As incessantes fábricas do ódio, do medo e da mentira. Por Boaventura de Sousa Santos

Em Alice/CES/UC

Quando o respeitado Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein, renunciou ao cargo em 2018, a opinião pública mundial foi manipulada para não dar atenção ao facto e muito menos avaliar o seu verdadeiro significado. A sua nomeação para o cargo em 2014 fora um marco nas relações internacionais.

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Boaventura: A nova Guerra Fria e a Venezuela

Não é difícil concluir que não está em causa a defesa da democracia venezuelana. O que está em causa é o petróleo da Venezuela

por Boaventura de Sousa Santos, em Blog da Boitempo

O que se está a passar na Venezuela é uma tragédia anunciada, e vai provavelmente causar a morte de muita gente inocente. A Venezuela está à beira de uma intervenção militar estrangeira e o banho de sangue que dela resultará pode assumir proporções dramáticas. Quem o diz é o mais conhecido líder da oposição a Nicolas Maduro, Henrique Capriles, ao afirmar que o Presidente-fantoche Juan Guaidó está a fazer dos venezuelanos “carne para canhão”.

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“Para frenar el cambio climático tenemos que dejar de comer carne”

Por Raquel Díaz, en Servindi

El Mundo – Christiana Figueres fue la mujer que levantó los brazos junto a Ban Ki-moon celebrando el gran éxito del Acuerdo de París y, hasta hace algo más de una año, fue la máxima responsable de Naciones Unidas para el Cambio Climático. Aunque el panorama global es bien distinto ahora con la retirada de EEUU del texto de París, ella se muestra optimista respecto al futuro.

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Impacto destrutivo do capitalismo já é maior do que todas as destruições anteriores da vida no planeta. Entrevista especial com Marildo Menegat

Por: João Vitor Santos, em IHU On-Line

Ao analisar a Revolução 4.0 e seus efeitos, Marildo Menegat destaca que ela é um aprofundamento da Terceira Revolução Tecnocientífica, a da microeletrônica. “Ela amplia soluções na elaboração de informações em alguns pontos que não eram ainda suficientemente rentáveis para o capital, quando essa transformação tecnológica iniciou-se nos anos 1950-60”, contextualiza. “Na década de 1980, ela já era dominante na indústria automobilística em países como o Japão. Mas ainda faltava se desenvolver o robô, que poderia ser definido como uma máquina com ‘órgãos de sentidos e inteligência artificial’. Essas máquinas – que parecem ‘quase humanos’ – são o eixo central da Revolução 4.0.”

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Bannon aponta Eduardo Bolsonaro como líder local de seu Movimento de extrema-direita

Filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), Eduardo se disse “muito orgulhoso” de ter sido escolhido para a missão

Por Thaís Bilenky, da Folha de Pernambuco

O estrategista americano Steve Bannon anunciou nesta sexta-feira (1º) o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) como líder na América do Sul do The Movement, articulação de direita populista que ele comanda no mundo.

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Relatório confidencial da UE denuncia ‘apartheid’ judicial na Cisjordânia

Representantes europeus afirmam que Israel submete os palestinos a uma “discriminação sistemática”

Juan Carlos Sanz, no El País Brasil

A adolescente Ahed Tamimi, ícone da resistência palestina, foi condenada a oito meses de prisão por esbofetear em 2017 um militar israelense em sua casa em Nabi Saleh, norte de Ramallah, capital administrativa da Cisjordânia. O soldado Azaria Elor permaneceu atrás das grades por 14 meses depois de ter sido condenado em um conselho de guerra por executar um atacante palestino que jazia ferido na cidade de Hebron (sul) em 2016. Depois de meio século de ocupação, os representantes diplomáticos dos 28 países da UE constatam a “sistemática discriminação judicial” sofrida pelos palestinos na Cisjordânia. Em um relatório confidencial dirigido aos responsáveis pelo Serviço de Relações Exteriores em Bruxelas, ao qual o EL PAÍS teve acesso, os embaixadores em Jerusalém Leste e Ramallah reclamam que Israel reforme a justiça militar para “garantir um processo e um julgamento justos de acordo com o direito internacional”.

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“A democracia pode morrer democraticamente”, adverte Boaventura de Sousa Santos

Por Sandra Bitencourt (*), no Sul21

O Colóquio “Democracia e crise política 2014- 2018”, promovido pelo Centro de Estudos Sociais (CES) de Lisboa com a participação do Instituto Novos Paradigmas (INP) reuniu, nesta quinta-feira (25), Tarso Genro, Boaventura de Sousa Santos, Pilar del Río, Francisco Louçã e Leonardo Avritzer, entre outros intelectuais e pesquisadores, no Centro de Informação Urbana de Lisboa.

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Ramonet tenta desbravar a nova selva midiática

Que papel jogam as “fake news”, num ecossistema em que mentira e ocultação já eram norma? Como movimentar-se, em meio a algoritmos e manipulações fabricadas? Resta espaço para uma mídia alternativa?

Outras Palavras

Encontramos Ignácio Ramonet, ex editor do Le Monde Diplomatique, co-fundador da Attac e do Fórum Social Mundial. Ex professor da Universidade de Paris VII, Ramonet tornou-se figura proeminente do altermundismo, é especialista em estudos sobre América Latina e sistema midiático. Nessa entrevista, ele trata das mutações pelas quais passou o campo midiático, sobre a maneira como as redes sociais contribuem para modificá-lo, sobre a erosão da hegemonia neoliberal, sobre o fenômeno populista, e ainda sobre os fenômenos políticos recentes que marcaram a América Latina (eleição de López Obrador no México, derrota de Gustavo Petro na Colômbia, eleição de Bolsonaro no Brasil…)

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Comissão Global da OIT pede mudanças fundamentais em relação à saúde no trabalho

Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS)

A Comissão Global da OIT sobre o Futuro do Trabalho pede por mudanças fundamentais nas formas de se trabalhar nesta nova onda de globalização, rápido desenvolvimento tecnológico, transição demográfica e mudança climática, segundo seu novo relatório, Work for a Brighter Future, publicado nesta terça-feira (22). O documento pondera maneiras de garantir um futuro melhor para todas as pessoas em um momento de transformação sem precedentes e desafios excepcionais no mundo do trabalho.

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Não adianta olhar para o Fórum Econômico Mundial. Por Cândido Grzybowski

do Ibase

Enquanto buscamos nos situar diante da conjuntura política brasileira, devemos também procurar entender como outras resistências se organizam diante da onda de autoritarismo e fascismo mundial e o que propõem como alternativa. Não adianta olhar para Banco Mundial, FMI, OMC, ONU, Fórum Econômico Mundial. De tais esclerosadas instituições nada a esperar com capacidade de dar algum sinal, pois todas são parte da mesma crise. É preciso ir e ver além.

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