Autores do artigo afirmam que apesar de décadas de promoção do potencial de mitigação das mudanças climáticas da exploração de impacto reduzido e de outras melhorias na silvicultura tropical, projetos focados na redução da degradação florestal não obtiveram muita aceitação no mercado voluntário de carbono
Por Thales A.P. West, Kelsey Alford-Jones, Philippe Delacote, Philip M. Fearnside, Ben Filewod, Ben Groom, Clemens Kaupa, Andreas Kontoleon, Tara L’Horty, Benedict S. Probst, Federico Riva, Claudia Romero, Erin O. Sills, Britaldo Soares-Filho, Da Zhang, Sven Wunder e Francis E. Putz, em Amazônia Real
Gestão Florestal Melhorada
Embora as ações para evitar o desmatamento dominem o REDD+, a redução da degradação florestal (o “D esquecido” do REDD+) por meio do manejo florestal aprimorado pode ser menos controversa. Está bem estabelecido que a mudança de práticas convencionais de exploração seletiva de madeira para exploração de impacto reduzido (RIL) reduz substancialmente as emissões de carbono da floresta [1-3]. Se tal mudança nas práticas de exploração não reduzir a oferta de madeira [4] ou deslocar os agentes de exploração, o vazamento é insignificante. (mais…)
