Vincent Weidlich chegou a ser preso por veiculação de conteúdos de ódio e planos terroristas, mas logo foi solto

Por Paulo Nascimento | Edição: Mariama Correia, Agência Pública
Criar uma colônia de supremacistas brancos e nazistas em Santa Catarina e, a partir de uma rede online, instigar ataques terroristas, tendo como alvos judeus e negros. Estes eram os objetivos de Vincent Alexander Pacheco Weidlich. Filho de mãe brasileira e pai alemão, nascido nos Estados Unidos, o homem de 36 anos foi preso pela Polícia Federal em Blumenau (SC), no fim de 2024, e condenado, em setembro de 2025, pela Justiça Federal, sob a acusação de terrorismo e incitação ao genocídio por meio da veiculação de material relacionado ao nazismo e ao discurso de ódio. Mas, menos de um ano depois, foi solto e segue em liberdade, em São Paulo.
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