“O governo Bolsonaro é o principal responsável pela insegurança dos povos indígenas”. Entrevista com o Secretário Executivo do CIMI

IHU On-Line

Um clima de apreensão, essa é a realidade em que vivem os povos indígenas no Brasil, uma situação que segundo Antônio Eduardo Cerqueira de Oliveira, é consequência de “uma política totalmente voltada à retirada de seus direitos”. O secretário executivo do Conselho Indigenista Missionário – CIMI, desenha em suas palavras uma situação de insegurança, que, segundo ele, tem um culpado: o governo Bolsonaro.

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En Costa Rica asesinan a nuestros defensores de derechos indígenas: el Estado es responsable

Jubileo Sur

A LAS AUTORIDADES, COMUNIDAD NACIONAL E INTERNACIONAL

El Frente Nacional de Pueblos Indígenas (FRENAPI) DENUNCIA LA VIOLENCIA RACISTA que ha perpetrado un nuevo ASESINATO. Este lunes 24 de febrero del 2020, han ASESINADO al compañero de lucha, RECUPERANTE INDÍGENA BRÖRÁN JHERY RIVERA, a 23 días de cumplirse un año en completa impunidad del ASESINATO del compañero Sergio Rojas Ortiz, bribri Uniwak de Salitre, miembro del Consejo de Autoridades Propias Cuidadores de la Madre Tierra, además fundador y miembro de la Coordinación Nacional del Frente Nacional de Pueblos Indígenas – FRENAPI. Salitre, Defensor de Derechos Humanos.

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Vitória: Suspensão de obra da Vale em Ponte das Almorreimas, em Brumadinho, MG! Parem de destruir nosso território!

A mineradora Vale está querendo transformar o território da comunidade rural Ponte das Almorreimas e arredores, em Brumadinho, MG, em uma grande zona de sacrifício e de injustiça socioambiental, realizando obras que estão devastando a região na perspectiva socioambiental e cultural, alegando se tratar de projetos de “caráter emergencial” ou de “interesse social” no já tão devastado município de Brumadinho em decorrência da Tragédia-Crime da Vale com a anuência do Estado, que ocorreu no dia 25 de janeiro de 2019, com o rompimento da Barragem da mina do Córrego do Feijão. A sequência de tragédias se instalou desde então em Brumadinho. Ponte das Almorreimas merece atenção especial em função das inúmeras injustiças e arbitrariedades que ali vem sendo realizadas contra a sua população e o meio ambiente.

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Indígenas venezuelanos serão inscritos em programas sociais na Paraíba

Alimentação, saúde, trabalho, educação e moradia foram discutidos com lideranças da etnia warao, nesta sexta (21), em João Pessoa

Procuradoria da República na Paraíba

Na manhã desta sexta-feira (21), em reunião conduzida pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Defensoria Pública da União (DPU) em João Pessoa (PB), representantes de órgãos públicos e entidades se reuniram com lideranças das famílias indígenas venezuelanas da etnia warao, que estão instalados na capital. A reunião ocorreu no ginásio do Guarany, no bairro do Róger, próximo à vila onde as famílias estão morando. Na ocasião, foram definidos encaminhamentos emergenciais e de médio e longo prazo para garantir alimentação, saúde, educação, trabalho e moradia para os indígenas venezuelanos que chegaram ao Brasil fugindo da crise humanitária na Venezuela.

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Pescadores prejudicados pelo óleo ainda esperam benefícios do governo

Por Mariama Correia, Marco Zero Conteúdo

Maiores prejudicados pelo derramamento de óleo no litoral brasileiro, os pescadores artesanais ainda esperam a reparação de parte dos danos sofridos. Em Pernambuco, uma decisão judicial em caráter liminar, em dezembro passado, determinou a ampliação do pagamento do auxílio emergencial, liberado pela Medida Provisória 908/2019. Isso porque apenas 4.236 profissionais tinham sido contemplados pela medida no estado, mas aproximadamente oito mil foram prejudicados. Agora a União foi intimada pela Justiça a comprovar que cumpriu essa liminar. O prazo se encerra no próximo dia 11.

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PL 191, que autoriza exploração de terras indígenas, também libera cultivo de transgênicos

Projeto do governo Bolsonaro altera artigo que impede o cultivo de organismos geneticamente modificados e pode prejudicar a segurança alimentar e a biodiversidade no Brasil

Por Redação RBA

Projeto de Lei 191/2020 prejudicará a biodiversidade e a sociodiversidade brasileira e colocará em risco a segurança alimentar, segundo alerta o professor do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental da Universidade de São Paulo (USP) Wagner Ribeiro, em sua coluna na Rádio Brasil Atual

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Comitê criado pela Vale diz que Brumadinho tinha problemas há 25 anos

Segundo o relatório, a tragédia ocorreu por instabilidade estrutural com liquefação, quando um rejeito sólido se converte em fluido

Da Agência Brasil, na Carta Capital

O Comitê Independente de Assessoramento Extraordinário de Apuração (CIAE-A), instituído pelo Conselho de Administração da Vale para apurar causas e responsabilidades do rompimento da barragem de Brumadinho (MG), concluiu seu relatório final. O documento de 50 páginas, divulgado na sexta-feira 21 no site da mineradora, mostra que a estrutura tinha problemas há 25 anos.

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“Minha luta é ao lado do povo”, diz Megaron, o intérprete de Raoni

O intérprete de Raoni, seu sobrinho Megaron Txucarramãe, fala sobre a conjuntura, a luta indígena e a festa momesca

Por Felipe Milanez, na Carta Capital

Em meio à polêmica da utilização de cocares, penas e outros acessórios indígenas no Carnaval, uma das maiores lideranças brasileiras, o cacique Raoni Metuktire, irá desfilar no circuito de trios elétricos de Salvador. É a segunda vez que ele acompanha a festa: há vinte anos, foi homenageado pelo cantor Edu Casanova, cujo maior sucesso, Cabelo Raspadinho, tem um refrão dedicado a Raoni – “eu quero ver o índio / dançando fumando um cachimbo da paz / a sua cabeleira beleza / é chic é chic é chic demais”. A música estourou nas paradas na voz de Bell Marques, então no Chiclete com Banana. Raoni sairá novamente com o bloco de Casanova, previsto para o domingo e a segunda-feira no circuito do Campo Grande (Osmar).

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Boletim de Segurança Pública 2019 mostra crescente violência armada na Maré e contínua impunidade do Estado

Por Nadine Terasa e Pauline Beaumont, no Rio On Watch

As 16 favelas que compõem o Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro, registraram 49 mortes resultantes de violência armada em 2019, mais do que o dobro do registrado em 2018. Dessas mortes, 34 ocorreram pelas mãos da polícia e 15 por grupos civis armados. Ao longo de 2019, o conjunto de favelas viveu 117 dias de tiroteios e quase 300 horas totais de operações policiais. Esses e outros indicadores do aumento da violência na Maré foram compilados no Boletim Direito à Segurança Pública na Maré 2019, um relatório anual produzido pela Redes da Maré e lançado em 14 de fevereiro.

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