Judith Butler: Quem são os eleitores de Trump?

Para um mundo que está cada vez mais erroneamente caracterizado como pós-racial e pós-feminista, estamos agora vendo como a misoginia e o racismo se sobrepõem ao juízo e a um compromisso com objetivos democráticos e inclusivos – são paixões sádicas, ressentidas e destrutivas conduzindo nosso país. Temos que refletir agora sobre populismo (de direita e de esquerda), e sobre misoginia – o quão profundamente arraigada ela realmente está. (mais…)

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Exposição sobre índios Guarani-Mbyá tem entrada gratuita em Petrópolis

‘Mbyá Rekó, o jeito de ser Guarani’ está em cartaz até janeiro no RJ. Mostra ressalta importância da língua para a identidade indígena.

Do G1 Região Serrana

A cultura dos índios Guarani-Mbyá está retratada em uma exposição em Petrópolis, Região Serrana do Rio. Intitulada “Mbyá Rekó, o jeito de ser Guarani”, a mostra ressalta a importância da língua na preservação da identidade dos povos indígenas. As obras podem ser conferidas no Centro Cultural da Faculdade Arthur Sá Earp Neto, que ficará aberto à visitação até janeiro de 2017, de segunda a sexta, das 9h às 21h, e sábado, das 9h às 18h. A entrada é franca. (mais…)

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A ayahuasca ameaçada pelo comércio espiritual

Explosão global do consumo põe em risco a produção do chá, cuja base é cipó raro na Amazônia. “A arte sagrada dos índios está sendo transformada em entretenimento”, diz xamã

Por Marina Lopes, no Motherboard/Outras Palavras

A demanda mundial pela ayahuasca, um chá alucinógeno – alguns preferem dizer “enteógeno” – que possui, segundo seus defensores, propriedades terapêuticas e espirituais, cresce a cada dia. Mas, como em qualquer conto de fadas capitalista, a popularidade da substância corre o risco de acabar com essa tradição. “A arte sagrada dos índios se transformou em entretenimento”, afirma Moises Pianko, da tribo Ashaninka, na região norte do Brasil. (mais…)

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O neoliberalismo e seus normalopatas, por Christian Ingo Lenz Dunker

Depois dos frankensteins, esquizoides errantes sem fronteiras, e dos fantasmas alienados que vagam da pressão, descompressão e depressão, chegamos finalmente aos zumbis que hoje se tornaram nossa mais próxima normalopatia

No blog da Boitempo

Muito frequentemente confunde-se o neoliberalismo com o conjunto de práticas que definem o capitalismo contemporâneo em sua capilaridade globalizada. Isso dificulta o trabalho de circunstanciar críticas e analisar problemas locais, tornando as objeções ao neoliberalismo o enfretamento de um inimigo mais poderoso do que ele realmente é. O problema inverso também deveria ser evitado: subdimensionar o neoliberalismo, apenas como uma teoria econômica, nascida nos anos 1930, expressa na obra de autores como Walter Lippmann, Von Mises e Hayek, renovada pela Escola de Chicago (Stiegler, Friedman), nos anos 1960 e adaptada por governos em forma de políticas de austeridade, privatização e monetarização, a partir dos anos 1980. (mais…)

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Líderes ambientais comunitários cariocas compartilham boas práticas na Semana Lixo Zero

No RioOnWatch

Estudantes, professores, profissionais e atores da sociedade civil se reuniram no Rio na semana passada na Semana Lixo Zero. Liderada pela organização sem fins lucrativos Instituto Lixo Zero Brasil, os participantes envolveram-se em debates, apresentações e seminários ao longo da programação de nove dias, entre 21 e 30 de outubro. Esse é o segundo ano em que a cidade do Rio organiza oficialmente uma Semana Lixo Zero. (mais…)

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Funai implanta projeto de salvaguarda do patrimônio cultural de etnias de recente contato

O Comitê Diretor do “Projeto de Salvaguarda do Patrimônio Linguístico e Cultural de Povos Indígenas Transfronteiriços e de Recente Contato na Região Amazônica” realizou sua primeira reunião, nos dias 30 de outubro e 01 de novembro, no Museu do Índio (RJ), para definir questões relativas à composição e ao funcionamento da Unidade Gestora do Projeto – UGP, os critérios para indicação dos povos a serem contemplados pelo projeto, além da elaboração de um cronograma de trabalho para 2017. (mais…)

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Adeus, capitão Krohokrenhum

Morto aos 90 anos, líder do povo gavião Parkatejê era incentivador da cultura e das práticas tradicionais de sua comunidade

Por Felipe Milanez, na Carta Capital

No dia 18 de outubro, enquanto o movimento indígena lutava em Brasília contra um golpe militar-evangélico na Funai e resistia ao desmanche do sistema de saúde, faleceu, no Pará, o grande líder do povo gavião Parkatejê, Krohokrenhum. (mais…)

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