Projeto da elite paulista, a fundação da universidade esteve intrinsecamente ligada a ideais eugenistas e ao mito da supremacia racial bandeirante
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Nos primeiros anos da sua existência, além do aporte financeiro do governo do Estado, a Universidade de São Paulo (USP) contou com o gerenciamento voluntário de alguns empresários, especialmente, de Júlio de Mesquita Filho, proprietário do jornal O Estado de São Paulo (Cardoso, 1982; Salone, 2019). Essa curiosa associação entre os poderes público e privado começou a vigorar em 1934, quando a USP foi fundada por Armando de Salles Oliveira, interventor de São Paulo e cunhado de Júlio de Mesquita Filho.
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