E também sobre o grande órgão auxiliar da direção bolsonarista do TSE e do bunker bolsonarista no STF: a imprensa corporativa.
No Come Ananás
Em fevereiro de 2018, Luiz Fux assumiu a presidência do TSE para um mandato relâmpago de seis meses que coincidiu com o período de pré-campanha das eleições gerais daquele ano. Naquela altura, o avanço das fake news nas redes já se afigurava como séria ameaça ao processo eleitoral. Fux, porém, numa entrevista ao jornal O Globo publicada no dia seguinte ao de sua posse, afirmou que a prioridade de sua gestão à frente do TSE seria “prestigiar” a Lei da Ficha Limpa.
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