Comissão Global da OIT pede mudanças fundamentais em relação à saúde no trabalho

Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS)

A Comissão Global da OIT sobre o Futuro do Trabalho pede por mudanças fundamentais nas formas de se trabalhar nesta nova onda de globalização, rápido desenvolvimento tecnológico, transição demográfica e mudança climática, segundo seu novo relatório, Work for a Brighter Future, publicado nesta terça-feira (22). O documento pondera maneiras de garantir um futuro melhor para todas as pessoas em um momento de transformação sem precedentes e desafios excepcionais no mundo do trabalho.

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Ferimentos com armas de fogo custam R$ 190 milhões ao SUS em 4 anos

Por Vilma Reis*, na Abrasco

Além do risco de causar mais mortes, a flexibilização do uso de armas de fogo decretada pelo governo de Jair Bolsonaro pode sobrecarregar a saúde pública. Nos últimos 4 anos, com normas mais rígidas para o acesso a armamentos em vigor, o SUS (Sistema Único de Saúde) gastou R$ 191,33 milhões com atendimentos de pessoas baleadas, segundo levantamento feito pelo Ministério da Saúde, a pedido do HuffPost Brasil.

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PGR defende diálogo sobre causa indígena e refuta possibilidade de retrocessos

Em diálogo com governo, Raquel Dodge defende discernimento e clareza no planejamento das ações voltadas aos povos indígenas

Procuradoria-Geral da República

O Ministério Público Federal (MPF) reuniu nesta quarta-feira (23) autoridades do Poder Executivo, acadêmicos, lideranças indígenas, embaixadores e membros do MPF para estabelecer diálogo com o governo acerca das garantias dos direitos constitucionais indígenas. Na abertura do encontro, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ressaltou a importância do diálogo franco entre as instituições e a sociedade. Destacou também que não pode haver retrocessos quanto ao direito e às políticas públicas voltadas aos povos indígenas. O encontro “Perspectivas dos Direitos Constitucionais Indígenas” é organizado pela Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais (6CCR) do MPF.

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Com auxílio de drones, MPF constata dano ambiental provocado por mineradora em área de influência de cavernas

Graças ao uso de aeronaves remotamente pilotadas, peritos detectaram com precisão áreas degradas em região turística de Caicó, no interior do Rio Grande do Norte

Procuradoria-Geral da República

Pela primeira vez, o uso de drones pelo Ministério Público Federal (MPF) possibilitou a produção de provas que foram cruciais para a comprovação do dano ambiental causado por uma mineradora. Alvo de uma ação civil pública, a empresa tinha licença para prospectar minério de ferro na área conhecida como Sítio Serra da Cruz, localizada em Caicó, no interior do Rio Grande do Norte. A região recebe turistas de todo o Brasil e é conhecida pela grande concentração de cavernas, onde há pinturas rupestres e rios subterrâneos. 

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Debora Diniz: “Suspeito quando assisto homens treinados na política lacrimejando com uma bandeira entre os dedos”

Debora Diniz fala de um vídeo que tem circulado nas redes como atual, o de Flávio Bolsonaro enxugando as lágrimas em uma bandeira do Brasil: “O macho que chora é o que oscila entre a brutalidade da vida cotidiana e os relâmpagos de uma histeria lacrimosa”

Por Debora Diniz, na Marie Claire

Um vídeo circula como atual, mas é só recente. Flávio Bolsonaro chorando como uma criança desamparada. Na falta de um lenço, enxugou as lágrimas com a bandeira do Brasil. Um lencinho teria sido mais elegante, mas a ideia era mesmo a pieguice, pois era tempo de campanha política. A razão era legítima para intenso sofrimento, o pai estava esfaqueado no hospital. Não duvido das razões, só questiono a performance pública. Logo ele, o homem bruto que defende armas, fala grosso e se expressa como se sempre estivesse na arquibancada da torcida do Flamengo no Maracanã.  O macho que chora não me convence como o homem sensível. Ao contrário: me provoca outro personagem – o macho bruto. É como se existisse um roteiro em que, para compor o macho da política ou do futebol, o macho que chora fosse um adorno à existência.

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Harvard e Oxford adoram Paulo Freire, o pedagogo que Bolsonaro quer tirar do MEC com um lança-chamas

Por Rosana Pinheiro-Machado, The Intercept Brasil

RECENTEMENTE, FIZ um relato no Twitter sobre a importância da pedagogia crítica na formação de professores da Universidade de Oxford, e o tema despertou tanto o interesse de professores quanto raiva de haters, me chamando de mentirosa. Achei prudente, então, contar um pouco mais aqui da minha experiência.

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Atingidos por barragens pedem justiça em Macapá (AM)

O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) mobilizou atingidos por barragens do município de Ferreira Gomes e Porto Grande, no Amapá, para uma manifestação em frente à Justiça Federal em Macapá nessa terça-feira (23 de janeiro).

No MAB

Os manifestantes cobraram celeridade no julgamento das ações movidas pelo Ministério Público Federal (MPF), relacionando a morte de peixes à construção das hidrelétricas Cachoeira Caldeirão e Ferreira Gomes, no rio Araguari, e denunciando a situação dos atingidos da zona urbana e rural do município de Porto Grande, que foram impactados pelo lago artificial da UHE Cachoeira Caldeirão, e ainda não foram reconhecidos como atingidos.

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“Que tipo de amor é esse?”, rebatem indígenas após declaração apaixonada de Damares

Em evento nesta quarta (23), Damares Alves disse ser “uma ministra que ama demasiadamente os povos indígenas”

Cristiane Sampaio, Brasil de Fato

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH), Damares Alves, e o governo de Jair Bolsonaro (PSL) voltaram a ser alvos de críticas de movimentos indígenas nesta quarta-feira (23). Durante a abertura de um evento realizado pela Procuradoria-Geral de Justiça (PGR), em Brasília (DF), a ministra afirmou que pretende dialogar com o Ministério Público Federal (MPF) e com as entidades que atuam na defesa dos direitos indígenas.

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MPF recebe representações de organizações indígenas contra MP nº 870/2019

Órgão instaurou procedimento para apurar possíveis irregularidades na mudança da atribuição para demarcação de terras indígenas

Procuradoria da República no Amazonas

O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas recebeu representações de sete organizações indígenas contrárias à transferência da atribuição de demarcação de terras indígenas para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A partir das manifestações, o MPF instaurou procedimento administrativo para apurar possíveis irregularidades na condução dos processos de demarcação de terras indígenas em decorrência das mudanças.

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