Entre o assédio institucional e o esvaziamento do diálogo, a recusa em garantir a permanência estudantil expõe as contradições de uma estrutura de poder herdeira do elitismo
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Não é incomum na história imputar-se “conduta agressiva” às formas de luta de movimentos sociais. Mesmo depois da ditadura empresarial-militar, estudantes e servidores técnico administrativos da Universidade de São Paulo (USP) foram inúmeras vezes rotulados de violentos, processados e punidos. E é justamente isso que se repete novamente na USP a partir da legítima greve dos estudantes, que já dura mais de 40 dias.
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