A História pouco conhecida da Pequena África na Zona Portuária do Rio de Janeiro

Mariah Barber e Rhona Mackay – RioOnWatch

A Pequena África é o lar histórico da comunidade afro-brasileira na Região Portuária do Rio de Janeiro. A região ficou conhecida como Pequena África depois que o comércio de escravos se tornou ilegal no Brasil em 1831 (ainda que a abolição da escravatura só viesse a acontecer 50 anos depois). Entre 1850 e 1920, escravos libertos permaneceram trabalhando na região. Negros e africanos libertos da Bahia ou do interior viajaram para a Pequena África a procura de trabalho e de um senso de comunidade. A Pequena África frequentemente acolheu negros de todo o país, onde se ergueram casas, locais de convívio cotidiano e centros religiosos.

Apesar dessa rica história, a herança africana do Rio e a longa história da escravidão são muitas vezes negligenciadas. Mesmo com a renovação da Região Portuária com o Porto Maravilha e da criação de um Circuito de Herança Africana, a história negra dos locais permanece amplamente desconhecida. (mais…)

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“Querida garota do maiô verde”: Carta a jovem desconhecida fala sobre a importância de amar a si mesma

Por Beatríz García, em El País

O post de Facebook mais popular do verão europeu é uma carta a uma desconhecida. A espanhola Jessica Gómez se dirige a uma “garota do maiô verde” sentada a seu lado na praia para explicar a ela, de forma eloquente, como milhões de mulheres em todo mundo se envergonham de seu corpo, que no entanto é “belo simplesmente por estar vivo”. O post, publicado no dia 5 de julho e que fala sobre a importância de gostar do si do jeito que se é, recebeu mais de 100.000 likes e 5.000 comentários em apenas dois dias e foi compartilhado 125.000 vezes. Abaixo, a versão traduzida da carta: (mais…)

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Mulheres que fazem cinema querem ampliar participação feminina no audiovisual

Sumaia Villela – Correspondente da Agência Brasil

Mulheres que fazem cinema – diretoras, roteiristas, produtoras e montadoras – discutem, no Recife, o que vem sendo feito por elas e os caminhos para ampliar a participação feminina no audiovisual. Esse é o objetivo do Festival Internacional de Cinema de Realizadoras (Fincar), aberto ontem (6) à noite.

O evento vai até sábado (9) no histórico Cinema São Luiz, no Paço do Frevo, e na sede da Aliança Francesa. O festival, que está em sua primeira edição, mostra a diversidade do audiovisual produzido por mulheres. A curadoria selecionou 30 obras de 19 países, entre curtas, médias e longas-metragens. Há ficção e documentário, estéticas e temas amplos. No primeiro dia do festival foram exibidas produções com protagonistas femininas variadas. (mais…)

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Casa de Candomblé promove lavagem das escadarias da Assembleia Legislativa

Nesta quinta-feira, dia 07 de Julho, o terreiro Ilê Axé Omo Tifé realiza o Omi Oya: a lavagem das escadarias da Assembleia Legislativa do Ceará, com concentração na Praça da Imprensa, a partir das 8h da manhã. Será a primeira vez no Ceará que o ato da lavagem, tradicional para o povo de terreiro, terá um caráter também político e de protesto.

O ato tem parceria com o Fórum Cearense de Mulheres (FCM), Tambores de Safo, Instituto Negra do Ceará (Inegra), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Levante Popular da Juventude, assim como diversos outros coletivos populares. Será com água de cheiro e flores que as escadarias da ALCE serão lavadas como ato simbólico para a limpeza do ódio, do fundamentalismo e da discriminação. (mais…)

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Levando a história do genocídio Guarani Kaiowá, grupo de dança de Dourados circula pelo País

Por Naiane Mesquita, no Campo Grande News

O som vem do chão, da terra, emerge, arrebenta as raízes construídas há milênios. O pó é vermelho, como o sangue que foi derramado um dia após o outro na história dos Kaiowá e Guarani. É essa tradição que luta cheia de dor para sobreviver, que o espetáculo de dança e teatro Ara Pyahu, Des/caminhos do contar-se apresenta nos palcos sul-mato-grossenses e prepara para entrar em circuito nacional pela Funarte (Fundação Nacional das Artes).

O espetáculo é de autoria da companhia Mandi’o, que em guarani significa Mandioca. A raiz que é a principal fonte da alimentação indígena, mostra desde o início o desejo do grupo de se sentirem próximos das culturas regionais e suas expressões. Um estado de estar e imergir da terra. (mais…)

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Inscrições de Trabalho para o V Encontro Internacional de Direitos Culturais

O Programa de Pós-Graduação em Direito Constitucional da Unifor, por meio do Grupo de Estudos e Pesquisas em Direitos Culturais, realiza, de 03 a 08 de outubro de 2016, o V Encontro Internacional de Direitos Culturais.

Tema
A quinta edição tem por tema “Partilhas Culturais: Processos, Responsabilidades e Frutos”, tendo por escopo principal evidenciar o aspecto das partilhas culturais, quando distintas culturas interagem, diferenciando-o dos conflitos que surgem em virtude de atos preponderantemente violadores da diversidade cultural, para que tais partilhas sejam estimuladas em seus processos, clareadas em suas responsabilidades e dividida em seus frutos. (mais…)

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Confira os vídeos integrais do 1° Curso Livre György Lukács!

TV Boitempo publica 10 aulas com alguns dos maiores estudiosos da obra lukacsiana no Brasil

Na Boitempo

Em junho de 1971, exatamente 45 anos atrás, nos deixava um dos maiores filósofos marxistas do século XX. Passado quase meio século, sua obra se revela cada vez mais indispensável para entender o mundo contemporâneo, marcado pelo avanço galopante da barbárie social. Poucos meses atrás, o governo húngaro decretou o fechamento do Arquivo György Lukács, dispersando todos os documentos sob sua responsabilidade. O trabalho do Arquivo foi crucial para a viabilização do projeto editorial da Biblioteca Lukács, editada pela Boitempo com a coordenação de José Paulo Netto. (mais…)

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