Observatório, coordenado por Ethel Maciel, consegue financiar estudo após dez anos do crime
Por Mariah Friedrich, Século Diário
Mais de dez anos depois do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), que lançou milhões de metros cúbicos de rejeitos na Bacia do Rio Doce e atingiu comunidades mineiras e capixabas, o Estado deve iniciar o primeiro monitoramento estruturado da saúde humana das populações impactadas. Coordenado pela professora Ethel Maciel, o projeto foi aprovado pelo Ministério da Saúde e vai receber R$ 10 milhões para implantar o Observatório Capixaba de Informações e Dados Estratégicos para a Vigilância, Assistência e Resiliência do SUS nos Municípios Capixabas Atingidos da Bacia do Rio Doce e do Litoral Norte Capixaba.
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