A Arena Dicró, espaço de lazer público e popular localizado na zona Norte do Rio de Janeiro, exibirá o documentário Saúde Antirracista na Favela, é possível? – uma produção conjunta da Fiocruz com o Movimento Negro Unificado (MNU) e outros nove coletivos populares do Estado do Rio de Janeiro. O lançamento ocorrerá no próximo domingo (28/1), das 10h às 13h, e tem entrada franca. Para o evento, foram convidadas autoridades da Secretaria Municipal de Saúde, os coletivos que participaram da criação do longametragem e pesquisadores da Fiocruz. (mais…)
combate ao racismo
Cartilha Saúde na Favela pela Perspectiva Antirracista é lançada na Fiocruz
por Luiza Toschi, em Fiocruz
O seminário de lançamento da cartilha “Saúde na favela pela perspectiva antirracista” reuniu pesquisadores da Fiocruz, profissionais de saúde, moradores de favelas, articuladores de promoção da saúde e militantes do Movimento Negro Unificado (MNU) no auditório do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz), no campus Manguinhos da Fiocruz, no dia 13 de dezembro. O evento foi realizado pela Coordenação de Cooperação Social da Presidência da Fiocruz (CCSP) em parceria com o MNU, movimento também responsável pela produção da publicação. O projeto “A saúde na Favela pela Perspectiva Antirracista” realizou, durante o ano de 2023, o trabalho conjunto com lideranças de quatro territórios de favelas do Rio de Janeiro para a formação de promotores populares de saúde. (mais…)
Racismo é barreira para ensino da história e da cultura afro-brasileira nas escolas
Agência Pública conversou com Petronilha Gonçalves, relatora da Lei nº 10.639 e primeira mulher negra no CNE
Por Texto: Bianca Muniz, Danilo Queiroz | Edição: Mariama Correia, em Agência Pública
Cerca de 20 anos após sua publicação, mais de 70% das secretarias municipais de Educação do país fizeram pouca ou nenhuma ação para implementar a Lei nº 10.639, que determina a obrigatoriedade do estudo da História e Cultura Afro-Brasileira nos currículos das instituições de Educação Básica. (mais…)
Educação antirracista: 20 livros infantis com atividades pedagógicas
Com o apoio das especialistas em literatura infantil Juliana Pádua e Lígia Silva, a curadoria está dividida em 10 grandes temas, com obras acompanhadas de sugestões para a sala de aula
por Ana Luísa D’Maschio, em Porvir
“De que cor é a cor da literatura brasileira para a infância?” A pergunta da professora Eliane Debus, da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), reflete a preocupação com a educação antirracista. A lei 10.639, de 2003, que tornou obrigatório o ensino de história e cultura africana e afro-brasileira nos currículos escolares e instituiu 20 de novembro como Dia da Consciência Negra, abriu espaço para publicações infantojuvenis que abordem as relações étnico-raciais fossem introduzidas de forma mais sistemática nos currículos escolares. (mais…)
Educação é “voltada para o Exército” e “terrivelmente racista”, diz professora israelense
Nurit Peled-Elhanan, da Universidade Hebraica de Jerusalém, pesquisa como palestinos são retratados em livros didáticos
Por Texto: Julia Dolce | Edição: Marina Amaral, em Agência Pública
A professora universitária, pacifista e ativista dos direitos humanos Nurit Peled-Elhanan é uma das mais proeminentes vozes críticas de Israel. Professora de educação, linguagem e semiótica social na Universidade Hebraica de Jerusalém e na David Yellin Academic College, ela pesquisa o discurso da educação israelense, tendo publicado diversos livros sobre o assunto, entre eles, “Ideologia e Propaganda na Educação – A Palestina nos Livros Didáticos Israelenses”. (mais…)
Criola, Conectas e Portal Catarinas lançam e-book sobre racismo religioso
Na publicação, mais de dez especialistas defendem o uso do termo para descrever prática persistente do Estado brasileiro e de setores da sociedade
Criola, Conectas e Portal Catarinas, com o apoio de Synergia, lançam nesta quinta-feira (21) o e-book “Racismo Religioso: novas lentes às violações relacionadas à crescente tensão entre liberdade religiosa e liberdade de expressão”, fruto do ciclo de debates realizado pelas instituições no formato on-line ao longo de 2022. Em quatro encontros, diferentes aspectos do tema foram abordados com o objetivo de ampliar o diálogo com setores da sociedade civil sobre o impacto do racismo religioso para a população negra, povos indígenas e outros grupos sociais afetados pela violência e pela violação dos seus direitos. (mais…)
Marcas do racismo na memória. Por Abrao Slavutzky
O racismo é uma paixão dominada por um pensamento que justifica o ódio, e despreza o outro como se fosse um resto, uma imundície. O racismo é um fenômeno de grupo, e, sendo uma paixão, é um desejo posto em tensão. O desejo racista é exterminar o seu objeto de ódio, todo o mal está fora de si: o inimigo vira um sub-humano. (mais…)
