Os pesquisadores retomam o evento no Theatro Municipal de São Paulo, em 1922, para pensar como se deu a complexa construção da memória deste que é um dos mais marcantes acontecimentos culturais do Brasil
Por: Ricardo Machado, em IHU
Como diria Jorge Luis Borges, recordado por Eduardo Sterzi nesta entrevista, “o tango não deve ser importante; sua única importância é a que lhe damos”. O que o escritor e poeta argentino nos inspira e provoca é sobre como os fatos históricos ligados à cultura de um país, de um povo, de um grupo, repousam sobre uma dialética que se assenta e constrói com os cacos do tempo, a um gosto bastante benjaminiano.
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