No UOL
Uma atendente de fast food e um cabeleireiro. Uma cliente insatisfeita com o sanduíche e outra insatisfeita com o corte. Dois episódios banais que revelam algo profundo e assustador sobre a República miliciana que podemos nos tornar.
Na madrugada do último dia 1º, em Brasília, Huíla Klanovichs, funcionária do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, desceu do carro no drive-thru de um McDonald’s, discutiu com a atendente e deu um tapa no rosto de uma funcionária de 34 anos. O motivo: o sanduíche tinha cebola. Ela disse que pediu sem o produto, pois é alérgica. Quis, além da troca, um pedido formal de desculpas. A atendente se recusou. O tapa veio como sentença.
Continue lendo “Tapa por cebola e facada por franja são vitórias do Brasil miliciano. Por Leonardo Sakamoto”









