O apagamento da Legião Negra e Indígena na Revolução de 1932 revela como a narrativa da aristocracia paulista silenciou o protagonismo de minorias arregimentadas para a guerra
História narrada pela aristocracia paulistana
Uma parte da história da USP está representada nos nomes do campus Capital-Butantã da Cidade Universitária, das ruas e estradas do seu entorno. A história daqueles que foram vencidos na Revolução Constitucionalista de 1932: a aristocracia paulista. Todavia, na maior parte das narrativas sobre esta guerra civil, a aristocracia paulista apresenta-se como autora e protagonista da história dos vencedores.
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