Oficina em Brasília debateu sobre diretrizes para políticas públicas voltadas à proteção e reconhecimento das práticas e saberes dos povos tradicionais
A proteção dos conhecimentos, saberes e práticas medicinais tradicionais é frágil e fragmentada e não assegura efetivo reconhecimento aos povos Indígenas, quilombolas, povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares. Este foi um dos pontos destacados por participantes da oficina realizada nos dias 3 e 4, em Brasília (DF). (mais…)





