio a receber um teleférico como sistema de transporte, na segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), ativistas comunitários continuam a exigir que os fundos para o projeto sejam redirecionados para prioridades mais urgentes. O grupo Rocinha Sem Fronteiras se opôs ativamente à instalação do teleférico desde que os planos foram anunciados em 2013, alegando que os R$152,2 milhões destinados para o teleférico deveriam ser usados para melhorias na infraestrutura de saneamento que estão sendo aguardadas há muito tempo. (mais…)

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