Seis passos para frear o terror de Israel

Máquina da morte continua a dizimar os palestinos e a humilhar o mundo – mas há uma brecha para bloquear sua engrenagem. Implica transformar o repúdio ao genocídio num bloqueio total a Telaviv. Há agora meios reais de fazê-lo

Por Jeffrey Sachs e Sybil Fares, no Other News | Tradução: Rôney Rodrigues, em Outras Palavras

Israel, com a cumplicidade dos Estados Unidos, está cometendo genocídio em Gaza por meio da fome em massa da população, além de assassinatos em massa diretos e da destruição física da infraestrutura de Gaza. Israel executa o trabalho sujo. O governo dos EUA financia e oferece cobertura diplomática por meio de seu veto na ONU. A Palantir, através do “Lavender”, fornece a inteligência artificial para o assassinato em massa eficiente. A Microsoft, por meio dos serviços de nuvem Azure, e Google e Amazon, por meio da iniciativa “Nimbus”, fornecem a infraestrutura tecnológica central para o exército israelense. (mais…)

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Eduardo Galeano: verbo presente da luta e da esperança

Autor de “As Veias Abertas da América Latina”, Galeano segue vivo na luta dos povos e na força transformadora da palavra

Por Setor de Internacionalismo do MST, na Página do MST

Em Montevidéu, Uruguai, em 3 de setembro de 1940 nascia Eduardo Galeano. Num dia como este, o mundo ganhava não um simples escritor, mas um lutador, que usava as palavras para revelar as contradições da história oficial e para mostrar a terra fértil e sangrenta da nossa América. Perdemos sua companhia física em 2015, mas Galeano não é passado. É verbo no presente contínuo da luta. (mais…)

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“Na voz de Hind, morta aos 6 anos, há a voz de Gaza silenciada”. Entrevista com Ben Hania, diretora do filme “A Voz de Hind Rajab” apresentado no Festival de Veneza

IHU

A Voz de Hind Rajab” reconstrói, usando áudio original, a história real de uma menina de seis anos presa em um carro em Gaza que implora por ajuda ao Crescente Vermelho. O apelo de Sasha Kilani, a atriz que interpreta a telefonista com Hind, diz: “Devemos exigir justiça para toda a humanidade, para o futuro de nossas crianças. Basta.” (mais…)

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“A luta do povo palestino é decisiva para a luta contra toda a opressão e exploração capitalista”. Entrevista especial com Bruno Gilga, a bordo da Flotilha Global Sumud

Dezenas de embarcações civis e pacíficas rumam em direção a Gaza levando comida para quem tem fome e esperança para quem nem sequer acredita na sobrevivência

IHU

A maior missão civil para Gaza começou sua jornada. Os primeiros barcos zarparam do porto Moll de Fusta, em Barcelona, em 1º setembro, com 50 barcos e mais de 500 voluntários a bordo e uma missão: romper com o cerco israelense à Faixa de Gaza. Até o dia 4 de setembro, outros embarques ocorrerão na Tunísia, Sicília e Grécia. A iniciativa, Flotilha Global Sumud, conta com ativistas de 44 países e uma frota de barcos que pretende abrir um canal humanitário definitivo e deixar uma mensagem: o que acontece em Gaza é genocídio. (mais…)

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Brasileiros integram flotilha humanitária rumo a Gaza

Iniciativa liderada por Greta Thunberg e Thiago Ávila, que reúne pessoas de 44 países, visa furar bloqueio marítimo imposto por Israel. Organizadores dizem que esta é a maior flotilha já reunida com esse objetivo

em DW

Uma flotilha humanitária com ativistas de mais de 40 países, incluindo um grupo de brasileiros e a sueca Greta Thunberg, partirá de Barcelona rumo à Faixa de Gaza neste domingo (31/01) para tentar romper o que os organizadores chamam de “cerco ilegal” imposto por Israel ao enclave palestino. (mais…)

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Mortos em Gaza ultrapassam 63 mil, sendo 322 de fome, enquanto Israel endurece genocídio

Exército de Israel declara Cidade de Gaza ‘zona de combate perigosa’

Por Brasil de Fato | MST

Pelo menos 59 palestinos, 23 deles solicitantes de ajuda humanitária, foram mortos e 224 ficaram feridos em ataques israelenses em Gaza em 24 horas, disse, nesta sexta-feira (29), o Ministério da Saúde do enclave. Desta forma, o número de palestinos mortos pelo genocídio israelense ultrapassa 63 mil, 322 de fome, sendo que destas, 121 eram crianças. (mais…)

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“É isso que eu escreveria aos Estados Unidos de Trump: é o massacre dos pobres.” Entrevista com Margaret Atwood

É impossível observar um protesto contra Trump sem notar pelo menos uma dúzia de tocas brancas, ao estilo peregrinos puritanos, ou, para quem leu o livro ou assistiu à série, ao estilo “O Conto da Aia”, de Margaret Atwood.

A reportagem é de Elena Molinari, publicada por Avvenire / IHU

Por meio de descrições de futuros distópicos, há 40 anos as obras da autora canadense têm suscitado debates sobre justiça social, direitos das mulheres e meio ambiente. Desde 2016, e ainda mais este ano, também se tornaram um símbolo de resistência à visão de sociedade promovida por Donald Trump, com cidadãos de primeira e segunda classe. Não é por acaso que “O Conto da Aia” foi proibido por muitos conselhos escolares no TexasFlóridaOregon e UtahAtwood, de 85 anos, em sua Ontário natal, para apoiar a feira do livro de Kingston, que ajudou a lançar em 2009, considera isso uma honra. (mais…)

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