O império ataca

Boletim Venezuela em Foco #1

Da Página do MST

Eventos geopolíticos de grande impacto, como o ataque dos Estados Unidos ao território venezuelano e o sequestro do presidente Nicolás Maduro e da deputada e primeira-dama Cilia Flores, provocam mudanças profundas na conjuntura internacional. Um dos sinais mais evidentes dessas transformações é a intensificação da chamada “guerra comunicacional”. (mais…)

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Em defesa da soberania da Venezuela! Repúdio à agressão imperialista

“De forma irrestrita e veemente, as entidades que subscrevem esta NOTA repudiam a agressão militar perpetrada, na madrugada de 3 de janeiro de 2026, pelo governo dos Estados Unidos da América contra a República Bolivariana da Venezuela. Este ato de violência contra um território nacional é uma criminosa transgressão do direito internacional, uma afronta aos fundamentos da convivência pacífica entre os Estados soberanos e se configura como mais uma ação imperialista do governo Donald Trump.

O mundo, em 2026, começa, pois, sob o signo da rapinagem, da barbárie e da guerra! (mais…)

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Império sequestra e barbariza. Por Gilberto Maringoni

O verdadeiro alvo não era Maduro, mas o próprio conceito de soberania. O ataque à Venezuela é o laboratório de uma nova barbárie, na qual a lei do mais forte se disfarça de aplicação da justiça

Em A Terra é Redonda

1.

Jornalista: “O senhor notificou algum membro do Congresso [sobre o ataque à Venezuela] com antecedência?”

Donald Trump: “Marco, você quer falar sobre isso? Você esteve envolvido”.

Marco Rubio: “Claro. Nós avisamos os membros do Congresso imediatamente depois. Este não era o tipo de missão que permitia notificação prévia ao Congresso”.

As falas reproduzidas acima aconteceram numa coletiva de imprensa na tarde de sábado (3 de janeiro), no resort de luxo de Mar-a-lago, de propriedade do presidente dos Estados Unidos. (mais…)

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EUA, o herói vilão. Por Luiz Marques

Ao trocar a hegemonia moral pela força bruta, os EUA não revelam poder, mas desespero: seu ato de pilhagem é a confissão cínica de que já não conseguem liderar, só podem saquear

Em A Terra é Redonda

1.

Ao desrespeitar os organismos multilaterais e as leis que regulam as relações entre as nações, os Estados Unidos já não disfarçam que o imperialismo sempre teve por base a força das armas, uma tradição que remonta a uma lição maquiaveliana – o “Príncipe” deve preferir ser temido e não amado. A cooperação com a ONU, Unesco, Clube de Paris e assim por diante serviu de fachada enquanto perdurou a Guerra Fria. Havia que defender a “sociedade aberta” em contraposição à “cortina de ferro”. (mais…)

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‘Depois da Venezuela, Trump vai tentar influenciar eleições no Brasil, mas pode prejudicar a direita’, diz especialista americano

“O único que é grande o suficiente (na América Latina) para parar Trump e dizer ‘chega’ aos EUA é o Brasil”, diz Erick Langer, professor de história na Universidade de Georgetown, em Washington

por Marcia Carmo, em BBC News

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai continuar “se metendo” nos países da América Latina depois da operação militar que resultou na prisão de Nicolás Maduro, no último sábado (3/1). (mais…)

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Trump usa a agressão contra a Venezuela para ameaçar os governos das Américas que não se submetem aos EUA

Donald Trump e seu secretário de Estado, Marco Rubio, ameaçaram diretamente Cuba, Colômbia e México após atacarem ilegalmente a Venezuela e derrubarem seu presidente.

por Francesca Cicardi, Camilo Sánchez e Mercedes López San Miguel, em El Diario / IHU

Qualquer governo que se oponha aos Estados Unidos ou seja considerado hostil pela administração Trump estará preocupado neste momento. Washington está de olho em alguns deles e, após o ataque ilegal de Washington à Venezuela e o sequestro de Maduro, as ameaças se intensificaram contra alguns dos vizinhos da região — e outros mais distantes, como a Dinamarca. (mais…)

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“O mundo está em processo de autodestruição”. Entrevista com Manuel Castells

O intelectual catalão, que é o sociólogo de língua espanhola mais citado no mundo, defende a necessidade de uma maior espiritualidade em tempos de profunda crise

IHU

Manuel Castells (Hellín, Albacete, 1942) afirma que a história contemporânea está repleta de paradoxos, algo que condiz com alguém de temperamento vital e que busca conciliar suas próprias contradições. Ele é um intelectual — o sociólogo espanhol mais citado no mundo — mas esteve nas barricadas de Maio de 68 na França. É anarquista de coração, mas foi ministro das Universidades. Dedicou sua grande obra, A Era da Informação, uma trilogia visionária que em breve completará 30 anos, à internet, mas não utiliza redes sociais. Desconfia das estruturas de poder, mas é católico. (mais…)

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