Famílias do Acampamento Terra e Liberdade ocupam o maior latifúndio improdutivo do sudeste do Pará

Por Carlos Henrique Silva, da CPT, com informações do MST Pará

Na manhã desta terça-feira, 09/12, o Acampamento Terra e Liberdade, localizado no sudeste do Pará, ocupa o maior latifúndio da região: o Retiro Bom Jesus, dentro do complexo Santa Maria, em Curionópolis. A ocupação é realizada no dia em que completam 2 anos da tragédia que vitimou nove trabalhadores e trabalhadoras rurais com descarga elétrica e incêndio, durante a instalação de um serviço de internet. (mais…)

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Seminário debate desafios e conquistas da Reforma Agrária Popular

A 16ª Feira Estadual da Reforma Agrária ocorre até quarta (10), no Largo da Carioca no Rio, e se consolida como espaço de encontro, celebração e reafirmação política de luta e partilha

Por Gabrielly Preato, da Página do MST

Durante a 16ª Feira Estadual da Reforma Agrária Cícero Guedes, que teve início nesta segunda-feira (8), no Largo do Carioca, Centro do Rio de Janeiro, o seminário “Reforma Agrária Popular na atualidade: a Luta por Terra e Território” debateu as conquistas, desafios e a urgência de implementar de políticas públicas que garantam vida digna no campo e na cidade. (mais…)

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Após atuação do MPF, Justiça determina proteção à liderança camponesa que sofreu atentado em Rondônia

União e estado estão obrigados a fazer escolta e segurança constante à liderança de trabalhadores rurais sem-terra que sobreviveu a atentado

Ministério Público Federal em Rondônia

O Ministério Público Federal (MPF) obteve uma decisão liminar na Justiça Federal que obriga a União e o estado de Rondônia a fornecer escolta e segurança ininterrupta a uma pessoa vítima de atentado à bala em Porto Velho (RO), ocorrido em setembro deste ano. A vítima sobreviveu a nove tiros e permanece em uma unidade hospitalar na capital rondoniense. (mais…)

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Famílias do MST sofrem ameaças de grileiros após retomada de terra pública no Tocantins

Grileiros agem com violência e intimidação contra 50 famílias do Acampamento Marias de Lourdes, desrespeitando decisão judicial definitiva que confirmou a posse do INCRA sobre a área

Por Vicente Santos, da Página do MST

Na madrugada de hoje (27) de novembro, mais de 50 famílias do Acampamento Marias de Lourdes, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Tocantins, que ocuparam legitimamente o Lote 13 do Projeto de Assentamento (PA) Retiro, em Porto Nacional/TO, estão sob grave ameaça por parte de grileiros da região. A área é uma terra pública da União destinada à Reforma Agrária. O movimento denuncia que as famílias, incluindo mulheres, crianças e idosos, têm sido alvo de intimidações severas, que incluem ameaças verbais de morte, uso de arma de fogo e tentativas de agressão com veículos jogados contra as pessoas. (mais…)

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MPF recomenda ao Incra retomada do processo de regularização e destinação para reforma agrária de fazenda em RO

Objetivo é garantir segurança jurídica e evitar conflitos após decisão judicial recente que determinou a desocupação da área

Ministério Público Federal em Rondônia

O Ministério Público Federal (MPF) expediu recomendação para que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) adote, de forma imediata e prioritária, todas as providências necessárias para impulsionar o processo de assentamento e regularização fundiária da Fazenda Morro Vermelho, localizado no Distrito de Jacy-Paraná, em Porto Velho (RO). (mais…)

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Mais um 20 de novembro e 21 anos sem justiça para Felisburgo

Em 20 de novembro de 2004, o massacre de Felisburgo (MG) resultou na morte de cinco trabalhadores rurais Sem Terra, após uma invasão de jagunços a mando de Adriano Chafik. Vinte anos depois, a terra onde o crime ocorreu ainda não foi destinada à Reforma Agrária

MST

No dia 20 de novembro de 2004, dois anos após a ocupação da fazenda Nova Alegria, no município de Felisburgo, no Vale do Jequitinhonha mineiro, Adriano Chafik Luedy, seu primo Calixto Luedy e 15 jagunços invadiram o acampamento Terra Prometida. Assassinaram 5 trabalhadores rurais Sem Terra, feriram diversos outros e colocaram fogo em todas as estruturas do acampamento. Vinte anos após o crime conhecido como “massacre de Felisburgo”, a terra, banhada com o sangue desses trabalhadores, ainda não foi transferida formalmente para as famílias que resistem no território. (mais…)

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Mulheres Sem Terra reafirmam a luta por Reforma Agrária Popular enquanto reparação histórica

Nesta edição Coluna Aromas de Março, convoca à reflexão e à luta: o Novembro Negro é tempo de esperançar e transformar

Por Rosa Negra, na Página do MST

Nesse novembro negro, somos convocadas e convocados a entoar um grito de revolta pelos ares e compreender o campo de batalha simbólico rebatizado pelo movimento negro a partir do resgate histórico da luta de nossa ancestralidade negra. Sim, este é o tempo da memória insurgente, da celebração dessa ancestralidade e da afirmação política. (mais…)

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