São Paulo exibe, no início de outubro, 57 produções realizadas exclusivamente por índios. Elas mostram intensidade, força e a poesia de um cinema quase desconhecido
Por Pedro Alexandre Sanches, em Outras Palavras
“A imagem já está pastel demais. Hollywood pasteurizou a imagem. Nós queremos despasteurizar, estamos fazendo uma espécie de revolução do olhar. É mais uma revolta do olhar que uma revolução. É um olhar que não aguenta mais a mesmice.” Assim o líder indígena brasileiro Ailton Krenak define a segunda edição da Aldeia SP, agora Bienal de Cinema Indígena, que acontecerá entre os dias 7 e 12 de outubro em São Paulo, no Centro Cultural São Paulo (CCSP) e nos Centros Educacionais Unificados (CEUs)/Circuito Spcine. (mais…)
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