Belo Monte: o símbolo da falência do Estado

Por Plataforma de Direitos Humanos – Dhesca Brasil

Diante do cenário político brasileiro, a inauguração da Usina Hidroelétrica de Belo Monte traz a representação de um dos principais equívocos do governo Dilma Rousseff. A imposição de um modelo de desenvolvimento, as alianças nefastas, o desrespeito com a população, a falta de diálogo, a corrupção e, especialmente, o atropelo perverso de direitos historicamente conquistados. (mais…)

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Defensor público diz que 700 famílias esperam indenização de Belo Monte

Sabrina Craide – Repórter da Agência Brasil

A unidade da Defensoria Pública da União (DPU) que está em Altamira (PA) para atender às famílias atingidas pela construção da Usina de Belo Monte tem atualmente em análise cerca de 700 casos de pedidos de reassentamento ou indenização de pessoas que tiveram de deixar suas moradias. Segundo o defensor-chefe da unidade, Walber Rondon Ribeiro Filho, a maioria dos casos é de famílias que não têm a documentação necessária para comprovar o direito a receber algum benefício. (mais…)

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MPF cobra informações do governo de Mato Grosso e agência sobre instalação de hidrelétricas

Por Weverton Correa, Só Notícias

O Ministério Público Federal em Mato Grosso abriu inquérito para apurar “os riscos ambientais, em especial de natureza hídrica, e socioambientais associados à implantação de usinas hidrelétricas e de pequenas centrais hidrelétricas na Região Hidrográfica do Alto Paraguai, na divisa com Mato Grosso do Sul”. A portaria é assinada pelos procuradores da República, Ana Bragança, Marco Barbosa e pela promotora Liane Chaves. Não há prazo para conclusão dos trabalhos. (mais…)

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Dilma compôs seu réquiem em Belo Monte, por Eliane Brum

O julgamento mais rigoroso da presidente e do PT, no tempo da História, será feito por brasileiros como João da Silva

No El País Brasil

Na quinta-feira, 5 de maio, Raimunda desligou a TV na casa da periferia de Altamira, no Pará. O noticiário local começava a transmitir a inauguração da usina hidrelétrica de Belo Monte por Dilma Rousseff (PT). Era um gesto pequeno, o de desligar o botão da TV. Era o esforço de Raimunda para proteger João da voz da presidente. Deitado na rede, sem movimento nas pernas, ele já não é capaz de proteger a si mesmo. Em Belo Monte, Dilma discursava, ovacionada por uma claque de movimentos sociais, denunciando o “golpe” para tirá-la do poder. Mas a palavra final sobre o legado da presidente não será do Congresso. O réquiem de Dilma Rousseff, no tempo da História, é o silêncio de João da Silva. (mais…)

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No CE, comunidades ocupam fórum em protesto contra carcinicultura

A Carnicicultura é uma atividade considerada extremamente predatória. Além de se instalar, em regra, às custas de enormes áreas desmatadas e ser responsável direta pelo esgotamento de fontes hídricas que abastecem a população.

Por Thales Emmanuel, da Página do MST

No último dia (19), de abril, cerca de 300 pessoas entre militantes Sem Terra e da Juventude do Meio Popular (PJMP), todos integrantes da Organização Popular (OPA), ocuparam a sede do poder judiciário em Aracati, Ceará.  (mais…)

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Justiça determina suspensão do licenciamento do porto de Maicá, em Santarém

Nenhuma licença pode ser concedida até o cumprimento da consulta prévia, livre e informada às comunidades afetadas pelo empreendimento

MPF/PA

A Justiça Federal ordenou a paralisação do licenciamento do porto que a Embraps (Empresa Brasileira de Portos de Santarém) pretendia construir no lago de Maicá, região de várzea na margem do rio Amazonas. A suspensão fica em vigor até que os responsáveis pelo porto comprovem a realização da consulta prévia, livre e informada dos povos e comunidades afetados pelo empreendimento, conforme prevê a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário. (mais…)

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Usinas do Tapajós podem causar contaminação de pescadores e morte de peixes em massa

Enquanto o estudo de impacto ambiental foi considerado insuficiente pelo Ibama, especialistas apontam a riqueza ambiental e social que seria destruída pelas usinas projetadas para o Pará

Tatiana Farah, Repórter Brasil

Contaminação por mercúrio, matança de peixes, desmatamento, remoção de comunidades e alterações no rio Tapajós devem ser o saldo amargo deixado pela construção de um conjunto de hidrelétricas na bacia do rio Tapajós, no Pará. A maior delas é a usina de São Luiz do Tapajós, que vai consumir R$ 30 bilhões e remover pelo menos 2,5 mil pessoas de comunidades tradicionais e aldeias indígenas, além de alterar o meio ambiente e a economia local de toda a região. Para conhecer a vida do rio e dos pescadores que estão na rota das usinas, a Repórter Brasil navegou por 280 quilômetros do Tapajós durante dez dias. (mais…)

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