“Políticas Urbanas e Movimentos Sociais” 2020: IPPUR oferece curso para militantes de organizações e movimentos

As inscrições para o processo seletivo de candidatos ao Curso de Especialização / Extensão Cidades “Políticas Urbanas e Movimentos Sociais” estarão abertas no período de 21 de janeiro a 07 de fevereiro de 2020 e deverão ser feitas através do formulário eletrônico acessado AQUI.

A documentação exigida deverá, obrigatoriamente, ser enviada para o e-mail ettern@ippur.ufrj.br . O edital e todas as informações necessárias para a inscrição estão disponíveis no site do IPPUR/UFRJ, AQUI.

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A catástrofe da água como síntese do Rio

Cidade deixou de investir em abastecimento há décadas – e, como todo o país, vomita esgotos nas represas. Tudo piorou com corte de verbas de Bolsonaro e planos para sucatear e vender a Cedae. Que venha a rebeldia civilizatória de nova Revolta da Vacina!

Por Tainá de Paula, no Outras Palavras

O título do texto é provocador. O Rio de Janeiro entra em 2020 como a capital mundial da arquitetura, signatária de tratados internacionais, incluindo a agenda 2030 da ONU que pontua uma série de objetivos de desenvolvimento sustentável para as cidades, ou seja, temos uma década para acertar o passo com nossas pactuações mundiais.

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Quilombo do Cumbe: comunidade no Ceará luta para ser reconhecida e resiste à pressão

Resort, usina eólica e carcinicultura dificultam a permanência de remanescentes de quilombos no litoral cearense

Por Cristiane Sampaio, no Brasil de Fato

Em artigo recente sobre a virada do ano, a escritora mineira Conceição Evaristo afirmou que é tempo de se “aquilombar”. “É tempo de caminhar em fingido silêncio e buscar o momento certo do grito, aparentar fechar um olho evitando o cisco e abrir escancaradamente o outro. É tempo de ninguém se soltar de ninguém”, disse a autora, em versos que descortinaram este 2020.

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Série de ataques contra os Pataxó da TI Comexatibá motiva reunião com o Programa Nacional de Defensores

A visita foi motivada pelo aumento das ameaças; só no final de 2019 houve cinco ataques às aldeias e aos indígenas

Por Tatiana Scalco, da Ciranda Internacional da Comunicação Compartilhada , no Cimi

O povo Pataxó da Terra Indígena Comexatibá (Cahy-Pequi) em Prado (BA) recebeu na quarta-feira (15) a visita do Programa Nacional de Defensores de Direitos Humanos (PPDDH) e parceiros da rede de proteção. A visita foi motivada pelo aumento das ameaças; só no final de 2019 houve cinco ataques às aldeias e aos indígenas. Seis lideranças locais já estão no PPDDH, sob risco de morte.

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“O governo não irá nos dividir”, diz líder Tuíra Kayapó

Por Juliana Arini, Amazônia Real

Líder feminina histórica do movimento indígena, Tuíra Kayapó é um dos grandes nomes do “Encontro dos Povos Mebengokrê e lideranças indígenas do Brasil”, que acontece nesta semana na Terra Indígena Capoto Jarina, no rio Xingu, em Mato Grosso. O encontro se encerra nesta sexta-feira (17). Em entrevista exclusiva à Amazônia Real, Tuíra Kayapó lembrou do gesto que tornou-se símbolo da luta de seu povo contra as barragens, há 31 anos. Ela também defendeu o surgimento de novas lideranças femininas e reforçou a união dos povos indígenas: “O governo não irá nos dividir”, declarou Tuíra, à reportagem.

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Justiça determina ao DER/RJ apresentação de plano para recuperar área que degradou na Rebio Tinguá

Justiça determina ao DER/RJ apresentação de plano para recuperar área que degradou na Rebio Tinguá

Procuradoria da República no Rio de Janeiro

Em ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal concedeu liminar para que a Fundação Departamento de Estradas de Rodagens (DER/RJ) apresente plano para recuperar os danos causados à Zona de Amortecimento da Reserva Biológica do Tinguá, que é uma unidade de conservação de proteção integral, devido a obras realizadas na RJ-113 (Estrada de Adrinópolis), em trecho que corta a reserva. (ACP n° 5000144-56.2020.4.02.5120/RJ)

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Agricultura urbana: as potências e o risco

Pauta pode voltar ao Congresso. Além de estimular alimentação adequada, promoveria saúde básica junto ao SUS e auxiliaria no planejamento urbano e preservação ambiental. Desde que não seja capturada pelo mercado e vire artigo de luxo…

Por Viviane Tavares, na EPSJV/Fiocruz / Outras Palavras

Bem no meio de uma praça com ponto de ônibus e comércio tem alface, mamão e ervas aromáticas – e tem também alimentação saudável, autoestima, educação ambiental, sociabilidade, ocupação do espaço urbano e trabalho coletivo. Essa é a horta comunitária da Praça Edmundo Rego, que fica no Grajaú, bairro da zona norte do Rio de Janeiro, que desde 2015 se mantém por trabalho voluntário dos moradores da região. Hoje, além de fazer a manutenção do cultivo em eventos mensais, o coletivo promove debates sobre segurança alimentar com estudantes, manejo de águas e incentivo à multiplicação de hortas em outros espaços públicos em parceria com o movimento InterHortas.

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Guajajara: assim se fustiga um povo indígena

Denúncias de exploração ilegal de suas riquezas sem resposta. Quilômetros de estradas clandestinas abertas por madeireiros em seu território. E diante do assassinato do líder Paulinho, polícia nega motivação política — além de incriminar sobrevivente

Por Yndara Vasques, no Brasil de Fato / Outras Palavras

A aldeia Juçaral, na Terra Indígena (TI) Arariboia, no Maranhão, recebeu a visita de deputados e senadores da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas na última sexta-feira (10). Foram quatro horas de depoimentos denunciando casos de perseguição e violência e a falta de políticas públicas de acesso à saúde, ao transporte e à educação. Nesta área, foi assassinado Paulino Guajajara, em novembro do ano passado.

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A exaltação da sexualidade e o ascetismo pentecostal. Funk e pentecostalismo estão em permanente contato nas periferias. Entrevista especial com Réia Silvia Pereira

Por João Vitor Santos, em IHU On-Line

Participar de um culto evangélico e frequentar um baile funk parecem, à primeira vista, experiências antagônicas, mas fazem parte da sociabilidade dos jovens da periferia e “estão em permanente contato”, diz Réia Silvia Pereira à IHU On-Line. A jornalista e socióloga é autora da dissertação intitulada “Fé em Deus, DJ: Funk e pentecostalismo entre jovens das camadas populares”, e pesquisa como a juventude da periferia de Vitória, no Espírito Santo, transita entre os bailes e os cultos.

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