Os olhos do Chile

Os jovens cegos enfrentam seus algozes e dizem: “eu posso vê-los, vocês não podem… vocês não têm olhos que voam”!

Por Mauro Luis Iasi, no Blog da Boitempo

“Triste va mi canto ahora,
triste camina también mi pensamiento.
Ya no quiero adornar mi cabello,
ya no quiero cantar cuando el sol
aparezca en la mañana.

Iré a la montaña a esconderme,
para que nadie me mire,
para que nadie me mire.”

Jaqueline Caniguán (1974-),
poetisa Mapuche

Em um tempo muito antigo, depois da separação dos continentes, da fúria dos vulcões, das cordilheiras gigantes e dos montes, o sol aparecia como uma explosão de cores para nada. O dia e a noite se alternavam, luz e trevas, sem que as estrelas ou a inclemência do sol pudessem percorrer impulsos elétricos e nervos, sem que cem milhões de fotorreceptores pudessem transformar luz e cores, sem que nenhum córtex pudesse captar os impulsos e formar imagens.

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La Vía Campesina llama a defender Acuerdo de Paz en Colombia, demanda cumplimiento irrestricto y exige que diálogo no sea suplantado por silencio de la violencia

Tercer aniversario de la firma del Acuerdo de Paz en Colombia – Comunicado La Vía Campesina.

La Vía Campesina

Frente al estado actual del proceso de implementación del Acuerdo Paz en Colombia La Vía Campesina hace un llamado al Pueblo Colombiano, a la comunidad internacional, a las Naciones Unidas, la FAO, la OIT, a la Unión Europea, a los Países no Alineados, a Gobiernos, Organizaciones y en general a la solidaridad internacional, a rodear el Acuerdo de Paz en Colombia, demandar el cumplimiento irrestricto de los compromisos asumidos y exigir que el diálogo no sea suplantado por el silencio de la violencia.

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Na Bolívia, direita religiosa entrou nos protestos de forma oportunista, diz pesquisadora

Para Sue Iamamoto, governo Morales foi questionado por autoritarismo e se afastar da pauta indígena, mas oposição representada por Camacho é radical e ameaça direitos fundamentais

Por Bruno Fonseca, Rute Pina, Agência Pública

Neste final de 2019, a América Latina parece determinada a colocar à prova quaisquer certezas sobre os ciclos políticos nas democracias da região. Primeiro vieram os protestos que pararam o Equador, liderados por movimentos sociais, especialmente os indígenas, em um levante que obrigou o governo a sentar-se à mesa e negociar com as populações tradicionais do país. Em seguida foi o Chile, modelo de estabilidade para alguns, de desigualdade para outros, que explodiu em protestos de rua liderados por jovens que estão incendiando a Constituição herdada da ditadura de Pinochet. Agora é a Bolívia, onde em apenas três semanas uma escalada de eventos fez a reeleição do presidente Evo Morales ir dos questionamentos a uma renúncia forçada, ao exílio e à incerteza de quem governará o país a longo prazo.

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Sojeiros brasileiros na Bolívia compõem movimento político que derrubou Evo Morales

Uma das principais frentes defendidas por Evo Morales foi a política de acesso à terra aos camponeses, contrariando latifundiários

De Olho nos Ruralistas

A participação das Forças Armadas no golpe que impôs a renúncia de Evo Morales foi incisiva. A ponto de eclipsar o apoio histórico dos latifundiários ao grupo de opositores do líder boliviano. Entre esses proprietários de terra estão os brasileiros, que começaram a cultivar soja no começo da década de 90 no leste do país — região liderada pelo município de Santa Cruz de La Sierra, berço político do golpista Luis Fernando Camacho. Eles respondem por 35% da produção anual da oleaginosa na Bolívia, de 2,4 milhões de toneladas.

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Invasão na embaixada venezuelana dura 9h; governo brasileiro condena mas não intervém

Sede diplomática do governo de Nicolás Maduro foi invadida às 5h; Bolsonaro diz que tomará “medidas necessárias”

Redação Brasil de Fato*

Continua tenso o clima na embaixada da Venezuela, em Brasília (DF), que foi invadida por volta das 5h da manhã desta quarta-feira (13) por um grupo uniformizado de apoiadores do deputado autoproclamado presidente Juan Guaidó.

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Nota pública da Associação de Juristas pela Democracia contra o golpe e as perseguições na Bolívia

No Sul21

“Os episódios de violência que resultaram até o momento em cerca de 421 pessoas feridas, 222 presas, inclusive membros da Corte Eleitoral da Bolívia, incêndios e invasões a residências e sequestros de funcionários (as) do governo boliviano e de seus familiares, além de pelo menos 03 mortes já confirmadas e, por fim na renúncia do presidente Evo Morales por pressão das forças armadas revelam, sem lugar a dúvidas, a existência de um golpe de estado que traz à cena novamente episódios já tristemente conhecidos da história da América Latina.

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Na Bolívia, o grande mudo falou. Por Manuel Domingos Neto

Consumado o golpe, eis que aparecem as críticas ao presidente Evo Morales: “não devia ter sido candidato”, “devia ter resistido”, “apostou no apaziguamento de forças inconciliáveis”… Apressadamente, sem maiores informações, imputando tibieza ao grande líder boliviano, alguns dizem “não devia ter saído do país!”.

A primeira análise sólida que leio após a tragédia de ontem à noite é a de Atílio Borón, que mostrou como os Estados Unidos procederam neste país e pediu que os latino-americanos aprendam a lição.

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Urgente: Militares ‘sugerem’ a Evo Morales renunciar à presidência e Bolívia caminha para ditadura (+) Golpe derruba Evo Morales

Depois de Evo Morales propor novas eleições para tentar conter um golpe de Estado, o presidente vê as Forças Armadas se voltarem contra ele na Bolívia

Na Fórum

Segundo informações do jornalista Freddy Morales, da rede TeleSUR, as Forças Armadas pediram que o presidente da Bolívia, Evo Morales, renuncie ao cargo na tarde deste domingo (10). Morales foi reeleito ao posto no pleito de 20 de novembro e, desde então, tem visto a oposição mobilizar um golpe contra seu governo.

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Após convocar eleições, Evo diz que tem obrigação de pacificar Bolívia

‘Primeiro, como presidente, eu tenho a obrigação de buscar a paz social na Bolívia. Temos a obrigação de juntos buscar a pacificação’, afirmou

No Opera Mundi

O presidente da Bolívia, Evo Morales, afirmou neste domingo (10/11) que tem a obrigação de pacificar o país diante de ataques violentos de grupos da oposição que tentar dar um golpe de Estado no país.

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