Ng’endo Mukii, cineasta queniana da animação “Retrato de Marielle”, estará dia 8 no Museu da Maré

Neste sábado, 08, às 10 horas, a cineasta queniana Ng’endo Mukii irá mostrar e falar de seu trabalho no Museu da Maré. Ng’endo trabalha com questões de ideais de beleza branco e suas implicações para as mulheres africanas e na diáspora. Também coordenou a animação “Retrato de Marielle Franco”, produzida em Nairóbi com art-ivistas e facilitada pela Rede eVoices. Agora, está produzindo em Salvador uma animação com jovens artistas baianos sobre a queniana Wangari Maathai, ativista do meio ambiente, feminista e vencedora do prêmio Nobel. (mais…)

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O Museu de Favela do Cantagalo e Pavão-Pavãozinho #RedeFavelaSustentável

Perfil da Rede Favela Sustentável*

por Paula Peña, em RioOnWatch

Situado em um morro entre Ipanema e Copacabana, as favelas do Cantagalo e Pavão-Pavãozinho têm vista para alguns dos bairros mais emblemáticos (e caros) da “Cidade Maravilhosa”. Para muitos visitantes, esse morro é o primeiro vislumbre de uma realidade distinta da paisagem mais visitada da Zona Sul do Rio, caracterizada por praias ensolaradas e hotéis luxuosos. Cerca de 20.000 moradores do Rio chamam de lar as comunidades do Cantagalo e Pavão-Pavãozinho. A história dessas comunidades remonta à chegada de ex-escravos de Minas Gerais (que se estabeleceram no Cantagalo) e do Nordeste brasileiro (que se instalaram no Pavão-Pavãozinho) em 1907, servindo às áreas abaixo: isso foi na mesma época do início da urbanização de Copacabana. (mais…)

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A arte, o olhar e a cidade

Em Belo Horizonte um projeto gestado por três mulheres resgata a provocadora pintura de rua da virada do século e convida a enxergar a chance de outra vida urbana

Por Roberto Andrés*, em Outras Palavras

Quem viveu Belo Horizonte nas décadas de 1990 e 2000 talvez se lembre das pinturas curiosas que surgiram em edifícios no centro da cidade: um zíper que se abria e descortinava, por trás da paisagem cinza, uma natureza exuberante; uma torneira jorrando água em que um homem surfava; golfinhos voadores sobre uma cidade fabril. (mais…)

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‘Os demônios do Demônio’. Por Eduardo Galeano

Muçulmanos, judeus, mulheres, homossexuais, índios, negros, estrangeiros e pobres: em ensaio de 2005, escritor discorre sobre as diferentes faces do Demônio, descritas pela antítese de cada um desses ‘anjos do mal’

Do Le Monde Diplomatique/Opera Mundi, no Geledés

Esta é uma modesta contribuição à guerra do Bem contra o Mal. Entre os diversos semblantes do Príncipe das Trevas, só estão os demônios que existem há muito, muito tempo, e que há séculos ou milênios continuam ativos no mundo. (mais…)

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Por que votamos em Hitler [ou em outros assemelhados]

Por que a Alemanha, o país com um dos melhores sistemas de educação pública e a maior concentração de doutores do mundo na época, sucumbiu a um charlatão fascista?

Por Oliver Stuenkel, no El País

Ao longo da década de 1920, Adolf Hitler era pouco mais do que um ex-militar bizarro de baixo escalão, que poucas pessoas levavam a sério. Ele era conhecido principalmente por seus discursos contra minorias, políticos de esquerda, pacifistas, feministas, gays, elites progressistas, imigrantes, a mídia e a Liga das Nações, precursora das Nações Unidas. Em 1932, porém, 37% dos eleitores alemães votaram no partido de Hitler, a nova força política dominante no país. Em janeiro de 1933, ele tornou-se chefe de governo. Por que tantos alemães instruídos votaram em um patético bufão que levou o país ao abismo? (mais…)

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MPF reitera pedido de medidas de segurança em museus federais no RJ

TRF2 reavalia decisão da 27ª Vara Federal sobre preservação de instituições cariocas

Procuradoria Regional da República na 2ª Região (RJ/ES) | Procuradoria Regional Eleitoral/RJ

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) julgará dois pedidos do Ministério Público Federal (MPF) negados pela 27ª Vara Federal do Rio de Janeiro para a melhor preservação do patrimônio público e segurança dos funcionários e usuários dos seis museus federais do Rio de Janeiro (da República, Nacional de Belas Artes, Histórico Nacional, Villa-Lobos, Chácara do Céu e do Açude): a interdição até o julgamento do recurso e a determinação aos diretores dos museus de garantir a proteção de cada acervo durante a interdição. (mais…)

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Mais pobres eram quase metade dos visitantes do Museu Nacional

Por Nathalia Passarinho, da BBC News Brasil

Quando viu na televisão o prédio do Museu Nacional em chamas, a primeira preocupação de Dhiovana, de 7 anos, foi com os dinossauros e os “homens que dormiam”- como a menina chama as múmias egípcias que viu pela primeira vez no museu.

“Papai, mas vai queimar os dinossauros? Os homens dormindo vão conseguir sair dali?”, perguntou. (mais…)

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Ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência, Marun diz que ‘Agora que aconteceu tem muita viúva chorando’ sobre o Museu Nacional

Carlos Marun rebateu comentários de que o governo federal deixou de fazer repasses de recursos para o Museu Nacional e classificou episódio como fatalidade

Por Estadão Conteúdo, em O Dia

Brasília – O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, rebateu nesta segunda-feira os comentários de que o governo federal deixou de fazer repasses de recursos para o Museu Nacional, destruído na noite de domingo por um incêndio. De acordo com ele, o local era administrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que tinha autonomia para gerenciar seus gastos e investimentos. (mais…)

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Intelectuais da mídia, a força-tarefa do sistema

A maior parte dos espaços de opinião na chamada grande mídia está atualmente preenchida por dois tipos de intelectuais: aqueles formados dentro das próprias empresas ou por elas projetados (colunistas, comentaristas, âncoras, autores, roteiristas, etc.), em sintonia com seus princípios e prioridades; e os selecionados externamente pelas corporações a partir de suas habilitações profissionais ou acadêmicas e, sobretudo, por seus perfis ideológicos.

Por Dênis de Moraes, no blog da Boitempo
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Wisnik lança em BH livro sobre ‘paisagem anulada’ da mineração e a obra de Drummond

No ensaio Maquinação do mundo, José Miguel Wisnik analisa o impacto da mineração em Minas e como isso está presente na obra do poeta

Por Mariana Peixoto, no Uai

José Miguel Wisnik só esteve uma vez em Itabira. Em 2014, convidado para o 40º Festival de Inverno da cidade do Quadrilátero Ferrífero, conheceu a região. “O fato é que nunca soube qual era o tamanho das consequências da mineração em Itabira. Sabia que o Pico do Cauê tinha estourado, mas imaginava uma coisa parcial, não que uma montanha pudesse ser um buraco”, afirma o professor, pianista e compositor paulista. (mais…)

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