Proposta de usar indenizações de famílias e empresas que lucraram com o tráfico negreiro foi derrubada na CCJ. Inquérito que investiga vínculo do Banco do Brasil com a escravatura dá concretude ao debate; BB diz unir esforços por práticas antirracistas
Por Fernanda Mena, na Folha de S.Paulo
A ideia de reparação da população negra pela escravidão transatlântica tem ganhado espaço no debate público no Brasil e no mundo. Em março, a Assembleia-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), em Nova York, reconheceu a escravidão e o tráfico transatlântico de pessoas escravizadas como os crimes contra a humanidade mais graves da história. A declaração partiu de uma resolução proposta por Gana, que recomenda aos Estados pedidos formais de desculpas e a criação de mecanismos de reparação.
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