O minério de ferro derramado após um novo descarrilamento da Estrada de Ferro Carajás (EFC), da Vale, segue espalhado próximo à Terra Indígena Caru, no Maranhão, mais de dez dias após o acidente registrado em 30 de abril. O caso reacende denúncias históricas de povos indígenas e organizações sobre os impactos ambientais e sociais provocados pela ferrovia que corta territórios tradicionais na Amazônia maranhense.
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