Carajás nos anos 80 – Histórias contadas por mulheres. Por Lúcio Flávio Pinto

O texto retrata a vida de mulheres que saíram de suas áreas de origens, em diferentes estados do Brasil, para acompanhar seus maridos que foram para Carajás trabalhar em mineração na década de 80. São mulheres que se encontraram em uma região tão distante e que tentaram se adaptar à nova realidade. Conheça quem são

Por Lúcio Flávio Pinto, da Amazônia Real

Elas eram oito, quatro de São Paulo, uma do Rio de Janeiro, outra de Minas Gerais e de Santa Catarina. Foram para Carajás acompanhando seus maridos. Rosa foi a primeira a chegar em fevereiro de 1982 e foi trabalhar no Hospital Nossa Senhora de Nazaré, sob a administração de Rosa Chamma, “tornando-se um ícone em Carajás”. A Logus Engenharia foi quem editou o livro. (mais…)

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Justiça Federal determina a conclusão da titulação do território quilombola Kalunga

União, Incra e estado de Goiás devem apresentar plano integrado em 24 meses para resolver questões de propriedade e titularidade das terras

Por Tribuna do Planalto

O Ministério Público Federal (MPF) obteve sentença que determina à União, ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e ao estado de Goiás que apresentem, no prazo de 24 meses, um plano integrado destinado a solucionar as questões relacionadas à titularidade e à propriedade das terras do Território Quilombo Kalunga. O prazo terá início a partir de fevereiro de 2026. O plano deverá observar integralmente a área reconhecida no Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID), elaborado no âmbito do procedimento administrativo de regularização fundiária. (mais…)

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MPF alerta para falhas na proteção a defensores de direitos humanos em Rondônia

Caso recente acompanhado pelo MPF reforça a ineficiência dos programas de proteção no estado; órgão prorrogou procedimento para apurar a situação

Ministério Público Federal em Rondônia

O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) em Rondônia, tem acompanhado e cobrado ações dos órgãos competentes para a efetiva proteção de defensores de direitos humanos no estado. No fim de 2025, foi necessária a atuação judicial do MPF para que uma liderança de trabalhadores rurais, vítima de um atentado à bala, tivesse a escolta e segurança garantidas durante internação hospitalar em Porto Velho (RO). (mais…)

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Soja e agrotóxicos sufocam comunidades tradicionais da Amazônia

Pesquisa documenta dificuldades respiratórias e alimentares de indígenas e quilombolas causadas pelo uso de glifosato em terras griladas no Baixo Tapajós

por Jean Silva, no Jornal da USP

Plantações de soja, agrotóxicos e grilagem de terras na Amazônia brasileira: esse é o cenário. Em meio ao vasto território, existe um mito de a região florestal estar vazia, apesar de os povos tradicionais tentarem manter suas formas de vida. Por 18 meses de estudo etnográfico, Fabio Zuker, pesquisador da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP investigou a expulsão por sufocamento no Baixo Tapajós devido ao uso de glifosato em plantações de soja de terras griladas. Os casos ilustram dificuldades respiratórias, alimentares e econômicas como formas de expulsar indígenas, quilombolas e ribeirinhos de suas terras.

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O Dilema nuclear. Por Heitor Scalambrini Costa

O mundo caminha a passos largos para um tensionamento cada vez mais crescente das relações diplomáticas entre as duas mais poderosas nações nucleares do mundo, Rússia e Estados Unidos da América.

Os dois países ainda têm os maiores arsenais de armas nucleares remanescentes da Guerra Fria, cujos números são atualmente limitados pelo New START, tratado assinado pelos dois países em 2010, e que deveria valer até 2026, de redução de armas estratégicas. Todavia neste final de 2025, ao proferir seu discurso anual, o presidente russo Vladimir Putin anunciou a suspensão da participação de seu país no tratado. Ao mesmo tempo alertou, em claro recado à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) liderada pelos EUA, que os russos colocaram novas armas estratégicas à disposição para combate, não especificando se seriam armas nucleares. (mais…)

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Entidades de Vitória reforçam cobranças sobre aumento do pó preto

Monitoramento aponta que índice ultrapassou o permitido em vários meses de 2025

Por Mariah Friedrich, Século Diário

Associação Juntos SOS Espírito Santo Ambiental e a Associação de Moradores, Empresários e Investidores da Enseada do Suá (Ameies) reforçaram, nos últimos dias, cobranças aos órgãos públicos a respeito do que consideram um aumento visível da poluição atmosférica por poeira sedimentável – popularmente conhecida como “pó preto” – em Vitória. (mais…)

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