A queda. Por Julio Pompeu

No Terapia Política Não se pode agarrar o ar, mas na queda, tenta-se. Tateia-se o nada em busca de algo que ampare, mas não há amparo possível no nada. Há apenas a sensação do nada. A angústia do nada. A…

No Terapia Política Não se pode agarrar o ar, mas na queda, tenta-se. Tateia-se o nada em busca de algo que ampare, mas não há amparo possível no nada. Há apenas a sensação do nada. A angústia do nada. A…

No TaquiPraTi Quando Braz de Oliveira França nasceu no Curicuriari, no baixo Rio Negro (AM), em 18 de outubro de 1946, o povo Baré, ao qual pertencia, estava oficialmente “extinto”. O Serviço de Proteção aos Índios (SPI) assegurava que no…

No Terapia Política Heitor sempre foi Totô. Apelido de infância que passou da casa à rua e dela à escola. Durou até virar o soldado Heitor. O semblante que harmonizava com a farda tornava esquisito para os amigos continuar chamando…

No TaquiPraTi “Vermelhou o curral. Meu coração é vermelho (hey, hey, hey!) De vermelho vive o coração, ê-ô, ê-ô. Tudo é garantido após a rosa avermelhar” (Chico da Silva. Toada do Boi Garantido. 1996) Um deputado federal, com coragem desassombrada,…

No Terapia Política Há os que têm medo de mim, aos montes. Há, também, os que me aguardam, suplicantes. Também os que me buscam, ainda nem sempre se deem conta disso. E há os que me veneram, que me desejam…

No TaquiPraTi Não é de uma estupidez revoltante o sistema que seguimos de obrigar os indígenas a falar o português, sem o auxílio de um intérprete? (Couto de Magalhães: Viagem ao rio Araguaia, 1863) Foi uma festa cívica o lançamento…

No TaquiPraTi “I think that I shall never see / A poem lovely as a tree”. (Joyce Kilmer. Trees and Other Poems. 1914) Manaus, 15 de julho de 2023 Prezado Essa carta é um pedido de socorro. Minha vida virou um…