Militarização de Quito e decretos de toques de recolher fazem a repressão endurecer; manifestantes criticam blindagem midiática e postura ditatorial de Lenín Moreno
Por Lucas Rocha, na Fórum
Um novo informe da Defensoria Pública do Equador publicado neste domingo (13) dá conta de que nos últimos dois dias o número de atendimentos de manifestantes em hospitais disparou. O aumento no número de feridos se relaciona diretamente com o endurecimendo da repressão promovida pelo presidente Lenín Moreno, que já tem sido chamado de ditador por equatorianos. No sábado ele decretou 24h de toque de recolher na capital Quito e nos vales, mas recuou da medida neste domingo.
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